Foram encontradas 164 questões.
Ao explorar o parque recém-inaugurado em seu
bairro, José observou que o arco de entrada deste
parque era representado por uma parábola com
concavidade voltada para baixo. Curioso para saber
mais sobre esta parábola, José pediu ajuda a seu
professor de matemática para que, juntos, descobrissem
a lei de formação da função que originara a parábola.
Após alguns dias de estudos, eles descobriram que a
parábola, utilizada na entrada do parque, era definida
pela função quadrática y = −x2 + 6x − 5, onde y
denota a altura da parábola, em metros.
A partir destas informações, podemos afirmar que a altura máxima deste arco de entrada do parque, em metros, é
A partir destas informações, podemos afirmar que a altura máxima deste arco de entrada do parque, em metros, é
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3408140
Ano: 2024
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cachoeira Dourada-GO
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cachoeira Dourada-GO
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Após meses de estudos, uma empresa concluiu que
se o investimento em publicidade for de R$ 30.000,00,
serão vendidas 100 mil unidades de seu principal
produto. Caso o investimento for de R$ 50.000,00, as
vendas sobem para 200 mil unidades.
Considerando esta situação, qual deve ser o valor investido para que esta empresa venda 500 mil unidades deste produto?
Considerando esta situação, qual deve ser o valor investido para que esta empresa venda 500 mil unidades deste produto?
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No período “Em 2020, início da pandemia, a
expectativa de vida caiu para 74,8 anos”, o verbo pode
ser classificado como:
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Identifique as funções da linguagem presentes no fragmento a seguir
Eu te amo calado
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz
Nós somos medo e desejo
Somos feitos de silêncio e som
Tem certas coisas que eu não sei dizer
Silenciosamente eu te falo com paixão.
Compositores: Luiz Mauricio Pragana dos Santos/ Nelson Motta
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Texto para a questão.
Após despencar durante a pandemia de Covid-19, a
expectativa de vida do brasileiro ao nascer voltou a
subir e chegou a 75,5 anos em 2022, segundo o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No entanto, ela está abaixo das projeções iniciais.
Antes da crise sanitária, em 2019, a expectativa de vida
era de 76,2 anos. Em 2020, início da pandemia, caiu
para 74,8 anos e, no ano seguinte, sofreu mais uma
queda, ficando em 72,8 anos. Com o fim da pandemia,
subiu para o patamar atual.
Esses números são bem inferiores às projeções iniciais
que haviam sido feitas antes da crise de saúde no país e
com base em dados disponíveis à época, que eram do
Censo Demográfico de 2010.
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Texto para a questão.
Após despencar durante a pandemia de Covid-19, a
expectativa de vida do brasileiro ao nascer voltou a
subir e chegou a 75,5 anos em 2022, segundo o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No entanto, ela está abaixo das projeções iniciais.
Antes da crise sanitária, em 2019, a expectativa de vida
era de 76,2 anos. Em 2020, início da pandemia, caiu
para 74,8 anos e, no ano seguinte, sofreu mais uma
queda, ficando em 72,8 anos. Com o fim da pandemia,
subiu para o patamar atual.
Esses números são bem inferiores às projeções iniciais
que haviam sido feitas antes da crise de saúde no país e
com base em dados disponíveis à época, que eram do
Censo Demográfico de 2010.
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Assinale a única alternativa em que a pontuação foi
feita de maneira coerente.
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Dentistas se concentram em países de alta renda
De acordo com estimativas da Organização Mundial da
Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de prestadores de
cuidados de saúde oral globalmente, dos quais
aproximadamente 2,5 milhões são dentistas. Cerca de
80% desses trabalham em países de alta renda ou de
renda média alta, enquanto apenas 1,4% trabalham em
países de baixa renda.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/brasil-gasta-r-180-bilhoes-por-ano-com-caries-dentarias-diz-estudo/
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Dentistas se concentram em países de alta renda
De acordo com estimativas da Organização Mundial da
Saúde (OMS), há cerca de 4 milhões de prestadores de
cuidados de saúde oral globalmente, dos quais
aproximadamente 2,5 milhões são dentistas. Cerca de
80% desses trabalham em países de alta renda ou de
renda média alta, enquanto apenas 1,4% trabalham em
países de baixa renda.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/brasil-gasta-r-180-bilhoes-por-ano-com-caries-dentarias-diz-estudo/
I. o pronome demonstrativo ‘desses’ refere-se a dentistas e é usado para retomar o substantivo sem precisar repeti-lo.
II. uma das funções da informação da fonte de pesquisa é garantir legitimidade aos dados fornecidos pelo texto.
III. Há marcas de oralidade na linguagem do texto.
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Texto para a questão 3.
“Nunca na história humana tivemos tanta rebeldia contra a infelicidade. Então o que mudou não é a busca pela felicidade, é que agora não estamos mais aceitando a infelicidade: a morte, a doença e a decadência [...] Acho que este é um problema contemporâneo [...]: a felicidade obrigatória sem a qual você não é contratado: não pode dar entrevista e dizer que você é depressivo, você é melancólico; sem a qual [a felicidade obrigatória] você não é uma pessoa de bem. [...] Nossas avós geralmente diziam: ‘você está bem, vó?’ e elas respondiam – ‘indo’ ‘levando’... era sempre um gerúndio. Elas nunca diziam, ‘acordei maravilhosa hoje’. Nunca tivemos tanta obrigação de sermos felizes e nunca fomos tão infelizes. É esta terrível ‘obrigação’ pós-moderna de estarmos sempre felizes que nos torna tão infelizes”.
[Excerto da fala do professor Leandro Karnal em entrevista ao Programa Conversa com Bial – do dia 13/12/2019]. Disponível em: https://www.portalraizes.com/nunca-tivemos-tanta-obrigacao-de-sermosfelizes-e-nunca-fomos-tao-infelizes/.
O texto discute sobre
“Nunca na história humana tivemos tanta rebeldia contra a infelicidade. Então o que mudou não é a busca pela felicidade, é que agora não estamos mais aceitando a infelicidade: a morte, a doença e a decadência [...] Acho que este é um problema contemporâneo [...]: a felicidade obrigatória sem a qual você não é contratado: não pode dar entrevista e dizer que você é depressivo, você é melancólico; sem a qual [a felicidade obrigatória] você não é uma pessoa de bem. [...] Nossas avós geralmente diziam: ‘você está bem, vó?’ e elas respondiam – ‘indo’ ‘levando’... era sempre um gerúndio. Elas nunca diziam, ‘acordei maravilhosa hoje’. Nunca tivemos tanta obrigação de sermos felizes e nunca fomos tão infelizes. É esta terrível ‘obrigação’ pós-moderna de estarmos sempre felizes que nos torna tão infelizes”.
[Excerto da fala do professor Leandro Karnal em entrevista ao Programa Conversa com Bial – do dia 13/12/2019]. Disponível em: https://www.portalraizes.com/nunca-tivemos-tanta-obrigacao-de-sermosfelizes-e-nunca-fomos-tao-infelizes/.
O texto discute sobre
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