Foram encontradas 1.085 questões.
Suponha que uma antena repetidora de sinal
WiFi tenha cobertura de 900 metros quadrados.
Se quisermos cobrir totalmente uma cidade que
tem 270 quilômetros quadrados de extensão,
quantas antenas no mínimo precisarão ser
instaladas? Considere que não haverá
superposição dos sinais de duas antenas
diferentes. Isto é, para cada 900 metros
quadrados de extensão, 1 antena deve ser
utilizada.
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Num concerto de música clássica, 1/4 dos
lugares são reservados para pessoas com
deficiência, 1/6 dos lugares são reservados para
camarotes, 1/5 dos lugares são reservados para
convidados especiais, e o restante dos lugares
são reservados para o público em geral. Qual a
fração correspondente ao número de lugares
reservados para o público em geral?
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Leia o texto para responder a questão.
Metafísica
Contam que um admirador de Albert
Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o
encontrou estirado numa poltrona, com a
cabeça para trás e os olhos fechados. Não
querendo perturbar o aparente repouso do
professor, o visitante sentou-se num canto e
ficou esperando que ele acordasse.
Passou meia hora, o professor
continuava estirado na poltrona, a cabeça para
trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante
viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e
dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O
visitante ficou em pânico. O que fazer? O
ratinho se aproximava dos pés do mestre com
passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar
Einstein e avisar do perigo iminente? Ou
esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou,
silenciosamente, sem acordar o professor,
enxotar o ratinho?
Enquanto o visitante decidia o que
fazer, o ratinho chegou até o pé direito de
Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão
pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os
olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho
voltou correndo para sua toca. Minutos mais
tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o
visitante no canto. Este desculpou-se, disse que
não pretendia acordá-lo, mas Einstein o
silenciou com um gesto. Não estava dormindo.
Estava pensando.
Sempre fazia isso. Sentava naquela
poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os
olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no
universo, pensava no funcionamento do
universo, pensava nas explicações para o
funcionamento do universo... Mas precisava ter
cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito
grande para a metafísica. Escapava ao controle,
disparava, quando ele via ela estava perdida no
infinito, em equações fantásticas...
Felizmente, sempre que isto acontecia,
ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal
para voltar à física, à realidade e às coisas
prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em
todas as direções, mas a cosquinha no dedão
indicando o caminho, alertando-o para os
excessos, chamando-o de volta à realidade e à
razão.
O visitante engoliu em seco.
— E o senhor tem... uma explicação
para a cosquinha no dedão?
Einstein não respondeu em seguida.
Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:
— Aí é que está. Só pode ser explicada
como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à
metafísica!
O visitante procurou o ratinho com o
olhar mas não o avistou. Além de tudo, era
modesto.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São
Paulo: Objetiva, 2020.
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Metafísica
Contam que um admirador de Albert
Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o
encontrou estirado numa poltrona, com a
cabeça para trás e os olhos fechados. Não
querendo perturbar o aparente repouso do
professor, o visitante sentou-se num canto e
ficou esperando que ele acordasse.
Passou meia hora, o professor
continuava estirado na poltrona, a cabeça para
trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante
viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e
dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O
visitante ficou em pânico. O que fazer? O
ratinho se aproximava dos pés do mestre com
passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar
Einstein e avisar do perigo iminente? Ou
esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou,
silenciosamente, sem acordar o professor,
enxotar o ratinho?
Enquanto o visitante decidia o que
fazer, o ratinho chegou até o pé direito de
Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão
pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os
olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho
voltou correndo para sua toca. Minutos mais
tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o
visitante no canto. Este desculpou-se, disse que
não pretendia acordá-lo, mas Einstein o
silenciou com um gesto. Não estava dormindo.
Estava pensando.
Sempre fazia isso. Sentava naquela
poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os
olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no
universo, pensava no funcionamento do
universo, pensava nas explicações para o
funcionamento do universo... Mas precisava ter
cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito
grande para a metafísica. Escapava ao controle,
disparava, quando ele via ela estava perdida no
infinito, em equações fantásticas...
Felizmente, sempre que isto acontecia,
ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal
para voltar à física, à realidade e às coisas
prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em
todas as direções, mas a cosquinha no dedão
indicando o caminho, alertando-o para os
excessos, chamando-o de volta à realidade e à
razão.
O visitante engoliu em seco.
— E o senhor tem... uma explicação
para a cosquinha no dedão?
Einstein não respondeu em seguida.
Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:
— Aí é que está. Só pode ser explicada
como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à
metafísica!
O visitante procurou o ratinho com o
olhar mas não o avistou. Além de tudo, era
modesto.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São
Paulo: Objetiva, 2020.
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Metafísica
Contam que um admirador de Albert
Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o
encontrou estirado numa poltrona, com a
cabeça para trás e os olhos fechados. Não
querendo perturbar o aparente repouso do
professor, o visitante sentou-se num canto e
ficou esperando que ele acordasse.
Passou meia hora, o professor
continuava estirado na poltrona, a cabeça para
trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante
viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e
dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O
visitante ficou em pânico. O que fazer? O
ratinho se aproximava dos pés do mestre com
passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar
Einstein e avisar do perigo iminente? Ou
esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou,
silenciosamente, sem acordar o professor,
enxotar o ratinho?
Enquanto o visitante decidia o que
fazer, o ratinho chegou até o pé direito de
Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão
pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os
olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho
voltou correndo para sua toca. Minutos mais
tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o
visitante no canto. Este desculpou-se, disse que
não pretendia acordá-lo, mas Einstein o
silenciou com um gesto. Não estava dormindo.
Estava pensando.
Sempre fazia isso. Sentava naquela
poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os
olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no
universo, pensava no funcionamento do
universo, pensava nas explicações para o
funcionamento do universo... Mas precisava ter
cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito
grande para a metafísica. Escapava ao controle,
disparava, quando ele via ela estava perdida no
infinito, em equações fantásticas...
Felizmente, sempre que isto acontecia,
ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal
para voltar à física, à realidade e às coisas
prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em
todas as direções, mas a cosquinha no dedão
indicando o caminho, alertando-o para os
excessos, chamando-o de volta à realidade e à
razão.
O visitante engoliu em seco.
— E o senhor tem... uma explicação
para a cosquinha no dedão?
Einstein não respondeu em seguida.
Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:
— Aí é que está. Só pode ser explicada
como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à
metafísica!
O visitante procurou o ratinho com o
olhar mas não o avistou. Além de tudo, era
modesto.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São
Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar.” O emprego do pretérito imperfeito do modo indicativo, no excerto indicado, corrobora a construção do sentido de ações:
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Metafísica
Contam que um admirador de Albert
Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o
encontrou estirado numa poltrona, com a
cabeça para trás e os olhos fechados. Não
querendo perturbar o aparente repouso do
professor, o visitante sentou-se num canto e
ficou esperando que ele acordasse.
Passou meia hora, o professor
continuava estirado na poltrona, a cabeça para
trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante
viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e
dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O
visitante ficou em pânico. O que fazer? O
ratinho se aproximava dos pés do mestre com
passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar
Einstein e avisar do perigo iminente? Ou
esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou,
silenciosamente, sem acordar o professor,
enxotar o ratinho?
Enquanto o visitante decidia o que
fazer, o ratinho chegou até o pé direito de
Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão
pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os
olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho
voltou correndo para sua toca. Minutos mais
tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o
visitante no canto. Este desculpou-se, disse que
não pretendia acordá-lo, mas Einstein o
silenciou com um gesto. Não estava dormindo.
Estava pensando.
Sempre fazia isso. Sentava naquela
poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os
olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no
universo, pensava no funcionamento do
universo, pensava nas explicações para o
funcionamento do universo... Mas precisava ter
cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito
grande para a metafísica. Escapava ao controle,
disparava, quando ele via ela estava perdida no
infinito, em equações fantásticas...
Felizmente, sempre que isto acontecia,
ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal
para voltar à física, à realidade e às coisas
prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em
todas as direções, mas a cosquinha no dedão
indicando o caminho, alertando-o para os
excessos, chamando-o de volta à realidade e à
razão.
O visitante engoliu em seco.
— E o senhor tem... uma explicação
para a cosquinha no dedão?
Einstein não respondeu em seguida.
Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:
— Aí é que está. Só pode ser explicada
como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à
metafísica!
O visitante procurou o ratinho com o
olhar mas não o avistou. Além de tudo, era
modesto.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São
Paulo: Objetiva, 2020.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder a questão.
Metafísica
Contam que um admirador de Albert
Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o
encontrou estirado numa poltrona, com a
cabeça para trás e os olhos fechados. Não
querendo perturbar o aparente repouso do
professor, o visitante sentou-se num canto e
ficou esperando que ele acordasse.
Passou meia hora, o professor
continuava estirado na poltrona, a cabeça para
trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante
viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e
dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O
visitante ficou em pânico. O que fazer? O
ratinho se aproximava dos pés do mestre com
passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar
Einstein e avisar do perigo iminente? Ou
esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou,
silenciosamente, sem acordar o professor,
enxotar o ratinho?
Enquanto o visitante decidia o que
fazer, o ratinho chegou até o pé direito de
Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão
pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os
olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho
voltou correndo para sua toca. Minutos mais
tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o
visitante no canto. Este desculpou-se, disse que
não pretendia acordá-lo, mas Einstein o
silenciou com um gesto. Não estava dormindo.
Estava pensando.
Sempre fazia isso. Sentava naquela
poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os
olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no
universo, pensava no funcionamento do
universo, pensava nas explicações para o
funcionamento do universo... Mas precisava ter
cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito
grande para a metafísica. Escapava ao controle,
disparava, quando ele via ela estava perdida no
infinito, em equações fantásticas...
Felizmente, sempre que isto acontecia,
ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal
para voltar à física, à realidade e às coisas
prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em
todas as direções, mas a cosquinha no dedão
indicando o caminho, alertando-o para os
excessos, chamando-o de volta à realidade e à
razão.
O visitante engoliu em seco.
— E o senhor tem... uma explicação
para a cosquinha no dedão?
Einstein não respondeu em seguida.
Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:
— Aí é que está. Só pode ser explicada
como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à
metafísica!
O visitante procurou o ratinho com o
olhar mas não o avistou. Além de tudo, era
modesto.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São
Paulo: Objetiva, 2020.
I. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.
II. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein.
III. O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos.
Nas sentenças dadas, a palavra “se” ocorre como pronome de realce apenas em:
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Qual das situações abaixo é um grande fator de
risco para se contrair a infecção com o parasita
da esquistossomose:
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No Brasil, a esquistossomose é conhecida
popularmente como:
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As notificações compulsórias para medidas de
controle pertinentes, devem ser feitas às
autoridades sanitárias:
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