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Foram encontradas 761 questões.

O professor de atendimento educacional especializado é parte fundamental na inclusão e seu trabalho consiste em:

I. Realizar um estudo de caso de cada aluno.

II. Estabelecer um diálogo com o professor da sala regular.

III. Aplicar prova de conhecimento em todas as disciplinas.

IV. Disponibilizar programas de enriquecimento curricular no caso de altas habilidades.

V. Produzir materiais didáticos e pedagógicos, tendo em vista as necessidades específicas dos alunos.

Estão corretas apenas:

 

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As pessoas cegas ou com baixa visão devem exercer, em condições de igualdade, os direitos e deveres, que lhes asseguram a cidadania. Para isso, podem utilizar recursos diferenciados, que facilitem ou promovam o desenvolvimento de habilidades funcionais. São Tecnologias Assistivas que estão à disposição das pessoas cegas ou com baixa visão:

 

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O aluno Antônio Carlos do 2º ano do ensino fundamental, apresenta uma surdez profunda. O Atendimento Educacional Especializado para ele, não contempla:

 

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Os alunos com deficiência física, intelectual, visual, auditiva, múltiplas, transtornos do espectro autista (TEA) e também alunos com altas habilidades / superdotação são público-alvo do Atendimento Educacional Especializado, que contempla:

I. A eliminação das barreiras que possam obstruir o processo de escolarização dos estudantes.

II. O atendimento substitutivo no mesmo período em que o aluno estuda na classe comum.

III. A identificação das necessidades educacionais específicas dos alunos.

IV. A utilização da sala de recursos multifuncionais da escola no contraturno.

Estão corretas apenas:

 

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O autismo é um distúrbio do desenvolvimento humano que vem sendo estudado pela ciência há quase seis décadas. Nessa patologia ocorre uma severa desordem da personalidade, que se manifesta na infância de forma precoce. Muitas vezes confundido com outras síndromes, esse transtorno apresenta características como, EXCETO:

 

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A Meta 18 do Plano Nacional de Educação (Lei nº 13.005/2014) obriga que a União, os estados, municípios e Distrito Federal garantam planos de carreira e remuneração para os profissionais da educação escolar básica pública, denominação definida no artigo 61 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN 9.394/96). São estratégias para o cumprimento da meta 18 do Plano Nacional de Educação (PNE), EXCETO:

 

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Além do reconhecimento do direito dos índios de manterem a sua identidade cultural, a Constituição de 1988 lhes garante, no artigo 210, o uso de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem, cabendo ao Estado proteger as manifestações das culturas indígenas. Esses dispositivos abriram a possibilidade para que a escola indígena constitua-se em instrumento de valorização das línguas, dos saberes e das tradições indígenas e deixe de ser instrumento de imposição dos valores culturais da sociedade envolvente. Analise as afirmativas a seguir sobre a Educação Indígena.

I. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN 9.394/96) menciona, de forma explícita, a educação escolar para os povos indígenas na parte do Ensino Fundamental, no artigo 32, estabelecendo que seu ensino será ministrado em Língua Portuguesa, mas assegura às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.

II. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN 9.394/96) determina a articulação dos sistemas de ensino para a elaboração de programas integrados de ensino e pesquisa, que contem com a participação das comunidades indígenas em sua formulação e tenham como objetivo desenvolver currículos específicos, neles incluindo os conteúdos culturais correspondentes às respectivas comunidades.

III. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN 9.394/96) não prevê a formação de pessoal especializado para atuar nessa área e a elaboração e publicação de materiais didáticos específicos e diferenciados.

IV. A Educação Escolar Indígena deverá ter um tratamento diferenciado do das demais escolas dos sistemas de ensino, o que é enfatizado pela prática do bilingüismo e da interculturalidade.

V. Estão CORRETAS as afirmativas:

 

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De acordo com a Lei 13.005/04, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, coordenado pela União, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, constituirá fonte de informação para a avaliação da qualidade da educação básica e para a orientação das políticas públicas desse nível de ensino. Nesse sentido, analise as afirmativas a seguir assinalando V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica produzirá, no máximo a cada 3 (três) anos indicadores de rendimento escolar, referentes ao desempenho dos (as) estudantes apurado em exames nacionais de avaliação, com participação de pelo menos 80% (oitenta por cento) dos (as) alunos (as) de cada ano escolar periodicamente avaliado em cada escola, e aos dados pertinentes apurados pelo censo escolar da educação básica.

( ) O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica produzirá, no máximo a cada 2 (dois) anos indicadores de avaliação institucional, relativos a características como o perfil do alunado e do corpo dos (as) profissionais da educação, as relações entre dimensão do corpo docente, do corpo técnico e do corpo discente, a infraestrutura das escolas, os recursos pedagógicos disponíveis e os processos da gestão, entre outras relevantes.

( ) A elaboração e a divulgação de índices para avaliação da qualidade, como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB, que agreguem os indicadores previstos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica elidem a obrigatoriedade de divulgação, em separado, de cada um deles.

( ) Cabem ao Inep a elaboração e o cálculo do Ideb e dos indicadores referidos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica.

A sequência CORRETA é:

 

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As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil articulam-se às Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica e reúnem princípios, fundamentos e procedimentos definidos pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, para orientar as políticas públicas e a elaboração, planejamento, execução e avaliação de propostas pedagógicas e curriculares de Educação Infantil. Na observância das Diretrizes, a proposta pedagógica das instituições de Educação Infantil deve garantir que elas cumpram plenamente sua função sociopolítica e pedagógica, EXCETO:

 

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AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO


  • Não quero aqui contestar o fato de que os colonos europeus tenham usado trabalho escravo africano durante
  • séculos no Brasil. Negros eram capturados de suas tribos na África, cruzavam o Oceano Atlântico em condições
  • precárias, eram vendidos e forçados a trabalhar para seus senhores brancos por gerações até o fim do Império.
  • As consequências morais desse triste capítulo da história podem ser analisadas por duas óticas diferentes. A
  • primeira é a adotada pela esquerda em geral e pelo movimento ativista negro em particular, que acredita que ações e
  • responsabilidades são atribuídas a grupos de pessoas com características comuns. Por essa ótica, o fato de brancos terem
  • escravizado negros criou uma dívida moral e histórica entre esses dois grupos, que deve ser paga por quem hoje é branco
  • para quem hoje é negro.
  • Essa análise fundamentaria as discriminações (sob o eufemismo de ações afirmativas) que vemos hoje,
  • particularmente a reserva de vagas para negros em universidades e concursos públicos, sob pretexto de acerto dessa
  • dívida histórica.
  • A segunda ótica com que podemos ver a questão é a ótica libertária. Por ela, direitos, obrigações, ações e
  • responsabilidades são atribuídas a cada pessoa individualmente — não a grupos de pessoas. Ninguém, em hipótese
  • alguma, é chamado para reparar um mal causado por outra pessoa, mesmo que ambos compartilhem a mesma cor da
  • pele, sejam da mesma família, sejam amigos, ou torçam para o mesmo time. Jamais.
  • Olhando por esse prisma, não haveria dívida histórica moral dos brancos de hoje para os negros de hoje,
  • exatamente porque esses brancos não são obrigados a pagar por injustiças cometidas por outros brancos; e mesmo que
  • fossem, não seria para os negros de hoje, que também são outros que não aqueles que foram vítimas da escravidão.
  • Ativistas do movimento negro, quando confrontados com essa argumentação, trocam o discurso moral pelo
  • material. Segundo eles, o trabalho escravo negro beneficiou materialmente os brancos, e essa riqueza permitiu que os
  • descendentes dos senhores de escravos estejam injustamente em melhor situação financeira do que os descendentes dos
  • escravos. Aqui, haveria novamente uma dívida histórica a saldar.
  • O problema desse argumento é que ele repousa sobre uma visão curiosamente estreita da história. Eu mesmo
  • tive a oportunidade de visitar o Zimbábue, na África, e andei em meio às ruínas do Reino do Zimbábue dos séculos 13
  • a 15. Visitei a câmara onde eram mantidos os escravos, o local onde eram mantidas todas as mulheres do rei, e as
  • fortificações que defendiam o rei de invasores externos.
  • Também estive na Etiópia, em meio a ruínas e belíssimas igrejas onde outrora fora o Império Etíope que durou
  • impressionantes 800 anos até o final do século 20. Como em quase todo o resto da África, o império escravizou, por
  • milhares de anos, outros povos que conquistava.
  • Entre os europeus, por milênios, pessoas eram feitas escravas por dívidas ou guerra. Uma proporção
  • significativa da população urbana da Grécia antiga era formada por escravos, quase todos brancos. Roma também
  • incorporava novos escravos a seu império por onde avançava, brancos ou negros do norte da África. Romanos brancos
  • que caíssem reféns em guerras com povos africanos também eram escravizados.
  • Os próprios negros, no Brasil, quando conseguiam sua libertação, tentavam comprar ou capturar outros negros
  • como escravos. Zumbi, herói do movimento negro, foi tanto escravo como senhor de escravo — muitos outros também.
  • Como decidir de que lado da dívida histórica estão seus atuais descendentes?
  • Uma visão mais abrangente e menos maniqueísta da história nos mostra, portanto, que a escravidão foi prática
  • recorrente por muito da existência humana. Não tenho dados para embasar essa afirmação (nem seria possível tê-los),
  • mas se formos levar a sério esse argumento de beneficiamento material por escravidão e traçar a árvore genealógica de
  • cada um de nós até o começo dos tempos, tenho certeza que todos nós temos ascendentes que já foram escravos, e todos
  • nós temos também ascendentes que já foram senhores de escravos. Todos nós, brancos e negros, já enriquecemos
  • injustamente, e injustamente enriquecemos outros. O que nos diferencia, por esse critério, é a proporção entre cada um
  • dos dois — igualmente impossível de se determinar para cada indivíduo.
  • Por fim, nem todos os brancos que hoje vivem no Brasil são descendentes de senhores de escravos do Império.
  • Muitos imigrantes chegaram no século passado e não se beneficiaram em nada com o trabalho escravo dos negros de
  • séculos anteriores. Mesmo assim, na visão do movimento ativista negro, seus descendentes têm uma dívida histórica
  • com os negros.
  • Isso para não falar de toda a mistura entre raças e entre correntes migratórias que é o nosso povo brasileiro. É
  • fácil perceber que é impraticável desenhar políticas públicas verdadeiramente preocupadas em corrigir qualquer tipo de
  • injustiça que a escravidão tenha causado. A história da humanidade é recheada de atrocidades de todo tipo, condenáveis
  • por qualquer pessoa com um mínimo de sensibilidade — e, muito mais importante, com a visão de mundo liberal que
  • temos hoje.
  • Não há como saber quem é mais vítima e quem é mais agressor, mesmo que se escolha enxergar pela ótica
  • coletivista de responsabilidades. Reconhecer que essas atrocidades aconteceram, mas que não há nada que possa ser
  • feito para compensar suas reais vítimas é o primeiro passo para evoluirmos rumo a uma sociedade próspera para todos,
  • pacífica e com menos rancor. Em muitos lugares do mundo, longe das universidades públicas brasileiras, nada ou muito
  • pouco se evoluiu nesse sentido. Não façamos o mesmo.

  • POR FELIPE LUNGOV – FONTE: https://www.institutoliberal.org.br/blog/o-mito-da-divida-historica-entre-brancos-e-negros/

    A frase “Não façamos o mesmo.” (L.57) constitui

     

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