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Foram encontradas 25 questões.

638797 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
Piaget propõe alguns fatores responsáveis pelo desenvolvimento humano, como, por exemplo: maturidade orgânica, experiência, experiência física, experiência lógico-matemática, experiência com as pessoas, equilibração.
Sobre esses fatores, analise as proposições abaixo:
I - Maturidade Orgânica: É uma condição imprescindível ao desenvolvimento cognitivo. A maturidade orgânica permite, por exemplo, certas capacidades perceptivas, como coordenação da visão, capacidade de apreensão. Podemos ver que a maturidade orgânica é de fundamental importância para o desenvolvimento, mas não é o único fator responsável por ele.
II - Experiência: Não há construção de conhecimento sem experiência. Piaget, sendo um teórico interacionista, admite que o conhecimento seja construído na relação que o sujeito estabelece com o objeto. Ao interagir com o objeto, a pessoa adquire experiência.
III - A função da equilibração é produzir uma coordenação entre a assimilação e a acomodação. Para Piaget, o desenvolvimento é uma equilibração progressiva a partir de um estado inferior até um estado mais elevado de equilíbrio.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) proposição(ões)
 

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613700 Ano: 2014
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
O sagrado não é presença obrigatória nas religiões; as doutrinas, os ritos, a moral, a comunidade e os mitos são elementos necessários e estão presentes em toda e qualquer religião.
Sobre o conceito de doutrina, rito e comunidade, analise as proposições abaixo:
I - Doutrina – É aquilo que compõe a experiência religiosa de determinado grupo; podemos dizer também que é a base, o fundamento, o sustentáculo de uma crença religiosa.
II - Ritos – Os ritos são expressões que compõem o viver e o agir humano. Toda religião possui uma forma de rito, não há tradições religiosas sem ritos. É preciso esclarecer que nem todo rito é religioso, há outros tipos de ritos, como social, profissional, jurídico e outros.
III - Comunidade – Grupo de pessoas que se reúnem em torno de uma crença comum, para elaborar e praticar ritos na busca pela experiência do e com o sagrado.
Estão CORRETAS as proposições
 

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Herói pelo que não fez
Wanderlei Paulo Vignoli, soldado da PM paulista, de 42 anos, é um brasileiro honra¬do. No meio dos tumultos da última terça-feira em São Paulo, promovidos por bandos selvagens que protestavam contra o aumento das tarifas do transporte coletivo, destacou-se pelo equilíbrio, sensatez e humanidade. Merece do colunista o galardão de personagem da semana. Quando é um PM que se destaca por tais qualidades, em meio a uma situação de conflito como aquela, já se tem ideia de como andaram as coisas do outro lado. Manifestantes depredaram ônibus, agências bancárias, vitrines de lojas e estações de metrô. Provocaram monstruosos congestionamentos na cidade. Deixaram muita gente que supostamente pretendem proteger — os usuários do transporte coletivo — atrasada para ir ao trabalho ou voltar para casa, desorientada e com medo.
Os protestos são promovidos por um certo Movimento Passe Livre. Seu fim último é zerar o custo das passagens de ônibus, metrô e trem. \( ^{(A)} \)O objetivo é louvável. Melhor ainda se incluísse supermercado livre, farmácia livre e shopping center livre, sem esquecer da tarifa aérea livre e do hotel livre. Esses últimos itens vão em homenagem ao jeitão da massa manifestante. O ar geral é de estudantada. E não a nova estudantada, em que ressalta o pessoal das cotas e do ProUni. É a estudantada tradicional, oriunda da mais pura e característica "elite branca", na memorável expressão do ex-governador paulista Cláudio Lembo. (Confira-se nas fotos e filmes do site do Movimento Passe Livre, saopaulo.mpl.org.br). Tem jeito de massa a quem tarifas aéreas dizem mais respeito do que tarifas de ônibus.
O soldado Vignoli não fazia parte do destacamento encarregado de conter os manifestantes. Ele trabalha na segurança do Palácio da Justiça, sede principal do Poder Judiciário de São Paulo, situada junto à Praça da Sé. Sua função é guardar a entrada, protegendo o entra e sai de desembargadores, funcionários e público\( ^{(B)} \), e a incolumidade do edifício. Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o.\( ^{(D)} \) O jovem tentava desvencilhar-se, o soldado tentava mantê-lo imobilizado. Os dois caíram no chão, um agarrado ao outro. O repórter Giba Bergamim Jr., da Folha de S.Paulo, estava bem próximo, e é graças a ele que se tem o relato detalhado da cena. Com o PM e o pichador no chão, outros manifestantes os cercaram. Passaram a agredir o soldado com pedradas, chutes e socos. "Eram cerca de dez contra um", relatou o repórter. Uma pedrada atingiu o soldado bem no alto da cabeça, coberta por ampla calva. O sangue começou a escorrer-lhe pelo rosto.\( ^{(C)} \) Vignoli ouvia gritos de "lincha, mata, tira a arma dele". Foi então que, com uma mão ainda a imobilizar o pichador, com a outra sacou do revólver e, erguendo-se a meia altura do solo, apontou-o para os agressores.
Eis o momento que define uma vida. Eram 8 e meia da noite de terça-feira, 11 de junho de 2013, no ponto mais central da cidade de São Paulo, e a sorte cochichava a Vignoli, numa infame provocação: "E agora? Sai dessa". Atirasse, e o esperava o opróbrio devido a mais um PM assassino, o julgamento, o afastamento das fileiras da corporação, o fim do ganha-pão, o colapso do sossego e do futuro, a ruína. Não atirasse, e o que seria dele diante dos agressores ensandecidos, ainda mais que a sangueira lhe inundava o rosto e escorria pela farda, cegava-o e o fazia suspeitar que estivesse seriamente ferido? Os objetos continuavam a ser lançados contra ele. "Pensei que fosse morrer", diria depois. Não atirou.
Um outro grupo de manifestantes ajudou a conter os agressores e proteger o soldado. "O PM ia ser linchado", comentou um estudante de ciências sociais ao repórter da Folha. O próprio repórter ajudou a proteger Vignoli, que, enfim, encontrou uma brecha para escapar e sair em marcha acelerada, intercalada por corridinhas, até o portão dos fundos do Palácio da Justiça, por onde penetrou escoltado pelos colegas da segurança do local. Pouco depois era levado a um hospital, onde recebeu cinco pontos na cabeça e ganhou folga de cinco dias para repousar e fazer novos exames. O soldado Vignoli foi submetido ao grande teste que não apenas sua profissão, mas a vida em geral reserva contra certas pessoas, o supremo momento do vamos-ver-afinal-quem-é-você, e passou. Há heróis que se notabilizam pelo que fizeram. Ele se notabilizou pelo que não fez.
(TOLEDO, Roberto Pompeu de. Herói pelo que não fez. Revista Veja. p. 126. 19 de junho de 2013.)
Assinale a alternativa em que há um pronome oblíquo átono usado com valor semântico de posse.
 

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613647 Ano: 2014
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
O conhecimento científico das religiões, através da Ciência da Religião pode proporcionar esclarecimentos sobre as religiões e estimular o senso crítico. Tal conhecimento não tem a pretensão de substituir os especialistas religiosos, mas fornecer àqueles que os escutam instrumentos críticos de percepção da realidade, evitando, dessa forma, que leituras pessoais suplantem, ganhem força em lugar de conhecimentos verdadeiros. Educação não é formar seres acríticos ou dogmáticos, mas seres capazes de elaborar, de forma autônoma, juízos sobre a realidade e sobre o mundo.
Sobre a posição da Ciência da Religião em relação ao seu objeto de estudo, analise as proposições abaixo:
I - As religiões são produções das culturas humanas e, como tais, são diferentes.
II - Cada religião possui sua especificidade e singularidade.
III - A compreensão de uma religião passa pela compreensão de seu contexto sócio-histórico-cultural.
IV - Da mesma forma que não existem culturas superiores e inferiores, não existem religiões superiores ou inferiores.
V - Não se consideram religiões mais evoluídas ou menos evoluídas.
Estão CORRETAS as proposições
 

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Herói pelo que não fez
Wanderlei Paulo Vignoli, soldado da PM paulista, de 42 anos, é um brasileiro honra¬do. No meio dos tumultos da última terça-feira em São Paulo, promovidos por bandos selvagens\( ^{(A)} \) que protestavam contra o aumento das tarifas do transporte coletivo, destacou-se pelo equilíbrio, sensatez e humanidade. Merece do colunista o galardão de personagem da semana. Quando é um PM que se destaca por tais qualidades, em
meio a uma situação de conflito como aquela, já se tem ideia de como andaram as coisas do outro lado. Manifestantes depredaram ônibus, agências bancárias, vitrines de lojas e estações de metrô. Provocaram monstruosos congestionamentos na cidade. Deixaram muita gente que supostamente pretendem proteger\( ^{(B)} \) — os usuários do transporte coletivo — atrasada para ir ao trabalho ou voltar para casa, desorientada e com medo.
Os protestos são promovidos por um certo Movimento Passe Livre. Seu fim último é zerar o custo das passagens de ônibus, metrô e trem. O objetivo é louvável. Melhor ainda se incluísse supermercado livre, farmácia livre e shopping center livre, sem esquecer da tarifa aérea livre e do hotel livre. Esses últimos itens vão em homenagem ao jeitão da massa manifestante. O ar geral é de estudantada\( ^{(D)} \). E não a nova estudantada, em que ressalta o pessoal das cotas e do ProUni. É a estudantada tradicional, oriunda da mais pura e característica "elite branca", na memorável expressão do ex-governador paulista Cláudio Lembo. (Confira-se nas fotos e filmes do site do Movimento Passe Livre, saopaulo.mpl.org.br). Tem jeito de massa a quem tarifas aéreas dizem mais respeito do que tarifas de ônibus.
O soldado Vignoli não fazia parte do destacamento encarregado de conter os manifestantes. Ele trabalha na segurança do Palácio da Justiça, sede principal do Poder Judiciário de São Paulo, situada junto à Praça da Sé. Sua função é guardar a entrada, protegendo o entra e sai de desembargadores, funcionários e público, e a incolumidade do edifício. Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o. O jovem tentava desvencilhar-se, o soldado tentava mantê-lo imobilizado. Os dois caíram no chão, um agarrado ao outro. O repórter Giba Bergamim Jr., da Folha de S.Paulo, estava bem próximo, e é graças a ele que se tem o relato detalhado da cena. Com o PM e o pichador no chão, outros manifestantes os cercaram. Passaram a agredir o soldado com pedradas, chutes e socos. "Eram cerca de dez contra um", relatou o repórter. Uma pedrada atingiu o soldado bem no alto da cabeça, coberta por ampla calva. O sangue começou a escorrer-lhe pelo rosto. Vignoli ouvia gritos de "lincha, mata, tira a arma dele". Foi então que, com uma mão ainda a imobilizar o pichador, com a outra sacou do revólver e, erguendo-se a meia altura do solo, apontou-o para os agressores.
Eis o momento que define uma vida. Eram 8 e meia da noite de terça-feira, 11 de junho de 2013, no ponto mais central da cidade de São Paulo, e a sorte cochichava a Vignoli, numa infame provocação: "E agora? Sai dessa". Atirasse, e o esperava o opróbrio devido a mais um PM assassino, o julgamento, o afastamento das fileiras da corporação, o fim do ganha-pão, o colapso do sossego e do futuro, a ruína. Não atirasse, e o que seria dele diante dos agressores ensandecidos\( ^{(C)} \), ainda mais que a sangueira lhe inundava o rosto e escorria pela farda, cegava-o e o fazia suspeitar que estivesse seriamente ferido? Os objetos continuavam a ser lançados contra ele. "Pensei que fosse morrer", diria depois. Não atirou.
Um outro grupo de manifestantes ajudou a conter os agressores e proteger o soldado. "O PM ia ser linchado", comentou um estudante de ciências sociais ao repórter da Folha. O próprio repórter ajudou a proteger Vignoli, que, enfim, encontrou uma brecha para escapar e sair em marcha acelerada, intercalada por corridinhas, até o portão dos fundos do Palácio da Justiça, por onde penetrou escoltado pelos colegas da segurança do local. Pouco depois era levado a um hospital, onde recebeu cinco pontos na cabeça e ganhou folga de cinco dias para repousar e fazer novos exames. O soldado Vignoli foi submetido ao grande teste que não apenas sua profissão, mas a vida em geral reserva contra certas pessoas, o supremo momento do vamos-ver-afinal-quem-é-você, e passou. Há heróis que se notabilizam pelo que fizeram. Ele se notabilizou pelo que não fez.
(TOLEDO, Roberto Pompeu de. Herói pelo que não fez. Revista Veja. p. 126. 19 de junho de 2013.)
Todos os termos e expressões abaixo foram usados pelo autor para referir-se aos manifestantes, EXCETO
 

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Herói pelo que não fez
Wanderlei Paulo Vignoli, soldado da PM paulista, de 42 anos, é um brasileiro honra¬do. No meio dos tumultos da última terça-feira em São Paulo, promovidos por bandos selvagens que protestavam contra o aumento das tarifas do transporte coletivo, destacou-se pelo equilíbrio, sensatez e humanidade. Merece do colunista o galardão de personagem da semana. Quando é um PM que se destaca por tais qualidades, em meio a uma situação de conflito como aquela, já se tem ideia de como andaram as coisas do outro lado. Manifestantes depredaram ônibus, agências bancárias, vitrines de lojas e estações de metrô. Provocaram monstruosos congestionamentos na cidade. Deixaram muita gente que supostamente pretendem proteger — os usuários do transporte coletivo — atrasada para ir ao trabalho ou voltar para casa, desorientada e com medo.
Os protestos são promovidos por um certo Movimento Passe Livre. Seu fim último é zerar o custo das passagens de ônibus, metrô e trem. O objetivo é louvável. Melhor ainda se incluísse supermercado livre, farmácia livre e shopping center livre, sem esquecer da tarifa aérea livre e do hotel livre. Esses últimos itens vão em homenagem ao jeitão da massa manifestante. O ar geral é de estudantada. E não a nova estudantada, em que ressalta o pessoal das cotas e do ProUni. É a estudantada tradicional, oriunda da mais pura e característica "elite branca", na memorável expressão do ex-governador paulista Cláudio Lembo. (Confira-se nas fotos e filmes do site do Movimento Passe Livre, saopaulo.mpl.org.br). Tem jeito de massa a quem tarifas aéreas dizem mais respeito do que tarifas de ônibus.
O soldado Vignoli não fazia parte do destacamento encarregado de conter os manifestantes. Ele trabalha na segurança do Palácio da Justiça, sede principal do Poder Judiciário de São Paulo, situada junto à Praça da Sé. Sua função é guardar a entrada, protegendo o entra e sai de desembargadores, funcionários e público, e a incolumidade do edifício. Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o. O jovem tentava desvencilhar-se, o soldado tentava mantê-lo imobilizado. Os dois caíram no chão, um agarrado ao outro. O repórter Giba Bergamim Jr., da Folha de S.Paulo, estava bem próximo, e é graças a ele que se tem o relato detalhado da cena. Com o PM e o pichador no chão, outros manifestantes os cercaram. Passaram a agredir o soldado com pedradas, chutes e socos. "Eram cerca de dez contra um", relatou o repórter. Uma pedrada atingiu o soldado bem no alto da cabeça, coberta por ampla calva. O sangue começou a escorrer-lhe pelo rosto. Vignoli ouvia gritos de "lincha, mata, tira a arma dele". Foi então que, com uma mão ainda a imobilizar o pichador, com a outra sacou do revólver e, erguendo-se a meia altura do solo, apontou-o para os agressores.
Eis o momento que define uma vida. Eram 8 e meia da noite de terça-feira, 11 de junho de 2013, no ponto mais central da cidade de São Paulo, e a sorte cochichava a Vignoli, numa infame provocação: "E agora? Sai dessa". Atirasse, e o esperava o opróbrio devido a mais um PM assassino, o julgamento, o afastamento das fileiras da corporação, o fim do ganha-pão, o colapso do sossego e do futuro, a ruína. Não atirasse, e o que seria dele diante dos agressores ensandecidos, ainda mais que a sangueira lhe inundava o rosto e escorria pela farda, cegava-o e o fazia suspeitar que estivesse seriamente ferido? Os objetos continuavam a ser lançados contra ele. "Pensei que fosse morrer", diria depois. Não atirou.
Um outro grupo de manifestantes ajudou a conter os agressores e proteger o soldado. "O PM ia ser linchado", comentou um estudante de ciências sociais ao repórter da Folha. O próprio repórter ajudou a proteger Vignoli, que, enfim, encontrou uma brecha para escapar e sair em marcha acelerada, intercalada por corridinhas, até o portão dos fundos do Palácio da Justiça, por onde penetrou escoltado pelos colegas da segurança do local. Pouco depois era levado a um hospital, onde recebeu cinco pontos na cabeça e ganhou folga de cinco dias para repousar e fazer novos exames. O soldado Vignoli foi submetido ao grande teste que não apenas sua profissão, mas a vida em geral reserva contra certas pessoas, o supremo momento do vamos-ver-afinal-quem-é-você, e passou. Há heróis que se notabilizam pelo que fizeram. Ele se notabilizou pelo que não fez.
(TOLEDO, Roberto Pompeu de. Herói pelo que não fez. Revista Veja. p. 126. 19 de junho de 2013.)
Considere o trecho: “Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o.”
Se os verbos destacados no trecho acima fossem usados, respectivamente, no futuro do subjuntivo, no imperativo afirmativo e no imperativo afirmativo, a redação CORRETA do trecho seria:
 

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552295 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
Sobre a legislação brasileira – LDB – e o Ensino Religioso, analise as afirmativas abaixo:
I - A LDB n.º 5.692/71 exprimiu o grande sonho dos “Pioneiros da Educação”, o qual na realidade, continuou mera quimera, haja vista que, com o “golpe militar de 1964”, a mesma não se fez valer. Nela, o ER continua professando sua cumplicidade com o ensino confessional.
II - A LDB n.º 9.394/96, que veio substituir a LDB n.º 5.692/71, trouxe também os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), instituídos em 1998. Segundo esses Parâmetros do Ensino Religioso (PCNERs), a escola deve promover ações que levem o educando à paz, à cidadania e ao respeito perante a alteridade religiosa e ao ecumenismo, ações essas que entendemos ser de responsabilidade da disciplina em questão.
III - Na LDB n.º 4.024/61, a lei está em conformidade com o sistema político, social e econômico estabelecido pelo regime instaurado, a então chamada ditadura militar, o ER retratava o avanço científico e tecnológico preconizado pelo sistema político, mas que, na realidade, não aconteceu; por isso, essas nuanças sociológicas e antropológicas.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) proposição(ões)
 

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544710 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Brasília Minas-MG
A LDBE – Lei n.º 9.394 de 20 de dezembro de 1996 – estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Conforme o art. 33, “O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural, religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo. (Redação dada pela Lei n.º 9.475, de 22.7.1997)”
§ 1.º: “Os sistemas de ensino regulamentarão os procedimentos para a definição dos conteúdos do ensino religioso e estabelecerão as normas para a habilitação e admissão dos professores.” § 2.º: “Os sistemas de ensino ouvirão entidade civil, constituída pelas diferentes denominações religiosas, para a definição dos conteúdos do ensino religioso.”
Sobre a referida lei e o Ensino Religioso, analise as proposições abaixo.
I - De acordo com o segundo parágrafo da lei, a definição dos conteúdos passa pelas denominações religiosas; sendo assim, as várias correntes religiosas que participam da sociedade devem ser consideradas e ouvidas pelos sistemas de ensino. Vale a pena saber se isso ocorre, se realmente todas as religiões que fazem parte da realidade escolar e da sociedade brasileira são ouvidas e contempladas como conteúdos da disciplina, uma vez que “ouvir” as várias denominações pode ser entendido como “ouvir” aquela que a escola ou mesmo aquela que o professor considera como a melhor ou verdadeira. Isso pode levar ao proselitismo, como também reproduzi-lo. A Ciência da Religião, de certa forma, questiona essa parte da lei, uma vez que, para o conhecimento científico, não é necessário “ouvir” entidades religiosas.
II - De certa forma, a Lei traça um plano sobre como o Ensino Religioso deve ocorrer. Apesar de sua matrícula ser facultativa, o ER é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. Facultativo ao aluno, mas obrigatório à escola, observa a Lei que o Ensino Religioso deve assegurar o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.
III - O termo proselitismo nos leva a várias questões embutidas na lei, e uma delas não pode ser desconsiderada: o proselitismo que, em geral, vem seguido de preconceito. Os resultados de uma pesquisa sobre os livros didáticos de Ensino Religioso no Brasil, encomendada à Universidade de Brasília e à organização não governamental Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Anis), pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), ressalta a ausência da pluralidade nos livros como um sinal de que as aulas possuem caráter proselitista, uma vez que 65% do conteúdo é cristão, desconsiderando, dessa forma, duas matrizes que fazem parte da constituição do nosso povo: ameríndia e afro-brasileira. O conhecimento dessas matrizes pode proporcionar compreensão sobre as nossas referências culturais de identidade. Ainda aponta a pesquisa que grupos como os ateus e homossexuais são alvos de preconceito.
Estão CORRETAS as proposições
 

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Herói pelo que não fez
Wanderlei Paulo Vignoli, soldado da PM paulista, de 42 anos, é um brasileiro honra¬do. No meio dos tumultos da última terça-feira em São Paulo, promovidos por bandos selvagens que protestavam contra o aumento das tarifas do transporte coletivo, destacou-se pelo equilíbrio, sensatez e humanidade. Merece do colunista o galardão de personagem da semana. Quando é um PM que se destaca por tais qualidades, em meio a uma situação de conflito como aquela, já se tem ideia de como andaram as coisas do outro lado. Manifestantes depredaram ônibus, agências bancárias, vitrines de lojas e estações de metrô. Provocaram monstruosos congestionamentos na cidade. Deixaram muita gente que supostamente pretendem proteger — os usuários do transporte coletivo — atrasada para ir ao trabalho ou voltar para casa, desorientada e com medo.
Os protestos são promovidos por um certo Movimento Passe Livre. Seu fim último é zerar o custo das passagens de ônibus, metrô e trem. O objetivo é louvável. Melhor ainda se incluísse supermercado livre, farmácia livre e shopping center livre, sem esquecer da tarifa aérea livre e do hotel livre. Esses últimos itens vão em homenagem ao jeitão da massa manifestante. O ar geral é de estudantada. E não a nova estudantada, em que ressalta o pessoal das cotas e do ProUni. É a estudantada tradicional, oriunda da mais pura e característica "elite branca", na memorável expressão do ex-governador paulista Cláudio Lembo. (Confira-se nas fotos e filmes do site do Movimento Passe Livre, saopaulo.mpl.org.br). Tem jeito de massa a quem tarifas aéreas dizem mais respeito do que tarifas de ônibus.
O soldado Vignoli não fazia parte do destacamento encarregado de conter os manifestantes. Ele trabalha na segurança do Palácio da Justiça, sede principal do Poder Judiciário de São Paulo, situada junto à Praça da Sé. Sua função é guardar a entrada, protegendo o entra e sai de desembargadores, funcionários e público, e a incolumidade do edifício. Quando viu um jovem pichando um dos muros do palácio, correu e agarrou-o. O jovem tentava desvencilhar-se, o soldado tentava mantê-lo imobilizado. Os dois caíram no chão, um agarrado ao outro. O repórter Giba Bergamim Jr., da Folha de S.Paulo, estava bem próximo, e é graças a ele que se tem o relato detalhado da cena. Com o PM e o pichador no chão, outros manifestantes os cercaram. Passaram a agredir o soldado com pedradas, chutes e socos. "Eram cerca de dez contra um", relatou o repórter. Uma pedrada atingiu o soldado bem no alto da cabeça, coberta por ampla calva. O sangue começou a escorrer-lhe pelo rosto. Vignoli ouvia gritos de "lincha, mata, tira a arma dele". Foi então que, com uma mão ainda a imobilizar o pichador, com a outra sacou do revólver e, erguendo-se a meia altura do solo, apontou-o para os agressores.
Eis o momento que define uma vida. Eram 8 e meia da noite de terça-feira, 11 de junho de 2013, no ponto mais central da cidade de São Paulo, e a sorte cochichava a Vignoli, numa infame provocação: "E agora? Sai dessa". Atirasse, e o esperava o opróbrio devido a mais um PM assassino, o julgamento, o afastamento das fileiras da corporação, o fim do ganha-pão, o colapso do sossego e do futuro, a ruína. Não atirasse, e o que seria dele diante dos agressores ensandecidos, ainda mais que a sangueira lhe inundava o rosto e escorria pela farda, cegava-o e o fazia suspeitar que estivesse seriamente ferido? Os objetos continuavam a ser lançados contra ele. "Pensei que fosse morrer", diria depois. Não atirou.
Um outro grupo de manifestantes ajudou a conter os agressores e proteger o soldado. "O PM ia ser linchado", comentou um estudante de ciências sociais ao repórter da Folha. O próprio repórter ajudou a proteger Vignoli, que, enfim, encontrou uma brecha para escapar e sair em marcha acelerada, intercalada por corridinhas, até o portão dos fundos do Palácio da Justiça, por onde penetrou escoltado pelos colegas da segurança do local. Pouco depois era levado a um hospital, onde recebeu cinco pontos na cabeça e ganhou folga de cinco dias para repousar e fazer novos exames. O soldado Vignoli foi submetido ao grande teste que não apenas sua profissão, mas a vida em geral reserva contra certas pessoas, o supremo momento do vamos-ver-afinal-quem-é-você, e passou. Há heróis que se notabilizam pelo que fizeram. Ele se notabilizou pelo que não fez.
(TOLEDO, Roberto Pompeu de. Herói pelo que não fez. Revista Veja. p. 126. 19 de junho de 2013.)
Considere o trecho: “Wanderlei Paulo Vignoli, soldado da PM paulista, de 42 anos, é um brasileiro honrado. No meio dos tumultos da última terça-feira em São Paulo, promovidos por bandos selvagens que protestavam contra o aumento das tarifas do transporte coletivo, destacou-se pelo equilíbrio, sensatez e humanidade.”
Em relação à presença das vírgulas no trecho acima, é correto afirmar que foram usadas para, EXCETO
 

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531915 Ano: 2014
Disciplina: Teologia
Banca: COTEC
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Os Vedas são constituídos por quatro conjuntos de textos, redigidos em sânscrito, língua introduzida pelos arianos, formando a base do complexo e extenso conjunto teológico-literário do Hinduísmo.
Sobre os Vedas, analise as afirmativas abaixo:
I - Os Vedas são considerados os mais antigos textos conhecidos em língua indo-europeia. Max Muller, o fundador da Ciência da Religião, dedicou grande parte de sua atenção à tradução dos Vedas para língua ocidental, e à sua interpretação.
II - Existe na tradição hindu a distinção entre a revelação primária (sruti) e a revelação secundária (smrti). A revelação primária é aquela que foi feita pelos deuses aos homens; nesse patamar, encontram-se os Vedas. A revelação secundária refere-se a textos elaborados por seres humanos.
III - Os Vedas são considerados por muitos hindus como uma revelação atemporal, uma revelação composta sem participação humana, que contém todo o conhecimento. Teriam sido recebidos pelos sábios antigos (Rishis) que os comunicaram aos outros homens, sendo que sua forma atual teria sido dada pelo sábio Vyasa.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
 

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