Foram encontradas 750 questões.
Os sistemas agroalimentares atuais, baseados em monoculturas e modelos industriais, geram impactos ambientais, sociais e de saúde que configuram uma crise multidimensional. Na Cúpula do G20, realizada na África do Sul, foram discutidas propostas para a transformação desses sistemas. Considerando os debates contemporâneos sobre esse tema, analise as afirmativas a seguir:
I. O modelo agroalimentar atual contribui para a monotonia alimentar, processo que gera padronização das paisagens agrícolas e das escolhas alimentares da população.
II. Os custos indiretos relacionados às questões ambientais e de saúde dos sistemas agroalimentares são de aproximadamente US$ 12 trilhões anuais.
III. Entre as propostas de transformação dos sistemas agroalimentares está o estímulo ao consumo de alimentos frescos e a redução da presença de ultraprocessados.
É correto o que se afirma em:
I. O modelo agroalimentar atual contribui para a monotonia alimentar, processo que gera padronização das paisagens agrícolas e das escolhas alimentares da população.
II. Os custos indiretos relacionados às questões ambientais e de saúde dos sistemas agroalimentares são de aproximadamente US$ 12 trilhões anuais.
III. Entre as propostas de transformação dos sistemas agroalimentares está o estímulo ao consumo de alimentos frescos e a redução da presença de ultraprocessados.
É correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A violência letal que atinge a juventude brasileira expõe desigualdades estruturais que perpassam diferentes dimensões da vida social. Pesquisas recentes têm analisado os fatores que contribuem para esse cenário, apontando a necessidade de políticas públicas integradas. Considerando os debates contemporâneos sobre violência e desigualdade no Brasil, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) As principais causas de mortes violentas entre jovens são as agressões com armas de fogo, acidentes com motocicletas e ações da polícia.
(__) A precarização do trabalho, como a atividade de entregadores, é apontada como fator de risco que amplia a vulnerabilidade da juventude.
(__) Os problemas estruturais que geram a violência podem ser resolvidos por meio de campanhas de conscientização, dispensando a modificação das estruturas sociais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
(__) As principais causas de mortes violentas entre jovens são as agressões com armas de fogo, acidentes com motocicletas e ações da polícia.
(__) A precarização do trabalho, como a atividade de entregadores, é apontada como fator de risco que amplia a vulnerabilidade da juventude.
(__) Os problemas estruturais que geram a violência podem ser resolvidos por meio de campanhas de conscientização, dispensando a modificação das estruturas sociais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A força da ancestralidade e da renovação, com a
posse de Ana Maria Gonçalves na ABL
Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria
Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova
imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela
passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao
linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira
mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 —
e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.
A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao
iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de
reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A
saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando
que a literatura, para além das letras, é também um
espaço de memória e resistência. A escritora afirmou
que sua entrada na ABL representa "não apenas uma
conquista individual, mas o reconhecimento de histórias
que por muito tempo foram silenciadas".
Autora do premiado romance "Um defeito de cor",
lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma
obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de
quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma
mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e
é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira
contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que
sua missão como escritora é "contar as histórias que o
país tentou apagar".
Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela
antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de
Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário
brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]
Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que
dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que
desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em
sua beleza e complexidade, seja também abrigo para
quem nunca foi convidado a falar." [...]
A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza
mais do que uma conquista individual. Representa o
movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo
espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um
país de tantas vozes e contrastes, sua presença na
Academia reafirma que a tradição literária nacional só se
fortalece quando reconhece sua diversidade.
Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história —
não apenas como "imortal", mas como símbolo de um
Brasil que começa a se enxergar em todas as suas
cores, ritmos e memórias.
Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que
uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e
transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira
que se reescreve diante de nossos olhos — com
coragem, beleza e ancestralidade.
(Disponível em:
https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance
stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab
l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)
(__) Considerando o conteúdo e a estrutura do texto, ele se trata de uma notícia, tendo no seu primeiro parágrafo as respostas para as perguntas básicas desse gênero textual: o que aconteceu, onde, (com) quem, quando.
(__) Trata-se de um texto pessoal, marcado pela predominância da 1ª pessoa do singular, que corresponde à voz do autor.
(__) Uma das características do texto é a predominância de sequências narrativas, com o intuito de informar ao leitor o que aconteceu de relevante na posse de Ana Maria Gonçalves.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A força da ancestralidade e da renovação, com a
posse de Ana Maria Gonçalves na ABL
Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria
Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova
imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela
passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao
linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira
mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 —
e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.
A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao
iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de
reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A
saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando
que a literatura, para além das letras, é também um
espaço de memória e resistência. A escritora afirmou
que sua entrada na ABL representa "não apenas uma
conquista individual, mas o reconhecimento de histórias
que por muito tempo foram silenciadas".
Autora do premiado romance "Um defeito de cor",
lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma
obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de
quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma
mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e
é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira
contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que
sua missão como escritora é "contar as histórias que o
país tentou apagar".
Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela
antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de
Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário
brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]
Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que
dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que
desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em
sua beleza e complexidade, seja também abrigo para
quem nunca foi convidado a falar." [...]
A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza
mais do que uma conquista individual. Representa o
movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo
espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um
país de tantas vozes e contrastes, sua presença na
Academia reafirma que a tradição literária nacional só se
fortalece quando reconhece sua diversidade.
Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história —
não apenas como "imortal", mas como símbolo de um
Brasil que começa a se enxergar em todas as suas
cores, ritmos e memórias.
Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que
uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e
transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira
que se reescreve diante de nossos olhos — com
coragem, beleza e ancestralidade.
(Disponível em:
https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance
stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab
l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)
"Ao iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de reverência às origens [...]."
A crase foi corretamente usada no excerto, uma vez que o substantivo "reverência" é regido pela preposição a nesse contexto: reverência a quê. Logo, a preposição se fundiu ao artigo as que acompanha o substantivo "origens" e o acento grave indica isso. Fazendo uma análise detalhada das sentenças a seguir, assinale aquela em que o acento grave, indicativo de crase, foi corretamente usado:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A força da ancestralidade e da renovação, com a
posse de Ana Maria Gonçalves na ABL
Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria
Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova
imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela
passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao
linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira
mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 —
e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.
A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao
iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de
reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A
saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando
que a literatura, para além das letras, é também um
espaço de memória e resistência. A escritora afirmou
que sua entrada na ABL representa "não apenas uma
conquista individual, mas o reconhecimento de histórias
que por muito tempo foram silenciadas".
Autora do premiado romance "Um defeito de cor",
lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma
obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de
quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma
mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e
é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira
contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que
sua missão como escritora é "contar as histórias que o
país tentou apagar".
Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela
antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de
Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário
brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]
Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que
dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que
desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em
sua beleza e complexidade, seja também abrigo para
quem nunca foi convidado a falar." [...]
A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza
mais do que uma conquista individual. Representa o
movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo
espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um
país de tantas vozes e contrastes, sua presença na
Academia reafirma que a tradição literária nacional só se
fortalece quando reconhece sua diversidade.
Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história —
não apenas como "imortal", mas como símbolo de um
Brasil que começa a se enxergar em todas as suas
cores, ritmos e memórias.
Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que
uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e
transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira
que se reescreve diante de nossos olhos — com
coragem, beleza e ancestralidade.
(Disponível em:
https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance
stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab
l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)
I. Ancestralidade é uma palavra derivada e sua derivação se dá do adjetivo "ancestral", ao qual se juntou o sufixo "-idade".
II. A palavra afro-brasileira é um adjetivo pátrio composto, formado pelos adjetivos "africano" + "brasileiro", flexionado no feminino. Por ser um adjetivo pátrio composto, usa-se o hífen.
III. Imortal é formada por derivação prefixal, tendo sido acrescentado à palavra "mortal" o prefixo "i-", que tem valor de negação. É o mesmo sentido do prefixo "i-" na palavra "imigrar".
É correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A força da ancestralidade e da renovação, com a
posse de Ana Maria Gonçalves na ABL
Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria
Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova
imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela
passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao
linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira
mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 —
e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.
A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao
iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de
reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A
saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando
que a literatura, para além das letras, é também um
espaço de memória e resistência. A escritora afirmou
que sua entrada na ABL representa "não apenas uma
conquista individual, mas o reconhecimento de histórias
que por muito tempo foram silenciadas".
Autora do premiado romance "Um defeito de cor",
lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma
obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de
quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma
mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e
é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira
contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que
sua missão como escritora é "contar as histórias que o
país tentou apagar".
Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela
antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de
Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário
brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]
Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que
dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que
desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em
sua beleza e complexidade, seja também abrigo para
quem nunca foi convidado a falar." [...]
A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza
mais do que uma conquista individual. Representa o
movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo
espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um
país de tantas vozes e contrastes, sua presença na
Academia reafirma que a tradição literária nacional só se
fortalece quando reconhece sua diversidade.
Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história —
não apenas como "imortal", mas como símbolo de um
Brasil que começa a se enxergar em todas as suas
cores, ritmos e memórias.
Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que
uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e
transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira
que se reescreve diante de nossos olhos — com
coragem, beleza e ancestralidade.
(Disponível em:
https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance
stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab
l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)
As sentenças a seguir tratam desse aspecto, então, com base na leitura cuidadosa do texto, analise-as e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) Um dos recursos utilizados pelo autor foi o nome da escritora (Ana Maria) que é posto várias vezes, assim como seu nome completo.
(__) O autor do texto recorreu a substantivos relacionados com a profissão de Ana Maria Gonçalves para referir-se a ela: autora e escritora. Essa referência é estabelecida porque, no 1º parágrafo, o texto explicita que tratará da "escritora mineira Ana Maria Gonçalves", possibilitando que a coesão referencial se instaure a partir do uso da palavra "escritora" e do sinônimo "autora".
(__) Um recurso usado pelo autor foi a expressão "nova acadêmica". Cabe ao leitor estabelecer relações de sentido em sua leitura para compreender que a expressão se refere a Ana Maria Gonçalves. Essa compreensão é possível pelo contexto textual, o qual trata da posse dela na ABL.
(__) No 1º parágrafo, o autor, para construir sua progressão referencial e introduzir uma informação nova, lança mão do pronome pessoal "ela", que tem como referente "escritora mineira Ana Maria Gonçalves".
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A força da ancestralidade e da renovação, com a
posse de Ana Maria Gonçalves na ABL
Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria
Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova
imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela
passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao
linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira
mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 —
e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.
A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao
iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de
reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A
saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando
que a literatura, para além das letras, é também um
espaço de memória e resistência. A escritora afirmou
que sua entrada na ABL representa "não apenas uma
conquista individual, mas o reconhecimento de histórias
que por muito tempo foram silenciadas".
Autora do premiado romance "Um defeito de cor",
lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma
obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de
quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma
mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e
é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira
contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que
sua missão como escritora é "contar as histórias que o
país tentou apagar".
Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela
antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de
Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário
brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]
Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que
dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que
desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em
sua beleza e complexidade, seja também abrigo para
quem nunca foi convidado a falar." [...]
A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza
mais do que uma conquista individual. Representa o
movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo
espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um
país de tantas vozes e contrastes, sua presença na
Academia reafirma que a tradição literária nacional só se
fortalece quando reconhece sua diversidade.
Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história —
não apenas como "imortal", mas como símbolo de um
Brasil que começa a se enxergar em todas as suas
cores, ritmos e memórias.
Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que
uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e
transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira
que se reescreve diante de nossos olhos — com
coragem, beleza e ancestralidade.
(Disponível em:
https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance
stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab
l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)
A autora já afirmou em entrevistas que sua missão como escritora é "contar as histórias que o país tentou apagar".
Nesse contexto, o advérbio já modifica a oração que o segue, provocando um sentido específico. As alternativas a seguir apresentam possíveis sentidos desse advérbio. Assinale a alternativa que indica corretamente o sentido dele no contexto dado:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A força da ancestralidade e da renovação, com a
posse de Ana Maria Gonçalves na ABL
Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria
Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova
imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela
passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao
linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira
mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 —
e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.
A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao
iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de
reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A
saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando
que a literatura, para além das letras, é também um
espaço de memória e resistência. A escritora afirmou
que sua entrada na ABL representa "não apenas uma
conquista individual, mas o reconhecimento de histórias
que por muito tempo foram silenciadas".
Autora do premiado romance "Um defeito de cor",
lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma
obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de
quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma
mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e
é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira
contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que
sua missão como escritora é "contar as histórias que o
país tentou apagar".
Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela
antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de
Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário
brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]
Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que
dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que
desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em
sua beleza e complexidade, seja também abrigo para
quem nunca foi convidado a falar." [...]
A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza
mais do que uma conquista individual. Representa o
movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo
espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um
país de tantas vozes e contrastes, sua presença na
Academia reafirma que a tradição literária nacional só se
fortalece quando reconhece sua diversidade.
Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história —
não apenas como "imortal", mas como símbolo de um
Brasil que começa a se enxergar em todas as suas
cores, ritmos e memórias.
Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que
uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e
transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira
que se reescreve diante de nossos olhos — com
coragem, beleza e ancestralidade.
(Disponível em:
https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance
stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab
l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)
I. Desde a fundação da Academia Brasileira de Letras, há mais de um século, apenas treze mulheres ocuparam uma cadeira de imortal na instituição.
II. A literatura é mais do que apenas palavras; ela é lugar de memória, de resistência.
III. O texto possibilita ao leitor inferir que a chegada da primeira mulher negra à ABL é mais do que um símbolo. É representatividade de vozes que ainda não puderam falar.
É correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A força da ancestralidade e da renovação, com a
posse de Ana Maria Gonçalves na ABL
Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria
Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova
imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela
passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao
linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira
mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 —
e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.
A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao
iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de
reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A
saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando
que a literatura, para além das letras, é também um
espaço de memória e resistência. A escritora afirmou
que sua entrada na ABL representa "não apenas uma
conquista individual, mas o reconhecimento de histórias
que por muito tempo foram silenciadas".
Autora do premiado romance "Um defeito de cor",
lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma
obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de
quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma
mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e
é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira
contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que
sua missão como escritora é "contar as histórias que o
país tentou apagar".
Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela
antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de
Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário
brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]
Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que
dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que
desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em
sua beleza e complexidade, seja também abrigo para
quem nunca foi convidado a falar." [...]
A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza
mais do que uma conquista individual. Representa o
movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo
espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um
país de tantas vozes e contrastes, sua presença na
Academia reafirma que a tradição literária nacional só se
fortalece quando reconhece sua diversidade.
Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história —
não apenas como "imortal", mas como símbolo de um
Brasil que começa a se enxergar em todas as suas
cores, ritmos e memórias.
Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que
uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e
transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira
que se reescreve diante de nossos olhos — com
coragem, beleza e ancestralidade.
(Disponível em:
https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance
stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab
l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)
Primeira coluna: aplicações/usos
1. Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria Gonçalves foi empossada como nova imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL).
2. Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 [...]
3. Autora do premiado romance "Um defeito de cor", lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma obra de grande fôlego narrativo e político.
Segunda coluna: regras
(__) Separar orações adjetiva explicativa.
(__) Separar o adjunto adverbial anteposto ao verbo/deslocado.
(__) Separar aposto explicativo.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A força da ancestralidade e da renovação, com a
posse de Ana Maria Gonçalves na ABL
Em uma noite histórica, a escritora mineira Ana Maria
Gonçalves foi empossada, na sexta-feira (7), como nova
imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ela
passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao
linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira
mulher negra a integrar a instituição fundada em 1897 —
e apenas a 13ª mulher a vestir o fardão acadêmico.
A cerimônia foi marcada por emoção e simbolismo. Ao
iniciar seu discurso, Ana Maria fez um gesto de
reverência às origens: "Benção, mãe. Benção, pai." A
saudação à ancestralidade ecoou pelo salão, lembrando
que a literatura, para além das letras, é também um
espaço de memória e resistência. A escritora afirmou
que sua entrada na ABL representa "não apenas uma
conquista individual, mas o reconhecimento de histórias
que por muito tempo foram silenciadas".
Autora do premiado romance "Um defeito de cor",
lançado em 2006, Ana Maria Gonçalves construiu uma
obra de grande fôlego narrativo e político. Seu livro, de
quase mil páginas, conta a trajetória de Kehinde, uma
mulher africana trazida como escravizada para o Brasil, e
é hoje considerado um marco da literatura afro-brasileira
contemporânea. A autora já afirmou em entrevistas que
sua missão como escritora é "contar as histórias que o
país tentou apagar".
Durante a cerimônia, a nova acadêmica foi saudada pela
antropóloga Lilia Schwarcz, que destacou o papel de
Ana Maria na "reconfiguração do cânone literário
brasileiro, abrindo espaço para vozes plurais". [...]
Em seu discurso, Ana Maria defendeu uma literatura que
dialogue com as múltiplas identidades do Brasil: "O que
desejo é ampliar as vozes. Que a língua portuguesa, em
sua beleza e complexidade, seja também abrigo para
quem nunca foi convidado a falar." [...]
A entrada de Ana Maria Gonçalves na ABL simboliza
mais do que uma conquista individual. Representa o
movimento de renovação da literatura brasileira, abrindo
espaço para narrativas até então marginalizadas. Em um
país de tantas vozes e contrastes, sua presença na
Academia reafirma que a tradição literária nacional só se
fortalece quando reconhece sua diversidade.
Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história —
não apenas como "imortal", mas como símbolo de um
Brasil que começa a se enxergar em todas as suas
cores, ritmos e memórias.
Assim, a posse de Ana Maria Gonçalves é mais do que
uma cerimônia solene: é um gesto de continuidade e
transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira
que se reescreve diante de nossos olhos — com
coragem, beleza e ancestralidade.
(Disponível em:
https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/noticias/a-forca-da-ance
stralidade-e-da-renovacao-com-a-posse-de-ana-maria-goncalves-na-ab
l. Acesso em: 09 dez. 2025. Adaptado.)
I. Em "Ela passa a ocupar a cadeira nº 33, que pertenceu ao linguista Evanildo Bechara, tornando-se a primeira mulher negra a integrar a instituição", o pronome átono está posposto ao verbo porque este está no gerúndio.
II. Em "Com esse gesto, Ana Maria se inscreve na história — não apenas como 'imortal', mas como símbolo de um Brasil que começa a se enxergar em todas as suas cores, ritmos e memórias", as duas colocações destacadas estão adequadas, pois no português brasileiro, não havendo nada que a impeça, a próclise é a regra geral.
III. Em "[...] é um gesto de continuidade e transformação, um capítulo vivo da literatura brasileira que se reescreve diante de nossos olhos", o pronome átono é posto antes do verbo porque, nesse contexto, se trata de uma oração subordinada desenvolvida.
É correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container