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Foram encontradas 40 questões.

1508981 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Analise as afirmativas abaixo.
I. A ‘demora permitida’ e a ‘prevenção quaternária’ buscam reduzir a iatrogenia médica.
II. A vigilância em saúde deve ser integrada ao diagnóstico e ao plano de ações para as pessoas, famílias e comunidade.
III. A prevenção quaternária evita que uma condição já instalada (ex.: Diabetes Mellitus) se agrave via otimização terapêutica.
IV. A territorialização e a análise situacional de saúde não impactam no cuidado clínico no âmbito da atenção primária à saúde.
V. O rastreamento de cânceres de tireóide e de próstata são exemplos em que o ‘sobrediagnóstico’ e o ‘sobretratamento’ são considerados.
Está correto apenas o que se afirma em
 

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1423465 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Associe as duas colunas, relacionando a classe de anti-hipertensivos a seus respectivos efeitos adversos e indicações.
Classe de anti-hipertensivo
1. Diuréticos
2. Betabloqueadores
3. Inibidores da enzima conversora de angiotensina
4. Bloqueadores dos canais de cálcio
Efeitos adversos / indicações
A. broncoespasmo, depressão psíquica e disfunção sexual / alto risco de coronáriopatia
B. tosse, alteração paladar, angioedema, hiperpotassemia / pós-infarto do miocárdio e doença renal crônica
C. intolerância a glicose e hipopotassemia / prevenção da recorrência de acidente vascular encefálico
D. cefaléia, rubor facial e edema maleolar / alto risco de coronáriopatia
A sequência correta dessa associação é
 

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1342569 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Lucas, 27 anos, estudante de engenharia civil, procura a Unidade Básica de Saúde por verruga no pênis percebida ontem no banho e por dor para urinar e presença de secreção amarelada que suja muito a cueca há dois dias. Após adquirir confiança em seu médico, disse ter transado com duas mulheres no último final de semana em sua “despedida de solteiro”. Exame físico: lesão única de cerca de 0,8 cm de diâmetro no terço médio do pênis. Sem linfonodo megalia inguinal. Drenagem de secreção mucopurulenta em média quantidade pelo meato uretral com leve hiperemia balano-prepucial, mas sem sinais de acometimento escrotal.
A ação correta do médico é:
 

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991989 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Os rastreamentos fundamentados em Grau A de recomendação devem ser realizados em caso de
 

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991982 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Associe os estágios e os processos emocionais de cada ciclo de vida familiar às respectivas mudanças necessárias na família.
Estágios / processos emocionais
1. Saindo de casa: jovens solteiros / Aceitar responsabilidades emocionais e financeiras
2. O novo casal / Comprometer com o novo sistema
3. Famílias com filhos pequenos / Aceitar novos membros no sistema
4. Famílias com adolescentes / Flexibilizar fronteiras familiares
5. Lançar filhos e seguir adiante / Aceitar saídas e entradas no sistema
6. Estágio tardio da vida / Aceitar mudanças de papéis entre gerações
Mudanças necessárias
( ) Desenvolver relações íntimas com pares.
( ) Renegociar o sistema conjugal como díade.
( ) Lidar com incapacidade e morte dos pais (avós).
( ) Apoiar um papel mais central da geração do meio.
( ) Iniciar mudanças no sentido de cuidar da geração mais velha.
( ) Unir-se nas tarefas de educação de filhos, financeiras e domésticas.
A sequência correta dessa associação é
 

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Fazer 80
E assim, aconteceu que esta semana eu fizesse 80 anos!
Nunca imaginei chegar tão longe. Filha de uma mãe que morreu aos 40, considerava-me destinada a curto percurso. E a vida não parecia ter por mim grande apreço; tentou me matar de pneumonia aos seis anos, dardejou-me uma meningite aos oito, castigou-me com inúmeras pneumonias ao longo de todo o percurso e, já no terceiro ato, coroou o conjunto com uma tuberculose. Mas, como se disputasse uma maratona, cheguei aos 80 esbaforida somente pelo trabalho.
80 anos são uma tremenda esquina da vida.
Com certeza chegamos a ela mais frágeis, porque a possibilidade de morte, que sempre foi a mesma, mas que antes parecia eventual, ganha uma certa concretude.
E, ao mesmo tempo, chegamos mais fortes porque a maior parte do caminho foi percorrida, as inseguranças da juventude ficaram para trás, alguma tantas perguntas já foram respondidas, e o que havia a fazer já foi feito.
Certas coisas mudam, porém, aos 80.
Não terei mais cão, porque um cão correria o risco de viver mais do que eu, e não quero prometer proteção e amor a alguém para de repente descumprir a promessa. Não faço mais projetos a longo prazo; vou até alguns meses à frente, aos compromissos já marcados, embora sabendo que para o ano que vem marcarei outros. Não vou mais imaginar-me mergulhada em estudos de alemão, como sempre fiz, e muito menos de mandarim, como minha curiosidade me ordenaria. No capítulo viagens, dou uma fechadinha no leque; não conhecerei o Himalaia, não enfrentarei falta de hotel ou de banheiro, não caminharei tardes inteiras atendendo minha ânsia turística. E até nos museus, minha sempre paixão, terei que ser menos gulosa.
Fecho o leque da realidade, mas tenho outro para abrir. As minhas viagens, tantas, estão anotadas em cadernos e cadernetas. Ali estão datas, descrições e até desenhos ou rabiscos retendo aquilo que ameaçava diluir. Agora, me basta abrir qualquer um deles para retomar a estrada.
Isso, quanto às viagens facultativas e aventurosas. As outras, de trabalho, continuam na ordem do dia, levando-me a arrastar minha malinha de rodas pelos aeroportos da vida.
Aos 80, considero todo dia como um presente dos deuses, embora até hoje não saiba quem são eles. E toda noite agradeço com gratidão, mesmo com a indecisão do endereço.
Até essa esquina olha-se para a frente. Chegando a ela, o retrovisor se impõe.
Olho para trás e o que vejo me agrada. Vivi com abundância, a palavra melhor é essa. Abundância biográfica de países, de línguas e culturas. Abundância de situações, as favoráveis e as adversas. Abundância de encontros com pessoas preciosas, com criaturas admiráveis, e alguns poucos canalhas, úteis como referência. Trabalhei em muitas coisas diferentes e de todas gostei, porque de cada uma fiz um degrau de aprendizado que me permitiu desempenhar a próxima. Li quase todos os dias da minha vida, fosse pouco ou muito, enchendo a mochila de dados que eu embaralharia, de nomes que se iriam no vento, mas conservando as emoções que os livros me davam. Não escrevi tanto quanto li, nem teria sido possível. Mas o que escrevi está de acordo comigo e me representa mais generosamente que uma selfie.
Considero estar pronta para o embarque. Mas enquanto meu voo não é anunciado, vou estruturando — como faço com frequência em aeroportos — ideias e frases de um próximo livro.
COLASANTI, Marina. Disponível em: <https://www.marinacolasanti.
com/2017/09/cronica-de-quinta-fazer-80.html?fb_action_ids=
1437566189697967&fb_action_types=og.comments>. Acesso em: 25
fev. 2018.
“No capítulo viagens, dou uma fechadinha no leque [...]”
Esse trecho contém uma metáfora porque há
 

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638136 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
Lucas, 27 anos, rapper, residente do Aglomerado da Serra, apresenta tosse produtiva sanguinolenta, emagrecimento e fraqueza há um mês. Traz consigo uma radiografia de tórax, com consolidações em lobos superiores, “tirada na UPA há 15 dias”, quando foi instituído antibioticoterapia para pneumonia. Informa sexo seguro com parceira fixa e resultados negativos dos testes rápidos HIV, Sífilis e Hepatites, realizados hoje durante seu acolhimento na Unidade Básica de Saúde.
A conduta mais correta para esse caso é
 

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633612 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: FCM
Orgão: Pref. Bela Vista Minas-MG
A Gerência de Farmacovigilância da Agência Nacional de Vigilância Sanitária emitiu alerta em novembro de 2018 sobre o seguinte problema:
“Aumento do risco de câncer de pele não-melanoma (carcinoma basocelular e carcinoma de células escamosas) com o uso cumulativo de hidroclorotiazida, diurético amplamente utilizado (isoladamente ou em associação com outros fármacos) para o tratamento da hipertensão arterial bem como para o controle de edemas”
(ANVISA: http://portal.anvisa.gov.br, acesso em 04/04/2019).
Diante desse alerta, constitui conduta INCORRETA dos profissionais médicos
 

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Fazer 80
E assim, aconteceu que esta semana eu fizesse 80 anos!
Nunca imaginei chegar tão longe. Filha de uma mãe que morreu aos 40, considerava-me destinada a curto percurso. E a vida não parecia ter por mim grande apreço; tentou me matar de pneumonia aos seis anos, dardejou-me uma meningite aos oito, castigou-me com inúmeras pneumonias ao longo de todo o percurso e, já no terceiro ato, coroou o conjunto com uma tuberculose. Mas, como se disputasse uma maratona, cheguei aos 80 esbaforida somente pelo trabalho.
80 anos são uma tremenda esquina da vida.
Com certeza chegamos a ela mais frágeis, porque a possibilidade de morte, que sempre foi a mesma, mas que antes parecia eventual, ganha uma certa concretude.
E, ao mesmo tempo, chegamos mais fortes porque a maior parte do caminho foi percorrida, as inseguranças da juventude ficaram para trás, alguma tantas perguntas já foram respondidas, e o que havia a fazer já foi feito.
Certas coisas mudam, porém, aos 80.
Não terei mais cão, porque um cão correria o risco de viver mais do que eu, e não quero prometer proteção e amor a alguém para de repente descumprir a promessa. Não faço mais projetos a longo prazo; vou até alguns meses à frente, aos compromissos já marcados, embora sabendo que para o ano que vem marcarei outros. Não vou mais imaginar-me mergulhada em estudos de alemão, como sempre fiz, e muito menos de mandarim, como minha curiosidade me ordenaria. No capítulo viagens, dou uma fechadinha no leque; não conhecerei o Himalaia, não enfrentarei falta de hotel ou de banheiro, não caminharei tardes inteiras atendendo minha ânsia turística. E até nos museus, minha sempre paixão, terei que ser menos gulosa.
Fecho o leque da realidade, mas tenho outro para abrir. As minhas viagens, tantas, estão anotadas em cadernos e cadernetas. Ali estão datas, descrições e até desenhos ou rabiscos retendo aquilo que ameaçava diluir. Agora, me basta abrir qualquer um deles para retomar a estrada.
Isso, quanto às viagens facultativas e aventurosas. As outras, de trabalho, continuam na ordem do dia, levando-me a arrastar minha malinha de rodas pelos aeroportos da vida.
Aos 80, considero todo dia como um presente dos deuses, embora até hoje não saiba quem são eles. E toda noite agradeço com gratidão, mesmo com a indecisão do endereço.
Até essa esquina olha-se para a frente. Chegando a ela, o retrovisor se impõe.
Olho para trás e o que vejo me agrada. Vivi com abundância, a palavra melhor é essa. Abundância biográfica de países, de línguas e culturas. Abundância de situações, as favoráveis e as adversas. Abundância de encontros com pessoas preciosas, com criaturas admiráveis, e alguns poucos canalhas, úteis como referência. Trabalhei em muitas coisas diferentes e de todas gostei, porque de cada uma fiz um degrau de aprendizado que me permitiu desempenhar a próxima. Li quase todos os dias da minha vida, fosse pouco ou muito, enchendo a mochila de dados que eu embaralharia, de nomes que se iriam no vento, mas conservando as emoções que os livros me davam. Não escrevi tanto quanto li, nem teria sido possível. Mas o que escrevi está de acordo comigo e me representa mais generosamente que uma selfie.
Considero estar pronta para o embarque. Mas enquanto meu voo não é anunciado, vou estruturando — como faço com frequência em aeroportos — ideias e frases de um próximo livro.
COLASANTI, Marina. Disponível em: <https://www.marinacolasanti.
com/2017/09/cronica-de-quinta-fazer-80.html?fb_action_ids=
1437566189697967&fb_action_types=og.comments>. Acesso em: 25
fev. 2018.
A leitura do texto oferece ao interlocutor, sobretudo,
 

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Sobre a Lei de Improbidade Administrativa, n.º 8.429-1992, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo
PORQUE
II. constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública negar publicidade aos atos oficiais.
A respeito das asserções, é correto afirmar que
Questão Desatualizada

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