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Foram encontradas 50 questões.

1356257 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Apesar da longa trajetória da arte-educação no Brasil e de suas conquistas políticas, infelizmente, não raro ouvimos dizer: “Arte não se ensina. Para que professor de Arte?” Marque a alternativa que corrobora esta afirmação:
 

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Blogs, twitter, orkut e outros buracos
Não estou no “twitter”, não sei o que é o “twitter”, jamais entrarei nesse terreno baldio e, incrivelmente, tenho 26 mil “seguidores” no “twitter”. Quem me pôs lá? Quem foi o canalha que usou meu nome? Jamais saberei. Vivemos no poço escuro da web. Ou buscamos a exposição total para ser “celebridade” ou usamos esse anonimato irresponsável com nome dos outros. Tem gente que fala para mim: “Faz um blog, faz um blog!” Logo eu, que já sou um blog vivo, tagarelando na TV, rádio e jornais… Jamais farei um blog, esse nome que parece um coaxar de sapo-boi. Quero o passado. Quero o lápis na orelha do quitandeiro, quero o gato do armazém dormindo no saco de batatas, quero o telefone preto, de disco, que não dá linha, em vez dos gemidinhos dos celulares incessantes.
Comunicar o quê? Ninguém tem nada a dizer. Olho as opiniões, as discussões “online” e só vejo besteira, frases de 140 caracteres para nada dizer. Vivemos a grande invasão dos lugares-comuns, dos uivos de medíocres ecoando asnices para ocultar sua solidão deprimente.
O que espanta é a velocidade da luz para a lentidão dos pensamentos, uma movimentação “em rede” para raciocínios lineares. A boa e velha burrice continua intocada, agora disfarçada pelo charme da rapidez. Antigamente, os burros eram humildes; se esgueiravam pelos cantos, ouvindo, amargurados, os inteligentes deitando falação. Agora não; é a revolução dos idiotas online.
Quero sossego, mas querem me expandir, esticar meus braços em tentáculos digitais, meus olhos no “google”, (“goggles” – olhos arregalados) em órbitas giratórias, querem que eu seja ubíquo, quando desejo caminhar na condição de pobre bicho bípede; não quero tudo saber, ao contrário, quero esquecer; sinto que estão criando desejos que não tenho, fomes que perdi.
O leitor perguntará: “Por que este ódio todo, bom Jabor?” Claro que acho a revolução digital a coisa mais importante dos séculos. Mas estou com raiva por causa dos textos apócrifos que continuam enfiando na Internet com meu nome.
Já reclamei aqui desses textos, mas tenho de me repetir. Todo dia surge uma nova besteira, com dezenas de e-mails me elogiando pelo que eu “não” fiz. Vou indo pela rua e três senhoras me abordam – “Teu artigo na Internet é genial! Principalmente quando você escreve: ‘As mulheres são tão cheirosinhas; elas fazem biquinho e deitam no teu ombro…’”
“Não fui eu…”, respondo. Elas não ouvem e continuam: “Modéstia sua! Finalmente alguém diz a verdade sobre as mulheres! Mandei isso para mil amigas! Adoraram aquela parte: ‘Tenho horror à mulher perfeitinha. Acho ótimo celulite…’” Repito que não é meu, mas elas (em geral barangas) replicam: “Ah… É teu melhor texto…” – e vão embora, rebolando, felizes.
Sei que a Internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um “antispam” para bobagens.
(JABOR, Arnaldo. In:WWW.estadao.com.br - 3/11/2009 - com adaptações.)
Assinale a única opção que está de acordo com a estrutura do texto:
 

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1355679 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Segundo Ana Mae Barbosa (1978), no processo de encorajamento à criatividade, há profunda necessidade de se atender aos conteúdos afetivos, do mesmo modo que aos conteúdos cognitivos. Para a autora, um currículo de Arte voltado para o desenvolvimento da criatividade deve
1- prover o aluno com métodos e esquemas operacionais que propiciem a fixação de modelos de expressão;
2- prover o aluno com ferramentas e habilidades para a solução de problemas (problem solving);
3- prover o aluno com experiências ricas e encontros que lhe permitam lidar com a fantasia, ser imaginativo, fazendo perguntas, maravilhando-se, investigando e testando suas próprias idéias e sentimentos contra os fatos;
4- prover o aluno com jogos e exercícios voltados para o treino de novas habilidades;
5- prover o aluno com situações-problema (problem situation), que o estimulem a combinar os aspectos cognitivos e afetivos do saber, de forma a viver responsiva e criativamente, tanto dentro quanto fora da sala de aula;
Estão corretas as afirmativas:
 

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1354606 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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A avaliação das atividades artísticas tem sido muito polemizada, pelas complexidades que envolve, principalmente quando se refere ao estabelecimento de critérios e à expressão de julgamentos sobre a produção estética e expressiva (visual, dramática, musical, poética). Por outro lado, avaliar é preciso: necessitamos de mais subsídios para discuti-la mais detalhadamente. Considerando que a avaliação é um meio e não um fim em si mesma, Luckesi elabora sugestões para um novo modo de praticar a avaliação escolar:
1 - assumir um posicionamento pedagógico indefinido, de modo a orientar a prática pedagógica no planejamento, na execução e na avaliação;
2 - conscientizar cada educador para os novos rumos da prática educacional, fazendo com que este, ao planejar suas atividades de ensino, estabeleça de antemão o mínimo necessário a ser aprendido pelo aluno;
3 - resgate da avaliação em sua essência constitutiva, fazendo desta, ,efetivamente, um julgamento de valor sobre manifestações relevantes da realidade para uma tomada de decisão;
4 - restabelecer a função diagnóstica da avaliação, considerando-a como auxiliar do professor no reconhecimento dos caminhos percorridos e na identificação dos caminhos a serem perseguidos.
Estão corretas as afirmativas:
 

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Blogs, twitter, orkut e outros buracos
Não estou no “twitter”, não sei o que é o “twitter”, jamais entrarei nesse terreno baldio e, incrivelmente, tenho 26 mil “seguidores” no “twitter”. Quem me pôs lá? Quem foi o canalha que usou meu nome? Jamais saberei. Vivemos no poço escuro da web. Ou buscamos a exposição total para ser “celebridade” ou usamos esse anonimato irresponsável com nome dos outros. Tem gente que fala para mim: “Faz um blog, faz um blog!” Logo eu, que já sou um blog vivo, tagarelando na TV, rádio e jornais… Jamais farei um blog, esse nome que parece um coaxar de sapo-boi. Quero o passado. Quero o lápis na orelha do quitandeiro, quero o gato do armazém dormindo no saco de batatas, quero o telefone preto, de disco, que não dá linha, em vez dos gemidinhos dos celulares incessantes.
Comunicar o quê? Ninguém tem nada a dizer. Olho as opiniões, as discussões “online” e só vejo besteira, frases de 140 caracteres para nada dizer. Vivemos a grande invasão dos lugares-comuns, dos uivos de medíocres ecoando asnices para ocultar sua solidão deprimente.
O que espanta é a velocidade da luz para a lentidão dos pensamentos, uma movimentação “em rede” para raciocínios lineares. A boa e velha burrice continua intocada, agora disfarçada pelo charme da rapidez. Antigamente, os burros eram humildes; se esgueiravam pelos cantos, ouvindo, amargurados, os inteligentes deitando falação. Agora não; é a revolução dos idiotas online.
Quero sossego, mas querem me expandir, esticar meus braços em tentáculos digitais, meus olhos no “google”, (“goggles” – olhos arregalados) em órbitas giratórias, querem que eu seja ubíquo, quando desejo caminhar na condição de pobre bicho bípede; não quero tudo saber, ao contrário, quero esquecer; sinto que estão criando desejos que não tenho, fomes que perdi.
O leitor perguntará: “Por que este ódio todo, bom Jabor?” Claro que acho a revolução digital a coisa mais importante dos séculos. Mas estou com raiva por causa dos textos apócrifos que continuam enfiando na Internet com meu nome.
Já reclamei aqui desses textos, mas tenho de me repetir. Todo dia surge uma nova besteira, com dezenas de e-mails me elogiando pelo que eu “não” fiz. Vou indo pela rua e três senhoras me abordam – “Teu artigo na Internet é genial! Principalmente quando você escreve: ‘As mulheres são tão cheirosinhas; elas fazem biquinho e deitam no teu ombro…’”
“Não fui eu…”, respondo. Elas não ouvem e continuam: “Modéstia sua! Finalmente alguém diz a verdade sobre as mulheres! Mandei isso para mil amigas! Adoraram aquela parte: ‘Tenho horror à mulher perfeitinha. Acho ótimo celulite…’” Repito que não é meu, mas elas (em geral barangas) replicam: “Ah… É teu melhor texto…” – e vão embora, rebolando, felizes.
Sei que a Internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um “antispam” para bobagens.
(JABOR, Arnaldo. In:WWW.estadao.com.br - 3/11/2009 - com adaptações.)
Considere as afirmativas:
I - Segundo o autor, há uma desproporção entre a velocidade com que se difundem ideias no meio digital e a qualidade dessas ideias.
II - No mundo virtual, como no real, a democracia permite comportamentos contra os quais não se tem controle.
III - O autor demonstra irritação com a velocidade com que seus textos são divulgados na internet, sem haver tempo para reflexões sobre os assuntos abordados.
Assinale a alternativa correta:
 

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Blogs, twitter, orkut e outros buracos
Não estou no “twitter”, não sei o que é o “twitter”, jamais entrarei nesse terreno baldio!$ ^{(C)} !$ e, incrivelmente, tenho 26 mil “seguidores” no “twitter”. Quem me pôs lá? Quem foi o canalha que usou meu nome? Jamais saberei. Vivemos no poço escuro!$ ^{(A)} !$ da web. Ou buscamos a exposição total para ser “celebridade” ou usamos esse anonimato irresponsável com nome dos outros. Tem gente que fala para mim: “Faz um blog, faz um blog!” Logo eu, que já sou um blog vivo, tagarelando na TV, rádio e jornais… Jamais farei um blog, esse nome que parece um coaxar de sapo-boi. Quero o passado. Quero o lápis na orelha do quitandeiro, quero o gato do armazém dormindo no saco de batatas, quero o telefone preto, de disco, que não dá linha, em vez dos gemidinhos dos celulares!$ ^{(D)} !$ incessantes.
Comunicar o quê? Ninguém tem nada a dizer. Olho as opiniões, as discussões “online” e só vejo besteira, frases de 140 caracteres para nada dizer. Vivemos a grande invasão dos lugares-comuns, dos uivos de medíocres ecoando asnices para ocultar sua solidão deprimente.
O que espanta é a velocidade da luz para a lentidão dos pensamentos, uma movimentação “em rede” para raciocínios lineares. A boa e velha burrice continua intocada, agora disfarçada pelo charme da rapidez. Antigamente, os burros eram humildes; se esgueiravam pelos cantos, ouvindo, amargurados, os inteligentes deitando falação. Agora não; é a revolução dos idiotas online.
Quero sossego, mas querem me expandir, esticar meus braços em tentáculos digitais!$ ^{(E)} !$, meus olhos no “google”, (“goggles” – olhos arregalados) em órbitas giratórias, querem que eu seja ubíquo, quando desejo caminhar na condição de pobre bicho bípede; não quero tudo saber, ao contrário, quero esquecer; sinto que estão criando desejos que não tenho, fomes que perdi.
O leitor perguntará: “Por que este ódio todo, bom Jabor?” Claro que acho a revolução digital a coisa mais importante dos séculos. Mas estou com raiva por causa dos textos apócrifos que continuam enfiando na Internet com meu nome.
Já reclamei aqui desses textos, mas tenho de me repetir. Todo dia surge uma nova besteira, com dezenas de e-mails me elogiando pelo que eu “não” fiz. Vou indo pela rua e três senhoras me abordam – “Teu artigo na Internet é genial! Principalmente quando você escreve: ‘As mulheres são tão cheirosinhas; elas fazem biquinho e deitam no teu ombro…’”
“Não fui eu…”, respondo. Elas não ouvem e continuam: “Modéstia sua! Finalmente alguém diz a verdade sobre as mulheres! Mandei isso para mil amigas! Adoraram aquela parte: ‘Tenho horror à mulher perfeitinha!$ ^{(B)} !$. Acho ótimo celulite…’” Repito que não é meu, mas elas (em geral barangas) replicam: “Ah… É teu melhor texto…” – e vão embora, rebolando, felizes.
Sei que a Internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um “antispam” para bobagens.
(JABOR, Arnaldo. In:WWW.estadao.com.br - 3/11/2009 - com adaptações.)
No texto, NÃO tem emprego figurado a expressão:
 

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1352718 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Frequentemente o plano de curso ou da disciplina reduzir-se a uma lista de itens ou tema e muitas vezes a definição dos objetivos é feita a partir dos conteúdos apresentados. Na disciplina de Artes, a seleção dos conteúdos deve buscar assuntos que apresentem as seguintes características, EXCETO:
 

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1352374 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Provas:
Nos PCN entende-se que aprender Arte envolve não apenas uma atividade de produção artística pelos alunos, mas também:
 

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Questão presente nas seguintes provas
1352307 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Provas:
Se é verdade que o papel do artista é tão importante que é capaz de modificar a maneira de olharmos o mundo à nossa volta, por outro, sem que o público perceba sua beleza e a transponha para o seu cotidiano, a obra de arte também não existiria. É dessa interação que depende a obra de arte. De acordo com o filósofo italiano Umberto Eco, a obra de arte é aberta porque:
 

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1351888 Ano: 2009
Disciplina: Educação Artística
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
Provas:
O ensino de Arte é uma área do conhecimento cujos conteúdos específicos apresentam objetivos geral e específico. Dos objetivos a seguir, o que só apresenta um viés interdisciplinar é:
 

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