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Foram encontradas 50 questões.

1350548 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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A organização escolar e os processos de gestão assumem diferentes modalidades, conforme a concepção que se tenha das finalidades sociais e políticas da educação, em relação à sociedade e à formação dos alunos. Em relação às diferentes concepções é correto afirmar que:
 

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1350410 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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No mundo contemporâneo, o crescimento quantitativo dos sistemas de ensino não tem correspondido a um resultado formativo (qualitativo) adequado às exigências da população envolvida, nem às exigências da demanda social, o que ressalta a importância de definir a nova identidade do professor. Uma identidade profissional para o docente se constrói por meio das seguintes premissas, EXCETO:
 

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1350369 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Podemos considerar, como Perrenoud (2005), que estamos a caminho da formação continuada com uma abordagem interdisciplinar, que se junta às exigências da focalização sobre o aluno, da pedagogia diferenciada e dos métodos ativos, sempre que o pedagogo:
I - Adotar um planejamento flexível e indicativo para improvisação.
II - Implementar e explicitar um novo contrato didático.
III - Negociar e conduzir projetos com os professores e alunos.
IV - Abordar os conhecimentos como recursos a serem mobilizados.
V - Praticar avaliação formadora em situações de promoção anual do aluno.
Estão corretas as afirmativas:
 

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1350243 Ano: 2009
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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O Plano Nacional da Educação, aprovado pela Lei n.º 10172/2001, está sustentado pelos seguintes eixos:
 

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1350197 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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A necessidade da ampliação do conceito de pedagogia justifica-se, principalmente, pela própria mudança de paradigma da docência. Do mesmo modo, podemos argumentar que a pedagogia, enquanto teoria da educação, está mais avançada ao estudar a educação escolar do que a educação de modo geral, até mesmo porque “é na escola que o pedagógico tem lugar de forma mais explícita” (LIBÂNEO,1990, p. 7). É importante destacar que o conceito ampliado de pedagogia, como campo do conhecimento sobre e na educação, embora concebido a partir da educação escolar, apresenta-se:
 

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1350038 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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A nova proposta educacional instituída a partir dos Parâmetros Curriculares Nacionais indica alguns avanços, principalmente, no que diz respeito aos currículos escolares que poderão ser organizados e discutidos pela equipe pedagógica da escola. Em relação a essa proposta de mudança é correto afirmar que:
 

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1349572 Ano: 2009
Disciplina: Informática
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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Ao enviar uma mensagem através do software cliente de correio eletrônico, como por exemplo o Outlook Express, por vezes nos deparamos com um campo chamado “Cco”. O conteúdo desse campo deve conter:
 

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Blogs, twitter, orkut e outros buracos
Não estou no “twitter”, não sei o que é o “twitter”, jamais entrarei nesse terreno baldio e, incrivelmente, tenho 26 mil “seguidores” no “twitter”. Quem me pôs lá? Quem foi o canalha que usou meu nome? Jamais saberei. Vivemos no poço escuro da web. Ou buscamos a exposição total para ser “celebridade” ou usamos esse anonimato irresponsável com nome dos outros. Tem gente que fala para mim: “Faz um blog, faz um blog!” Logo eu, que já sou um blog vivo, tagarelando na TV, rádio e jornais… Jamais farei um blog, esse nome que parece um coaxar de sapo-boi. Quero o passado. Quero o lápis na orelha do quitandeiro, quero o gato do armazém dormindo no saco de batatas, quero o telefone preto, de disco, que não dá linha, em vez dos gemidinhos dos celulares incessantes.
Comunicar o quê? Ninguém tem nada a dizer. Olho as opiniões, as discussões “online” e só vejo besteira, frases de 140 caracteres para nada dizer. Vivemos a grande invasão dos lugares-comuns, dos uivos de medíocres ecoando asnices para ocultar sua solidão deprimente.
O que espanta é a velocidade da luz para a lentidão dos pensamentos, uma movimentação “em rede” para raciocínios lineares. A boa e velha burrice continua intocada, agora disfarçada pelo charme da rapidez. Antigamente, os burros eram humildes; se esgueiravam pelos cantos, ouvindo, amargurados, os inteligentes deitando falação. Agora não; é a revolução dos idiotas online.
Quero sossego, mas querem me expandir, esticar meus braços em tentáculos digitais, meus olhos no “google”, (“goggles” – olhos arregalados) em órbitas giratórias, querem que eu seja ubíquo, quando desejo caminhar na condição de pobre bicho bípede; não quero tudo saber, ao contrário, quero esquecer; sinto que estão criando desejos que não tenho, fomes que perdi.
O leitor perguntará: “Por que este ódio todo, bom Jabor?” Claro que acho a revolução digital a coisa mais importante dos séculos. Mas estou com raiva por causa dos textos apócrifos que continuam enfiando na Internet com meu nome.
Já reclamei aqui desses textos, mas tenho de me repetir. Todo dia surge uma nova besteira, com dezenas de e-mails me elogiando pelo que eu “não” fiz. Vou indo pela rua e três senhoras me abordam – “Teu artigo na Internet é genial! Principalmente quando você escreve: ‘As mulheres são tão cheirosinhas; elas fazem biquinho e deitam no teu ombro…’”
“Não fui eu…”, respondo. Elas não ouvem e continuam: “Modéstia sua! Finalmente alguém diz a verdade sobre as mulheres! Mandei isso para mil amigas! Adoraram aquela parte: ‘Tenho horror à mulher perfeitinha. Acho ótimo celulite…’” Repito que não é meu, mas elas (em geral barangas) replicam: “Ah… É teu melhor texto…” – e vão embora, rebolando, felizes.
Sei que a Internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um “antispam” para bobagens.
(JABOR, Arnaldo. In:WWW.estadao.com.br - 3/11/2009 - com adaptações.)
Na frase mas tenho de me repetir., a regência verbal está de acordo com as normas gramaticais. Marque a opção em que a regência CONTRARIA essas normas:
 

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1348715 Ano: 2009
Disciplina: Pedagogia
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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A responsabilidade por autorizar, credenciar e supervisionar instituições de ensino, como também oferecer, com prioridade, o ensino médio é incumbência:
 

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Blogs, twitter, orkut e outros buracos
Não estou no “twitter”, não sei o que é o “twitter”, jamais entrarei nesse terreno baldio e, incrivelmente, tenho 26 mil “seguidores” no “twitter”. Quem me pôs lá? Quem foi o canalha que usou meu nome? Jamais saberei. Vivemos no poço escuro da web. Ou buscamos a exposição total para ser “celebridade” ou usamos esse anonimato irresponsável com nome dos outros. Tem gente que fala para mim: “Faz um blog, faz um blog!” Logo eu, que já sou um blog vivo, tagarelando na TV, rádio e jornais… Jamais farei um blog, esse nome que parece um coaxar de sapo-boi. Quero o passado. Quero o lápis na orelha do quitandeiro, quero o gato do armazém dormindo no saco de batatas, quero o telefone preto, de disco, que não dá linha, em vez dos gemidinhos dos celulares incessantes.
Comunicar o quê? Ninguém tem nada a dizer. Olho as opiniões, as discussões “online” e só vejo besteira, frases de 140 caracteres para nada dizer. Vivemos a grande invasão dos lugares-comuns, dos uivos de medíocres ecoando asnices para ocultar sua solidão deprimente.
O que espanta é a velocidade da luz para a lentidão dos pensamentos, uma movimentação “em rede” para raciocínios lineares. A boa e velha burrice continua intocada, agora disfarçada pelo charme da rapidez. Antigamente, os burros eram humildes; se esgueiravam pelos cantos, ouvindo, amargurados, os inteligentes deitando falação. Agora não; é a revolução dos idiotas online.
Quero sossego, mas querem me expandir, esticar meus braços em tentáculos digitais, meus olhos no “google”, (“goggles” – olhos arregalados) em órbitas giratórias, querem que eu seja ubíquo, quando desejo caminhar na condição de pobre bicho bípede; não quero tudo saber, ao contrário, quero esquecer; sinto que estão criando desejos que não tenho, fomes que perdi.
O leitor perguntará: “Por que este ódio todo, bom Jabor?” Claro que acho a revolução digital a coisa mais importante dos séculos. Mas estou com raiva por causa dos textos apócrifos que continuam enfiando na Internet com meu nome.
Já reclamei aqui desses textos, mas tenho de me repetir. Todo dia surge uma nova besteira, com dezenas de e-mails me elogiando pelo que eu “não” fiz. Vou indo pela rua e três senhoras me abordam – “Teu artigo na Internet é genial! Principalmente quando você escreve: ‘As mulheres são tão cheirosinhas; elas fazem biquinho e deitam no teu ombro…’”
“Não fui eu…”, respondo. Elas não ouvem e continuam: “Modéstia sua! Finalmente alguém diz a verdade sobre as mulheres! Mandei isso para mil amigas! Adoraram aquela parte: ‘Tenho horror à mulher perfeitinha. Acho ótimo celulite…’” Repito que não é meu, mas elas (em geral barangas) replicam: “Ah… É teu melhor texto…” – e vão embora, rebolando, felizes.
Sei que a Internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um “antispam” para bobagens.
(JABOR, Arnaldo. In:WWW.estadao.com.br - 3/11/2009 - com adaptações.)
No texto, o segmento entre parênteses no sexto parágrafo tem função de:
Questão Anulada

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