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Foram encontradas 25 questões.

735642 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Em relação a Reforma psiquiátrica não se pode considerar:
 

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730272 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Marque a alternativa inadequada em relação a saúde mental coletiva:
 

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726825 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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A ESFINGE ISMAEL NERY
Paula Alzugaray
Nos anos 1920, quando Tarsila do Amaral enveredava pelo interior de São Paulo, à caça das cores fortes que iluminavam a vida e as tradições caipiras, Ismael Nery projetava em suas telas as sombras da alma humana. Enquanto Di Cavalcanti revelava a graça e as curvas da mulher carioca, Nery meditava sobre os mistérios da alma e desenhava figuras negras, longilíneas e satânicas. Enquanto Mário de Andrade rodava o Brasil em viagens de impulso etnográfico, Nery escrevia poemas metafísicos, em tom de confissão religiosa. Se a tônica dos modernistas era afirmar uma identidade brasileira (devorando e processando as influências europeias), Ismael Nery (1900-1934) era tão moderno quanto, mas andava na contra-corrente.
“Nery ocupa uma posição marginal, no sentido positivo do termo, o que o transforma em antítese do lugar-comum”, afirma Denise Mattar, curadora de Ismael Nery – Em Busca da Essência.
A mostra reúne na Galeria Almeida e Dale, em São Paulo, cerca de 60 obras garimpadas pela curadora de coleções particulares, e que não estão à venda. Nery teve vida e carreira breves, cerca de cem telas apenas e morreu aos 33 anos, de tuberculose. Desenhou muito. Mas encarava os desenhos como esquemas para telas que afinal nunca chegaram a ser pintadas. Sua obra, concisa, ficou muito tempo esquecida, até ser descoberta em 1966, numa retrospectiva em galeria comercial, quando alcançou súbita valorização no mercado de arte e acabou sendo adquirida quase exclusivamente por coleções particulares. Daí a importância desta mostra, uma oportunidade rara para desfrutar e discernir os mistérios de Ismael Nery. [...] Texto adaptado.
Adaptação de: ALZUGARAY, Paula. A esfinge Ismael Nery (Artes visuais).
Revista IstoÉ, Editora Abril, 11 de Nov. de 2015, nº 2397, p. 78-79.
O texto enfoca prioritariamente:
 

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1491262 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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A ESFINGE ISMAEL NERY
Paula Alzugaray
Nos anos 1920, quando Tarsila do Amaral enveredava pelo interior de São Paulo, à caça das cores fortes que iluminavam a vida e as tradições caipiras, Ismael Nery projetava em suas telas as sombras da alma humana. Enquanto Di Cavalcanti revelava a graça e as curvas da mulher carioca, Nery meditava sobre os mistérios da alma e desenhava figuras negras, longilíneas e satânicas. Enquanto Mário de Andrade rodava o Brasil em viagens de impulso etnográfico, Nery escrevia poemas metafísicos, em tom de confissão religiosa. Se a tônica dos modernistas era afirmar uma identidade brasileira (devorando e processando as influências europeias), Ismael Nery (1900-1934) era tão moderno quanto, mas andava na contra-corrente.
“Nery ocupa uma posição marginal, no sentido positivo do termo, o que o transforma em antítese do lugar-comum”, afirma Denise Mattar, curadora de Ismael Nery – Em Busca da Essência.
A mostra reúne na Galeria Almeida e Dale, em São Paulo, cerca de 60 obras garimpadas pela curadora de coleções particulares, e que não estão à venda. Nery teve vida e carreira breves, cerca de cem telas apenas e morreu aos 33 anos, de tuberculose. Desenhou muito. Mas encarava os desenhos como esquemas para telas que afinal nunca chegaram a ser pintadas. Sua obra, concisa, ficou muito tempo esquecida, até ser descoberta em 1966, numa retrospectiva em galeria comercial, quando alcançou súbita valorização no mercado de arte e acabou sendo adquirida quase exclusivamente por coleções particulares. Daí a importância desta mostra, uma oportunidade rara para desfrutar e discernir os mistérios de Ismael Nery. [...] Texto adaptado.
Adaptação de: ALZUGARAY, Paula. A esfinge Ismael Nery (Artes visuais).
Revista IstoÉ, Editora Abril, 11 de Nov. de 2015, nº 2397, p. 78-79.
Na oração “Enquanto Di Cavalcanti revelava a graça e as curvas da mulher carioca, Nery meditava sobre os mistérios da alma e desenhava
figuras negras, longilíneas e satânicas”. Os verbos sublinhados, quanto à transitividade, na ordem em que aparecem, classificam-se como:
Questão Anulada

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1476945 Ano: 2015
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Barra Jacaré-PR
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Estatuto da Criança e do Adolescente- marcar alternativa inadequada:
Questão Desatualizada

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