Foram encontradas 50 questões.
As entrevistas preliminares (ou iniciais) têm papel fundamental no campo da Psicoterapia Breve.
Enumere as principais finalidades das entrevistas preliminares de acordo com a ordem em que se sucedem:
( ) A explicitação do método de trabalho e a fixação das demais normas contratuais.
( ) O contrato sobre metas terapêuticas e a duração do tratamento.
( ) A elaboração da história clínica.
( ) A avaliação diagnóstica e prognóstica.
( ) O estabelecimento da relação terapêutica.
( ) A devolução diagnóstico e prognóstica.
( ) O contrato sobre metas terapêuticas e a duração do tratamento.
( ) A elaboração da história clínica.
( ) A avaliação diagnóstica e prognóstica.
( ) O estabelecimento da relação terapêutica.
( ) A devolução diagnóstico e prognóstica.
A ordem correta é
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No lançamento de três dados, dois cubos numerados de 1 a 6 e um tetraedro numerado de 0 a 3, a probabilidade da soma dos valores encontrados ser maior do que 6 e menor do que 13 é
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Analise o caso abaixo:
“Tenho dificuldade em trabalhar e em concentrar, caso contrário não teria vindo consultar-me; durmo mal e praticamente não vejo quem possa ajudar-me. Meu marido é um intelectual brilhante, tem sucesso em tudo; ele me falou sobre as diferenças entre psicanálise e psicoterapia. Eu o deixei há seis meses. Na ocasião em que o deixei, ele suportou mal a separação e propus que fosse ver um psiquiatra; agora ele está melhor. Deixei-o porque me sentia oprimida, ele não admitia contradições. Eu estava definhando, fiquei fisicamente doente.”
Desde os primeiros contatos, nas entrevistas iniciais ou preliminares, a paciente comunica seu sofrimento. O comportamento adotado pela paciente, em relação ao terapeuta, foi de
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A crise caracteriza-se por aqueles momentos em que o sofrimento mental torna-se insuportável para o sujeito e/ou para aqueles que o cercam.
Analise os sinais de crise e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) Desvitalização intensa e inquietude psicomotora acentuada.
( ) Infantilismo, puerilidade e baixa autoestima.
( ) Atividade delirante-alucinatória.
( ) Situações de risco para o paciente ou terceiros.
( ) Infantilismo, puerilidade e baixa autoestima.
( ) Atividade delirante-alucinatória.
( ) Situações de risco para o paciente ou terceiros.
A sequência correta é
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Analise as afirmativas abaixo com respeito às relações entre Psicanálise, instituição, dispositivo grupal e toxicomania e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) O trabalho em grupo é um dispositivo fundamental para se intervir junto à constituição subjetiva dos toxicômanos e sua relação com o laço social.
( ) A Psicanálise, na instituição, seja no dispositivo grupal seja no dispositivo clínico individual, alia-se ao trabalho da atenção psicossocial, visando à cura pela adaptação e pela supressão dos sintomas.
( ) No trabalho em grupos, em que a identificação está ligada à substância droga, pode-se constatar, com frequência, a equivalência entre aquilo que os indivíduos são (‘dependentes químicos’) e o que consomem (drogas).
( ) A invenção do sujeito sobre si mesmo, a partir das intervenções do psicanalista no grupo, é uma produção de novos significados para sua existência, de novas maneiras que o sujeito encontra para falar de si e de sua história.
A sequência correta é
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O trabalho terapêutico em Psicoterapia Breve está ‘enfocado’ para determinada problemática do paciente, que adquire prioridade, dada sua urgência e/ ou importância, enquanto se deixam de lado as demais dificuldades. Trata-se de uma característica substancial desse tipo de terapia, também chamada de ‘Focal’, que permite distingui-la da técnica psicanalítica corrente.
Com base no exposto, a definição que melhor se ajusta ao elemento ‘Foco’ é
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Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”(D). Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal(C), estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas(B), mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?(A)
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
O uso de próclise só NÃO é obrigatório em
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Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
NÃO se constitui uma estratégia argumentativa utilizada no texto 1:
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Analise as afirmativas abaixo com relação à psicanálise e ao tratamento psicanalítico e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) A força motivadora primária na terapia é o sofrimento do paciente e o desejo de ser curado que deste se origina.
( ) A técnica deve ser mecanizada, dadas as condições de rigidez dos processos mentais e a limitação das constelações psíquicas envolvidas.
( ) O objetivo primeiro do tratamento é alcançado (adesão do paciente) se o terapeuta (analista) demonstra certa indiferença (proposital), se as resistências aumentam e se evita cometer certos equívocos.
( ) O tratamento analítico fornece as quantidades de energia necessárias para superar as resistências e favorece a mobilização das energias que estão prontas para a transferência.
A sequência correta é
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Durante a primeira entrevista em saúde mental, é importante formular uma hipótese diagnóstica do tipo de transtorno psíquico, apresentado pelo paciente. Os passos que devem ser observados são:
O primeiro ponto a verificar é se o paciente apresenta algum transtorno psíquico ou .
Quando avaliamos que há um transtorno psíquico presente, perguntamos .
Quando suspeitamos de um quadro orgânico, avaliamos se há alterações primárias de , e/ou .
Afastada a hipótese de quadro orgânico, o próximo passo é verificar se estamos diante de ou .
Os termos que completam, respectivamente, os passos acima são
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