Foram encontradas 20 questões.
- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
Educação política passará a integrar currículo
escolar
Uma nova lei publicada nesta terça-feira (14) no Diário
Oficial da União inclui a educação política e direitos da
cidadania como componentes curriculares obrigatórios
na educação básica. As normas alteram a LDB (Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e também
criam a Semana Nacional da Ética e da Cidadania.
Com isso, os estudantes passarão a ter acesso a
conteúdos voltados à compreensão da organização da
sociedade, do exercício da cidadania e da participação
democrática.
De acordo com Daniel Cara, professor da Faculdade de
Educação da USP (Universidade de São Paulo), a
medida cumpre um papel importante dentro das escolas.
"O valor pedagógico desse debate é tanto ensinar para o
exercício da cidadania quanto a preparação para a vida.
Estimular a participação política rumo a um país
desenvolvido, próspero economicamente, justo
socialmente e sustentável em termos ambientais", afirma
o especialista.
Segundo o educador, debater educação política nas
salas de aula é "essencial". No entanto, já deveria ser
uma pauta implementada nas disciplinas de Filosofia e
Sociologia. "A questão é que a Reforma do Ensino Médio
desconstruiu toda a área de Ciências Humanas e deixou
a LDB caótica", explica Daniel Cara.
"A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) é falha,
propositalmente, na questão da educação política.
Deveria ser um tema aprofundado em Sociologia e
Filosofia, além de ser abordado em História e Geografia.
O melhor caminho, portanto, seria uma revisão da LDB,
que é falha em quase todas as áreas e já deveria ser
revista", defende o educador.
Apesar de a medida ser destinada ao ensino básico, é
possível que a implementação do debate se restrinja ao
período do Ensino Médio. No entanto, Daniel Cara
defende que a temática seja abordada após o 8º ano do
Ensino Fundamental.
"O estudo da realidade social e política deveria ser
abordado no Ensino Médio, de modo objetivo, dentro do
currículo de Filosofia e Sociologia, que idealmente
deveriam começar no 8.º ano do Ensino Fundamental",
diz o especialista
Por vezes, estimular o pensamento crítico dentro das
salas de aula reverbera de forma negativa. Apesar de
estes componentes curriculares carregarem um papel
social de desenvolvimento para os jovens estudantes,
medidas como essa podem ser associadas a uma
determinada formação ideológica dentro das escolas.
No entanto, Daniel Cara reforça que, para que isso não ocorra, é preciso valorizar as disciplinas que formam
docentes para estimular debates políticos de forma
educativa.
"Certamente há esse risco, por isso, deveria estar sob a
égide da sociologia e da filosofia, que possuem a
estruturação de um curso de licenciatura que forma os
professores para não doutrinarem", explica o educador.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pne-o-que-muda-com-a-aprova
cao-do-projeto-de-educacao/?utm_source=csa-cdm&utm_content=articl
e
Considerando as regras de acentuação, analise as asserções a seguir:
I.O vocábulo 'conteúdo' recebe acento gráfico em razão de apresentar a vogal 'u' como núcleo tônico de um hiato, em posição isolada na sílaba, circunstância que se enquadra na regra de acentuação das vogais 'i' e 'u' tônicas quando formam hiato com a vogal anterior, estão isoladas na sílaba ou acompanhadas de 's'.
PORQUE
II.A incidência da regra de acentuação aplicável às vogais 'i' e 'u' tônicas em hiato não alcança indistintamente todos os vocábulos que apresentam essa configuração fonológica, haja vista as restrições decorrentes do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, motivo pelo qual formas como 'feiura' e 'veículo', embora contenham hiato, submetem-se a fundamentos normativos distintos quanto à presença ou à ausência de acento gráfico.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
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Educação política passará a integrar currículo
escolar
Uma nova lei publicada nesta terça-feira (14) no Diário
Oficial da União inclui a educação política e direitos da
cidadania como componentes curriculares obrigatórios
na educação básica. As normas alteram a LDB (Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e também
criam a Semana Nacional da Ética e da Cidadania.
Com isso, os estudantes passarão a ter acesso a
conteúdos voltados à compreensão da organização da
sociedade, do exercício da cidadania e da participação
democrática.
De acordo com Daniel Cara, professor da Faculdade de
Educação da USP (Universidade de São Paulo), a
medida cumpre um papel importante dentro das escolas.
"O valor pedagógico desse debate é tanto ensinar para o
exercício da cidadania quanto a preparação para a vida.
Estimular a participação política rumo a um país
desenvolvido, próspero economicamente, justo
socialmente e sustentável em termos ambientais", afirma
o especialista.
Segundo o educador, debater educação política nas
salas de aula é "essencial". No entanto, já deveria ser
uma pauta implementada nas disciplinas de Filosofia e
Sociologia. "A questão é que a Reforma do Ensino Médio
desconstruiu toda a área de Ciências Humanas e deixou
a LDB caótica", explica Daniel Cara.
"A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) é falha,
propositalmente, na questão da educação política.
Deveria ser um tema aprofundado em Sociologia e
Filosofia, além de ser abordado em História e Geografia.
O melhor caminho, portanto, seria uma revisão da LDB,
que é falha em quase todas as áreas e já deveria ser
revista", defende o educador.
Apesar de a medida ser destinada ao ensino básico, é
possível que a implementação do debate se restrinja ao
período do Ensino Médio. No entanto, Daniel Cara
defende que a temática seja abordada após o 8º ano do
Ensino Fundamental.
"O estudo da realidade social e política deveria ser
abordado no Ensino Médio, de modo objetivo, dentro do
currículo de Filosofia e Sociologia, que idealmente
deveriam começar no 8.º ano do Ensino Fundamental",
diz o especialista
Por vezes, estimular o pensamento crítico dentro das
salas de aula reverbera de forma negativa. Apesar de
estes componentes curriculares carregarem um papel
social de desenvolvimento para os jovens estudantes,
medidas como essa podem ser associadas a uma
determinada formação ideológica dentro das escolas.
No entanto, Daniel Cara reforça que, para que isso não ocorra, é preciso valorizar as disciplinas que formam
docentes para estimular debates políticos de forma
educativa.
"Certamente há esse risco, por isso, deveria estar sob a
égide da sociologia e da filosofia, que possuem a
estruturação de um curso de licenciatura que forma os
professores para não doutrinarem", explica o educador.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pne-o-que-muda-com-a-aprova
cao-do-projeto-de-educacao/?utm_source=csa-cdm&utm_content=articl
e
( ) Infere-se do posicionamento do especialista que a criação do novo componente curricular decorre, ao menos em parte, da percepção de insuficiências da organização curricular vigente quanto ao tratamento da educação política.
( ) Infere-se do texto que a legislação determina expressamente que os conteúdos de educação política sejam ministrados exclusivamente nas disciplinas de Filosofia e Sociologia, iniciando-se obrigatoriamente no 8.º ano do Ensino Fundamental.
( ) É possível inferir que o texto distingue a existência do risco de doutrinação da inevitabilidade de sua ocorrência, ao indicar mecanismos que poderiam reduzi-lo.
( ) Segundo o texto, a Reforma do Ensino Médio ampliou o espaço da área de Ciências Humanas na LDB, o que favoreceu a criação de condições estruturais para a implementação da educação política nas escolas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que completa corretamente os itens acima, de cima para baixo.
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Educação política passará a integrar currículo
escolar
Uma nova lei publicada nesta terça-feira (14) no Diário
Oficial da União inclui a educação política e direitos da
cidadania como componentes curriculares obrigatórios
na educação básica. As normas alteram a LDB (Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e também
criam a Semana Nacional da Ética e da Cidadania.
Com isso, os estudantes passarão a ter acesso a
conteúdos voltados à compreensão da organização da
sociedade, do exercício da cidadania e da participação
democrática.
De acordo com Daniel Cara, professor da Faculdade de
Educação da USP (Universidade de São Paulo), a
medida cumpre um papel importante dentro das escolas.
"O valor pedagógico desse debate é tanto ensinar para o
exercício da cidadania quanto a preparação para a vida.
Estimular a participação política rumo a um país
desenvolvido, próspero economicamente, justo
socialmente e sustentável em termos ambientais", afirma
o especialista.
Segundo o educador, debater educação política nas
salas de aula é "essencial". No entanto, já deveria ser
uma pauta implementada nas disciplinas de Filosofia e
Sociologia. "A questão é que a Reforma do Ensino Médio
desconstruiu toda a área de Ciências Humanas e deixou
a LDB caótica", explica Daniel Cara.
"A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) é falha,
propositalmente, na questão da educação política.
Deveria ser um tema aprofundado em Sociologia e
Filosofia, além de ser abordado em História e Geografia.
O melhor caminho, portanto, seria uma revisão da LDB,
que é falha em quase todas as áreas e já deveria ser
revista", defende o educador.
Apesar de a medida ser destinada ao ensino básico, é
possível que a implementação do debate se restrinja ao
período do Ensino Médio. No entanto, Daniel Cara
defende que a temática seja abordada após o 8º ano do
Ensino Fundamental.
"O estudo da realidade social e política deveria ser
abordado no Ensino Médio, de modo objetivo, dentro do
currículo de Filosofia e Sociologia, que idealmente
deveriam começar no 8.º ano do Ensino Fundamental",
diz o especialista
Por vezes, estimular o pensamento crítico dentro das
salas de aula reverbera de forma negativa. Apesar de
estes componentes curriculares carregarem um papel
social de desenvolvimento para os jovens estudantes,
medidas como essa podem ser associadas a uma
determinada formação ideológica dentro das escolas.
No entanto, Daniel Cara reforça que, para que isso não ocorra, é preciso valorizar as disciplinas que formam
docentes para estimular debates políticos de forma
educativa.
"Certamente há esse risco, por isso, deveria estar sob a
égide da sociologia e da filosofia, que possuem a
estruturação de um curso de licenciatura que forma os
professores para não doutrinarem", explica o educador.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pne-o-que-muda-com-a-aprova
cao-do-projeto-de-educacao/?utm_source=csa-cdm&utm_content=articl
e
Com base no uso correto desses mecanismos de coesão, julgue as afirmativas a seguir:
I.Em 'A escola pública carecia de recursos, ao passo que a rede particular investia constantemente em tecnologia', a locução 'ao passo que' expressa simultaneidade proporcional entre os fatos, apresentando o mesmo valor semântico observado em orações introduzidas por 'à proporção que'.
II.Em 'O aluno era dedicado às atividades escritas, ao passo que sua colega se destacava nas apresentações orais', a locução 'ao passo que' pode ser substituída por 'entretanto' ou 'contudo', sem prejuízo do sentido original da frase, uma vez que introduz uma relação de contraste entre as habilidades de cada estudante.
III.As locuções 'apesar de' e 'em que pese a' possuem valor concessivo, como em 'Apesar de enfrentar salas superlotadas, a professora conseguiu manter o engajamento dos alunos durante toda a aula' e 'Em que pese a participação do professor em todas as formações oferecidas pela rede, ele ainda enfrentava dificuldades para aplicar as novas metodologias em sala de aula'.
IV.As conjunções aditivas são as que estabelecem uma adição, somam coisas ou orações do mesmo sentido. São exemplos de conjunções aditivas além do 'e', o 'nem' e 'como', como em 'Não trabalha nem estuda' e 'Tanto lê como escreve.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeRegência
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- MorfologiaVerbosClassificação dos Verbos
Educação política passará a integrar currículo
escolar
Uma nova lei publicada nesta terça-feira (14) no Diário
Oficial da União inclui a educação política e direitos da
cidadania como componentes curriculares obrigatórios
na educação básica. As normas alteram a LDB (Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional) e também
criam a Semana Nacional da Ética e da Cidadania.
Com isso, os estudantes passarão a ter acesso a
conteúdos voltados à compreensão da organização da
sociedade, do exercício da cidadania e da participação
democrática.
De acordo com Daniel Cara, professor da Faculdade de
Educação da USP (Universidade de São Paulo), a
medida cumpre um papel importante dentro das escolas.
"O valor pedagógico desse debate é tanto ensinar para o
exercício da cidadania quanto a preparação para a vida.
Estimular a participação política rumo a um país
desenvolvido, próspero economicamente, justo
socialmente e sustentável em termos ambientais", afirma
o especialista.
Segundo o educador, debater educação política nas
salas de aula é "essencial". No entanto, já deveria ser
uma pauta implementada nas disciplinas de Filosofia e
Sociologia. "A questão é que a Reforma do Ensino Médio
desconstruiu toda a área de Ciências Humanas e deixou
a LDB caótica", explica Daniel Cara.
"A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) é falha,
propositalmente, na questão da educação política.
Deveria ser um tema aprofundado em Sociologia e
Filosofia, além de ser abordado em História e Geografia.
O melhor caminho, portanto, seria uma revisão da LDB,
que é falha em quase todas as áreas e já deveria ser
revista", defende o educador.
Apesar de a medida ser destinada ao ensino básico, é
possível que a implementação do debate se restrinja ao
período do Ensino Médio. No entanto, Daniel Cara
defende que a temática seja abordada após o 8º ano do
Ensino Fundamental.
"O estudo da realidade social e política deveria ser
abordado no Ensino Médio, de modo objetivo, dentro do
currículo de Filosofia e Sociologia, que idealmente
deveriam começar no 8.º ano do Ensino Fundamental",
diz o especialista
Por vezes, estimular o pensamento crítico dentro das
salas de aula reverbera de forma negativa. Apesar de
estes componentes curriculares carregarem um papel
social de desenvolvimento para os jovens estudantes,
medidas como essa podem ser associadas a uma
determinada formação ideológica dentro das escolas.
No entanto, Daniel Cara reforça que, para que isso não ocorra, é preciso valorizar as disciplinas que formam
docentes para estimular debates políticos de forma
educativa.
"Certamente há esse risco, por isso, deveria estar sob a
égide da sociologia e da filosofia, que possuem a
estruturação de um curso de licenciatura que forma os
professores para não doutrinarem", explica o educador.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/pne-o-que-muda-com-a-aprova
cao-do-projeto-de-educacao/?utm_source=csa-cdm&utm_content=articl
e
I.No trecho, o verbo 'restringir' está empregado na forma pronominal, regendo a preposição 'a', que se contrai com o artigo 'o' em 'ao período'. Esse termo funciona como complemento indireto do verbo.
PORQUE
II.O verbo 'restringir-se' é pronominal, pois o pronome 'se' integra sua estrutura. Com comportamento semelhante, o verbo 'confraternizar' também pode ser empregado de forma pronominal, embora a preposição regida seja normalmente 'com'.
A respeito das asserções, assinale a alternativa correta.
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4224538
Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Bandeirante-SC
Provas:
O Art. 93 da Lei Orgânica do Município de Bandeirante
(SC) estabelece regras aplicáveis ao servidor público
municipal que exerce mandato eletivo, disciplinando
aspectos relacionados ao afastamento do cargo, à
remuneração e à contagem do tempo de serviço. Com
base nas disposições deste artigo, analise as afirmações
a seguir:
I.O servidor público investido em mandato eletivo federal ou estadual deverá ser afastado de seu cargo, emprego ou função.
II.O servidor investido no mandato de Prefeito será afastado do cargo, emprego ou função, podendo optar entre a remuneração do cargo de origem e a do mandato eletivo.
III.O servidor investido no mandato de Vereador, havendo compatibilidade de horários, deverá optar entre a remuneração do cargo efetivo e a remuneração do cargo eletivo.
IV.Nos casos em que o afastamento for exigido para o exercício de mandato eletivo, o tempo de serviço será contado para todos os efeitos legais, exceto para promoção por merecimento.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.O servidor público investido em mandato eletivo federal ou estadual deverá ser afastado de seu cargo, emprego ou função.
II.O servidor investido no mandato de Prefeito será afastado do cargo, emprego ou função, podendo optar entre a remuneração do cargo de origem e a do mandato eletivo.
III.O servidor investido no mandato de Vereador, havendo compatibilidade de horários, deverá optar entre a remuneração do cargo efetivo e a remuneração do cargo eletivo.
IV.Nos casos em que o afastamento for exigido para o exercício de mandato eletivo, o tempo de serviço será contado para todos os efeitos legais, exceto para promoção por merecimento.
Está CORRETO o que se afirma em:
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O processo que levou Bandeirante à condição de
município próprio esteve relacionado a transformações
políticas e administrativas ocorridas ao longo de sua
trajetória. Com base nesse contexto, analise as
assertivas abaixo e classifique cada uma como
verdadeira (V) ou falsa (F):
( ) A consulta popular integrou o processo de emancipação municipal.
( ) A emancipação ocorreu sem qualquer manifestação formal dos moradores.
( ) Antes de se tornar município, a localidade já havia alcançado outra categoria administrativa.
( ) A manifestação favorável da comunidade, registrada em plebiscito, produziu por si só a criação jurídica do Município.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
( ) A consulta popular integrou o processo de emancipação municipal.
( ) A emancipação ocorreu sem qualquer manifestação formal dos moradores.
( ) Antes de se tornar município, a localidade já havia alcançado outra categoria administrativa.
( ) A manifestação favorável da comunidade, registrada em plebiscito, produziu por si só a criação jurídica do Município.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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No contexto da 30ª Conferência das Nações Unidas
sobre as Mudanças Climáticas (COP30), realizada em
Belém, foram debatidos mecanismos de financiamento
climático, adaptação e redução de emissões.
Considerando os princípios do desenvolvimento
sustentável e da justiça climática, assinale a alternativa
correta.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra
a violência nas escolas
Diante da escalada de ataques e episódios de violência
em instituições de ensino, como os recentes casos
registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e
educadores defendem uma mudança radical na
estratégia de enfrentamento.
Em vez de focar exclusivamente em medidas de
segurança física, como detectores de metais e vigilância
armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar
passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento
e pela humanização das relações pedagógicas.
A resposta institucional imediata costuma ser o controle.
No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola
excessivamente burocratizada e centrada no
desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos
jovens. Muitos dos que produzem violência carregam
marcas de exclusão social e ressentimento.
A violência escolar não se resolve com controle,
vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter
episódios imediatos, mas dificilmente transformam as
causas profundas e estruturais que atravessam os
sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro,
que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia
e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes:
princípios e práticas".
Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza
que é necessário que o aluno deixe de ser um número
ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito
legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de
classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue
com as angústias reais do estudante", afirma Maria
Amélia.
De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem
encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um
adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem
desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto
coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e
passa a ser um espaço de proteção", avalia.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidoto-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.
I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra
a violência nas escolas
Diante da escalada de ataques e episódios de violência
em instituições de ensino, como os recentes casos
registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e
educadores defendem uma mudança radical na
estratégia de enfrentamento.
Em vez de focar exclusivamente em medidas de
segurança física, como detectores de metais e vigilância
armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar
passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento
e pela humanização das relações pedagógicas.
A resposta institucional imediata costuma ser o controle.
No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola
excessivamente burocratizada e centrada no
desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos
jovens. Muitos dos que produzem violência carregam
marcas de exclusão social e ressentimento.
A violência escolar não se resolve com controle,
vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter
episódios imediatos, mas dificilmente transformam as
causas profundas e estruturais que atravessam os
sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro,
que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia
e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes:
princípios e práticas".
Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza
que é necessário que o aluno deixe de ser um número
ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito
legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de
classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue
com as angústias reais do estudante", afirma Maria
Amélia.
De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem
encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um
adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem
desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto
coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e
passa a ser um espaço de proteção", avalia.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidoto-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
I.Em "Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais", os verbos 'poder' e 'transformar' compartilham o mesmo sujeito, o que justifica a flexão correta no plural.
II.Em "Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social", o verbo 'carregar' concorda com o pronome relativo 'que', núcleo do sujeito.
III.Na frase 'é necessário que o aluno deixe de ser um número', a expressão 'é necessário' mantém-se invariável por preceder oração subordinada, regra que se estende, de igual modo, aos casos em que 'necessário' antecede um substantivo determinado por artigo, como em 'é necessário a proposta do aluno'."
IV.Em "especialistas e educadores defendem uma mudança radical", há sujeito composto, e o verbo 'defender' está corretamente flexionado no plural para concordar com os dois núcleos coordenados.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra
a violência nas escolas
Diante da escalada de ataques e episódios de violência
em instituições de ensino, como os recentes casos
registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e
educadores defendem uma mudança radical na
estratégia de enfrentamento.
Em vez de focar exclusivamente em medidas de
segurança física, como detectores de metais e vigilância
armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar
passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento
e pela humanização das relações pedagógicas.
A resposta institucional imediata costuma ser o controle.
No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola
excessivamente burocratizada e centrada no
desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos
jovens. Muitos dos que produzem violência carregam
marcas de exclusão social e ressentimento.
A violência escolar não se resolve com controle,
vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter
episódios imediatos, mas dificilmente transformam as
causas profundas e estruturais que atravessam os
sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro,
que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia
e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes:
princípios e práticas".
Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza
que é necessário que o aluno deixe de ser um número
ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito
legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de
classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue
com as angústias reais do estudante", afirma Maria
Amélia.
De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem
encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um
adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem
desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto
coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e
passa a ser um espaço de proteção", avalia.
https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidoto-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
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