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Na técnica de PCR (reação em cadeia da polimerase),
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1319201
Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Atibaia-SP
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Atibaia-SP
Os norte-americanos votam nesta terça-feira (4 de novembro) nas eleições legislativas de meio de mandato, que definirão novos deputados, senadores e governadores dos Estados Unidos. São disputadas nestas eleições todas as 435 cadeiras da Câmara; 36 das 100 cadeiras do Senado; governadores de 36 dos 50 estados e três territórios, além de diversas propostas de leis estaduais em referendo.
(G1, 4 nov.14. Disponível em: <http://goo.gl/CICWFU> Adaptado)
Com o resultado das eleições,
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Leia o texto para responder a questão.
A culpa é da biologia
Antes de romper com a namorada que votou num candidato diferente do seu ou de brigar com seu melhor amigo porque ele é politicamente cego, considere a possibilidade de que eles não tenham culpa por serem assim.
A responsável é a biologia. Essa pelo menos é a mensagem de um novo estudo que, embora ainda esteja no prelo na “Current Biology”, já movimenta sites e blogs científicos. Um grupo de pesquisadores liderados por Read Montague, da Virginia Tech, mostrou que é possível identificar as inclinações político-ideológicas de indivíduos apenas observando a intensidade com que reagem a fotografias nojentas.
Montague e colegas meteram voluntários numa máquina de ressonância magnética funcional para ver como seus cérebros reagiam a imagens negativas, neutras e prazerosas sem conteúdo político e depois os submeteram a questionários que medem suas preferências políticas.
Descobriram que a resposta neuronal a fotos repulsivas – coisas como infestações por larvas, banheiros sujos, carcaças apodrecidas – permitia prever com precisão que variava entre 95% e 98% como o sujeito se sairia no teste ideológico. Quanto mais exacerbada a reação do cérebro às imagens negativas, mais conservador o indivíduo tende a ser.
O neurocientista diz que teve a ideia do experimento depois de constatar, por meio dos estudos com gêmeos, que a inclinação política é um traço hereditário quase tão forte quanto a altura e que tem muito a ver com a forma como o corpo responde a ameaças externas – duas assinaturas da biologia.
O próprio Montague, entretanto, lembra que biologia não é destino. Humanos mais do que todos os bichos têm a capacidade de exercer controle cognitivo sobre os seus impulsos. Isso significa que podemos pensar em vez de apenas reagir. É verdade que nem sempre o fazemos, mas podemos, inclusive na política.
(Hélio Schwartsman http://www1.folha.uol.com.br. 31.10.2014. Adaptado)
Releia o seguinte trecho do texto para responder a questão.
Quanto mais exacerbada a reação do cérebro às imagens negativas, mais conservador o indivíduo tende a ser.
O termo exacerbada, em destaque no trecho, tem sentido equivalente ao de
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O principal mecanismo de ação da intoxicação com chumbo é
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Duas doenças que podem ser adquiridas pela ingestão de águas contaminadas são
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Em uma reação de imunofluorescência indireta,
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Considere uma empresa com 3 000 funcionários, dos quais, 2 600 trabalham na área de exposição (produção) e estão sujeitos ao risco ambiental. Nessa empresa, houve um acidente na área de produção no mês de abril que levou 13 operários ao óbito.
Com base nessas informações, é possível afirmar que a mortalidade específica dos operários ligados à produção, nesse período, foi de
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Em um grande concurso de dança, participam 900 casais. Em cada casal, as alturas e idades dos parceiros são diferentes. Dois terços dos homens que são maiores que suas parceiras também são mais velhos. No total, 592 homens são mais velhos que suas parceiras. Existem 86 mulheres que são mais altas e mais velhas que seus parceiros, e o número de homens que são mais altos e mais velhos que suas parceiras é um número múltiplo de
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Na fase estacionária de uma cultura bacteriana em meio líquido,
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Leia o texto para responder a questão.
A culpa é da biologia
Antes de romper com a namorada que votou num candidato diferente do seu ou de brigar com seu melhor amigo porque ele é politicamente cego, considere a possibilidade de que eles não tenham culpa por serem assim.
A responsável é a biologia. Essa pelo menos é a mensagem de um novo estudo que, embora ainda esteja no prelo na “Current Biology”, já movimenta sites e blogs científicos. Um grupo de pesquisadores liderados por Read Montague, da Virginia Tech, mostrou que é possível identificar as inclinações político-ideológicas de indivíduos apenas observando a intensidade com que reagem a fotografias nojentas.
Montague e colegas meteram voluntários numa máquina de ressonância magnética funcional para ver como seus cérebros reagiam a imagens negativas, neutras e prazerosas sem conteúdo político e depois os submeteram a questionários que medem suas preferências políticas.
Descobriram que a resposta neuronal a fotos repulsivas – coisas como infestações por larvas, banheiros sujos, carcaças apodrecidas – permitia prever com precisão que variava entre 95% e 98% como o sujeito se sairia no teste ideológico. Quanto mais exacerbada a reação do cérebro às imagens negativas, mais conservador o indivíduo tende a ser.
O neurocientista diz que teve a ideia do experimento depois de constatar, por meio dos estudos com gêmeos, que a inclinação política é um traço hereditário quase tão forte quanto a altura e que tem muito a ver com a forma como o corpo responde a ameaças externas – duas assinaturas da biologia.
O próprio Montague, entretanto, lembra que biologia não é destino. Humanos mais do que todos os bichos têm a capacidade de exercer controle cognitivo sobre os seus impulsos. Isso significa que podemos pensar em vez de apenas reagir. É verdade que nem sempre o fazemos, mas podemos, inclusive na política.
(Hélio Schwartsman http://www1.folha.uol.com.br. 31.10.2014. Adaptado)
Segundo a conclusão do autor do estudo expressa no último parágrafo do texto, a percepção do homem
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