Foram encontradas 40 questões.
2246380
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Nas eleições de 2014, cada estado brasileiro elegeu um senador da república. No estado do Rio de Janeiro, foi eleito senador em 2014, iniciando o mandato em 2015, o seguinte político:
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2246368
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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Uma das questões mais debatidas na atualidade é o grande número de refugiados pelo mundo. Um grupo cada vez maior de pessoas se movimenta em busca de melhores condições de vida. O Brasil se transformou em um dos destinos de alguns fluxos de refugiados. Entre os grupos a seguir assinale o que é um dos principais grupos de refugiados no Brasil.
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Nos processos administrativos disciplinares, há um princípio característico que representa uma de suas principais distinções em relação aos processos judiciais. De acordo com este princípio, importa conhecer o fato efetivamente ocorrido, ou seja, importa saber como se deu o fato no mundo real. Trata-se do princípio do(a):
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Sendo o ato administrativo uma espec1e de ato jurídico, como manifestação do Poder Público, ele possui determinados atributos que lhes conferem características peculiares. O atributo do ato administrativo que permite que o mesmo se imponham a terceiros, sem que estes concordem, é denominado:
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O Grande Irmão
Recebo pelo correio um envelope azul-marinho. Na capa, traz meu prenome em letras garrafais, seguido de uma frase sobre a emoção de morar no Leblon. É um folheto de propaganda de um produto qualquer. Olho para aquele pedaço de papel e sinto uma sensação estranha. Não gosto de ver meu nome estampado em letras tão grandes num envelope jogado na mesa da portaria. Eu, uma pessoa tão discreta, que não falo alto, não me meto com os vizinhos. Sinto como se o vendedor do produto tivesse tomado comigo uma intimidade que não lhe dei, de certa forma me desnudando em público.
No meu aniversário foi a mesma coisa. Recebi um envelope que trazia um gigantesco "Parabéns", seguido do meu nome em letras imensas. O prédio inteiro ficou sabendo que era o meu aniversário. E se eu detestasse esse tipo de efeméride? Se preferisse que ninguém soubesse o dia em que faço anos?
Isso não deveria acontecer. Outra coisa que me incomoda são os telefonemas oferecendo coisas. Ou os e-mails com convites enviados por pessoas de que nunca ouvimos falar. Ou ainda a nossa total impossibilidade de caminhar nas ruas - caminhar, simplesmente -, sem ter de receber, ou recusar, um folhetinho a cada esquina.
Estamos, o tempo todo, recebendo, por meios diversos, uma quantidade enorme de informações e ofertas que não pedimos. Acho isso um abuso, uma invasão-uma violação de direitos humanos.
Nossos nomes completos, endereços, telefones e e-mails estão por aí, disponíveis, em listas que são cedidas ou vendidas a quem interessar possa, para que as empresas nos venham oferecer seus produtos - sem ser convidadas. Cartões de crédito, revistas, serviços telefônicos, produtos de todo tipo nos são impostos e precisamos fazer um esforço enorme para fugir deles. Onde está nossa privacidade?
Sim,onde?
Mas, pensando bem, quem, hoje em dia, está interessado em privacidade? Se as pessoas se desnudam na internet, se exibem ao público seu cotidiano, fazem amor, entram em trabalho de parto, vão ao banheiro, tudo isso on-line, para quem quiser ver? Se são capazes de vender a alma ao demônio para aparecer um minuto que seja na mídia?
A própria sociedade em que vivemos incentiva essa promiscuidade, o fim dos limites, das paredes. O exibicionismo é a palavra de ordem. E não importa se eu, você e alguns poucos ainda prezamos a intimidade como algo só nosso. Nossa resistência é inútil.
Isso me faz lembrar o Grande Irmão, a câmera que, na fantasia futurista de George Orwell, espionava as pessoas, tomava conta da vida de todos, poderosa, onipresente e onisciente. Assim como no livro, nossas vidas não mais nos pertencem. Só que nós mesmos - a sociedade como um todo - somos os culpados.
O Grande Irmão somos nós.
SEIXAS, Heloisa. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro. Objetiva, 2013.
Assinale a função sintática que exerce a oração destacada em: "O prédio inteiro ficou sabendo QUE ERAO MEU ANIVERSÁRIO."
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O poder hierárquico é o de que dispõe o Executivo para organizar e distribuir as funções de seus órgãos, estabelecendo a relação de subordinação entre os servidores do seu quadro de pessoal. Por meio da hierarquia é imposta ao subalterno a estrita obediência das ordens e instruções legais superiores, além de se definir a responsabilidade de cada um. A prerrogativa conferida ao superior hierárquico para, de ofício ou mediante provocação do interessado, apreciar todos os aspectos de um ato de seu subordinado, no intuito de mantê-lo ou reformá-lo, é denominada:
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A anulação do ato administrativo é a declaração de invalidade do mesmo em razão de alguma ilegalidade. Por sua vez, quando é possível suprir o vício sanável de um ato ilegal, por meio de outro ato administrativo, com efeitos retroativos, verifica-se uma situação denominada:
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2246294
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Araruama-RJ
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As Olimpíadas do Rio de Janeiro, que ocorrerão em meados de 2016, suscita uma série de debates sobre os impactos para esse estado. Entre as regiões a seguir a que mais está sofrendo intervenções urbanísticas é:
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A Lei nº 8.666/1993 estabelece normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Existe uma fase do procedimento de licitação em que a Administração verifica a aptidão do candidato para futura contratação em diversos requisitos. Um desses requisitos diz respeito à aptidão profissional e operacional, para a execução do que vier a ser contratado. Faz-se referência à:
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O Grande Irmão
Recebo pelo correio um envelope azul-marinho. Na capa, traz meu prenome em letras garrafais, seguido de uma frase sobre a emoção de morar no Leblon. É um folheto de propaganda de um produto qualquer. Olho para aquele pedaço de papel e sinto uma sensação estranha. Não gosto de ver meu nome estampado em letras tão grandes num envelope jogado na mesa da portaria. Eu, uma pessoa tão discreta, que não falo alto, não me meto com os vizinhos. Sinto como se o vendedor do produto tivesse tomado comigo uma intimidade que não lhe dei, de certa forma me desnudando em público.
No meu aniversário foi a mesma coisa. Recebi um envelope que trazia um gigantesco "Parabéns", seguido do meu nome em letras imensas. O prédio inteiro ficou sabendo que era o meu aniversário. E se eu detestasse esse tipo de efeméride? Se preferisse que ninguém soubesse o dia em que faço anos?
Isso não deveria acontecer. Outra coisa que me incomoda são os telefonemas oferecendo coisas. Ou os e-mails com convites enviados por pessoas de que nunca ouvimos falar. Ou ainda a nossa total impossibilidade de caminhar nas ruas - caminhar, simplesmente -, sem ter de receber, ou recusar, um folhetinho a cada esquina.
Estamos, o tempo todo, recebendo, por meios diversos, uma quantidade enorme de informações e ofertas que não pedimos. Acho isso um abuso, uma invasão-uma violação de direitos humanos.
Nossos nomes completos, endereços, telefones e e-mails estão por aí, disponíveis, em listas que são cedidas ou vendidas a quem interessar possa, para que as empresas nos venham oferecer seus produtos - sem ser convidadas. Cartões de crédito, revistas, serviços telefônicos, produtos de todo tipo nos são impostos e precisamos fazer um esforço enorme para fugir deles. Onde está nossa privacidade?
Sim,onde?
Mas, pensando bem, quem, hoje em dia, está interessado em privacidade? Se as pessoas se desnudam na internet, se exibem ao público seu cotidiano, fazem amor, entram em trabalho de parto, vão ao banheiro, tudo isso on-line, para quem quiser ver? Se são capazes de vender a alma ao demônio para aparecer um minuto que seja na mídia?
A própria sociedade em que vivemos incentiva essa promiscuidade, o fim dos limites, das paredes. O exibicionismo é a palavra de ordem. E não importa se eu, você e alguns poucos ainda prezamos a intimidade como algo só nosso. Nossa resistência é inútil.
Isso me faz lembrar o Grande Irmão, a câmera que, na fantasia futurista de George Orwell, espionava as pessoas, tomava conta da vida de todos, poderosa, onipresente e onisciente. Assim como no livro, nossas vidas não mais nos pertencem. Só que nós mesmos - a sociedade como um todo - somos os culpados.
O Grande Irmão somos nós.
SEIXAS, Heloisa. Crônicas para ler na escola. Rio de Janeiro. Objetiva, 2013.
Pelo contexto, o sujeito do verbo destacado na frase "Na capa, TRAZ meu prenome em letras garrafais, seguido de uma frase sobre a emoção de morar no Leblon."é:
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