Foram encontradas 40 questões.
Considere as proposições:
I. O elemento !$ a_{64} !$ da matriz !$ A= (aij)_{5x7} !$ em que !$ a_{ij} = i + 2 j !$ é 14.
II. !$ det(A) = det(A^T) !$, em que !$ A_{nxn} !$
III. Se então !$ { \begin{vmatrix} a\,\,b\,\,c\\d\,\,e\,\,f\\g\,\,h\,\,i\end{vmatrix}} = - 13 !$ então !$ { \begin{vmatrix} 6a\,\,2b\,\,2c\\3d\,\,e\,\,f\\3g\,\,h\,\,i\end{vmatrix}} = 2.3. (-13) = - 78 !$
IV. O elemento !$ b_{13} !$ da matriz !$ B= A^T !$ em que !$ A = (aij)_{3x3} !$ e !$ aij = i^2 + 2j !$ é !$ 11 !$
Assinale a alternativa que apresenta a quantidade de proposição(ÕES) CORRETA(S):
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Nas creches, ações que envolvem cuidados corporais são fundamentais. Nesse aspecto, há três áreas básicas que devem ser exploradas: a higiene, a alimentação e o repouso. Em relação a esses cuidados, leia as afirmações a seguir:
I. Em relação à alimentação, Aconselha-se que as mamadeiras sejam oferecidas com o bebê no colo, bem recostado, o que propicia contato corporal, troca de olhares e expressões faciais entre o adulto e a criança.
II. Lavar as mãos antes de segurar um novo alimento é um hábito simples e essencial que os pequenos podem incorporar desde os primeiros anos.
III. As refeições devem ser servidas em ambientes tranquilos e em grandes grupos misturar as turmas da creche nesse momento é uma boa ideia, pois aumenta o tempo de alimentação das crianças.
IV. Estimule novas experiências sempre que possível e explore novos sabores com o grupo, insistindo que a criança experimente o alimento quando ela o rejeitar.
De acordo com a descrição, são corretas APENAS as afirmações:
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Assinale a alternativa que apresenta o esboço da função !$ y = f (x) = ax^2 + bx + c !$, em que !$ a<0,\,\,b>0\,e\,c>0 !$.
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É importante brincar e cantar com as crianças, pois o vínculo afetivo e prazeroso que se estabelece nas turmas em que se canta é forte e significativo. Em relação ao desenvolvimento da música nas instituições de educação infantil, analise as proposições seguintes em (V) Verdadeiras ou (F) Falsas:
I. ( ) A música deve ser parte importante da formação das crianças que apresentam necessidades especiais.
II. ( ) A música é um processo contínuo de construção, que envolve perceber, sentir, experimentar, imitar, criar e refletir.
III. ( ) A música deve sempre ser utilizada para a formação de hábitos e disciplina.
IV. ( ) No dia a dia das creches e pré-escolas, a linguagem musical deve completar atividades como brinquedos cantados e rítmicos, jogos que reúnem som, movimento e dança, sonorização de histórias.
V. ( ) O educador, ao falar e cantar com as crianças, atuará como modelo, assim não deve forçar a voz e nem gritar.
Assinale a sequência CORRETA:
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O campo da Educação Infantil vive um intenso processo de revisão de concepções sobre educação de crianças e os ambientes de aprendizagem. Em especial, têm se mostrado prioritárias as discussões sobre como orientar o trabalho junto às crianças de até três anos em creches. De acordo com estas discussões, analise as proposições seguintes em (V) Verdadeiras ou (F) Falsas:
I. ( ) O espaço da instituição de educação infantil precisa oportunizar o direito ao sol e o direito de brincar com água.
II. ( ) Nas salas de aula, torna-se necessário que as janelas sejam bem altas com os vidros esfumaçados, a fim de que elas se dispersem ao olhar para fora.
III. ( ) Os ambientes onde a criança circula devem ser arrumamos com capricho e criatividade, expondo sempre as decorações confeccionadas pelos professores e auxiliares.
IV. ( ) As interações entre os bebês e as crianças maiores deve ser estimuladas e oportunizadas.
Assinale a sequência CORRETA:
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A informação veste hoje o homem de amanhã
Pelé tinha razão ao pedir pelos microfones – no dia em que marcou seu milésimo gol – que se cuidasse mais das criancinhas. Realmente é necessário mais cuidado com elas. Eu conheço muita criancinha que já anda lendo a Playboy.
Não, meus caros, as criancinhas não são mais aquelas. Estão perdendo rapidamente a infância. E a prosseguir nesse ritmo, daqui a pouco com cinco anos já serão adolescentes. Há pouco tempo, remexendo o passado, dei de cara com um pião, velho companheiro de brincadeiras de rua. Sem saber o que fazer com ele,resolvi dar de presente para o filho do porteiro. O garoto pegou-o, examinando-o sem muita animação e me perguntou insensível:
- O que é isso?
Seu pai que se aproximava respondeu: um pião. E esquecendo-se por um momento de suas funções na portaria apanhou o brinquedo, agachou-se e numa animação quase infantil ficou tentando soltá-lo. O filho, em pé, olhou-o fixo, virou-se para mim e assumindo um ar crítico comentou:
- Olha aí – disse apontando para o pai abaixado-, parece um débil mental.
Segundo os educadores, as mudanças decorrem do fato de as crianças da década crescerem muito bem informadinhas. Um jornal publicou uma matéria baseada em pesquisa realizada entre crianças de 3 a 15 anos (se é que hoje ainda se pode chamar um cidadão de 15 anos de criança) cujo título era: “Como se está fazendo o homem de amanhã”. Eu particularmente creio que o homem do amanhã continua sendo feito com os mesmos ingredientes com que se fazia o homem de ontem, ou seja: um homem e uma mulher, que devem ser temperados com uma pitada de amor antes de levados ao forno. Mas não é isso que interessa. Num determinado trecho, a reportagem dizia: “O menino André Luiz, de quatro anos, viu pela TV a chegada do homem à Lua. Achou o fato natural, pois estava informado sobre os preparativos e podia descrever perfeitamente o módulo lunar. Sabia de cor o nome dos astronautas e discutia sobre as possibilidades de o homem chegar a Marte”. Os senhores estão sentido o drama? André Luiz sabia mais sobre o espaço do que qualquer datilógrafo da NASA.
A pesquisa revela também que as novas crianças preferem novelas e outros tipos de programa aos feitos especialmente para classe. Outro dia fui à casa do vizinho pedir gelo, e ao chegar assisti à maior discussão entre ele e o filho de cinco anos diante da televisão. Meu vizinho querendo ver desenhos animados, e seu filho interessado no NationalGeographic.
Antigamente os campos estavam bem definidos: as crianças de um lado e os adultos do outro. Agora não há mais fronteiras. As crianças invadiram e tomam de assalto o mundo dos adultos. Eu me lembro do dia em que, com quatro ou cinco anos, meu paime levou ao Jóquei Clube. Paramos ali junto ao padoque e pela primeira vez vi um cavalo de perto. Excitado com a novidade, depois de um esforço – se vocês me permitem: cavalar -, o máximo que consegui perguntar ao meu pai era o que o cavalo comia. Pois bem, ontem voltei com meu sobrinho de seis anos ao hipódromo. Recostamos no padoque perto de um cavalo castanho e eu me recordei da cena com o meu pai. Imaginando que o garoto poderia me fazer a mesma pergunta, antecipei-me com um certo orgulho e fui logo lhe informando que “ o cavalo come aveia, alfafa e cenoura”. Quando acabei de falar, o menino me lançou um olhar enfastiado e disse:
- O que o cavalo come eu já sei, tio. Agora estou interessado
em saber é quanto ela vai pagar na ponta. (Carlos Eduardo Novaes) (NOVAES, Carlos Eduardo. A cadeira do dentista e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994).
“Não, meus caros, as criancinhas não são mais aquelas.”
Na classificação sintática dos termos da oração, a expressão grifada no trecho acima exerce a função de:
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A informação veste hoje o homem de amanhã
Pelé tinha razão ao pedir pelos microfones – no dia em que marcou seu milésimo gol – que se cuidasse mais das criancinhas. Realmente é necessário mais cuidado com elas. Eu conheço muita criancinha que já anda lendo a Playboy.
Não, meus caros, as criancinhas não são mais aquelas. Estão perdendo rapidamente a infância. E a prosseguir nesse ritmo, daqui a pouco com cinco anos já serão adolescentes. Há pouco tempo, remexendo o passado, dei de cara com um pião, velho companheiro de brincadeiras de rua. Sem saber o que fazer com ele,resolvi dar de presente para o filho do porteiro. O garoto pegou-o, examinando-o sem muita animação e me perguntou insensível:
- O que é isso?
Seu pai que se aproximava respondeu: um pião. E esquecendo-se por um momento de suas funções na portaria apanhou o brinquedo, agachou-se e numa animação quase infantil ficou tentando soltá-lo. O filho, em pé, olhou-o fixo, virou-se para mim e assumindo um ar crítico comentou:
- Olha aí – disse apontando para o pai abaixado-, parece um débil mental.
Segundo os educadores, as mudanças decorrem do fato de as crianças da década crescerem muito bem informadinhas. Um jornal publicou uma matéria baseada em pesquisa realizada entre crianças de 3 a 15 anos (se é que hoje ainda se pode chamar um cidadão de 15 anos de criança) cujo título era: “Como se está fazendo o homem de amanhã”. Eu particularmente creio que o homem do amanhã continua sendo feito com os mesmos ingredientes com que se fazia o homem de ontem, ou seja: um homem e uma mulher, que devem ser temperados com uma pitada de amor antes de levados ao forno. Mas não é isso que interessa. Num determinado trecho, a reportagem dizia: “O menino André Luiz, de quatro anos, viu pela TV a chegada do homem à Lua. Achou o fato natural, pois estava informado sobre os preparativos e podia descrever perfeitamente o módulo lunar. Sabia de cor o nome dos astronautas e discutia sobre as possibilidades de o homem chegar a Marte”. Os senhores estão sentido o drama? André Luiz sabia mais sobre o espaço do que qualquer datilógrafo da NASA.
A pesquisa revela também que as novas crianças preferem novelas e outros tipos de programa aos feitos especialmente para classe. Outro dia fui à casa do vizinho pedir gelo, e ao chegar assisti à maior discussão entre ele e o filho de cinco anos diante da televisão. Meu vizinho querendo ver desenhos animados, e seu filho interessado no NationalGeographic.
Antigamente os campos estavam bem definidos: as crianças de um lado e os adultos do outro. Agora não há mais fronteiras. As crianças invadiram e tomam de assalto o mundo dos adultos. Eu me lembro do dia em que, com quatro ou cinco anos, meu paime levou ao Jóquei Clube. Paramos ali junto ao padoque e pela primeira vez vi um cavalo de perto. Excitado com a novidade, depois de um esforço – se vocês me permitem: cavalar -, o máximo que consegui perguntar ao meu pai era o que o cavalo comia. Pois bem, ontem voltei com meu sobrinho de seis anos ao hipódromo. Recostamos no padoque perto de um cavalo castanho e eu me recordei da cena com o meu pai. Imaginando que o garoto poderia me fazer a mesma pergunta, antecipei-me com um certo orgulho e fui logo lhe informando que “ o cavalo come aveia, alfafa e cenoura”. Quando acabei de falar, o menino me lançou um olhar enfastiado e disse:
- O que o cavalo come eu já sei, tio. Agora estou interessado
em saber é quanto ela vai pagar na ponta. (Carlos Eduardo Novaes) (NOVAES, Carlos Eduardo. A cadeira do dentista e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994).
“Recostamos no padoque perto de um cavalo castanho....”.
No contexto em que se insere, indique a alternativa que descreve o que é “padoque”:
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Em relação à disposição e organização dos materiais, analise as proposições seguintes em (V) Verdadeiras ou (F) Falsas:
I. ( ) Os brinquedos e demais materiais precisam estar dispostos de forma acessível às crianças, permitindo seu uso autônomo, sua visibilidade.
II. ( ) É necessário uma organização dos brinquedos e materiais que possibilite identificar os critérios de ordenação.
III. ( ) Como os pequenos adoram levar tudo à boca, deve-se evitar peças miúdas, modelos muito frágeis e brinquedos que desmontam.
IV. ( ) Todos os brinquedos devem ser fáceis de lavar e higienizar para evitar riscos de contaminação.
Assinale a sequência CORRETA:
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A informação veste hoje o homem de amanhã
Pelé tinha razão ao pedir pelos microfones – no dia em que marcou seu milésimo gol – que se cuidasse mais das criancinhas. Realmente é necessário mais cuidado com elas. Eu conheço muita criancinha que já anda lendo a Playboy.
Não, meus caros, as criancinhas não são mais aquelas. Estão perdendo rapidamente a infância. E a prosseguir nesse ritmo, daqui a pouco com cinco anos já serão adolescentes. Há pouco tempo, remexendo o passado, dei de cara com um pião, velho companheiro de brincadeiras de rua. Sem saber o que fazer com ele,resolvi dar de presente para o filho do porteiro. O garoto pegou-o, examinando-o sem muita animação e me perguntou insensível:
- O que é isso?
Seu pai que se aproximava respondeu: um pião. E esquecendo-se por um momento de suas funções na portaria apanhou o brinquedo, agachou-se e numa animação quase infantil ficou tentando soltá-lo. O filho, em pé, olhou-o fixo, virou-se para mim e assumindo um ar crítico comentou:
- Olha aí – disse apontando para o pai abaixado-, parece um débil mental.
Segundo os educadores, as mudanças decorrem do fato de as crianças da década crescerem muito bem informadinhas. Um jornal publicou uma matéria baseada em pesquisa realizada entre crianças de 3 a 15 anos (se é que hoje ainda se pode chamar um cidadão de 15 anos de criança cujo título era: “Como se está fazendo o homem de amanhã”. Eu particularmente creio que o homem do amanhã continua sendo feito com os mesmos ingredientes com que se fazia o homem de ontem, ou seja: um homem e uma mulher, que devem ser temperados com uma pitada de amor antes de levados ao forno. Mas não é isso que interessa. Num determinado trecho, a reportagem dizia: “O menino André Luiz, de quatro anos, viu pela TV a chegada do homem à Lua. Achou o fato natural, pois estava informado sobre os preparativos e podia descrever perfeitamente o módulo lunar. Sabia de cor o nome dos astronautas e discutia sobre as possibilidades de o homem chegar a Marte”. Os senhores estão sentido o drama? André Luiz sabia mais sobre o espaço do que qualquer datilógrafo da NASA.
A pesquisa revela também que as novas crianças preferem novelas e outros tipos de programa aos feitos especialmente para classe. Outro dia fui à casa do vizinho pedir gelo, e ao chegar assisti à maior discussão entre ele e o filho de cinco anos diante da televisão. Meu vizinho querendo ver desenhos animados, e seu filho interessado no NationalGeographic.
Antigamente os campos estavam bem definidos: as crianças de um lado e os adultos do outro. Agora não há mais fronteiras. As crianças invadiram e tomam de assalto o mundo dos adultos. Eu me lembro do dia em que, com quatro ou cinco anos, meu paime levou ao Jóquei Clube. Paramos ali junto ao padoque e pela primeira vez vi um cavalo de perto. Excitado com a novidade, depois de um esforço – se vocês me permitem: cavalar -, o máximo que consegui perguntar ao meu pai era o que o cavalo comia. Pois bem, ontem voltei com meu sobrinho de seis anos ao hipódromo. Recostamos no padoque perto de um cavalo castanho e eu me recordei da cena com o meu pai. Imaginando que o garoto poderia me fazer a mesma pergunta, antecipei-me com um certo orgulho e fui logo lhe informando que “ o cavalo come aveia, alfafa e cenoura”. Quando acabei de falar, o menino me lançou um olhar enfastiado e disse:
- O que o cavalo come eu já sei, tio. Agora estou interessado
em saber é quanto ela vai pagar na ponta. (Carlos Eduardo Novaes) (NOVAES, Carlos Eduardo. A cadeira do dentista e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1994).
O texto em análise é uma crônica argumentativa, pois o autor defende seu ponto de vista. E qual é, então, o ponto de vista de Novaes?
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Assinale a alternativa que apresenta o gráfico da função !$ f: \mathbb{R} \rightarrow \mathbb{R} !$, definida por !$ f(x) = |x +1| -2 !$
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