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Foram encontradas 50 questões.

2990299 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
A área de um terreno retangular, com o comprimento 10 m maior que sua largura, é de 7200 m2 . O perímetro deste terreno é de
 

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2990298 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
Em uma corda com 240 m de comprimento, a cada 12 m deverá ser feita uma marcação, sendo a primeira marcação a 5 metros de uma das extremidades dessa corda. Sendo assim, a última marcação estará, da outra extremidade da corda, a
 

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2990297 Ano: 2023
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
A professora Mariana comprou uma unidade de determinado produto para cada um de seus alunos. Como nas duas lojas existentes nas proximidades da escola não havia a quantidade total de unidades de que ela precisava, ela comprou a maior parte, 80 unidades, na loja com o melhor preço, pagando o valor de R$ 3,50 em cada unidade, e o restante da quantidade de que precisava foi comprado na outra loja, por R$ 4,00 cada unidade. Se ela gastou, ao todo, R$ 400,00, o número de alunos que Mariana tem é igual a
 

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2990296 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
Para certo evento comemorativo em uma escola, será necessário recortar, em cartolina, pedaços geométricos no formato de triângulo retângulo, com o menor ângulo interno medindo 30° e lado oposto a esse ângulo medindo 10 cm. O maior lado deste triângulo deverá medir
 

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2990295 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
Suponha que você tenha à disposição 5 lugares e queira acomodar 5 alunos sentados nesses lugares, sem restrição alguma. O número total de maneiras distintas possíveis para você acomodar esses alunos é igual a
 

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2990280 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
O menino que escrevia versos
– Ele escreve versos!
Apontou o filho, como se entregasse criminoso na esquadra. O médico perguntou:
– Há antecedentes na família?
– Desculpe, doutor?
O médico explicou em pormenores. Dona Serafina respondeu que não. O pai da criança, mecânico de nascença e preguiçoso por destino, nunca espreitara uma página. Lia motores, interpretava chaparias. Tratava-a bem, mas a doçura mais requintada que conseguira tinha sido em noite de núpcias:
– Serafina, você hoje cheira a óleo Castrol!
Ela hoje até se comove com a comparação: perfume de igual qualidade qual outra mulher ousa sequer sonhar? Pobres que fossem esses dias, para ela, tinham sido lua-de- -mel. O filho fora confeccionado nesses namoros de unha suja, restos de combustível manchando o lençol.
A oficina mal dava para o pão e para a escola do miúdo. Mas eis que começaram a aparecer, pelos recantos da casa, papéis rabiscados com versos. O filho confessou, sem pestanejar, a autoria do feito.
O pai logo sentenciara: havia que tirar o miúdo da escola. Aquilo era coisa de estudos a mais, perigosos contágios, más companhias. Pois o rapaz, em vez de se lançar no esfrega- -refrega com as meninas, se acabrunhava nas penumbras e, pior ainda, escrevia versos. Que se passava: mariquice intelectual? Ou carburador entupido, avarias dessas que a vida do homem fica em ponto morto?
Dona Serafina defendeu o filho e os estudos. O pai, conformado, exigiu que ele fosse examinado.
– O médico que faça revisão geral, parte mecânica e elétrica. Que se afinasse o sangue, calibrasse os pulmões, lhe espreitassem o nível do óleo. O que urgia era terminar com aquela vergonha familiar.
Olhos baixos, o médico escutou tudo e aviava a receita.
Com enfado, dirigiu-se ao menino:
– Dói-te alguma coisa?
– Dói-me a vida, doutor.
A resposta o surpreendeu.
– E o que fazes quando te assaltam essas dores?
– O que melhor sei fazer, excelência, sonhar.
Serafina desferiu um tapa na nuca do filho. Não lembrava o que o pai lhe dissera sobre os sonhos? Que fosse sonhar longe! Mas o filho reagiu: longe, por quê? Perto o sonho aleijaria alguém? O pai teria, sim, receio de sonho. E riu-se, acarinhando o braço da mãe.
O médico estranhou o miúdo. Custava a crer, visto a idade. O menino exemplificaria os sonhos, mas o doutor interrompeu-o dizendo que não tinha tempo e que ali não era uma clínica psiquiátrica.
A mãe, desesperada, pediu que o doutor olhasse o caderninho dos versos, a ver se ali catava o motivo de tão grave distúrbio. Contrafeito, o médico aceitou e propôs que voltasse na próxima semana.
Na semana seguinte, o médico, sisudo, perguntou ao menino se ele havia escrito mais versos.
– Isto que faço não é escrever, doutor. Estou, sim, a viver. Tenho este pedaço de vida – disse, apontando um novo caderninho.
O médico chamou a mãe, à parte. Que aquilo era mais grave do que se poderia pensar. O menino carecia de internamento urgente. Ele assumiria as despesas, o menino ficaria em sua clínica para o tratamento.
Hoje quem visita o consultório raramente encontra o médico. Manhãs e tardes ele se senta num recanto do quarto onde está internado o menino. Quem passa pode escutar a voz do filho do mecânico que vai lendo, verso a verso, o seu próprio coração. E o médico, abreviando silêncios:
–Não pare, meu filho. Continue lendo...
(Mia Couto, O menino que escrevia versos. Adaptado)
Observe as passagens do texto:
Apontou o filho, como se entregasse... (2° parágrafo) Tratava-a bem, mas a doçura mais requintada... (5º parágrafo) O pai da criança (...) nunca espreitara uma página. (5º parágrafo)
As expressões destacadas expressam, no contexto em que se encontram, correta e respectivamente, sentido de:
 

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2990269 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Enunciado 3387982-1

Leia o trecho a seguir.
Calvin dirigiu-se professora e pôs-se dizer o que achava da educação. Porém, solicitação da professora de que levantasse a mão quem não tivesse feito a lição, Calvin reagiu maldosamente.
As lacunas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
 

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2990268 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Enunciado 3387981-1

A fala de Calvin, no segundo quadrinho, evidencia que
 

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2990267 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
O menino que escrevia versos
– Ele escreve versos!
Apontou o filho, como se entregasse criminoso na esquadra. O médico perguntou:
– Há antecedentes na família?
– Desculpe, doutor?
O médico explicou em pormenores. Dona Serafina respondeu que não. O pai da criança, mecânico de nascença e preguiçoso por destino, nunca espreitara uma página. Lia motores, interpretava chaparias. Tratava-a bem, mas a doçura mais requintada que conseguira tinha sido em noite de núpcias:
– Serafina, você hoje cheira a óleo Castrol!
Ela hoje até se comove com a comparação: perfume de igual qualidade qual outra mulher ousa sequer sonhar? Pobres que fossem esses dias, para ela, tinham sido lua-de- -mel. O filho fora confeccionado nesses namoros de unha suja, restos de combustível manchando o lençol.
A oficina mal dava para o pão e para a escola do miúdo. Mas eis que começaram a aparecer, pelos recantos da casa, papéis rabiscados com versos. O filho confessou, sem pestanejar, a autoria do feito.
O pai logo sentenciara: havia que tirar o miúdo da escola. Aquilo era coisa de estudos a mais, perigosos contágios, más companhias. Pois o rapaz, em vez de se lançar no esfrega- -refrega com as meninas, se acabrunhava nas penumbras e, pior ainda, escrevia versos. Que se passava: mariquice intelectual? Ou carburador entupido, avarias dessas que a vida do homem fica em ponto morto?
Dona Serafina defendeu o filho e os estudos. O pai, conformado, exigiu que ele fosse examinado.
– O médico que faça revisão geral, parte mecânica e elétrica. Que se afinasse o sangue, calibrasse os pulmões, lhe espreitassem o nível do óleo. O que urgia era terminar com aquela vergonha familiar.
Olhos baixos, o médico escutou tudo e aviava a receita.
Com enfado, dirigiu-se ao menino:
– Dói-te alguma coisa?
– Dói-me a vida, doutor.
A resposta o surpreendeu.
– E o que fazes quando te assaltam essas dores?
– O que melhor sei fazer, excelência, sonhar.
Serafina desferiu um tapa na nuca do filho. Não lembrava o que o pai lhe dissera sobre os sonhos? Que fosse sonhar longe! Mas o filho reagiu: longe, por quê? Perto o sonho aleijaria alguém? O pai teria, sim, receio de sonho. E riu-se, acarinhando o braço da mãe.
O médico estranhou o miúdo. Custava a crer, visto a idade. O menino exemplificaria os sonhos, mas o doutor interrompeu-o dizendo que não tinha tempo e que ali não era uma clínica psiquiátrica.
A mãe, desesperada, pediu que o doutor olhasse o caderninho dos versos, a ver se ali catava o motivo de tão grave distúrbio. Contrafeito, o médico aceitou e propôs que voltasse na próxima semana.
Na semana seguinte, o médico, sisudo, perguntou ao menino se ele havia escrito mais versos.
– Isto que faço não é escrever, doutor. Estou, sim, a viver. Tenho este pedaço de vida – disse, apontando um novo caderninho.
O médico chamou a mãe, à parte. Que aquilo era mais grave do que se poderia pensar. O menino carecia de internamento urgente. Ele assumiria as despesas, o menino ficaria em sua clínica para o tratamento.
Hoje quem visita o consultório raramente encontra o médico. Manhãs e tardes ele se senta num recanto do quarto onde está internado o menino. Quem passa pode escutar a voz do filho do mecânico que vai lendo, verso a verso, o seu próprio coração. E o médico, abreviando silêncios:
–Não pare, meu filho. Continue lendo...
(Mia Couto, O menino que escrevia versos. Adaptado)
Leia os versos atribuídos ao menino:
De que vale ter voz se só quando não falo é que me entendem? De que vale acordar se o que vivo é menos do que o que sonhei?
(versos do menino que fazia versos)
Considerando esses versos, é correto afirmar que o eu lírico
 

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2990266 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP
O menino que escrevia versos
– Ele escreve versos!
Apontou o filho, como se entregasse criminoso na esquadra. O médico perguntou:
– Há antecedentes na família?
– Desculpe, doutor?
O médico explicou em pormenores. Dona Serafina respondeu que não. O pai da criança, mecânico de nascença e preguiçoso por destino, nunca espreitara uma página. Lia motores, interpretava chaparias. Tratava-a bem, mas a doçura mais requintada que conseguira tinha sido em noite de núpcias:
– Serafina, você hoje cheira a óleo Castrol!
Ela hoje até se comove com a comparação: perfume de igual qualidade qual outra mulher ousa sequer sonhar? Pobres que fossem esses dias, para ela, tinham sido lua-de- -mel. O filho fora confeccionado nesses namoros de unha suja, restos de combustível manchando o lençol.
A oficina mal dava para o pão e para a escola do miúdo. Mas eis que começaram a aparecer, pelos recantos da casa, papéis rabiscados com versos. O filho confessou, sem pestanejar, a autoria do feito.
O pai logo sentenciara: havia que tirar o miúdo da escola. Aquilo era coisa de estudos a mais, perigosos contágios, más companhias. Pois o rapaz, em vez de se lançar no esfrega- -refrega com as meninas, se acabrunhava nas penumbras e, pior ainda, escrevia versos. Que se passava: mariquice intelectual? Ou carburador entupido, avarias dessas que a vida do homem fica em ponto morto?
Dona Serafina defendeu o filho e os estudos. O pai, conformado, exigiu que ele fosse examinado.
– O médico que faça revisão geral, parte mecânica e elétrica. Que se afinasse o sangue, calibrasse os pulmões, lhe espreitassem o nível do óleo. O que urgia era terminar com aquela vergonha familiar.
Olhos baixos, o médico escutou tudo e aviava a receita.
Com enfado, dirigiu-se ao menino:
– Dói-te alguma coisa?
– Dói-me a vida, doutor.
A resposta o surpreendeu.
– E o que fazes quando te assaltam essas dores?
– O que melhor sei fazer, excelência, sonhar.
Serafina desferiu um tapa na nuca do filho. Não lembrava o que o pai lhe dissera sobre os sonhos? Que fosse sonhar longe! Mas o filho reagiu: longe, por quê? Perto o sonho aleijaria alguém? O pai teria, sim, receio de sonho. E riu-se, acarinhando o braço da mãe.
O médico estranhou o miúdo. Custava a crer, visto a idade. O menino exemplificaria os sonhos, mas o doutor interrompeu-o dizendo que não tinha tempo e que ali não era uma clínica psiquiátrica.
A mãe, desesperada, pediu que o doutor olhasse o caderninho dos versos, a ver se ali catava o motivo de tão grave distúrbio. Contrafeito, o médico aceitou e propôs que voltasse na próxima semana.
Na semana seguinte, o médico, sisudo, perguntou ao menino se ele havia escrito mais versos.
– Isto que faço não é escrever, doutor. Estou, sim, a viver. Tenho este pedaço de vida – disse, apontando um novo caderninho.
O médico chamou a mãe, à parte. Que aquilo era mais grave do que se poderia pensar. O menino carecia de internamento urgente. Ele assumiria as despesas, o menino ficaria em sua clínica para o tratamento.
Hoje quem visita o consultório raramente encontra o médico. Manhãs e tardes ele se senta num recanto do quarto onde está internado o menino. Quem passa pode escutar a voz do filho do mecânico que vai lendo, verso a verso, o seu próprio coração. E o médico, abreviando silêncios:
–Não pare, meu filho. Continue lendo...
(Mia Couto, O menino que escrevia versos. Adaptado)
Assinale a alternativa cuja frase construída a partir do texto está de acordo com a norma-padrão de pontuação.
 

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