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“Certo dia, começou a montanha a dar urros e a inchar, dizendo que queria parir. Andava a gente muito surpresa e cheia de temor, receosa de que nascesse algum monstro que pudesse destruir o mundo todo. Chegado o tempo do parto, estando todos juntos suspensos, a montanha pariu um rato, transformando em riso o que antes era medo. Moral da história: esta fábula é sobre os que prometem de si coisas grandes, e depois não fazem coisa alguma, como são certos fanfarrões, que dizem ser valentes e, com muitos juramentos, o querem parecer. Outros que gabam as suas letras e os livros que hão de escrever, mas quando se joeira a valentia de uns e a ciência dos outros, tudo é joio. Pelo que com razão fica quem os conhece e se ri e escarnece deles, como na fábula se diz que os homens fizeram do parto da montanha”.
(Fábulas de Esopo, com adaptações).
Marque a alternativa que indica um termo extraído do texto que está no plural.
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“Certo dia, começou a montanha a dar urros e a inchar, dizendo que queria parir. Andava a gente muito surpresa e cheia de temor, receosa de que nascesse algum monstro que pudesse destruir o mundo todo. Chegado o tempo do parto, estando todos juntos suspensos, a montanha pariu um rato, transformando em riso o que antes era medo. Moral da história: esta fábula é sobre os que prometem de si coisas grandes, e depois não fazem coisa alguma, como são certos fanfarrões, que dizem ser valentes e, com muitos juramentos, o querem parecer. Outros que gabam as suas letras e os livros que hão de escrever, mas quando se joeira a valentia de uns e a ciência dos outros, tudo é joio. Pelo que com razão fica quem os conhece e se ri e escarnece deles, como na fábula se diz que os homens fizeram do parto da montanha”.
(Fábulas de Esopo, com adaptações).
Marque a alternativa que indica um termo do gênero feminino extraído do texto.
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“Certo dia, começou a montanha a dar urros e a inchar, dizendo que queria parir. Andava a gente muito surpresa e cheia de temor, receosa de que nascesse algum monstro que pudesse destruir o mundo todo. Chegado o tempo do parto, estando todos juntos suspensos, a montanha pariu um rato, transformando em riso o que antes era medo. Moral da história: esta fábula é sobre os que prometem de si coisas grandes, e depois não fazem coisa alguma, como são certos fanfarrões, que dizem ser valentes e, com muitos juramentos, o querem parecer. Outros que gabam as suas letras e os livros que hão de escrever, mas quando se joeira a valentia de uns e a ciência dos outros, tudo é joio. Pelo que com razão fica quem os conhece e se ri e escarnece deles, como na fábula se diz que os homens fizeram do parto da montanha”.
(Fábulas de Esopo, com adaptações).
Após a expressão “moral da história”, aparece no texto a pontuação denominada dois-pontos. Neste caso, essa pontuação é utilizada para:
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“Certo dia, começou a montanha a dar urros e a inchar, dizendo que queria parir. Andava a gente muito surpresa e cheia de temor, receosa de que nascesse algum monstro que pudesse destruir o mundo todo. Chegado o tempo do parto, estando todos juntos suspensos, a montanha pariu um rato, transformando em riso o que antes era medo. Moral da história: esta fábula é sobre os que prometem de si coisas grandes, e depois não fazem coisa alguma, como são certos fanfarrões, que dizem ser valentes e, com muitos juramentos, o querem parecer. Outros que gabam as suas letras e os livros que hão de escrever, mas quando se joeira a valentia de uns e a ciência dos outros, tudo é joio. Pelo que com razão fica quem os conhece e se ri e escarnece deles, como na fábula se diz que os homens fizeram do parto da montanha”.
(Fábulas de Esopo, com adaptações).
Em relação ao “parto da montanha”, narrado na fábula, pode-se concluir que:
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“Certo dia, começou a montanha a dar urros e a inchar, dizendo que queria parir. Andava a gente muito surpresa e cheia de temor, receosa de que nascesse algum monstro que pudesse destruir o mundo todo. Chegado o tempo do parto, estando todos juntos suspensos, a montanha pariu um rato, transformando em riso o que antes era medo. Moral da história: esta fábula é sobre os que prometem de si coisas grandes, e depois não fazem coisa alguma, como são certos fanfarrões, que dizem ser valentes e, com muitos juramentos, o querem parecer. Outros que gabam as suas letras e os livros que hão de escrever, mas quando se joeira a valentia de uns e a ciência dos outros, tudo é joio. Pelo que com razão fica quem os conhece e se ri e escarnece deles, como na fábula se diz que os homens fizeram do parto da montanha”.
(Fábulas de Esopo, com adaptações).
Marque a alternativa que contém um provérbio popular que poderia resumir a moral da história.
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“Mais um filme italiano que conquista o coração da plateia brasileira, esse despretensioso e lírico ‘Viver em paz’. A história da aldeia humilde, agasalhada num pico de morro, sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis, que só pedia aos outros o direito de continuar vivendo na sua calma secular e na sua secular pobreza. Viver em paz: talvez seja esse o mais belo título que possa hoje ocorrer a quem batiza uma obra de arte. No meio da guerra, do medo e da miséria, viver em paz. No meio da discórdia, do desentendimento e da fraude, viver em paz. Outras idades sonharam glória, técnica e riqueza; conforto, poder, ciência. Mas a nossa idade apenas sonha com paz. Dentro dos apartamentos minúsculos da grande cidade, o direito de acordar cedo, tomar sua condução, procurar o seu trabalho e dar conta dele, e ao fim do dia voltar sossegadamente para casa, a fim de comer e repousar: isso é paz. No campo, plantar sua raiz de mandioca, colhê-la, transformá-la em farinha; ver nascer o cordeiro, e depois vê-lo crescer, curá-lo de doenças, tosquiá-lo da sua lã e vender essa lã; possuir alguns palmos de terra a que chame sua, e a ela escravizar-se, ou deixá-la folgar e folgar com a terra, não lhe pedindo mais que o abrigo e a água: e assim viver em paz. Direito de nascer, direito de ser menino, de ficar homem, e amar e gerar filhos, direito de morrer no meio dos filhos e netos, com os cabelos brancos e a pele engelhada, aceitando o fim, porque é chegada realmente a hora do fim; morrer na obscuridade e na pobreza ― mas morrer como viveu: em paz. Este o sonho do mundo de hoje. Dão-lhe tudo: máquinas como nunca houve, progresso jamais sonhado, oportunidades de glória que fariam empalidecer de inveja qualquer herói de Homero; riqueza, poder, mulheres, lutas políticas, ciência, arte, tudo está ao seu alcance, é só estender a mão. Porém os moços não pensam mais em glória nem em heroísmos; o que desejam é fugir do sangue derramado, o que querem é dar um princípio e um fim humanos a suas vidas mutiladas”. (Viver em paz, por Rachel de Queiroz, com adaptações).
Logo após a expressão “Dão-lhe tudo”, a autora utiliza a pontuação denominada dois-pontos, que neste caso é utilizada para:
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“Mais um filme italiano que conquista o coração da plateia brasileira, esse despretensioso e lírico ‘Viver em paz’. A história da aldeia humilde, agasalhada num pico de morro, sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis, que só pedia aos outros o direito de continuar vivendo na sua calma secular e na sua secular pobreza. Viver em paz: talvez seja esse o mais belo título que possa hoje ocorrer a quem batiza uma obra de arte. No meio da guerra, do medo e da miséria, viver em paz. No meio da discórdia, do desentendimento e da fraude, viver em paz. Outras idades sonharam glória, técnica e riqueza; conforto, poder, ciência. Mas a nossa idade apenas sonha com paz. Dentro dos apartamentos minúsculos da grande cidade, o direito de acordar cedo, tomar sua condução, procurar o seu trabalho e dar conta dele, e ao fim do dia voltar sossegadamente para casa, a fim de comer e repousar: isso é paz. No campo, plantar sua raiz de mandioca, colhê-la, transformá-la em farinha; ver nascer o cordeiro, e depois vê-lo crescer, curá-lo de doenças, tosquiá-lo da sua lã e vender essa lã; possuir alguns palmos de terra a que chame sua, e a ela escravizar-se, ou deixá-la folgar e folgar com a terra, não lhe pedindo mais que o abrigo e a água: e assim viver em paz. Direito de nascer, direito de ser menino, de ficar homem, e amar e gerar filhos, direito de morrer no meio dos filhos e netos, com os cabelos brancos e a pele engelhada, aceitando o fim, porque é chegada realmente a hora do fim; morrer na obscuridade e na pobreza ― mas morrer como viveu: em paz. Este o sonho do mundo de hoje. Dão-lhe tudo: máquinas como nunca houve, progresso jamais sonhado, oportunidades de glória que fariam empalidecer de inveja qualquer herói de Homero; riqueza, poder, mulheres, lutas políticas, ciência, arte, tudo está ao seu alcance, é só estender a mão. Porém os moços não pensam mais em glória nem em heroísmos; o que desejam é fugir do sangue derramado, o que querem é dar um princípio e um fim humanos a suas vidas mutiladas”. (Viver em paz, por Rachel de Queiroz, com adaptações).
No trecho “com os cabelos brancos e a pele engelhada”, marque a alternativa que indica um possível sinônimo de “engelhada”.
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“Mais um filme italiano que conquista o coração da plateia brasileira, esse despretensioso e lírico ‘Viver em paz’. A história da aldeia humilde, agasalhada num pico de morro, sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis, que só pedia aos outros o direito de continuar vivendo na sua calma secular e na sua secular pobreza. Viver em paz: talvez seja esse o mais belo título que possa hoje ocorrer a quem batiza uma obra de arte. No meio da guerra, do medo e da miséria, viver em paz. No meio da discórdia, do desentendimento e da fraude, viver em paz. Outras idades sonharam glória, técnica e riqueza; conforto, poder, ciência. Mas a nossa idade apenas sonha com paz. Dentro dos apartamentos minúsculos da grande cidade, o direito de acordar cedo, tomar sua condução, procurar o seu trabalho e dar conta dele, e ao fim do dia voltar sossegadamente para casa, a fim de comer e repousar: isso é paz. No campo, plantar sua raiz de mandioca, colhê-la, transformá-la em farinha; ver nascer o cordeiro, e depois vê-lo crescer, curá-lo de doenças, tosquiá-lo da sua lã e vender essa lã; possuir alguns palmos de terra a que chame sua, e a ela escravizar-se, ou deixá-la folgar e folgar com a terra, não lhe pedindo mais que o abrigo e a água: e assim viver em paz. Direito de nascer, direito de ser menino, de ficar homem, e amar e gerar filhos, direito de morrer no meio dos filhos e netos, com os cabelos brancos e a pele engelhada, aceitando o fim, porque é chegada realmente a hora do fim; morrer na obscuridade e na pobreza ― mas morrer como viveu: em paz. Este o sonho do mundo de hoje. Dão-lhe tudo: máquinas como nunca houve, progresso jamais sonhado, oportunidades de glória que fariam empalidecer de inveja qualquer herói de Homero; riqueza, poder, mulheres, lutas políticas, ciência, arte, tudo está ao seu alcance, é só estender a mão. Porém os moços não pensam mais em glória nem em heroísmos; o que desejam é fugir do sangue derramado, o que querem é dar um princípio e um fim humanos a suas vidas mutiladas”. (Viver em paz, por Rachel de Queiroz, com adaptações).
No trecho “sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis”, a repetição da preposição “sem” caracteriza uma figura de linguagem. Marque a alternativa que a indica.
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“Mais um filme italiano que conquista o coração da plateia brasileira, esse despretensioso e lírico ‘Viver em paz’. A história da aldeia humilde, agasalhada num pico de morro, sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis, que só pedia aos outros o direito de continuar vivendo na sua calma secular e na sua secular pobreza. Viver em paz: talvez seja esse o mais belo título que possa hoje ocorrer a quem batiza uma obra de arte. No meio da guerra, do medo e da miséria, viver em paz. No meio da discórdia, do desentendimento e da fraude, viver em paz. Outras idades sonharam glória, técnica e riqueza; conforto, poder, ciência. Mas a nossa idade apenas sonha com paz. Dentro dos apartamentos minúsculos da grande cidade, o direito de acordar cedo, tomar sua condução, procurar o seu trabalho e dar conta dele, e ao fim do dia voltar sossegadamente para casa, a fim de comer e repousar: isso é paz. No campo, plantar sua raiz de mandioca, colhê-la, transformá-la em farinha; ver nascer o cordeiro, e depois vê-lo crescer, curá-lo de doenças, tosquiá-lo da sua lã e vender essa lã; possuir alguns palmos de terra a que chame sua, e a ela escravizar-se, ou deixá-la folgar e folgar com a terra, não lhe pedindo mais que o abrigo e a água: e assim viver em paz. Direito de nascer, direito de ser menino, de ficar homem, e amar e gerar filhos, direito de morrer no meio dos filhos e netos, com os cabelos brancos e a pele engelhada, aceitando o fim, porque é chegada realmente a hora do fim; morrer na obscuridade e na pobreza ― mas morrer como viveu: em paz. Este o sonho do mundo de hoje. Dão-lhe tudo: máquinas como nunca houve, progresso jamais sonhado, oportunidades de glória que fariam empalidecer de inveja qualquer herói de Homero; riqueza, poder, mulheres, lutas políticas, ciência, arte, tudo está ao seu alcance, é só estender a mão. Porém os moços não pensam mais em glória nem em heroísmos; o que desejam é fugir do sangue derramado, o que querem é dar um princípio e um fim humanos a suas vidas mutiladas”. (Viver em paz, por Rachel de Queiroz, com adaptações).
Com base nas normas previstas pelos Novo Acordo Ortográfico, o termo “plateia”, conforme aparece no texto, está grafado:
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“Mais um filme italiano que conquista o coração da plateia brasileira, esse despretensioso e lírico ‘Viver em paz’. A história da aldeia humilde, agasalhada num pico de morro, sem eletricidade, sem progresso, sem automóveis, que só pedia aos outros o direito de continuar vivendo na sua calma secular e na sua secular pobreza. Viver em paz: talvez seja esse o mais belo título que possa hoje ocorrer a quem batiza uma obra de arte. No meio da guerra, do medo e da miséria, viver em paz. No meio da discórdia, do desentendimento e da fraude, viver em paz. Outras idades sonharam glória, técnica e riqueza; conforto, poder, ciência. Mas a nossa idade apenas sonha com paz. Dentro dos apartamentos minúsculos da grande cidade, o direito de acordar cedo, tomar sua condução, procurar o seu trabalho e dar conta dele, e ao fim do dia voltar sossegadamente para casa, a fim de comer e repousar: isso é paz. No campo, plantar sua raiz de mandioca, colhê-la, transformá-la em farinha; ver nascer o cordeiro, e depois vê-lo crescer, curá-lo de doenças, tosquiá-lo da sua lã e vender essa lã; possuir alguns palmos de terra a que chame sua, e a ela escravizar-se, ou deixá-la folgar e folgar com a terra, não lhe pedindo mais que o abrigo e a água: e assim viver em paz. Direito de nascer, direito de ser menino, de ficar homem, e amar e gerar filhos, direito de morrer no meio dos filhos e netos, com os cabelos brancos e a pele engelhada, aceitando o fim, porque é chegada realmente a hora do fim; morrer na obscuridade e na pobreza ― mas morrer como viveu: em paz. Este o sonho do mundo de hoje. Dão-lhe tudo: máquinas como nunca houve, progresso jamais sonhado, oportunidades de glória que fariam empalidecer de inveja qualquer herói de Homero; riqueza, poder, mulheres, lutas políticas, ciência, arte, tudo está ao seu alcance, é só estender a mão. Porém os moços não pensam mais em glória nem em heroísmos; o que desejam é fugir do sangue derramado, o que querem é dar um princípio e um fim humanos a suas vidas mutiladas”. (Viver em paz, por Rachel de Queiroz, com adaptações).
Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que a autora:
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