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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
Foi usada expressão figurada e de cunho popular na alternativa:
 

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2238415 Ano: 2015
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
O mais universal dos valores
A vida é um valor. É a fonte que dá sentido e suporte para a significação de todos outros valores. Sem a vida, os valores não existiriam; sem os valores, a vida seria destituída de sentido.
A vida é o mais universal dos valores e o mais precioso bem da humanidade e não há, portando, uma vida que seja mais valiosa que outra, assim como não existe um momento em que a nossa vida valha mais e em outro, menos. O valor da vida é o mesmo na saúde ou na doença, na infância ou na velhice, do início ao fim, aqui ou em qualquer outro lugar do planeta. O valor da vida é o mesmo para homens e mulheres, para pais e filhos, para negros ou brancos, para cristãos ou judeus. A pessoa tem valor pelo fato de ser pessoa.
Contudo, diante de tantos episódios de desrespeito e de violência contra a vida, registrados nos diferentes segmentos da sociedade, colocamo-nos a refletir e nos questionar sobre o valor atribuído à vida humana. Seja pela ação ou omissão, a humanidade inteira se contorna como vítima quando testemunha silenciosamente o desrespeito à vida humana. Um desrespeito que não poupa pais e filhos; professores e alunos; um desrespeito que não está só nas ruas, mas, por vezes, corrompe as relações humanas na escola e na família - espaços que deveriam ser sagrados e destinados à proteção da vida.
Fonte: ROVERE, Maria Helena Marques. Escola de valor. 2. ed. São Paulo: Paulus, 2009. pp. 57 e 58.
O texto alega que, tanto a família, como a escola deveriam ser espaços sagrados destinados à proteção da vida. Marque a alternativa CORRETA sobre o motivo que impede essas duas instituições de cumprirem seus papeis.
 

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2238413 Ano: 2015
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
O planejamento e a avaliação no espaço da escola são imprescindíveis para que o trabalho no nível de ensino e aprendizagem tenha êxito. Leia o texto a seguir sobre o ensino religioso na escola.
O ensino religioso no cotidiano da sala de aula
A escola é a instituição criada para a transmissão do saber considerado socialmente útil e historicamente produzido e acumulado. Não basta à escola assegurar a criação- recriação do saber. "Este saber como todo conhecimento humano é sempre patrimônio da humanidade e como tal deve estar disponível a todos os que a ele queiram ter acesso; não poderia ser diferente com o conhecimento religioso, que também deve estar da mesma forma disponível." (cf. PCNER p. 21).
Na escola o estudo do fenômeno religioso perpassa, não! pelo conhecimento da codificação (conhecimento como produto I através de doutrina, leis, ensinamentos, ritos, mitos etc. de cada! Tradição Religiosa), mas pela metodologia da decodificação! (interpretar, analisar, entender como, por que, para que), em que I se deu esta codificação.
No cotidiano da sala de aula, você entra em contato com • essas realidades na convivência com os alunos. Eles vêm "carregados" dessas experiências, com respostas diferenciadas para cada uma dessas situações, conforme seu grupo social, sua cultura e sua Tradição Religiosa. Além do mais, esse conhecimento é partilhado entre os colegas, de forma espontânea, assistemática, desarticulada.
A abordagem didática deve respeitar uma sequência cognitiva, para que o processo de aprendizagem se dê numa I continuidade. Por isso, é necessário que o ensino religioso, na sua prática pedagógica deve considerar: os conhecimentos anteriores dos educandos; a complexidade da pluralidade e diversidade cultural-religiosa brasileira; a possibilidade de aprofundamento que o processo escolar desencadeia.
O modo como o professor trata didaticamente os conteúdos permite que o educando estabeleça relações, interações, conexões entre os conhecimentos que traz do seu meio social com os conhecimentos religiosos correntes na escola, num processo continuo de informação, observação, reflexão. Esse ambiente pedagógico proporciona elementos para a emergência do questionamento existencial, a busca do sentido da existência e a sensibilização para o mistério.
Fonte: FONAPER. O tratamento didático no Ensino Religioso.
Capacitação para um novo milênio. Ensino Religioso no cotidiano da sala de aula. 2000. pp. 14 e 17.
O texto chama atenção para o cuidado com o planejamento! escolar, por isso, na sua prática pedagógica, o professor de ensino religioso deve estar atento:
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
leia o texto a seguir e responda a questão:
"Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.".
Analise as afirmações e marque a alternativa correta:
I -O "que" é pronome relativo com função de sujeito.
II-"e o vestido de Orummond" é um exemplo de metonímia.
III - "o quanto empobrecemos" é uma oração substantiva na função de objeto direto em relação ao verbo perceber.
IV-A palavra "reler" é formada por derivação sufixal.
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
O significado da palavra "ViraI" , no primeiro parágrafo do texto, é:
 

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2238403 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Os valores éticos e morais
Os valores humanos são tão antigos quanto à própria espécie humana. A origem do valor humano está na origem dos seres humanos. Valor humano e seres humanos são duas composições que se acordam primeiro na estrutura moral e, mais tarde, na estrutura ética, ou seja, nascemos num ambiente moral e nos tornamos éticos com a maturidade e a consciência dos nossos atos.
Desde que o homem percebeu que sua sobrevivência estava condicionada à vida com outros de mesma espécie, as normas de comportamento moral têm sido necessárias para o bem-estar do grupo. Essa percepção, ainda que meio instintiva, já aparecia na pré-história e foi evoluindo e se tornando consciente à medida que os conhecimentos foram se acumulando e novas descobertas sobre a vida foram surgindo. Por sua especial inteligência em relação aos animais, a mente humana preocupou-se também com a construção de princípios (valores) que lhe permitissem estabelecer uma distinção entre o bem e o mal, o certo e o errado, como uma forma de fundar um caminho para a busca de seu ideal de realização. O juízo de valor está em contínua evolução e transformação, pois acompanha a evolução da cultura, da sociedade, da humanidade. Observamos que, de uma geração para outra, novos juízos de valores são inseridos, outros abandonados, outros substituídos.
A palavra ética vem do grego ethos e significa comportamento. Moral vem do latim mores e significa costumes. A moral refere-se aos costumes das pessoas, dos povos em determinado tempo e espaço. O que é imoral para determinada pessoa pode não ser para outra. O conceito de moralidade se altera de acordo com a influência dos ambientes morais em que estamos colocados. É, portanto um valor variável. A ética surge mais tarde para especular, para estudar, para filosofar sobre a moral, constituindo-se como ciência da moral.
Todos nós, seres humanos, precisamos fazer escolhas ao longo de toda a nossa vida e necessitamos justificá-Ias com base nos valores, nem que seja para explicar o feito alicerçado na reprodução ou imitação das nossas ações: "Eu faço assim porque meus avós sempre fizeram assim." "Eu ensino desta maneira, porque foi assim que aprendi nos bancos escolares." Uma opção que se apresenta moralmente correta para quem a segue, mas não, necessariamente, eticamente aceitável, pois denota um baixo nível de consciência para justificar tal escolha. O comportamento ético é resultado do nível de consciência, de maturidade e de crescimento individual e moral, a fim de julgar o comportamento humano.
Fonte: ROVERE, Maria Helena
Marques. Escola de valor. 2. ed. São Paulo: Paulus. 2009. pp. 143 a 145.
O texto se refere ao juízo de valor como:
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
Todas as afirmações sobre "O Caso do vestido·, Norma Couri, estão corretas, exceto:
 

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2238387 Ano: 2015
Disciplina: Filosofia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Os valores éticos e morais
Os valores humanos são tão antigos quanto à própria espécie humana. A origem do valor humano está na origem dos seres humanos. Valor humano e seres humanos são duas composições que se acordam primeiro na estrutura moral e, mais tarde, na estrutura ética, ou seja, nascemos num ambiente moral e nos tornamos éticos com a maturidade e a consciência dos nossos atos.
Desde que o homem percebeu que sua sobrevivência estava condicionada à vida com outros de mesma espécie, as normas de comportamento moral têm sido necessárias para o bem-estar do grupo. Essa percepção, ainda que meio instintiva, já aparecia na pré-história e foi evoluindo e se tornando consciente à medida que os conhecimentos foram se acumulando e novas descobertas sobre a vida foram surgindo. Por sua especial inteligência em relação aos animais, a mente humana preocupou-se também com a construção de princípios (valores) que lhe permitissem estabelecer uma distinção entre o bem e o mal, o certo e o errado, como uma forma de fundar um caminho para a busca de seu ideal de realização. O juízo de valor está em contínua evolução e transformação, pois acompanha a evolução da cultura, da sociedade, da humanidade. Observamos que, de uma geração para outra, novos juízos de valores são inseridos, outros abandonados, outros substituídos.
A palavra ética vem do grego ethos e significa comportamento. Moral vem do latim mores e significa costumes. A moral refere-se aos costumes das pessoas, dos povos em determinado tempo e espaço. O que é imoral para determinada pessoa pode não ser para outra. O conceito de moralidade se altera de acordo com a influência dos ambientes morais em que estamos colocados. É, portanto um valor variável. A ética surge mais tarde para especular, para estudar, para filosofar sobre a moral, constituindo-se como ciência da moral.
Todos nós, seres humanos, precisamos fazer escolhas ao longo de toda a nossa vida e necessitamos justificá-Ias com base nos valores, nem que seja para explicar o feito alicerçado na reprodução ou imitação das nossas ações: "Eu faço assim porque meus avós sempre fizeram assim." "Eu ensino desta maneira, porque foi assim que aprendi nos bancos escolares." Uma opção que se apresenta moralmente correta para quem a segue, mas não, necessariamente, eticamente aceitável, pois denota um baixo nível de consciência para justificar tal escolha. O comportamento ético é resultado do nível de consciência, de maturidade e de crescimento individual e moral, a fim de julgar o comportamento humano.
Fonte: ROVERE, Maria Helena
Marques. Escola de valor. 2. ed. São Paulo: Paulus. 2009. pp. 143 a 145.
O texto mostra o ser humano produtor de cultura, faz uso da razão para criar artifícios e melhorar cada vez mais sua condição de vida. Qual a preocupação do ser humano apontada no texto?
 

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(Norma Couri)

Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.

Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.

O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".

O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.

Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?

Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.

Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.

Assinale a alternativa cuja estrutura frasal apresenta um verbo de ligação:

 

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Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
leia o texto a seguir e responda a questão:
"Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.".
Na sequência em gradação, a função da linguagem que prevalece é:
 

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