Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

4279937 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é responsável por produzir ambiguidade no enunciado, tornando-o, portanto, inadequado para a redação oficial.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4279936 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP

"Apurado, com impressionante agilidade e precisão, naquela tarde do último mês do ano, o resultado da consulta à população local, verificou-se que a esmagadora e ampla maioria da comunidade daquele distante distrito manifestou-se pela efusiva e indubitável rejeição da alteração realizada na Lei de Responsabilidade Fiscal."

Considerando que o trecho acima se encontre em parte de um documento oficial, é correto afirmar que ele:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4279935 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4279934 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP

Enunciado 4668060-1

BROWNE, Dik. Hagar o horrível. Disponível em

<https://www.instagram.com/p/DZc1CjXFo5J/?img_ind

ex=5>.

Nas expressões "meio cheio" e "meio vazio", empregadas na tirinha acima, a palavra "meio" é de natureza:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4279933 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP
Assinale a alternativa que apresenta a colocação do pronome destacado de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4279932 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP

"É impossível imaginar o espanhol sem Cervantes, o inglês sem Shakespeare, e o português sem Clarice." (Benjamin Moser)

O período acima é constituído por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4279931 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP
Assinale a alternativa cujo enunciado apresenta a figura de linguagem conhecida como catacrese.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4279930 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim


Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.


Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.


A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.


Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.


Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.


Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)


Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.


As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.


As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)


AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à

humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível

em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.

Assinale a alternativa cuja palavra destacada, mesmo não sendo um pronome possessivo, apresenta o sentido de posse
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4279929 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim


Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.


Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.


A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.


Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.


Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.


Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)


Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.


As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.


As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)


AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à

humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível

em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.

"A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia"

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de tornar algo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4279928 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Amparo-SP

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim


Quanto se ganha por ler uma poesia? Ou por deixar a música invadir e mudar a batida do coração? Qual o valor de ter o fôlego interrompido diante de uma escultura, de uma flor ou do pôr-do-sol? Quanto vale o que nos faz mais humanos? É na ampliação do sentir que percebemos o mundo e nos implicamos nele. O que nos preenche a alma não é palpável, quantificável ou útil, mas é o que embeleza a vida, e para isso não há preço.


Ninguém sabe o momento exato que vai realizar essa verdade, talvez porque esse momento nem exista, é aos poucos que a gente se humaniza, e isso é o oposto do processo de desumanização, que ocorre rápido, devasta amizades, amores e famílias, como uma peste ou uma guerra.


A praga do utilitarismo corrói os bons afetos. As relações humanas pautadas por ele são empobrecedoras, tornam o mundo pior, não importa o que de longe possa parecer.


Somos razão, mas existimos, com grandeza, é na sensibilidade.


Sou inconformada como embrutecimento do mundo. Diante de tantas possibilidades da humanidade dar um salto de consciência, entristece ver pessoas com o coração mais árido, menos dispostas a se deixarem afetar por relações humanas baseadas na ausência de utilidade.


Nada contra o networking. Sobre isso acho o óbvio: útil. Mas é o inútil contido nas humanidades que nos torna mais interessantes, eventualmente, até para fazer negócios. (...)


Não são os robôs a grande ameaça à humanidade, são os desumanos.


As disciplinas humanísticas pedem passagem como antídoto à barbárie da utilidade. A desumanidade turva a compreensão da realidade óbvia e permite cegueiras coletivas, que abrem espaço para aberrações comportamentais. Exige esforço, mas é preciso dedicar mais tempo para resgatar valores comunitários.


As relações baseadas em princípios mais humanos melhoram as pessoas. A riqueza interior supera o lucro. Apoiar o ensino de novos conceitos de riqueza baseados em sentimentos e não em matéria é remédio para um mundo adoecido e autodestrutivo. (...)


AGUIAR, Aurê. Os robôs não são a grande ameaça à

humanidade; os desumanos, sim. A Gazeta. Disponível

em <https://www.agazeta.com.br/colunas/aureaguiar/os-robos-nao-sao-a-grande-ameaca-ahumanidade-os-desumanos-sim-0424>.

O texto "Os robôs não são a grande ameaça à humanidade; os desumanos, sim" é predominantemente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas