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Os ombros que sustentam o futuro: o papel inadiável
dos professores
Enquanto a educação insiste no trabalho lento, complexo
e crítico, os pensadores digitais vendem a promessa de
atalhos imediatos.
Clarice Lispector, em "Os desastres de Sofia", descreveu
um professor de ombros contraídos, como se carregasse
em silêncio um peso invisível e hercúleo. Carlos
Drummond de Andrade, por sua vez, lembrou que "os
ombros suportam o mundo e ele não pesa mais que a
mão de uma criança". Essas duas imagens ficcionais —
a primeira marcada pela fragilidade; a segunda, pela
resistência — ajudam a compreender a condição atual
da docência no Brasil: um ofício em que
responsabilidade e carga simbólica se acumulam de
forma desproporcional, quase sempre sem o
reconhecimento justo e necessário.
Ao professor se exige muito: excelência pedagógica,
inovação permanente, domínio de novas tecnologias,
sensibilidade para lidar com a diversidade crescente e
paciência para gerir conflitos que muitas vezes
extrapolam os limites ou as origens da sala de aula.
Espera-se que ele seja transmissor de saberes,
mediador de relações, cuidador, psicólogo, burocrata e,
ainda, mantenha-se entusiasmado diante de turmas
cada vez mais numerosas e inclusivas. Em troca, recebe
salários que não condizem com a centralidade de sua
função — e, muitas vezes, em escolas com bibliotecas
desatualizadas, laboratórios inexistentes e recursos
básicos negados. Não raro, convive com a invisibilidade
social de um esforço que sustenta o país no cotidiano e
com a desvalorização pública. Ainda assim, o magistério
se sustenta na teimosa persistência de quem acredita
que ensinar é mais do que cumprir tarefas: é formar
sujeitos capazes de interpretar e corrigir algumas
mazelas do mundo.
Esse descompasso entre o que se exige e o que se
oferece tem efeitos concretos e preocupantes. Pesquisas
recentes alertam que 40% dos estudantes já não nutrem
admiração por seus professores, e que o prestígio da
carreira vem caindo vertiginosamente entre os jovens. A
projeção é de que, em 2050, o Brasil enfrentará um
déficit significativo de docentes. O problema não é
apenas educacional: é estrutural, civilizatório,
democrático. Uma sociedade que não atrai nem retém
seus educadores abdica de seu futuro.
Sem professores bem formados, quem garantirá a
circulação crítica do conhecimento para a meninada?
Quem ensinará a desconfiar das aparências, a ler para
além das manchetes, a debater sem ódio e com
profundidade?
A esse quadro se soma um contexto político e cultural
que agrava o peso sobre os ombros docentes: a voz
crítica e política do professor — talvez sua ferramenta
basilar — vem sendo sistematicamente contestada,
tolhida, vigiada. De um lado, setores conservadores
buscam controlar cada palavra em nome de uma suposta
'neutralidade' que, na prática, sufoca a reflexão. De
outro, há correntes progressistas que exigem adesões
automáticas, transformando o ato de ensinar em prova
de alinhamento ideológico. O resultado é a mesma
limitação: um professor obrigado a justificar cada gesto,
como se ensinar fosse, em si, um ato suspeito ou de
barganha.
Em paralelo, cresce a concorrência desleal com
influenciadores digitais e coaches que, em vídeos de
poucos minutos, oferecem fórmulas fáceis de sucesso e
de prosperidade. Enquanto a educação insiste no
trabalho lento, complexo e crítico, os pensadores digitais
vendem a promessa de atalhos imediatos.
No mercado da atenção, que recompensa a
superficialidade monetizada, a fala docente parece
deslocada e marginal. Mas é justamente essa insistência
na complexidade, no esforço da leitura atenta, na escuta
paciente, que revela o valor inegociável do professor: ele
não compete com a velocidade da rede e, ao contrário,
oferece a profundidade que ela recusa.
Vivemos em tempos de redes sociais virulentas e hostis,
de manipulação de imagens e verdades inventadas, de
polarização crescente e obtusa e de analfabetismo
funcional que se expande silenciosamente. Nesse
cenário caótico, a tarefa do professor ganha ainda mais
relevância: ele é um dos poucos agentes sociais
capazes de reintroduzir a dúvida, de cultivar a
consciência da coletividade e de indicar que o
conhecimento não se reduz a slogans e a cortes de
Instagram. O espaço escolar, mesmo com todas as
limitações e precariedades, continua sendo um dos
últimos lugares em que é possível aprender a conviver
com a diferença e com o pensamento analítico, a
negociar sentidos e a arquitetar futuros mais justos.
Por isso, homenagear os professores não é ato
protocolar, nem gesto meramente simbólico. É uma
exigência civilizatória e política. Significa reivindicar
condições concretas de valorização: salários compatíveis com a importância da carreira, ambientes escolares
equipados, formação continuada em tempo adequado
que dialogue com os desafios atuais e, sobretudo, a
proteção inegociável da liberdade de cátedra. Mais do
que agradecê-los, trata-se de compartilhar o peso que
hoje recai desproporcionalmente sobre apenas os seus
ombros.
Os ombros contraídos lamentados por Clarice e os
ombros universais sugeridos por Drummond se
encontram, todos os dias, nos professores que entram
em sala de aula. Sustentam o peso de um país em
formação e, ao mesmo tempo, a esperança de que esse
país seja mais razoável, igualitário, mais consciente de
sua coletividade, menos insano e injusto. O futuro do
Brasil repousa nesses ombros — contraídos, teimosos,
cansados, mas resistentes porque ainda parecem
dispostos a não vergar. Nossa homenagem, portanto,
não deve ser apenas palavra terna: deve ser
compromisso político, republicano e transformador.
https://revistaeducacao.com.br/2025/10/21/papel-inadiavel-professores/
A expressão 'os ombros que sustentam o futuro' constitui uma figura de linguagem denominada:
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Os ombros que sustentam o futuro: o papel inadiável
dos professores
Enquanto a educação insiste no trabalho lento, complexo
e crítico, os pensadores digitais vendem a promessa de
atalhos imediatos.
Clarice Lispector, em "Os desastres de Sofia", descreveu
um professor de ombros contraídos, como se carregasse
em silêncio um peso invisível e hercúleo. Carlos
Drummond de Andrade, por sua vez, lembrou que "os
ombros suportam o mundo e ele não pesa mais que a
mão de uma criança". Essas duas imagens ficcionais —
a primeira marcada pela fragilidade; a segunda, pela
resistência — ajudam a compreender a condição atual
da docência no Brasil: um ofício em que
responsabilidade e carga simbólica se acumulam de
forma desproporcional, quase sempre sem o
reconhecimento justo e necessário.
Ao professor se exige muito: excelência pedagógica,
inovação permanente, domínio de novas tecnologias,
sensibilidade para lidar com a diversidade crescente e
paciência para gerir conflitos que muitas vezes
extrapolam os limites ou as origens da sala de aula.
Espera-se que ele seja transmissor de saberes,
mediador de relações, cuidador, psicólogo, burocrata e,
ainda, mantenha-se entusiasmado diante de turmas
cada vez mais numerosas e inclusivas. Em troca, recebe
salários que não condizem com a centralidade de sua
função — e, muitas vezes, em escolas com bibliotecas
desatualizadas, laboratórios inexistentes e recursos
básicos negados. Não raro, convive com a invisibilidade
social de um esforço que sustenta o país no cotidiano e
com a desvalorização pública. Ainda assim, o magistério
se sustenta na teimosa persistência de quem acredita
que ensinar é mais do que cumprir tarefas: é formar
sujeitos capazes de interpretar e corrigir algumas
mazelas do mundo.
Esse descompasso entre o que se exige e o que se
oferece tem efeitos concretos e preocupantes. Pesquisas
recentes alertam que 40% dos estudantes já não nutrem
admiração por seus professores, e que o prestígio da
carreira vem caindo vertiginosamente entre os jovens. A
projeção é de que, em 2050, o Brasil enfrentará um
déficit significativo de docentes. O problema não é
apenas educacional: é estrutural, civilizatório,
democrático. Uma sociedade que não atrai nem retém
seus educadores abdica de seu futuro.
Sem professores bem formados, quem garantirá a
circulação crítica do conhecimento para a meninada?
Quem ensinará a desconfiar das aparências, a ler para
além das manchetes, a debater sem ódio e com
profundidade?
A esse quadro se soma um contexto político e cultural
que agrava o peso sobre os ombros docentes: a voz
crítica e política do professor — talvez sua ferramenta
basilar — vem sendo sistematicamente contestada,
tolhida, vigiada. De um lado, setores conservadores
buscam controlar cada palavra em nome de uma suposta
'neutralidade' que, na prática, sufoca a reflexão. De
outro, há correntes progressistas que exigem adesões
automáticas, transformando o ato de ensinar em prova
de alinhamento ideológico. O resultado é a mesma
limitação: um professor obrigado a justificar cada gesto,
como se ensinar fosse, em si, um ato suspeito ou de
barganha.
Em paralelo, cresce a concorrência desleal com
influenciadores digitais e coaches que, em vídeos de
poucos minutos, oferecem fórmulas fáceis de sucesso e
de prosperidade. Enquanto a educação insiste no
trabalho lento, complexo e crítico, os pensadores digitais
vendem a promessa de atalhos imediatos.
No mercado da atenção, que recompensa a
superficialidade monetizada, a fala docente parece
deslocada e marginal. Mas é justamente essa insistência
na complexidade, no esforço da leitura atenta, na escuta
paciente, que revela o valor inegociável do professor: ele
não compete com a velocidade da rede e, ao contrário,
oferece a profundidade que ela recusa.
Vivemos em tempos de redes sociais virulentas e hostis,
de manipulação de imagens e verdades inventadas, de
polarização crescente e obtusa e de analfabetismo
funcional que se expande silenciosamente. Nesse
cenário caótico, a tarefa do professor ganha ainda mais
relevância: ele é um dos poucos agentes sociais
capazes de reintroduzir a dúvida, de cultivar a
consciência da coletividade e de indicar que o
conhecimento não se reduz a slogans e a cortes de
Instagram. O espaço escolar, mesmo com todas as
limitações e precariedades, continua sendo um dos
últimos lugares em que é possível aprender a conviver
com a diferença e com o pensamento analítico, a
negociar sentidos e a arquitetar futuros mais justos.
Por isso, homenagear os professores não é ato
protocolar, nem gesto meramente simbólico. É uma
exigência civilizatória e política. Significa reivindicar
condições concretas de valorização: salários compatíveis com a importância da carreira, ambientes escolares
equipados, formação continuada em tempo adequado
que dialogue com os desafios atuais e, sobretudo, a
proteção inegociável da liberdade de cátedra. Mais do
que agradecê-los, trata-se de compartilhar o peso que
hoje recai desproporcionalmente sobre apenas os seus
ombros.
Os ombros contraídos lamentados por Clarice e os
ombros universais sugeridos por Drummond se
encontram, todos os dias, nos professores que entram
em sala de aula. Sustentam o peso de um país em
formação e, ao mesmo tempo, a esperança de que esse
país seja mais razoável, igualitário, mais consciente de
sua coletividade, menos insano e injusto. O futuro do
Brasil repousa nesses ombros — contraídos, teimosos,
cansados, mas resistentes porque ainda parecem
dispostos a não vergar. Nossa homenagem, portanto,
não deve ser apenas palavra terna: deve ser
compromisso político, republicano e transformador.
https://revistaeducacao.com.br/2025/10/21/papel-inadiavel-professores/
Considerando o trecho e o texto-base, identifique a alternativa que apresenta a inferência adequada.
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Considerando princípios fundamentais ligados ao
funcionamento de computadores, aos periféricos de
entrada e saída e ao uso básico de impressoras e
scanners, analise as afirmativas a seguir e marque V
(verdadeiro) ou F (falso):
(__)A memória RAM é responsável por armazenar temporariamente informações necessárias para que os programas em execução funcionem, sendo apagada quando o computador é desligado.
(__)O monitor, embora costume ser tratado como dispositivo de saída, também pode atuar como dispositivo de entrada quando integrado a tecnologias sensíveis ao toque.
(__)O funcionamento das impressoras a jato de tinta depende de cartuchos que liberam microgotas sobre o papel, enquanto impressoras a laser utilizam toner fixado por calor.
(__)O scanner funciona capturando luz refletida do documento para gerar uma imagem digital, o que caracteriza sua função como dispositivo de saída.
(__)O mouse é considerado um periférico de entrada por transmitir ao computador movimentos e comandos do usuário.
(__)Em um computador comum, o disco rígido (HD ou SSD) tem a função de armazenar dados de forma permanente, mesmo quando a máquina é desligada.
Assinale a alternativa com a sequência correta de V (verdadeiro) e F (falso) de cima para baixo:
(__)A memória RAM é responsável por armazenar temporariamente informações necessárias para que os programas em execução funcionem, sendo apagada quando o computador é desligado.
(__)O monitor, embora costume ser tratado como dispositivo de saída, também pode atuar como dispositivo de entrada quando integrado a tecnologias sensíveis ao toque.
(__)O funcionamento das impressoras a jato de tinta depende de cartuchos que liberam microgotas sobre o papel, enquanto impressoras a laser utilizam toner fixado por calor.
(__)O scanner funciona capturando luz refletida do documento para gerar uma imagem digital, o que caracteriza sua função como dispositivo de saída.
(__)O mouse é considerado um periférico de entrada por transmitir ao computador movimentos e comandos do usuário.
(__)Em um computador comum, o disco rígido (HD ou SSD) tem a função de armazenar dados de forma permanente, mesmo quando a máquina é desligada.
Assinale a alternativa com a sequência correta de V (verdadeiro) e F (falso) de cima para baixo:
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Usuários que trabalham diariamente com textos,
planilhas, apresentações e e-mails utilizam diferentes
recursos do Microsoft Office e de ferramentas de
navegação na Internet. Considerando práticas comuns
desses ambientes, julgue as afirmativas abaixo:
I.No Microsoft Word, o recurso de "Comentários" permite inserir observações laterais no documento sem alterar o texto original, sendo útil em revisões compartilhadas.
II.No Excel, fórmulas simples, como soma ou média, só podem ser aplicadas a células consecutivas. Quando o intervalo apresenta células separadas, a função deixa de operar.
III.No PowerPoint, é possível adicionar transições entre os slides e, independentemente disso, aplicar animações apenas a elementos específicos, como títulos ou imagens.
IV.Nos navegadores atuais, a navegação anônima impede totalmente o registro do histórico de acesso pelo provedor de Internet, não deixando rastros de navegação por nenhum mecanismo externo ao computador.
Assinale a alternativa correta:
I.No Microsoft Word, o recurso de "Comentários" permite inserir observações laterais no documento sem alterar o texto original, sendo útil em revisões compartilhadas.
II.No Excel, fórmulas simples, como soma ou média, só podem ser aplicadas a células consecutivas. Quando o intervalo apresenta células separadas, a função deixa de operar.
III.No PowerPoint, é possível adicionar transições entre os slides e, independentemente disso, aplicar animações apenas a elementos específicos, como títulos ou imagens.
IV.Nos navegadores atuais, a navegação anônima impede totalmente o registro do histórico de acesso pelo provedor de Internet, não deixando rastros de navegação por nenhum mecanismo externo ao computador.
Assinale a alternativa correta:
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As transformações estruturais da economia brasileira
envolveram mudanças profundas na organização
territorial, na distribuição das atividades produtivas e na
articulação entre Estado e mercado, impactando políticas
de desenvolvimento e padrões de integração regional.
Tais processos refletiram disputas políticas e interesses
econômicos diversos, igualmente ligados à construção
de infraestrutura estratégica e à redefinição de áreas de
influência no território nacional. Considerando essas
dinâmicas, qual interpretação apresenta o melhor
entendimento histórico e geopolítico sobre a atuação
estatal nesses processos?
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Questão presente nas seguintes provas
A construção da cidadania no Brasil envolve o
enfrentamento de desigualdades históricas, a ampliação
de direitos e a criação de condições que permitam a
participação efetiva de grupos tradicionalmente
excluídos. O fortalecimento da esfera pública requer
tanto o reconhecimento de sujeitos sociais quanto a
consolidação de práticas democráticas capazes de
promover inclusão e representação. Nesse contexto,
torna-se essencial compreender quais elementos
sustentam a atuação crítica dos indivíduos no espaço
político e asseguram sua legitimidade como participantes
da vida coletiva. Considerando essa discussão, qual
relação expressa adequadamente os fundamentos da
cidadania no país?
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Questão presente nas seguintes provas
Um condomínio residencial instalou um reservatório de
água subterrâneo para auxiliar na manutenção dos
jardins. Esse reservatório foi construído em forma de um
prisma, cuja base é um pentágono regular. As medições
realizadas pela equipe técnica indicaram que o perímetro
da base é de 2 metros, o apótema do pentágono mede 3
metros e a profundidade (altura) do reservatório é de 2
metros.
Com base nessas informações, qual é o volume total (V) de água que esse reservatório é capaz de armazenar?
Com base nessas informações, qual é o volume total (V) de água que esse reservatório é capaz de armazenar?
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Em um centro de pesquisa, um inspetor precisa visitar
exatamente uma vez cada um dos seguintes
laboratórios: Alfa, Beta e Gama. As regras internas
determinam que a visita deve sempre começar pelo
laboratório Alfa. Além disso, o laboratório Gama só pode
ser visitado depois do laboratório Beta, e a inspeção
nunca pode terminar no laboratório Alfa. Com base
nessas condições, analise as afirmativas a seguir:
I.A sequência Alfa → Beta → Gama é possível. II.A sequência Alfa → Gama → Beta é impossível. III.O laboratório Alfa pode ser visitado por último em alguma sequência. IV.Existe exatamente uma sequência válida que atende a todas as regras.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.A sequência Alfa → Beta → Gama é possível. II.A sequência Alfa → Gama → Beta é impossível. III.O laboratório Alfa pode ser visitado por último em alguma sequência. IV.Existe exatamente uma sequência válida que atende a todas as regras.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Questão presente nas seguintes provas
A estabilidade no serviço público, frequentemente alvo
de críticas, é um dos principais pilares de proteção da
impessoalidade e da moralidade administrativa. Ela
garante que o servidor atue com autonomia técnica, livre
de pressões políticas ou interferências externas que
possam comprometer o interesse público. O propósito da
reforma deve ser criar um ambiente em que a
estabilidade não se confunda com imutabilidade ou
acomodação, mas seja fortalecida por critérios objetivos
de desempenho e produtividade. Nesse sentido, a
modernização do serviço público não pode ocorrer à
custa da vulnerabilidade funcional do servidor, sob pena
de fragilizar a própria estrutura do Estado.
(https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/reforma-administrativa-e
-o-desafio-de-equilibrar-eficiencia-e-estabilidade-no-servico-publico)
Ao substituir o termo destacado por um pronome oblíquo átono, a colocação pronominal adequada será:
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A estabilidade no serviço público, frequentemente alvo
de críticas, é um dos principais pilares de proteção da
impessoalidade e da moralidade administrativa. Ela
garante que o servidor atue com autonomia técnica, livre
de pressões políticas ou interferências externas que
possam comprometer o interesse público. O propósito da
reforma deve ser criar um ambiente em que a
estabilidade não se confunda com imutabilidade ou
acomodação, mas seja fortalecida por critérios objetivos
de desempenho e produtividade. Nesse sentido, a
modernização do serviço público não pode ocorrer à
custa da vulnerabilidade funcional do servidor, sob pena
de fragilizar a própria estrutura do Estado.
(https://www.jota.info/opiniao-e-analise/artigos/reforma-administrativa-e
-o-desafio-de-equilibrar-eficiencia-e-estabilidade-no-servico-publico)
Considerando a regência dos verbos 'ocorrer' e 'fragilizar', identifique a alternativa correta.
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