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O texto a seguir é referência para a questão.
Tecnologia está transformando a saúde, agora precisamos usar com sabedoria
pandemia foi, sem sombra de dúvidas, uma catalisadora da transformação digital na saúde. [...] a alta demanda por atendimento médico, combinada necessidade de garantir o distanciamento social, impulsionou a adoção de soluções digitais para garantir continuidade das políticas de saúde.
Com isso, e muito rapidamente, serviços de saúde e, principalmente, os pacientes aderiram a modelos de atenção à saúde antes inimagináveis.
Tomemos como exemplo a telemedicina. Sua regulamentação no Brasil, que até então não avançava na agenda legislativa, deu um salto com a aprovação da Lei 13.989/20 que autoriza o atendimento médico online enquanto durar a pandemia de covid-19.
Mas o que era para ser algo transitório parece ter chegado para ficar. Dados da pesquisa "State of Telehealth" indicam que mais de 60% de pacientes planejam seguir utilizando a telemedicina combinada consultas presenciais, e 80% dos prestadores de serviço pretendem continuar a oferta do serviço mesmo depois da pandemia.
[...] Não há mais volta; a saúde agora é tech. Inteligência artificial, telemedicina, IoT, realidade aumentada. Esses são apenas alguns dos exemplos de como a tecnologia deve estar cada vez mais presente no atendimento saúde.
As possibilidades são infinitas. Os desafios para fazer com que sejam mais acessíveis, também.
(Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/colunas/leticia-piccolotto/2022/03/19/healthtechs---oportunidades-para-transformar-a-saude-atraves-da-tecnologia.htm.)
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O texto a seguir é referência para a questão.
Tecnologia está transformando a saúde, agora precisamos usar com sabedoria
pandemia foi, sem sombra de dúvidas, uma catalisadora da transformação digital na saúde. [...] a alta demanda por atendimento médico, combinada necessidade de garantir o distanciamento social, impulsionou a adoção de soluções digitais para garantir continuidade das políticas de saúde.
Com isso, e muito rapidamente, serviços de saúde e, principalmente, os pacientes aderiram a modelos de atenção à saúde antes inimagináveis.
Tomemos como exemplo a telemedicina. Sua regulamentação no Brasil, que até então não avançava na agenda legislativa, deu um salto com a aprovação da Lei 13.989/20 que autoriza o atendimento médico online enquanto durar a pandemia de covid-19.
Mas o que era para ser algo transitório parece ter chegado para ficar. Dados da pesquisa "State of Telehealth" indicam que mais de 60% de pacientes planejam seguir utilizando a telemedicina combinada consultas presenciais, e 80% dos prestadores de serviço pretendem continuar a oferta do serviço mesmo depois da pandemia.
[...] Não há mais volta; a saúde agora é tech. Inteligência artificial, telemedicina, IoT, realidade aumentada. Esses são apenas alguns dos exemplos de como a tecnologia deve estar cada vez mais presente no atendimento saúde.
As possibilidades são infinitas. Os desafios para fazer com que sejam mais acessíveis, também.
(Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/colunas/leticia-piccolotto/2022/03/19/healthtechs---oportunidades-para-transformar-a-saude-atraves-da-tecnologia.htm.)
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O texto a seguir é referência para a questão.
Tecnologia está transformando a saúde, agora precisamos usar com sabedoria
pandemia foi, sem sombra de dúvidas, uma catalisadora da transformação digital na saúde. [...] a alta demanda por atendimento médico, combinada necessidade de garantir o distanciamento social, impulsionou a adoção de soluções digitais para garantir continuidade das políticas de saúde.
Com isso, e muito rapidamente, serviços de saúde e, principalmente, os pacientes aderiram a modelos de atenção à saúde antes inimagináveis.
Tomemos como exemplo a telemedicina. Sua regulamentação no Brasil, que até então não avançava na agenda legislativa, deu um salto com a aprovação da Lei 13.989/20 que autoriza o atendimento médico online enquanto durar a pandemia de covid-19.
Mas o que era para ser algo transitório parece ter chegado para ficar. Dados da pesquisa "State of Telehealth" indicam que mais de 60% de pacientes planejam seguir utilizando a telemedicina combinada consultas presenciais, e 80% dos prestadores de serviço pretendem continuar a oferta do serviço mesmo depois da pandemia.
[...] Não há mais volta; a saúde agora é tech. Inteligência artificial, telemedicina, IoT, realidade aumentada. Esses são apenas alguns dos exemplos de como a tecnologia deve estar cada vez mais presente no atendimento saúde.
As possibilidades são infinitas. Os desafios para fazer com que sejam mais acessíveis, também.
(Disponível em: https://www.uol.com.br/tilt/colunas/leticia-piccolotto/2022/03/19/healthtechs---oportunidades-para-transformar-a-saude-atraves-da-tecnologia.htm.)
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Apesar de o levantamento mostrar uma maior confiança das pessoas em cientistas, o conhecimento sobre o tema permanece distante da maioria da população, apontam também os dados.
Assinale a alternativa que reescreve corretamente o trecho, mantendo-se o seu sentido.
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1. Os dados citados pelo texto foram levantados por meio de uma pesquisa de opinião realizada pela internet.
2. A última edição da pesquisa mencionada teve como destaque o fato de cientistas de instituições públicas assumirem a liderança em termos de confiança para informações relevantes.
3. Ainda que a confiança nos cientistas tenha aumentado, outros dados, como o conhecimento de nomes de profissionais e instituições ligados à área, tiveram uma piora em relação a anos anteriores.
4. As avaliações dos responsáveis pela pesquisa sobre os resultados apontam a popularização como apenas o primeiro passo para o acesso à ciência pelo cidadão.
Assinale a alternativa correta.
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O texto a seguir é referência para a questão.
“A pobreza é normalmente definida como uma condição humana de privação de recursos monetários (renda familiar) necessários para uma vida digna. Em termos práticos, como será mostrado, a pobreza monetária pode estar caracterizada por um limiar absoluto, ou seja, uma medida que identifica aqueles que não atingem um padrão mínimo de subsistência; ou por um limiar relativo, uma medida que reflete a posição dos menos bem colocados na sociedade. Nos últimos anos, entretanto, tal ideia de pobreza unidimensional começa a ser questionada e dá espaço às compreensões multidimensionais, concentradas nas privações relacionadas ao bem-estar do indivíduo. (...) Exploramos o argumento de que viver em situação de pobreza engloba múltiplas desvantagens sociais, cuja mensuração requer a combinação dos limiares absolutos e relativos.”
(Katarina Pitasse Fragoso, Izabella Martins Grapengiesser, Anne-Sophie Madl. Publicado em 20 de dezembro de 2021. Nexo jornal. Disponível em: https://pp.nexojornal.com.br/opiniao/2021/Por-que-%C3%A9-necess%C3%A1rio-compreender-a-pobreza-al%C3%A9m-da-sua-dimens%C3%A3o-monet%C3%A1ria?utm_medium=Email&utm_campaign=NLDurmaComEssa&utm_source=nexoassinantes.)
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O texto a seguir é referência para a questão.
“A pobreza é normalmente definida como uma condição humana de privação de recursos monetários (renda familiar) necessários para uma vida digna. Em termos práticos, como será mostrado, a pobreza monetária pode estar caracterizada por um limiar absoluto, ou seja, uma medida que identifica aqueles que não atingem um padrão mínimo de subsistência; ou por um limiar relativo, uma medida que reflete a posição dos menos bem colocados na sociedade. Nos últimos anos, entretanto, tal ideia de pobreza unidimensional começa a ser questionada e dá espaço às compreensões multidimensionais, concentradas nas privações relacionadas ao bem-estar do indivíduo. (...) Exploramos o argumento de que viver em situação de pobreza engloba múltiplas desvantagens sociais, cuja mensuração requer a combinação dos limiares absolutos e relativos.”
(Katarina Pitasse Fragoso, Izabella Martins Grapengiesser, Anne-Sophie Madl. Publicado em 20 de dezembro de 2021. Nexo jornal. Disponível em: https://pp.nexojornal.com.br/opiniao/2021/Por-que-%C3%A9-necess%C3%A1rio-compreender-a-pobreza-al%C3%A9m-da-sua-dimens%C3%A3o-monet%C3%A1ria?utm_medium=Email&utm_campaign=NLDurmaComEssa&utm_source=nexoassinantes.)
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O trecho a seguir é referência para a questão.
(...) Passava a esponja na parede com movimentos amplos, espalhava de propósito a mancha vermelha, e compreendi que naquela casa eu não teria mais ambiente. Meus pertences couberam numa mala de mão, estrelas no céu, andei em direção ao centro da cidade. Mas bem antes do centro encontrei um hotel de aparência modesta, o nome Zakariás em letras de ferro sobre a porta. Toquei a sineta no balcão, e uma tabela de preços indicava diária de quatro mil forintes por um quarto de solteiro. Calculei que poderia me alojar ali por mais de um mês, pois Kocsis Ferenc insistido em remunerar meu serviço, um cala-boca de duzentos mil forintes. Já ia tocar a sineta de novo quando apareceu um velhinho ajeitando os suspensórios. Pedi chaves moça da recepção que vasculhou uma gaveta, falou yes e disse que eu era aguardado desde a quarta-feira (...)
(Adaptado. BUARQUE, Chico. Budapeste. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.)
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O trecho a seguir é referência para a questão.
(...) Passava a esponja na parede com movimentos amplos, espalhava de propósito a mancha vermelha, e compreendi que naquela casa eu não teria mais ambiente. Meus pertences couberam numa mala de mão, estrelas no céu, andei em direção ao centro da cidade. Mas bem antes do centro encontrei um hotel de aparência modesta, o nome Zakariás em letras de ferro sobre a porta. Toquei a sineta no balcão, e uma tabela de preços indicava diária de quatro mil forintes por um quarto de solteiro. Calculei que poderia me alojar ali por mais de um mês, pois Kocsis Ferenc insistido em remunerar meu serviço, um cala-boca de duzentos mil forintes. Já ia tocar a sineta de novo quando apareceu um velhinho ajeitando os suspensórios. Pedi chaves moça da recepção que vasculhou uma gaveta, falou yes e disse que eu era aguardado desde a quarta-feira (...)
(Adaptado. BUARQUE, Chico. Budapeste. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.)
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