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Os EUA enterraram uma cápsula do tempo que só será aberta daqui a 250 anos
Por Luiza Lopes
Se daqui a 250 anos alguém quisesse entender como eram os Estados Unidos de 2026,
por onde começaria? Talvez por um smartphone. Ou por um esqueleto de baleia. Quem sabe
por uma previsão escrita por inteligência artificial ou uma garrafa de Coca-Cola transformada
em cápsula de lembranças.
Esses são alguns dos mais de 200 objetos enterrados neste sábado (4) sob o Parque
Histórico Nacional da Independência, na Filadélfia, como parte das comemorações dos 2
anos da independência norte-americana.
Todos eles foram colocados dentro da chamada Cápsula do Tempo da América, um
recipiente projetado para permanecer fechado até 4 de julho de 2276, quando o país
completará meio milênio de existência. A proposta não é guardar tesouros valiosos, mas
registrar como os norte-americanos escolheram representar a si mesmos para pessoas que
viverão dez gerações no futuro.
Mas como decidir o que merece ser preservado? Cada estado ficou responsável por
responder isso à sua maneira. Não havia uma lista de objetos obrigatórios nem um modelo a
seguir.
O Arkansas enviou um diamante encontrado no Parque Estadual Crater of Diamonds; o
Maine escolheu um o....o de baleia-franca-do-atlântico-norte, espécie criticamente amea....ada
de extinção; Ohio incluiu um pedaço do tecido utilizado pelos irmãos Wright em seu voo de
1903; já as Ilhas Marianas do Norte contribuíram com colares tradicionais da cultura local.
Para os responsáveis, a ausência de um padrão tornou a coleção especial. Segundo
Michael Berilla, líder do projeto, as cápsulas do tempo são “uma forma de compartilhar
identidade, de mostrar o que era importante e valorizado”.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/cultura/os-eua-enterraram-uma-capsula-do-tempo-que-so-sera-aberta-daqui-a-250-anos-veja-o-que-ha-dentro/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual é o objetivo da cápsula do tempo enterrada nos Estados Unidos?
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Belo Horizonte, Florianópolis, Joinville, Natal, ...
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\( f(x) = 2 + 4\text{sen}\left(\dfrac{x+\pi}{2}\right), x \in \mathbb{R} \)
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- FundamentosRazão e Proporção
- GeometriaGeometria PlanaTriângulosTriângulos RetângulosRelações Métricas no Triângulo Retângulo
- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
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• 18 servidores participaram do curso de Informática;
• 12 servidores participaram do curso de Atendimento ao Público;
• 5 servidores participaram dos dois cursos.
Com base nessas informações, quantos servidores participaram de pelo menos um dos dois cursos?
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Mulheres barbadas
Por Martha Medeiros
Nem leões banguelas rugindo para o domador, nem os equilibristas que quase
escorregavam enquanto caminhavam pela corda estendida no alto, nem mesmo um elefante
avançando sobre a plateia numa cidade da Alemanha, cena que me aterrorizou na infância,
pois não era armação.
Nada me apavorava tanto quanto a possibilidade de aparecer na minha frente uma mulher
barbada. Eu nem era tão fã de circo, só ia quando não havia jeito de recusar o convite. Mas
mulher barbada eu não suportaria, e como nunca levei esse assunto ___ terapia, tento
diagnosticar aqui mesmo: seria um medo oculto de me transformar em homem?
A crônica poderia seguir esse raciocínio para denunciar ___ animalidade de alguns
exemplares da espécie que cometem barbáries, mas não irei por aí. Este singelo texto
ambiciona apenas arrancar seu sorriso ao término da leitura.
Voltando. Existe uma condição chamada hirsutismo, que faz .... pelos grossos e escuros
no rosto e demais partes da anatomia feminina, caso de uma famosa mulher barbada
americana chamada Jane Barnell, que viajou com circos ao longo da vida e inclusive destacou-
se no cinema, lá nos idos de 1932.
No Brasil, imagino que os donos de circo fossem mais práticos: colocavam um aplique no
queixo da moça da bilheteria e a empurravam para o picadeiro, que criança engole qualquer
coisa. Deus me privou de ver isso.
Até o bigode da Frida me provocava certa ...., mesmo sabendo que a intenção dela era
desafiar os padrões de beleza europeus e afirmar a singularidade de sua identidade mexicana.
Um ato político, apenas. Aderisse quem estivesse com vontade.
Nunca ...., mas preciso confessar (preciso nada, é mera falta de assunto) que tenho
observado, em frente ao espelho, os desaforos da passagem do tempo e isso me faz refletir.
As marcas de expressão entre o nariz e a boca, chamadas de bigode chinês. O excesso de pele
no contorno da face conhecido como bochecha de buldogue. Sem falar no popular pescoço de
galinha.
Nada animador. Para eliminá-los, só com liftings e demais procedimentos invasivos. Quem
prefere fugir de anestesia, como eu, apela ___ autenticidade, que sempre cai bem (e cai
mesmo).
Até que assisti a um vídeo em que a IA providenciava uma barba para o Halland, nosso
algoz na Copa, que nasceu loiro com olhos azuis, o que foi insuficiente para torná-lo belo. Pois
não é que ele daria um caldo se adotasse o visual de lenhador?
Então me lembrei de todos os homens que não têm queixo ou têm queixo demais, além
de bigodes chineses e bochechas de buldogue, e que basta dispensarem a gilete e o barbeador
para se tornarem uns coroas charmosos. E me deu uma vontade súbita de entrar para o circo.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/07/mulheres-barbadas-nada-me-apavorava-tanto-cmrf4t5yk01ue013vgnls7qnl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Mulheres barbadas
Por Martha Medeiros
Nem leões banguelas rugindo para o domador, nem os equilibristas que quase
escorregavam enquanto caminhavam pela corda estendida no alto, nem mesmo um elefante
avançando sobre a plateia numa cidade da Alemanha, cena que me aterrorizou na infância,
pois não era armação.
Nada me apavorava tanto quanto a possibilidade de aparecer na minha frente uma mulher
barbada. Eu nem era tão fã de circo, só ia quando não havia jeito de recusar o convite. Mas
mulher barbada eu não suportaria, e como nunca levei esse assunto ___ terapia, tento
diagnosticar aqui mesmo: seria um medo oculto de me transformar em homem?
A crônica poderia seguir esse raciocínio para denunciar ___ animalidade de alguns
exemplares da espécie que cometem barbáries, mas não irei por aí. Este singelo texto
ambiciona apenas arrancar seu sorriso ao término da leitura.
Voltando. Existe uma condição chamada hirsutismo, que faz .... pelos grossos e escuros
no rosto e demais partes da anatomia feminina, caso de uma famosa mulher barbada
americana chamada Jane Barnell, que viajou com circos ao longo da vida e inclusive destacou-
se no cinema, lá nos idos de 1932.
No Brasil, imagino que os donos de circo fossem mais práticos: colocavam um aplique no
queixo da moça da bilheteria e a empurravam para o picadeiro, que criança engole qualquer
coisa. Deus me privou de ver isso.
Até o bigode da Frida me provocava certa ...., mesmo sabendo que a intenção dela era
desafiar os padrões de beleza europeus e afirmar a singularidade de sua identidade mexicana.
Um ato político, apenas. Aderisse quem estivesse com vontade.
Nunca ...., mas preciso confessar (preciso nada, é mera falta de assunto) que tenho
observado, em frente ao espelho, os desaforos da passagem do tempo e isso me faz refletir.
As marcas de expressão entre o nariz e a boca, chamadas de bigode chinês. O excesso de pele
no contorno da face conhecido como bochecha de buldogue. Sem falar no popular pescoço de
galinha.
Nada animador. Para eliminá-los, só com liftings e demais procedimentos invasivos. Quem
prefere fugir de anestesia, como eu, apela ___ autenticidade, que sempre cai bem (e cai
mesmo).
Até que assisti a um vídeo em que a IA providenciava uma barba para o Halland, nosso
algoz na Copa, que nasceu loiro com olhos azuis, o que foi insuficiente para torná-lo belo. Pois
não é que ele daria um caldo se adotasse o visual de lenhador?
Então me lembrei de todos os homens que não têm queixo ou têm queixo demais, além
de bigodes chineses e bochechas de buldogue, e que basta dispensarem a gilete e o barbeador
para se tornarem uns coroas charmosos. E me deu uma vontade súbita de entrar para o circo.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/07/mulheres-barbadas-nada-me-apavorava-tanto-cmrf4t5yk01ue013vgnls7qnl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“colocavam um aplique no queixo da moça da bilheteria e a empurravam para o picadeiro”.
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Mulheres barbadas
Por Martha Medeiros
Nem leões banguelas rugindo para o domador, nem os equilibristas que quase
escorregavam enquanto caminhavam pela corda estendida no alto, nem mesmo um elefante
avançando sobre a plateia numa cidade da Alemanha, cena que me aterrorizou na infância,
pois não era armação.
Nada me apavorava tanto quanto a possibilidade de aparecer na minha frente uma mulher
barbada. Eu nem era tão fã de circo, só ia quando não havia jeito de recusar o convite. Mas
mulher barbada eu não suportaria, e como nunca levei esse assunto ___ terapia, tento
diagnosticar aqui mesmo: seria um medo oculto de me transformar em homem?
A crônica poderia seguir esse raciocínio para denunciar ___ animalidade de alguns
exemplares da espécie que cometem barbáries, mas não irei por aí. Este singelo texto
ambiciona apenas arrancar seu sorriso ao término da leitura.
Voltando. Existe uma condição chamada hirsutismo, que faz .... pelos grossos e escuros
no rosto e demais partes da anatomia feminina, caso de uma famosa mulher barbada
americana chamada Jane Barnell, que viajou com circos ao longo da vida e inclusive destacou-
se no cinema, lá nos idos de 1932.
No Brasil, imagino que os donos de circo fossem mais práticos: colocavam um aplique no
queixo da moça da bilheteria e a empurravam para o picadeiro, que criança engole qualquer
coisa. Deus me privou de ver isso.
Até o bigode da Frida me provocava certa ...., mesmo sabendo que a intenção dela era
desafiar os padrões de beleza europeus e afirmar a singularidade de sua identidade mexicana.
Um ato político, apenas. Aderisse quem estivesse com vontade.
Nunca ...., mas preciso confessar (preciso nada, é mera falta de assunto) que tenho
observado, em frente ao espelho, os desaforos da passagem do tempo e isso me faz refletir.
As marcas de expressão entre o nariz e a boca, chamadas de bigode chinês. O excesso de pele
no contorno da face conhecido como bochecha de buldogue. Sem falar no popular pescoço de
galinha.
Nada animador. Para eliminá-los, só com liftings e demais procedimentos invasivos. Quem
prefere fugir de anestesia, como eu, apela ___ autenticidade, que sempre cai bem (e cai
mesmo).
Até que assisti a um vídeo em que a IA providenciava uma barba para o Halland, nosso
algoz na Copa, que nasceu loiro com olhos azuis, o que foi insuficiente para torná-lo belo. Pois
não é que ele daria um caldo se adotasse o visual de lenhador?
Então me lembrei de todos os homens que não têm queixo ou têm queixo demais, além
de bigodes chineses e bochechas de buldogue, e que basta dispensarem a gilete e o barbeador
para se tornarem uns coroas charmosos. E me deu uma vontade súbita de entrar para o circo.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/07/mulheres-barbadas-nada-me-apavorava-tanto-cmrf4t5yk01ue013vgnls7qnl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Nada me apavorava tanto quanto a possibilidade de aparecer na minha frente uma mulher barbada”.
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Mulheres barbadas
Por Martha Medeiros
Nem leões banguelas rugindo para o domador, nem os equilibristas que quase
escorregavam enquanto caminhavam pela corda estendida no alto, nem mesmo um elefante
avançando sobre a plateia numa cidade da Alemanha, cena que me aterrorizou na infância,
pois não era armação.
Nada me apavorava tanto quanto a possibilidade de aparecer na minha frente uma mulher
barbada. Eu nem era tão fã de circo, só ia quando não havia jeito de recusar o convite. Mas
mulher barbada eu não suportaria, e como nunca levei esse assunto ___ terapia, tento
diagnosticar aqui mesmo: seria um medo oculto de me transformar em homem?
A crônica poderia seguir esse raciocínio para denunciar ___ animalidade de alguns
exemplares da espécie que cometem barbáries, mas não irei por aí. Este singelo texto
ambiciona apenas arrancar seu sorriso ao término da leitura.
Voltando. Existe uma condição chamada hirsutismo, que faz .... pelos grossos e escuros
no rosto e demais partes da anatomia feminina, caso de uma famosa mulher barbada
americana chamada Jane Barnell, que viajou com circos ao longo da vida e inclusive destacou-
se no cinema, lá nos idos de 1932.
No Brasil, imagino que os donos de circo fossem mais práticos: colocavam um aplique no
queixo da moça da bilheteria e a empurravam para o picadeiro, que criança engole qualquer
coisa. Deus me privou de ver isso.
Até o bigode da Frida me provocava certa ...., mesmo sabendo que a intenção dela era
desafiar os padrões de beleza europeus e afirmar a singularidade de sua identidade mexicana.
Um ato político, apenas. Aderisse quem estivesse com vontade.
Nunca ...., mas preciso confessar (preciso nada, é mera falta de assunto) que tenho
observado, em frente ao espelho, os desaforos da passagem do tempo e isso me faz refletir.
As marcas de expressão entre o nariz e a boca, chamadas de bigode chinês. O excesso de pele
no contorno da face conhecido como bochecha de buldogue. Sem falar no popular pescoço de
galinha.
Nada animador. Para eliminá-los, só com liftings e demais procedimentos invasivos. Quem
prefere fugir de anestesia, como eu, apela ___ autenticidade, que sempre cai bem (e cai
mesmo).
Até que assisti a um vídeo em que a IA providenciava uma barba para o Halland, nosso
algoz na Copa, que nasceu loiro com olhos azuis, o que foi insuficiente para torná-lo belo. Pois
não é que ele daria um caldo se adotasse o visual de lenhador?
Então me lembrei de todos os homens que não têm queixo ou têm queixo demais, além
de bigodes chineses e bochechas de buldogue, e que basta dispensarem a gilete e o barbeador
para se tornarem uns coroas charmosos. E me deu uma vontade súbita de entrar para o circo.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2026/07/mulheres-barbadas-nada-me-apavorava-tanto-cmrf4t5yk01ue013vgnls7qnl.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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