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O Decreto Nº 9.761, de 11 de abril de 2019,
aprova a nova Política Nacional sobre Drogas,
revogando o Decreto n°. 4.345, de 26 de agosto de
2002. A nova política será desenvolvida em conjunto
pelos ministérios da Cidadania, da Saúde, da Justiça
e Segurança Pública, dos Direitos Humanos, da
Família e da Mulher. Sobre os objetivos da nova
Política Nacional Sobre Drogas, julgue Verdadeiro
(V) ou Falso (F).
( ) Conscientizar o usuário e a sociedade de que o uso, o uso indevido e a dependência de drogas ilícitas financia as organizações criminosas e suas atividades, que têm o narcotráfico como principal fonte de recursos financeiros. ( ) Considerar nas políticas públicas em geral as causas relacionados ao uso indevido e à dependência do tabaco e seus derivados, do álcool e de outras drogas e garantir que as pessoas afetadas pelos problemas decorrentes de seu uso sejam tratadas de forma isolada, com o objetivo de que se mantenham abstinentes em relação ao uso de drogas. ( ) Promover e apoiar novas formas de abordagens e cuidados e o uso de tecnologias, ferramentas, serviços e ações digitais e inovadoras, que inclusive proporcionem redução de custos para o Poder Público. ( ) Regulamentar, avaliar e acompanhar o tratamento, o acolhimento em comunidade terapêutica, a assistência e o cuidado de pessoas com uso indevido de álcool e outras drogas lícitas e ilícitas e com dependência química, a partir de uma visão holística do ser humano, observadas a intersetorialidade e a transversalidade das ações.
Assinale a alternativa com a ordem CORRETA:
( ) Conscientizar o usuário e a sociedade de que o uso, o uso indevido e a dependência de drogas ilícitas financia as organizações criminosas e suas atividades, que têm o narcotráfico como principal fonte de recursos financeiros. ( ) Considerar nas políticas públicas em geral as causas relacionados ao uso indevido e à dependência do tabaco e seus derivados, do álcool e de outras drogas e garantir que as pessoas afetadas pelos problemas decorrentes de seu uso sejam tratadas de forma isolada, com o objetivo de que se mantenham abstinentes em relação ao uso de drogas. ( ) Promover e apoiar novas formas de abordagens e cuidados e o uso de tecnologias, ferramentas, serviços e ações digitais e inovadoras, que inclusive proporcionem redução de custos para o Poder Público. ( ) Regulamentar, avaliar e acompanhar o tratamento, o acolhimento em comunidade terapêutica, a assistência e o cuidado de pessoas com uso indevido de álcool e outras drogas lícitas e ilícitas e com dependência química, a partir de uma visão holística do ser humano, observadas a intersetorialidade e a transversalidade das ações.
Assinale a alternativa com a ordem CORRETA:
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Uma função descreve o comportamento de
uma variável, a partir de uma outra. Considere que
a altura de um projétil y atirado por uma arma, em
função da distância horizontal x, ambas as medidas
dadas em metros, é descrita por:
y (x) = 5 + x - 0,001x²
Quais das alternativas abaixo possui uma afirmação VERDADEIRA sobre a altura do projétil ao longo de sua trajetória?
y (x) = 5 + x - 0,001x²
Quais das alternativas abaixo possui uma afirmação VERDADEIRA sobre a altura do projétil ao longo de sua trajetória?
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Qual das alternativas abaixo pode ser reduzido a
um número racional?
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- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
O trecho a seguir foi extraído do romance O Triste
Fim de Policarpo Quaresma, escrito por Lima
Barreto. Leia-o atentamente para responder à próxima questão.
“Policarpo era patriota. Desde moço, aí pelos vinte
anos, o amor da pátria tomou-o todo inteiro. Não fora
o amor comum, palrador e vazio; fora um sentimento
sério, grave e absorvente. Nada de ambições
políticas ou administrativas; o que Quaresma
pensou, ou melhor: o que o patriotismo o fez pensar
foi num conhecimento inteiro do Brasil, levando-o
a meditações sobre os seus recursos, para depois
então apontar os remédios, as medidas progressivas,
com pleno conhecimento de causa. Errava quem
quisesse encontrar nele qualquer regionalismo:
Quaresma era antes de tudo brasileiro. Não tinha
predileção por esta ou aquela parte de seu país,
tanto assim que aquilo que o fazia vibrar de paixão
não eram só os pampas do Sul com o seu gado,
não era o café de São Paulo, não eram o ouro e os
diamantes de Minas, não era a beleza da Guanabara,
não era a altura da Paulo Afonso, não era o estro
de Gonçalves Dias ou o ímpeto de Andrade Neves -
era tudo isso junto, fundido, reunido, sob a bandeira
estrelada do Cruzeiro”. (Trecho com adaptações).
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O trecho a seguir foi extraído do romance O Triste
Fim de Policarpo Quaresma, escrito por Lima
Barreto. Leia-o atentamente para responder à próxima questão.
“Policarpo era patriota. Desde moço, aí pelos vinte
anos, o amor da pátria tomou-o todo inteiro. Não fora
o amor comum, palrador e vazio; fora um sentimento
sério, grave e absorvente. Nada de ambições
políticas ou administrativas; o que Quaresma
pensou, ou melhor: o que o patriotismo o fez pensar
foi num conhecimento inteiro do Brasil, levando-o
a meditações sobre os seus recursos, para depois
então apontar os remédios, as medidas progressivas,
com pleno conhecimento de causa. Errava quem
quisesse encontrar nele qualquer regionalismo:
Quaresma era antes de tudo brasileiro. Não tinha
predileção por esta ou aquela parte de seu país,
tanto assim que aquilo que o fazia vibrar de paixão
não eram só os pampas do Sul com o seu gado,
não era o café de São Paulo, não eram o ouro e os
diamantes de Minas, não era a beleza da Guanabara,
não era a altura da Paulo Afonso, não era o estro
de Gonçalves Dias ou o ímpeto de Andrade Neves -
era tudo isso junto, fundido, reunido, sob a bandeira
estrelada do Cruzeiro”. (Trecho com adaptações).
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O trecho a seguir foi extraído do romance O Triste
Fim de Policarpo Quaresma, escrito por Lima
Barreto. Leia-o atentamente para responder à próxima questão.
“Policarpo era patriota. Desde moço, aí pelos vinte
anos, o amor da pátria tomou-o todo inteiro. Não fora
o amor comum, palrador e vazio; fora um sentimento
sério, grave e absorvente. Nada de ambições
políticas ou administrativas; o que Quaresma
pensou, ou melhor: o que o patriotismo o fez pensar
foi num conhecimento inteiro do Brasil, levando-o
a meditações sobre os seus recursos, para depois
então apontar os remédios, as medidas progressivas,
com pleno conhecimento de causa. Errava quem
quisesse encontrar nele qualquer regionalismo:
Quaresma era antes de tudo brasileiro. Não tinha
predileção por esta ou aquela parte de seu país,
tanto assim que aquilo que o fazia vibrar de paixão
não eram só os pampas do Sul com o seu gado,
não era o café de São Paulo, não eram o ouro e os
diamantes de Minas, não era a beleza da Guanabara,
não era a altura da Paulo Afonso, não era o estro
de Gonçalves Dias ou o ímpeto de Andrade Neves -
era tudo isso junto, fundido, reunido, sob a bandeira
estrelada do Cruzeiro”. (Trecho com adaptações).
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O trecho a seguir foi extraído do romance O Triste
Fim de Policarpo Quaresma, escrito por Lima
Barreto. Leia-o atentamente para responder à próxima questão.
“Policarpo era patriota. Desde moço, aí pelos vinte
anos, o amor da pátria tomou-o todo inteiro. Não fora
o amor comum, palrador e vazio; fora um sentimento
sério, grave e absorvente. Nada de ambições
políticas ou administrativas; o que Quaresma
pensou, ou melhor: o que o patriotismo o fez pensar
foi num conhecimento inteiro do Brasil, levando-o
a meditações sobre os seus recursos, para depois
então apontar os remédios, as medidas progressivas,
com pleno conhecimento de causa. Errava quem
quisesse encontrar nele qualquer regionalismo:
Quaresma era antes de tudo brasileiro. Não tinha
predileção por esta ou aquela parte de seu país,
tanto assim que aquilo que o fazia vibrar de paixão
não eram só os pampas do Sul com o seu gado,
não era o café de São Paulo, não eram o ouro e os
diamantes de Minas, não era a beleza da Guanabara,
não era a altura da Paulo Afonso, não era o estro
de Gonçalves Dias ou o ímpeto de Andrade Neves -
era tudo isso junto, fundido, reunido, sob a bandeira
estrelada do Cruzeiro”. (Trecho com adaptações).
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O trecho a seguir foi extraído do romance O Triste
Fim de Policarpo Quaresma, escrito por Lima
Barreto. Leia-o atentamente para responder à próxima questão.
“Policarpo era patriota. Desde moço, aí pelos vinte
anos, o amor da pátria tomou-o todo inteiro. Não fora
o amor comum, palrador e vazio; fora um sentimento
sério, grave e absorvente. Nada de ambições
políticas ou administrativas; o que Quaresma
pensou, ou melhor: o que o patriotismo o fez pensar
foi num conhecimento inteiro do Brasil, levando-o
a meditações sobre os seus recursos, para depois
então apontar os remédios, as medidas progressivas,
com pleno conhecimento de causa. Errava quem
quisesse encontrar nele qualquer regionalismo:
Quaresma era antes de tudo brasileiro. Não tinha
predileção por esta ou aquela parte de seu país,
tanto assim que aquilo que o fazia vibrar de paixão
não eram só os pampas do Sul com o seu gado,
não era o café de São Paulo, não eram o ouro e os
diamantes de Minas, não era a beleza da Guanabara,
não era a altura da Paulo Afonso, não era o estro
de Gonçalves Dias ou o ímpeto de Andrade Neves -
era tudo isso junto, fundido, reunido, sob a bandeira
estrelada do Cruzeiro”. (Trecho com adaptações).
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Fim de Policarpo Quaresma, escrito por Lima
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“Policarpo era patriota. Desde moço, aí pelos vinte
anos, o amor da pátria tomou-o todo inteiro. Não fora
o amor comum, palrador e vazio; fora um sentimento
sério, grave e absorvente. Nada de ambições
políticas ou administrativas; o que Quaresma
pensou, ou melhor: o que o patriotismo o fez pensar
foi num conhecimento inteiro do Brasil, levando-o
a meditações sobre os seus recursos, para depois
então apontar os remédios, as medidas progressivas,
com pleno conhecimento de causa. Errava quem
quisesse encontrar nele qualquer regionalismo:
Quaresma era antes de tudo brasileiro. Não tinha
predileção por esta ou aquela parte de seu país,
tanto assim que aquilo que o fazia vibrar de paixão
não eram só os pampas do Sul com o seu gado,
não era o café de São Paulo, não eram o ouro e os
diamantes de Minas, não era a beleza da Guanabara,
não era a altura da Paulo Afonso, não era o estro
de Gonçalves Dias ou o ímpeto de Andrade Neves -
era tudo isso junto, fundido, reunido, sob a bandeira
estrelada do Cruzeiro”. (Trecho com adaptações).
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Questão presente nas seguintes provas
O trecho a seguir foi extraído do romance O Triste
Fim de Policarpo Quaresma, escrito por Lima
Barreto. Leia-o atentamente para responder à próxima questão.
“Policarpo era patriota. Desde moço, aí pelos vinte
anos, o amor da pátria tomou-o todo inteiro. Não fora
o amor comum, palrador e vazio; fora um sentimento
sério, grave e absorvente. Nada de ambições
políticas ou administrativas; o que Quaresma
pensou, ou melhor: o que o patriotismo o fez pensar
foi num conhecimento inteiro do Brasil, levando-o
a meditações sobre os seus recursos, para depois
então apontar os remédios, as medidas progressivas,
com pleno conhecimento de causa. Errava quem
quisesse encontrar nele qualquer regionalismo:
Quaresma era antes de tudo brasileiro. Não tinha
predileção por esta ou aquela parte de seu país,
tanto assim que aquilo que o fazia vibrar de paixão
não eram só os pampas do Sul com o seu gado,
não era o café de São Paulo, não eram o ouro e os
diamantes de Minas, não era a beleza da Guanabara,
não era a altura da Paulo Afonso, não era o estro
de Gonçalves Dias ou o ímpeto de Andrade Neves -
era tudo isso junto, fundido, reunido, sob a bandeira
estrelada do Cruzeiro”. (Trecho com adaptações).
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