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A força das palavras
Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.
Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).
Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).
A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.
"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.
Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04
Assinale a alternativa em que há o emprego da norma culta:
 

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2247361 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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O Brasil possui espécies florestais protegidas por legislação federal, sendo proibido o seu corte.
I- A Castanheira (Betholetia excelse) não é passível de exploração para fins madeireiros
II- A Seringueira (Hevea spp), em florestas naturais, primitivas ou regeneradas, não é passível de exploração para fins madeireiros.
III- É proibido o abate de árvores da espécie Swietenia Macrophyl/a King (mogno), inclusive em áreas nas quais seja autorizada a supressão de vegetação.
IV- A Andirobeira (Garapa guianensis) é proibida de exploração para fins madeireiros.
Logo, a alternativa que contempla todas as assertivas corretas é:
 

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2247349 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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O termo "sustentabilidade", rotineiramente, é utilizado para expressar a sustentabilidade ambiental. Entretanto, tal conceito possui diversas outras dimensões. A sustentabilidade que aborda a preservação do potencial do capital natureza na sua produção de recursos renováveis e limita o uso dos recursos não-renováveis é:
 

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A força das palavras
Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.
Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).
Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).
A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.
"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.
Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04
Sobre a estrutura "Viemos ao mundo para dar nome às coisas: (...)", é correto afirmar:
 

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A força das palavras
Palavras assustam mais do que fatos: às vezes é assim.
Descobri isso quando as pessoas discutiam e lançavam palavras como dardos sobre a mesa de jantar. Nessa época, meus olhos mal alcançavam o tampo da mesa e o mundo dos adultos me parecia fascinante. O meu era demais limitado por horários que tinham de ser obedecidos (por que criança tinha de dormir tão cedo?), regras chatas (por que não correr descalça na chuva? por que não botar os pés em cima do sofá, por quê, por quê, por quê ... ?), e a escola era um fardo (seria tão mais divertido ficar lendo debaixo das árvores no jardim de casa ...).
Mas, em compensação, na escola também se brincava com palavras: lá, como em casa, havia livros, e neles as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas que a gente colecionava, olhava contra a luz, revirava no céu da boca. E, às vezes, cuspia na cara de alguém de propósito para machucar (...).
A palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra seduzimos num texto; com a palavra, liquidamos - negócios, amores. Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas.
"Vá", "Venha", "Fique", "Eu vou", "Eu não sei", "Eu quero, mas não posso", "Eu não sou capaz", "Sim, eu mereço" - dessa forma, marcamos as nossas escolhas, a derrota diante do nosso medo ou a vitória sobre o nosso susto. Viemos ao mundo para dar nome às coisas: dessa forma, nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós.
Fonte: Lya Luft. Ponto de Vista. Veja, 14/07/04
A figura de linguagem exemplificada no excerto: "(...)as palavras eram caramelos saborosos ou pedrinhas coloridas(...)" é:
 

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2247282 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Espécie florestal da família Meliaceae amplamente distribuída na Amazônia brasileira e encontrada em países vizinhos como Colômbia, Venezuela, Suriname, Guiana Francesa e Perú, frequentemente, presente em ambientes de várzeas e às margens de rios e igarapés, sem deixar de ocorrer em terra firme, cientificamente conhecida pelo nome Garapa guianensis é a:
 

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Conforme preceitua o art. 77, a Administração Pública Direta e Indireta de qualquer dos Poderes do Município obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e também, o seguinte, exceto:

 

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2247277 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Abaetetuba-PA
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Os cancros são doenças que ocorrem normalmente em povoamentos naturais e plantações de eucalipto pelo Brasil e pelo mundo. No Brasil, o patógeno mais conhecido associado a este tipo de doença é:
 

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"O alerta da sífilis. Como a ausência de políticas públicas trouxe de volta ao País a doença infecciosa que tem consequências devastadoras, mas que pode ser facilmente evitada.". (Fonte: Revista Isto é. Data: 26.02.2016). De acordo com a reportagem, apenas não se pode afirmar:
Questão Anulada e Desatualizada

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Analise as afirmações seguintes e marque a alternativa correta:
I- As reposições e indenizações ao erário serão descontadas em parcelas mensais não excedentes à décima parte da remuneração ou provento, em valores atualizados.
II- O servidor em débito com o erário, que for admitido, exonerado ou que tiver a sua aposentadoria ou disponibilidade cassada, terá o prazo de 60 (dias) para quitar o débito.
III- A não quitação do débito no prazo previsto na afirmação li não implicará em sua inscrição em dívida ativa.
IV- O vencimento, a remuneração e provento poderão ser objeto de arresto, sequestro ou penhora, exceto nos casos de prestação de alimentos resultantes de decisão judicial.
Questão Anulada e Desatualizada

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