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Leia o texto para responder à questão.
Should children be prohibited from using social media?
Prime Minister Anthony Albanese has announced plans for a social media ban for children in Australia. The planned changes would decide on a minimum age − between 14 and 16 − for the use of social media. He said the impact of the sites on young people is causing “harm”, and that they should be outside playing sport instead
However, not everyone agrees with the plan. Some experts worry that children may be excluded from participating in the digital world or may try to hide their online activity. Also, campaigners have argued that ratherthan stopping young people using social media altogether, the pressure should be on social media companies to do more to protect young users.
(https://www.bbc.co.uk/. Acesso em 22.09.2024. Adaptado)
harm: prejudicar
altogether: completamente
Um problema apontado pelos opositores ao plano do governo australiano é
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Leia o texto para responder à questão.
Should children be prohibited from using social media?
Prime Minister Anthony Albanese has announced plans for a social media ban for children in Australia. The planned changes would decide on a minimum age − between 14 and 16 − for the use of social media. He said the impact of the sites on young people is causing “harm”, and that they should be outside playing sport instead
However, not everyone agrees with the plan. Some experts worry that children may be excluded from participating in the digital world or may try to hide their online activity. Also, campaigners have argued that ratherthan stopping young people using social media altogether, the pressure should be on social media companies to do more to protect young users.
(https://www.bbc.co.uk/. Acesso em 22.09.2024. Adaptado)
harm: prejudicar
altogether: completamente
O texto evidencia a intenção do governo australiano no que diz respeito a
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Leia o texto para responder à questão.
O que é um nome? Pessoas usam nomes únicos para se referirem umas às outras, e nós somos uma das poucas espécies de animais a fazer isso, sendo os golfinhos- -raiz-de-garrafa outra. Procurar mais animais com nomes e investigar como eles os utilizam pode ajudar a melhorar a compreensão dos cientistas sobre a fauna e sobre nós mesmos.
Como pesquisadores de elefantes que têm observado elefantes selvagens há anos, meus colegas e eu conhecemosesses animais como indivíduos, e nós inventamos nomes para eles a fim de que isso nos ajude a lembrar quem é quem. Os elefantes em questão vivem livremente na natureza e, claro, não têm consciência dos nomes que nós lhes damos.
Mas, em um novo estudo publicado em uma revista científica, nós encontramos evidências de que elefantes têm seus próprios nomes e os utilizam para chamar uns aos outros. Essa pesquisa coloca os elefantes entre o número muito reduzido de espécies cujos membros se referem uns aos outros dessa maneira, e isso tem implicações no entendimento de cientistas quanto à inteligência animal e quanto às origens evolutivas da linguagem.
Leia uma estrofe de “Os poemas”, de Mario Quintana, para responder à questão.
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
A figura de linguagem presente no trecho destacado é
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O que é um nome? Pessoas usam nomes únicos para se referirem umas às outras, e n
Como pesquisadores de elefantes que têm observado elefantes selvagens há anos, meus colegas e eu conhecemosesses animais como indivíduos,
Mas, em um novo estudo publicado em uma revista científica, nós encontramos evidências de que elefantes têm seus próprios nomes e os utilizam para chamar uns aos outros.
Retoma um termo mencionado anteriormente o vocábulo destacado em:
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Leia o texto para responder à questão.
O que é um nome? Pessoas usam nomes únicos para se referirem umas às outras, e nós somos uma das poucas espécies de animais a fazer isso, sendo os golfinhos- -raiz-de-garrafa outra. Procurar mais animais com nomes e investigar como eles os utilizam pode ajudar a melhorar a compreensão dos cientistas sobre a fauna e sobre nós mesmos.
Como pesquisadores de elefantes que têm observado elefantes selvagens há anos, meus colegas e eu conhecemosesses animais como indivíduos, e nós inventamos nomes para eles a fim de que isso nos ajude a lembrar quem é quem. Os elefantes em questão vivem livremente na natureza e, claro, não têm consciência dos nomes que nós lhes damos.
Mas, em um novo estudo publicado em uma revista científica, nós encontramos evidências de que elefantes têm seus próprios nomes e os utilizam para chamar uns aos outros. Essa pesquisa coloca os elefantes entre o número muito reduzido de espécies cujos membros se referem uns aos outros dessa maneira, e isso tem implicações no entendimento de cientistas quanto à inteligência animal e quanto às origens evolutivas da linguagem.
Adaptado)
De acordo com o texto, um estudo científico recém-publicado indica que os elefantes
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Não sou supersticioso. É claro que, se vou pela rua e vejo uma escada em meu caminho, não passo embaixo dela, não porque ache que dá azar, mas por temer que caia alguma coisa em minha cabeça. Do mesmo modo com relação ao número 13, de que os americanos têm tanto medo que muitos de seus edifícios não têm o décimo terceiro andar: pula do décimo segundo para o décimo quarto. E quando junta esse azarado número à sexta-feira, aí tem gente que nem sai de casa: sexta-feira treze! Deus me livre e guarde! Pois eu não, estou pouco ligando. Bom, se puder tomar o avião na quinta-feira ou no sábado, prefiro. Mas não por superstição, é que não vou dar chance ao azar...
No trecho “Mas, como disse, supersticioso não sou”, o vocábulo destacado pode ser corretamente substituído por:
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Não sou supersticioso. É claro que, se vou pela rua e vejo uma escada em meu caminho,
Mas, como disse, supersticioso não sou. É verdade que algumas coisas me deixam grilado, como certas coincidências. Por exemplo, tenho observado que,
No trecho “Que isso aconteça uma vez ou outra, tudo bem...”, o vocábulo destacado está no mesmo modo e tempo do verbo destacado em:
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Não sou supersticioso. É claro que, se vou pela rua e vejo uma escada em meu caminho, não passo embaixo dela, não porque ache que dá azar, mas por temer que caia alguma coisa em minha cabeça. Do mesmo modo com relação ao número 13, de que os americanos têm tanto medo que muitos de seus edifícios
Mas, como disse, supersticioso não sou. É verdade que algumas coisas me deixam grilado, como certas coincidências. Por exemplo,
A incoerência entre as atitudes do narrador e sua afirmação de que não é supersticioso é explicitada no trecho:
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Para responder à questão, leia o soneto do poeta árcade Silva Alvarenga (1749-1814).
Eu vi Marfida sobre a mão
Estar em doce sono descansando,
Quando o sol para a terra ia inclinando
Os brandos lírios, a vermelha rosa.
Eu vi Cupido a aljava¹
Prostrar²-lhe aos pés e, as asas levantando,
Com leve som está-la adormentando³
E refrescar-lhe a maçã calmosa4.
“Ó quanto injusto és, cruel
Então clamei, de pranto
Deixando o triste rosto umedecido.
“A quem zomba de ti buscas
E a mim, que ao teu poder estou rendido,
Fazes que viva triste e cuidadoso6.”
¹ Cupido: deus do amor, representado com asas e provido de arco e flechas,
para acertar os corações.
² aljava: estojo em que se guardam flechas.
3 prostrar: lançar.
4 adormentando: fazendo dormir.
5 maçã calmosa: rosto aquecido.
6 cuidadoso: angustiado.
A chamada “rima pobre” é aquela que ocorre entre palavras de mesma classe gramatical, a exemplo do se verifica em:
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Para responder à questão, leia o soneto do poeta árcade Silva Alvarenga (1749-1814).
Eu vi Cupido a aljava¹ vigorosa
Prostrar²-lhe aos pés e, as asas levantando,
Com leve som está-la adormentando³
E refrescar-lhe a maçã calmosa4.
“Ó quanto injusto és, cruel Cupido!”,
“A quem zomba de ti buscas repouso,
¹ Cupido: deus do amor, representado com asas e provido de arco e flechas,
para acertar os corações.
² aljava: estojo em que se guardam flechas.
3 prostrar: lançar.
4 adormentando: fazendo dormir.
5 maçã calmosa: rosto aquecido.
6 cuidadoso: angustiado.
Uma característica da estética árcade presente nesse soneto é
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