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Foram encontradas 50 questões.

2371264 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
A hérnia inguinal oblíqua externa
 

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2371191 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
Melhor forma de investigar possível problema de coagulação, no pré-operatório de um paciente de 30 anos, que será submetido a cirurgia de pequeno porte:
 

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Lugar das almas
Li este texto outro dia, quando especulava um interessante site da Internet:
“Meu pai, que gosta de se considerar um sujeito objetivo e pragmático, usa o termo poeta como uma espécie de xingamento. “Fulano é um poeta”, ele diz, querendo dizer “fulano é um irresponsável, um incompetente, vive fora da realidade”. A verdade é que, como já disse o grande escritor argentino Jorge Luis Borges, em tom de blague, a gente é obrigado a se relacionar com poetas – ou até mesmo com gente pior.
E no entanto meu pai tem, sim, e muito mal disfarçada, uma veia poética que sangra regularmente. Ele lê furiosamente, curte palavras charmosas e inteiramente fora de moda, faz questão de escolher expressões evocativas e nostálgicas para se referir aos objetos mais comuns. “Bacia das almas” é o nome que ele deu a uma bacia de alumínio do seu galpão de ferramentas, à qual remete todas as porcas, arruelas e para fusos para os quais não vê aplicação imediata. É na “Bacia das almas” que vão repousar, talvez para sempre, os objetos rejeitados, tortos, gastos, empenados, os que não se encaixam; é lá que viverão eles na improvável esperança de se tornarem úteis novamente, ou, quem sabe, pela primeira vez.”
Lembrei-me, enquanto lia esse texto tão sugestivo, de que o poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu há muito tempo um livro chamado Brejo das Almas – nome que ele tomou emprestado de uma cidadezinha mineira. É um livro melancólico, e o título espelha bem o estado de ânimo em que se encontrava ele quando escreveu aqueles poemas. Como se vê, assim como acontece com parafusos tortos e outras tranqueiras inúteis, também conosco parece às vezes não haver outro remédio senão irmos parar numa bacia de alumínio, onde jogamos nossas almas, ou num brejo, onde elas podem atolar.
(Belisário de Lima Tenório)
A bacia de alumínio não tinha função, então o pai resolveu tomar a bacia como um recipiente para as quinquilharias sem uso, atribuiu à bacia um nome poético e passou a guardar essas quinquilharias na bacia de alumínio.
Evitam-se as repetições viciosas da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, preservando a ordem em que surgem, por:
 

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2371123 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
O esôfago de Barrett
 

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2371063 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
A complicação mais freqüente da fratura de arcos costais é a dor. Contudo, a gravidade de tal lesão torácica decorre mais freqüentemente da presença de
 

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Lugar das almas
Li este texto outro dia, quando especulava um interessante site da Internet:
“Meu pai, que gosta de se considerar um sujeito objetivo e pragmático, usa o termo poeta como uma espécie de xingamento. “Fulano é um poeta”, ele diz, querendo dizer “fulano é um irresponsável, um incompetente, vive fora da realidade”. A verdade é que, como já disse o grande escritor argentino Jorge Luis Borges, em tom de blague, a gente é obrigado a se relacionar com poetas – ou até mesmo com gente pior.
E no entanto meu pai tem, sim, e muito mal disfarçada, uma veia poética que sangra regularmente. Ele lê furiosamente, curte palavras charmosas e inteiramente fora de moda, faz questão de escolher expressões evocativas e nostálgicas para se referir aos objetos mais comuns. “Bacia das almas” é o nome que ele deu a uma bacia de alumínio do seu galpão de ferramentas, à qual remete todas as porcas, arruelas e para fusos para os quais não vê aplicação imediata. É na “Bacia das almas” que vão repousar, talvez para sempre, os objetos rejeitados, tortos, gastos, empenados, os que não se encaixam; é lá que viverão eles na improvável esperança de se tornarem úteis novamente, ou, quem sabe, pela primeira vez.”
Lembrei-me, enquanto lia esse texto tão sugestivo, de que o poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu há muito tempo um livro chamado Brejo das Almas – nome que ele tomou emprestado de uma cidadezinha mineira. É um livro melancólico, e o título espelha bem o estado de ânimo em que se encontrava ele quando escreveu aqueles poemas. Como se vê, assim como acontece com parafusos tortos e outras tranqueiras inúteis, também conosco parece às vezes não haver outro remédio senão irmos parar numa bacia de alumínio, onde jogamos nossas almas, ou num brejo, onde elas podem atolar.
(Belisário de Lima Tenório)
Transpondo-se a frase enquanto lia esse texto tão sugestivo para a voz passiva, a forma verbal resultante será
 

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2371001 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
A respeito da composição, da distribuição e do equilíbrio de água e de eletrólitos no organismo humano, é correto afirmar que
 

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Lugar das almas
Li este texto outro dia, quando especulava um interessante site da Internet:
“Meu pai, que gosta de se considerar um sujeito objetivo e pragmático, usa o termo poeta como uma espécie de xingamento. “Fulano é um poeta”, ele diz, querendo dizer “fulano é um irresponsável, um incompetente, vive fora da realidade”. A verdade é que, como já disse o grande escritor argentino Jorge Luis Borges, em tom de blague, a gente é obrigado a se relacionar com poetas – ou até mesmo com gente pior.
E no entanto meu pai tem, sim, e muito mal disfarçada, uma veia poética que sangra regularmente. Ele lê furiosamente, curte palavras charmosas e inteiramente fora de moda, faz questão de escolher expressões evocativas e nostálgicas para se referir aos objetos mais comuns. “Bacia das almas” é o nome que ele deu a uma bacia de alumínio do seu galpão de ferramentas, à qual remete todas as porcas, arruelas e para fusos para os quais não vê aplicação imediata. É na “Bacia das almas” que vão repousar, talvez para sempre, os objetos rejeitados, tortos, gastos, empenados, os que não se encaixam; é lá que viverão eles na improvável esperança de se tornarem úteis novamente, ou, quem sabe, pela primeira vez.”
Lembrei-me, enquanto lia esse texto tão sugestivo, de que o poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu há muito tempo um livro chamado Brejo das Almas – nome que ele tomou emprestado de uma cidadezinha mineira. É um livro melancólico, e o título espelha bem o estado de ânimo em que se encontrava ele quando escreveu aqueles poemas. Como se vê, assim como acontece com parafusos tortos e outras tranqueiras inúteis, também conosco parece às vezes não haver outro remédio senão irmos parar numa bacia de alumínio, onde jogamos nossas almas, ou num brejo, onde elas podem atolar.
(Belisário de Lima Tenório)
Está clara e correta a redação do seguinte comentário sobre o texto:
 

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2370923 Ano: 2006
Disciplina: Medicina
Banca: FCC
Orgão: PM-MA
No 5o pós-operatório de cirurgia para correção de fratura de colo de fêmur, um paciente de 75 anos queixou-se de dor e distensão abdominal. Parou de eliminar gases e de evacuar. A radiografia de abdome mostrou grande distensão de cólon, até o descendente. Diagnóstico mais provável:
 

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Lugar das almas
Li este texto outro dia, quando especulava um interessante site da Internet:
“Meu pai, que gosta de se considerar um sujeito objetivo e pragmático, usa o termo poeta como uma espécie de xingamento. “Fulano é um poeta”, ele diz, querendo dizer “fulano é um irresponsável, um incompetente, vive fora da realidade”. A verdade é que, como já disse o grande escritor argentino Jorge Luis Borges, em tom de blague, a gente é obrigado a se relacionar com poetas – ou até mesmo com gente pior.
E no entanto meu pai tem, sim, e muito mal disfarçada, uma veia poética que sangra regularmente. Ele lê furiosamente, curte palavras charmosas e inteiramente fora de moda, faz questão de escolher expressões evocativas e nostálgicas para se referir aos objetos mais comuns. “Bacia das almas” é o nome que ele deu a uma bacia de alumínio do seu galpão de ferramentas, à qual remete todas as porcas, arruelas e para fusos para os quais não vê aplicação imediata. É na “Bacia das almas” que vão repousar, talvez para sempre, os objetos rejeitados, tortos, gastos, empenados, os que não se encaixam; é lá que viverão eles na improvável esperança de se tornarem úteis novamente, ou, quem sabe, pela primeira vez.”
Lembrei-me, enquanto lia esse texto tão sugestivo, de que o poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu há muito tempo um livro chamado Brejo das Almas – nome que ele tomou emprestado de uma cidadezinha mineira. É um livro melancólico, e o título espelha bem o estado de ânimo em que se encontrava ele quando escreveu aqueles poemas. Como se vê, assim como acontece com parafusos tortos e outras tranqueiras inúteis, também conosco parece às vezes não haver outro remédio senão irmos parar numa bacia de alumínio, onde jogamos nossas almas, ou num brejo, onde elas podem atolar.
(Belisário de Lima Tenório)
A expressão E no entanto, que abre o segundo parágrafo do texto transcrito da Internet, anuncia uma contradição que o filho vê no pai – contradição que se manifesta entre as afirmações
 

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