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Foram encontradas 50 questões.

Vários são os motivos que determinaram o crescimento de Goiânia e das cidades do entorno na década de 1990 [....], dentre os quais se podem citar as políticas públicas que serviram de atrativo para essa população migrante. O crescimento da Região Metropolitana como um todo está diretamente relacionado com a expansão de Goiânia, principalmente entre o início da década de 1970 e final da década de 1980.

FREITAS, C. A. L. L. Goiânia: as perspectivas do planejamento urbano e contradição com

os espaços segregados. Revista Plurais. Anápolis-GO, v.1, n.2. 2005, p.85-86 (Adaptado).

O texto faz referência à expansão urbana da região metropolitana de Goiânia a partir da década de 1990.

Sobre esse tema, o fator que contribuiu para a expansão dessa região foi

 

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1306354 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Para a prática da Psicologia Clínica Preventiva em instituições, as técnicas necessitam favorecer a abreviação do tempo de duração do tratamento. Ryad Simon propôs um conjunto de setores para que se verifique o grau de adaptação em que o sujeito se encontra, orientando assim o tratamento. São eles:
 

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1304488 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO

A política antimanicomial em discussão no Brasil decorre da articulação intersetorial entre os sistemas de Justiça, Segurança Pública, Saúde Mental e Assistência Social. Entre as suas diretrizes, no que tange à atenção aos pacientes judiciários, encontram-se:

 

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1304405 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Conjunto de sinais e sintomas caracterizados, principalmente, por fadiga física e mental, falta de entusiasmo e satisfação pelas atividades laborais, baixa autoestima e atitudes de cinismo e ironia em relação às pessoas, bem como indiferença ao que pode vir a acontecer aos demais, recebe a denominação de síndrome de
 

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1158909 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
A depressão pode ser vista como o conjunto de sintomas vegetativos, cognitivos e motivacionais que moldam a interpretação dos eventos por parte do sujeito e pode ser causada e/ou mantida em três níveis: pensamentos automáticos, crenças subjacentes e crenças nucleares.
A abordagem que explica e trata a depressão dessa maneira é a psicoterapia
 

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1151287 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO

Na gestão de pessoas, a formação de grupos para a tomada de decisões apresenta vantagens e desvantagens que são apontadas a seguir:

 

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1124723 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO

Ao explicar a dinâmica do surgimento das doenças psicossomáticas, representantes da Escola de Chicago defendem que

 

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1102671 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
De acordo com a teoria cognitiva, a depressão é resultado de distorções cognitivas específicas presentes em pessoas predispostas a desenvolvê-la. Beck postulou a tríade cognitiva da depressão como:
 

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1099121 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Modelo utilizado para diagnóstico em organizações aplicável a diversos tipos de problemas, que se inicia pela identificação de uma situação-problema, seguida da coleta de dados que permitam uma solução experimental de implementação dessa solução, que por sua vez gerará outros problemas a serem detectados na implementação, ocasionando nova avaliação e identificação desses novos problemas e assim por diante:
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amor platônico?
O “amor platônico” é um dos estereótipos do senso comum mais conhecidos da tradição ocidental. Se olharmos de perto os textos de Platão, ficaremos surpresos com o quanto suas ideias são distorcidas. É comum dizer que o “amor platônico” refere-se a uma relação na qual aquele que ama idealiza o outro: a pessoa amada é ideal e, portanto, inatingível. O texto mais conhecido de Platão sobre o amor é o diálogo O Banquete, no qual se narra o encontro de cidadãos atenienses dispostos a elogiar o deus Eros.
O amor é e não é um sentimento
Segundo alguns, o amor é um sentimento, um modo como os seres humanos são afetados por objetos ou seres que os atraem e os marcam. Para Fedro, um dos personagens de O Banquete, o amor é uma espécie de sentimento nobre e elevado de amizade, reciprocidade, que conduz ao cuidado com o bem do outro.
Já na perspectiva de Aristófanes, o amor não é mero sentimento, mas algo permanente, inerente à espécie humana, na medida em que está presente no fato de sermos estruturalmente incompletos. A busca de completude determina-nos, fazendo-nos estar sempre voltados para o outro. A essa estrutura carente combinam-se graus de consciência, que determinam nosso modo de ser e agir.
Entre o sentimento e a estrutura entram em jogo ainda as dimensões da significação e do conhecimento, pela dimensão da consciência da falta, que está relacionada com a consciência do outro e com a busca constante de alguém que nos complete. O que entendo que sou e aquilo que significo para mim mesmo são correlatos ao que eu entendo que o outro é, ou o que o outro significa para mim.
Sócrates critica, por um lado, a ideia de que o amor seja apenas a busca de uma suposta cara-metade; por outro lado, reforça a perspectiva que leva em conta a consciência da carência: quem sequer imagina que é deficiente naquilo que não acredita ser-lhe necessário não é capaz de desejar verdadeiramente.
A ideia do amor como processo permite associar intimamente amor e conhecimento: o amor fica entre a ignorância e o saber pleno, pois quando o ser carente encontra o que busca, na beleza ou na excelência do outro, torna-se grávido e tem necessidade de gerar. Para falarmos em geração, temos de supor alguma plenitude, alguma suficiência que, finalmente, transborda, vai além da mera falta e produz algo novo.
A geração deve ser pensada tanto no plano natural como no cultural. Os seres vivos estão em permanente transformação, tornando-se constantemente outros, perdendo o que têm e fabricando-se novamente. No plano biológico, a geração de outro ser é preservação da espécie; na dimensão cultural, a geração dá-se no plano da significação e do conhecimento. Seja como preservação da espécie, seja como fabricação da cultura, amar significa buscar recursos para lidarmos com nossa mortalidade.
O amor é loucura e filosofia
A ideia de que o amor seja um tipo de loucura aparece também em outro diálogo platônico, chamado Fedro, no qual Sócrates discute os benefícios e os prejuízos de uma relação amorosa. Mas, se filosofia é amor pelo conhecimento, não pode ser um desvario irracional. Aqueles que julgam saber tudo não filosofam, porque se creem sábios. A maioria dos humanos ignora sua própria ignorância, por isso age irrefletidamente. Quem toma consciência da ignorância estrutural da humanidade são os que filosofam, buscando nas coisas toda a racionalidade de que são capazes. O objeto dessa busca é a inteligibilidade máxima, que Platão chama de “ideia”, “forma” ou “essência” inteligível.
Por “ideia” e “ideal”, em Platão, não devemos entender algo idealizado, mas um modo de ser radical, cujas determinações sejam puramente inteligíveis. Esse máximo de ideação é mais uma aposta e uma exigência do que uma constatação; aquele que filosofa parte da precariedade e da finitude das coisas e dos homens. Para compreendê-los e educá-los, o filósofo é levado a postular algo que não conhece, mas que julga dever existir, apesar de invisível. A “ideia” ou “essência”, então, é alguma coisa à qual temos acesso por meio da inteligência. À medida que é pensada e desenvolvida reflexivamente (por meio do diálogo), passa a ser tomada como referência; é algo divino porque está além da mortalidade humana.
Assim, o objeto dito “ideal” não é um objeto perfeito imaginado nem mera projeção gerada pela carência. O objeto inteligível é proposto como algo a ser pensado, conhecido e amado. Se o amor é filosófico, ele é construção racional e progressiva desse objeto. Não é a idealização ingênua da figura do ser amado, mas é abertura para o outro e, progressivamente, para uma alteridade inteligível, rumo a algum tipo de imortalidade.
O movimento do amor não pode parar: além do aspecto físico, dos valores políticos, da convivência na cidade (pólis), visando ao bem comum, ele é exigência máxima de racionalidade, buscando a causa de tudo o que é bom e de toda beleza. Busca de consciência e conhecimento máximos, o amor filosófico é exigência de beleza pura, mas sabe-se finito e limitado, mesmo que desejando sempre mais.
MARQUES, Marcelo P. Amor Platônico. Revista Cult, edição 146, 2010. Disponível em:
<http://revistacult.uol.com.br/home/2010/05/amor-platonico/>. Acesso em: 19 mar. 2013. (Adaptado).
É ideia defendida no texto:
 

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