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Leia o texto para responder à questão.
Não é apenas a dengue, os alertas são muitos
Washington Novaes
Há umas poucas décadas, jornalistas brasileiros tomaram conhecimento, muito surpresos, de que estávamos às voltas com um problema novo, importado do Oriente em cascos de navios que chegavam a nossos portos: a invasão do mexilhão dourado, que entrara pelo Porto de Rio Grande, subira pelo Rio Paraná e, mesmo combatido, migrou para o Pantanal, continuou rumo ao norte e chegou à Amazônia. Hoje é quase diária a informação sobre espécies “invasoras”, vindas de outros países, que causam problemas. Os mais graves estão na área de saúde, em que as questões já são muitas, aqui e fora.
Agora, por exemplo, a chefe do serviço médico civil da Inglaterra, Sally Davies, adverte que o atual surto de infecções resistentes a medicamentos é “comparável à ameaça de aquecimento global”. Segundo ela, bactérias foram se tornando resistentes às drogas atuais e há poucos antibióticos capazes de substituí-las. Com isso, qualquer cirurgia pode tornar-se “letal” se, no seu decorrer, emergir uma delas. Por essas e outras, a Organização Mundial de Saúde alerta que “o mundo caminha para uma era pós-antibióticos”; e, a menos que haja novas descobertas, infecções comuns poderão tornar-se mortais e migrar pelo mundo, pois as pessoas viajam, inclusive para se submeterem a intervenções cirúrgicas, e, de volta, trazem problemas novos, para os quais não temos remédios.
E isso acontece num momento em que a própria Organização Mundial de Saúde (OMS) – uma agência da ONU – corta despesas, restringe ações.
Em muitos casos, isso dificulta as ações para enfrentar problemas causados pela migração de vetores. Em outros tempos, no Brasil mesmo, já houve casos como os da leptospirose, e da própria malária, com seus vetores se deslocando de áreas desmatadas ou ocupadas pela agropecuária para regiões de densa presença humana. De uns anos para cá, enfrentamos com maior intensidade o problema da dengue. A OMS confirma que a doença está em mais de 150 países e é endêmica em mais de 100 deles; 100 milhões de casos por ano têm sido constatados.
Com a OMS em crise, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lançou comunicado em que pede “medidas fortes” para combater “ameaças globais” à saúde, principalmente porque “o mundo corre risco de novo surto de gripe aviária e outras doenças transmitidas por animais, se baixar a guarda”. O risco quanto à gripe [aviária] está no mesmo perigoso nível de 2006 – quando 63 países foram afetados.
Ainda não se conseguiu uma vacina universal contra a gripe. A esperança está em novo tipo de vacina que está sendo desenvolvido na Inglaterra e na China, com uma variante genética, porque há populações mais vulneráveis em certas regiões.
Com a globalização, a disseminação de vetores, maus hábitos de vida e muito mais, a OMS e a FAO têm toda a razão: os riscos são alarmantes. Basta querer ver.
(http://www.estadao.com.br, 08.02.2013. Adaptado)
Em – … a menos que haja novas descobertas, infecções comuns poderão tornar-se mortais e migrar pelo mundo, pois as pessoas viajam, inclusive para se submeterem a intervenções cirúrgicas… – o termo em destaque estabelece entre as orações circunstância de
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Leia o texto para responder à questão.
Não é apenas a dengue, os alertas são muitos
Washington Novaes
Há umas poucas décadas, jornalistas brasileiros tomaram conhecimento, muito surpresos, de que estávamos às voltas com um problema novo, importado do Oriente em cascos de navios que chegavam a nossos portos: a invasão do mexilhão dourado, que entrara pelo Porto de Rio Grande, subira pelo Rio Paraná e, mesmo combatido, migrou para o Pantanal, continuou rumo ao norte e chegou à Amazônia. Hoje é quase diária a informação sobre espécies “invasoras”, vindas de outros países, que causam problemas. Os mais graves estão na área de saúde, em que as questões já são muitas, aqui e fora.
Agora, por exemplo, a chefe do serviço médico civil da Inglaterra, Sally Davies, adverte que o atual surto de infecções resistentes a medicamentos é “comparável à ameaça de aquecimento global”. Segundo ela, bactérias foram se tornando resistentes às drogas atuais e há poucos antibióticos capazes de substituí-las. Com isso, qualquer cirurgia pode tornar-se “letal” se, no seu decorrer, emergir uma delas. Por essas e outras, a Organização Mundial de Saúde alerta que “o mundo caminha para uma era pós-antibióticos”; e, a menos que haja novas descobertas, infecções comuns poderão tornar-se mortais e migrar pelo mundo, pois as pessoas viajam, inclusive para se submeterem a intervenções cirúrgicas, e, de volta, trazem problemas novos, para os quais não temos remédios.
E isso acontece num momento em que a própria Organização Mundial de Saúde (OMS) – uma agência da ONU – corta despesas, restringe ações.
Em muitos casos, isso dificulta as ações para enfrentar problemas causados pela migração de vetores. Em outros tempos, no Brasil mesmo, já houve casos como os da leptospirose, e da própria malária, com seus vetores se deslocando de áreas desmatadas ou ocupadas pela agropecuária para regiões de densa presença humana. De uns anos para cá, enfrentamos com maior intensidade o problema da dengue. A OMS confirma que a doença está em mais de 150 países e é endêmica em mais de 100 deles; 100 milhões de casos por ano têm sido constatados.
Com a OMS em crise, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lançou comunicado em que pede “medidas fortes” para combater “ameaças globais” à saúde, principalmente porque “o mundo corre risco de novo surto de gripe aviária e outras doenças transmitidas por animais, se baixar a guarda”. O risco quanto à gripe [aviária] está no mesmo perigoso nível de 2006 – quando 63 países foram afetados.
Ainda não se conseguiu uma vacina universal contra a gripe. A esperança está em novo tipo de vacina que está sendo desenvolvido na Inglaterra e na China, com uma variante genética, porque há populações mais vulneráveis em certas regiões.
Com a globalização, a disseminação de vetores, maus hábitos de vida e muito mais, a OMS e a FAO têm toda a razão: os riscos são alarmantes. Basta querer ver.
(http://www.estadao.com.br, 08.02.2013. Adaptado)
O termo em destaque no trecho – … pois as pessoas viajam, inclusive para se submeterem a intervenções cirúrgicas, e, de volta, trazem problemas novos… – expressa sentido de
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Minerva envolveu-se em acidente e cometeu um crime de trânsito ao conduzir seu veículo na via pública, do qual resultou vítima. Nesse caso, segundo o que dispõe o Código de Trânsito Brasileiro, Minerva não será presa em flagrante e nem dela se exigirá fiança se Minerva
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Há umas poucas décadas, jornalistas brasileiros tomaram conhecimento, muito surpresos, de que estávamos às voltas com um problema novo, importado do Oriente em cascos de navios que chegavam a nossos portos: a invasão do mexilhão dourado, que entrara pelo Porto de Rio Grande, subira pelo Rio Paraná e, mesmo combatido, migrou para o Pantanal, continuou rumo ao norte e chegou à Amazônia. Hoje é quase diária a informação sobre espécies “invasoras”, vindas de outros países, que causam problemas. Os mais graves estão na área de saúde, em que as questões já são muitas, aqui e fora.
Agora, por exemplo, a chefe do serviço médico civil da Inglaterra, Sally Davies, adverte que o atual surto de infecções resistentes a medicamentos é “comparável à ameaça de aquecimento global”. Segundo ela, bactérias foram se tornando resistentes às drogas atuais e há poucos antibióticos capazes de substituí-las. Com isso, qualquer cirurgia pode tornar-se “letal” se, no seu decorrer, emergir uma delas. Por essas e outras, a Organização Mundial de Saúde alerta que “o mundo caminha para uma era pós-antibióticos”; e, a menos que haja novas descobertas, infecções comuns poderão tornar-se mortais e migrar pelo mundo, pois as pessoas viajam, inclusive para se submeterem a intervenções cirúrgicas, e, de volta, trazem problemas novos, para os quais não temos remédios.
E isso acontece num momento em que a própria Organização Mundial de Saúde (OMS) – uma agência da ONU – corta despesas, restringe ações.
Em muitos casos, isso dificulta as ações para enfrentar problemas causados pela migração de vetores. Em outros tempos, no Brasil mesmo, já houve casos como os da leptospirose, e da própria malária, com seus vetores se deslocando de áreas desmatadas ou ocupadas pela agropecuária para regiões de densa presença humana. De uns anos para cá, enfrentamos com maior intensidade o problema da dengue. A OMS confirma que a doença está em mais de 150 países e é endêmica em mais de 100 deles; 100 milhões de casos por ano têm sido constatados.
Com a OMS em crise, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lançou comunicado em que pede “medidas fortes” para combater “ameaças globais” à saúde, principalmente porque “o mundo corre risco de novo surto de gripe aviária e outras doenças transmitidas por animais, se baixar a guarda”. O risco quanto à gripe [aviária] está no mesmo perigoso nível de 2006 – quando 63 países foram afetados.
Ainda não se conseguiu uma vacina universal contra a gripe. A esperança está em novo tipo de vacina que está sendo desenvolvido na Inglaterra e na China, com uma variante genética, porque há populações mais vulneráveis em certas regiões.
Com a globalização, a disseminação de vetores, maus hábitos de vida e muito mais, a OMS e a FAO têm toda a razão: os riscos são alarmantes. Basta querer ver.
(http://www.estadao.com.br, 08.02.2013. Adaptado)
Em – Com a globalização, a disseminação de vetores, maus hábitos de vida e muito mais, a OMS e a FAO têm toda a razão… – sem que seja alterado o sentido da frase, a palavra em destaque pode ser corretamente substituída por:
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