Foram encontradas 60 questões.
Com base no Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado de Roraima (LCE 53/2001), assinale a alternativa correta.
Provas
De acordo com a Lei Complementar Estadual nº 55/2001, a competência para editar atos normativos que definam as bases e os instrumentos de atuação da Polícia Civil é da(o):
Provas
Considere que João é Policial Civil e desempenha a função de assessoramento no Gabinete da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania. Ele ocupa o cargo de policial civil há 25 (vinte e cinco) anos e, antes de ingressar na Corporação, trabalhou como vigilante civil por 7 (sete) anos e teve recolhida contribuição previdenciária. Com base nessa situação hipotética e no disposto na Lei Complementar Estadual nº 268/2018, é correto afirmar que João
Provas
Muitos profissionais da Polícia Civil se deparam, no ambiente de trabalho, com substâncias que devem ser armazenadas e manipuladas de maneira adequada, pois podem causar danos à saúde e ao ambiente. O rótulo dessas substâncias deve conter informações sobre sua periculosidade, utilizando uma simbologia específica.
-
Assim, o símbolo de risco para uma substância
Provas
- OrtografiaProblemas da Norma Culta
- SintaxeRegênciaRegência Verbal
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
Leia o texto para responder às questões de números 05 e 06.
-
O biógrafo vê estrelas
-
Se você é aspirante biógrafo de alguma personalidade da história recente, prepare-se para descascar os diversos abacaxis inerentes profissão. Além do trabalho de investigar a vida do seu biografado – ler e organizar informações, dar uma forma coerente, clara, verdadeira e, se possível, inteligente ao seu texto – aí é que os seus problemas podem realmente começar: com os herdeiros do biografado.
A indústria dos herdeiros está em plena expansão. Para praticá-la, o cidadão precisa apenas ter nascido de pai, mãe ou outro parente que venha merecer uma biografia. Nada mais é exigido, mesmo tendo passado a vida alheio figura do antepassado famoso
-
(Ruy Castro. O Leitor Apaixonado: prazeres à luz do abajur. São Paulo, Companhia das Letras, 2009. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 05 e 06.
-
O biógrafo vê estrelas
-
Se você é aspirante biógrafo de alguma personalidade da história recente, prepare-se para descascar os diversos abacaxis inerentes profissão. Além do trabalho de investigar a vida do seu biografado – ler e organizar informações, dar uma forma coerente, clara, verdadeira e, se possível, inteligente ao seu texto – aí é que os seus problemas podem realmente começar: com os herdeiros do biografado.
A indústria dos herdeiros está em plena expansão. Para praticá-la, o cidadão precisa apenas ter nascido de pai, mãe ou outro parente que venha merecer uma biografia. Nada mais é exigido, mesmo tendo passado a vida alheio figura do antepassado famoso
-
(Ruy Castro. O Leitor Apaixonado: prazeres à luz do abajur. São Paulo, Companhia das Letras, 2009. Adaptado)
Assinale a alternativa em que, na redação que completa o enunciado a seguir, a concordância verbal e nominal está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
-
A organização de informações e o cuidado para dar ao texto uma forma clara e coerente...
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 04.
-
Livro destrincha obsessão humana por histórias
-
Qual é a história mais antiga do mundo? Não sabemos ao certo, mas há uma boa chance de que seja o relato de como um grande animal que era perseguido por caçadores acaba galgando aos céus, dando origem à constelação de Ursa Maior. Variantes do mito da Caçada Cósmica aparecem em várias tradições, tanto da Europa como da América do Norte, o que permite supor que a base da história já fosse repetida diante das fogueiras dos acampamentos antes mesmo de o homem atravessar a ligação terrestre que havia entre os continentes entre 28.000 e 13.000 a.C.
Essa história consta de “The Science of Storytelling” (a ciência de contar histórias), de Will Storr, que pretende ser um manual de composição literária para alunos de cursos de escrita criativa. Não sei se ele funciona muito bem para fabricar escritores, mas devo dizer que é uma obra cativante para quem apenas tenta entender o fascínio humano por mitos, histórias e até fofocas.
Storr foi atrás dos achados na neurociência e da psicologia que de alguma forma dizem respeito a nosso apetite pela ficção e com eles montou uma peça muito interessante, que articula todos esses conhecimentos e os ilustra com passagens de obras ecleticamente variadas, que incluem desde a Bíblia hebraica e Shakespeare até jogos de computador.
Uma coisa que pelo menos para mim é novidade é que, quando nos envolvemos com uma história, entramos num estado mental que os psicólogos chamam de “transporte pela narrativa”, no qual nossas crenças, atitudes e intenções se tornam mais suscetíveis a serem alteradas.
Histórias seriam, assim, um veículo privilegiado de aprendizagem e persuasão. Isso não está no livro, mas é algo que, se confirmado, reforça a ideia de que nosso gosto por histórias seria uma adaptação biológica, não apenas um efeito colateral de outras adaptações. Nossa obsessão para com a ficção seria parte irredutível de nossa humanidade.
-
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2022/07/livro-destrincha-obsessao-humanapor-historias.shtml. 23.07.2022. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula está em conformidade com a norma-padrão de pontuação.
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 04.
-
Livro destrincha obsessão humana por histórias
-
Qual é a história mais antiga do mundo? Não sabemos ao certo, mas há uma boa chance de que seja o relato de como um grande animal que era perseguido por caçadores acaba galgando aos céus, dando origem à constelação de Ursa Maior. Variantes do mito da Caçada Cósmica aparecem em várias tradições, tanto da Europa como da América do Norte, o que permite supor que a base da história já fosse repetida diante das fogueiras dos acampamentos antes mesmo de o homem atravessar a ligação terrestre que havia entre os continentes entre 28.000 e 13.000 a.C.
Essa história consta de “The Science of Storytelling” (a ciência de contar histórias), de Will Storr, que pretende ser um manual de composição literária para alunos de cursos de escrita criativa. Não sei se ele funciona muito bem para fabricar escritores, mas devo dizer que é uma obra cativante para quem apenas tenta entender o fascínio humano por mitos, histórias e até fofocas.
Storr foi atrás dos achados na neurociência e da psicologia que de alguma forma dizem respeito a nosso apetite pela ficção e com eles montou uma peça muito interessante, que articula todos esses conhecimentos e os ilustra com passagens de obras ecleticamente variadas, que incluem desde a Bíblia hebraica e Shakespeare até jogos de computador.
Uma coisa que pelo menos para mim é novidade é que, quando nos envolvemos com uma história, entramos num estado mental que os psicólogos chamam de “transporte pela narrativa”, no qual nossas crenças, atitudes e intenções se tornam mais suscetíveis a serem alteradas.
Histórias seriam, assim, um veículo privilegiado de aprendizagem e persuasão. Isso não está no livro, mas é algo que, se confirmado, reforça a ideia de que nosso gosto por histórias seria uma adaptação biológica, não apenas um efeito colateral de outras adaptações. Nossa obsessão para com a ficção seria parte irredutível de nossa humanidade.
-
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2022/07/livro-destrincha-obsessao-humanapor-historias.shtml. 23.07.2022. Adaptado)
No texto, emprega-se para estabelecer a ideia de condição a expressão destacada na passagem:
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 04.
-
Livro destrincha obsessão humana por histórias
-
Qual é a história mais antiga do mundo? Não sabemos ao certo, mas há uma boa chance de que seja o relato de como um grande animal que era perseguido por caçadores acaba galgando aos céus, dando origem à constelação de Ursa Maior. Variantes do mito da Caçada Cósmica aparecem em várias tradições, tanto da Europa como da América do Norte, o que permite supor que a base da história já fosse repetida diante das fogueiras dos acampamentos antes mesmo de o homem atravessar a ligação terrestre que havia entre os continentes entre 28.000 e 13.000 a.C.
Essa história consta de “The Science of Storytelling” (a ciência de contar histórias), de Will Storr, que pretende ser um manual de composição literária para alunos de cursos de escrita criativa. Não sei se ele funciona muito bem para fabricar escritores, mas devo dizer que é uma obra cativante para quem apenas tenta entender o fascínio humano por mitos, histórias e até fofocas.
Storr foi atrás dos achados na neurociência e da psicologia que de alguma forma dizem respeito a nosso apetite pela ficção e com eles montou uma peça muito interessante, que articula todos esses conhecimentos e os ilustra com passagens de obras ecleticamente variadas, que incluem desde a Bíblia hebraica e Shakespeare até jogos de computador.
Uma coisa que pelo menos para mim é novidade é que, quando nos envolvemos com uma história, entramos num estado mental que os psicólogos chamam de “transporte pela narrativa”, no qual nossas crenças, atitudes e intenções se tornam mais suscetíveis a serem alteradas.
Histórias seriam, assim, um veículo privilegiado de aprendizagem e persuasão. Isso não está no livro, mas é algo que, se confirmado, reforça a ideia de que nosso gosto por histórias seria uma adaptação biológica, não apenas um efeito colateral de outras adaptações. Nossa obsessão para com a ficção seria parte irredutível de nossa humanidade.
-
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2022/07/livro-destrincha-obsessao-humanapor-historias.shtml. 23.07.2022. Adaptado)
Quanto ao tema analisado, o autor conclui que
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 04.
-
Livro destrincha obsessão humana por histórias
-
Qual é a história mais antiga do mundo? Não sabemos ao certo, mas há uma boa chance de que seja o relato de como um grande animal que era perseguido por caçadores acaba galgando aos céus, dando origem à constelação de Ursa Maior. Variantes do mito da Caçada Cósmica aparecem em várias tradições, tanto da Europa como da América do Norte, o que permite supor que a base da história já fosse repetida diante das fogueiras dos acampamentos antes mesmo de o homem atravessar a ligação terrestre que havia entre os continentes entre 28.000 e 13.000 a.C.
Essa história consta de “The Science of Storytelling” (a ciência de contar histórias), de Will Storr, que pretende ser um manual de composição literária para alunos de cursos de escrita criativa. Não sei se ele funciona muito bem para fabricar escritores, mas devo dizer que é uma obra cativante para quem apenas tenta entender o fascínio humano por mitos, histórias e até fofocas.
Storr foi atrás dos achados na neurociência e da psicologia que de alguma forma dizem respeito a nosso apetite pela ficção e com eles montou uma peça muito interessante, que articula todos esses conhecimentos e os ilustra com passagens de obras ecleticamente variadas, que incluem desde a Bíblia hebraica e Shakespeare até jogos de computador.
Uma coisa que pelo menos para mim é novidade é que, quando nos envolvemos com uma história, entramos num estado mental que os psicólogos chamam de “transporte pela narrativa”, no qual nossas crenças, atitudes e intenções se tornam mais suscetíveis a serem alteradas.
Histórias seriam, assim, um veículo privilegiado de aprendizagem e persuasão. Isso não está no livro, mas é algo que, se confirmado, reforça a ideia de que nosso gosto por histórias seria uma adaptação biológica, não apenas um efeito colateral de outras adaptações. Nossa obsessão para com a ficção seria parte irredutível de nossa humanidade.
-
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2022/07/livro-destrincha-obsessao-humanapor-historias.shtml. 23.07.2022. Adaptado)
O autor do texto discute a maneira como
Provas
Caderno Container