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Nos processos administrativos, conforme determinação
da Lei Estadual n° 418/2004, dentre outros, será observado o seguinte critério:
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Nos termos do que dispõe a Lei Orgânica da Polícia Civil
do Estado de Roraima, assinale a alternativa correta.
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Segundo a Lei Complementar n° 53/2001, o retorno à
atividade do servidor aposentado no interesse da administração, desde que estável quando na atividade e que
haja cargo vago, dentre outras exigências estabelecidas
na referida Lei, configura a
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Conforme disposto na Constituição do Estado de Roraima,
nas suas atividades produtivas a serem desenvolvidas no
Território Estadual, dentre outros, deverá observar o princípio da
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Leia o texto para responder à questão.
A revolução agrícola é um dos acontecimentos mais controversos da história. Os seus defensores afirmam que ela colocou humanidade no caminho do progresso e da prosperidade; outros insistem que a levou perdição, que os Sapiens abandonaram sua íntima simbiose com a natureza e correram rumo ganância. Qualquer que fosse direção dessa estrada não havia retorno. A agricultura permitiu que a humanidade aumentasse de maneira tão radical que nenhuma sociedade agrícola complexa poderia se sustentar novamente se voltasse a se dedicar caça e coleta.
(Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade. 34a ed. – Porto Alegre, RS: L&PM, 2018. Excerto adaptado)
De acordo com a norma-padrão de uso da crase, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
A revolução agrícola é um dos acontecimentos mais controversos da história. Os seus defensores afirmam que ela colocou humanidade no caminho do progresso e da prosperidade; outros insistem que a levou perdição, que os Sapiens abandonaram sua íntima simbiose com a natureza e correram rumo ganância. Qualquer que fosse direção dessa estrada não havia retorno. A agricultura permitiu que a humanidade aumentasse de maneira tão radical que nenhuma sociedade agrícola complexa poderia se sustentar novamente se voltasse a se dedicar caça e coleta.
(Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade. 34a ed. – Porto Alegre, RS: L&PM, 2018. Excerto adaptado)
De acordo com a norma-padrão de uso da crase, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria
realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas,
para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom
semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz
com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de
nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada”
é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta
ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres
humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade
em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo
a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados
pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem
não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo
de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito
mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como
uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas
percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a
inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que,
sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
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Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria
realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas,
para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom
semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz
com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de
nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada”
é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta
ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres
humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade
em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo
a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados
pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem
não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo
de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito
mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como
uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas
percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a
inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que,
sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
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Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria
realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas,
para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom
semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz
com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de
nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada”
é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta
ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres
humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade
em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo
a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados
pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem
não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo
de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito
mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como
uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas
percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a
inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que,
sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
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Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria
realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas,
para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom
semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz
com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de
nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada”
é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta
ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres
humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade
em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo
a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados
pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem
não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo
de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito
mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como
uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas
percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a
inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que,
sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
helioschwartsman/2022/06/realidade-nao-passa-de-uma-alucinacao-compartilhada.shtml. 04.06.2022. Adaptado)
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Realidade não passa de uma alucinação compartilhada
Não são poucos os neurocientistas que estão convencidos de que a percepção, e, em última instância, a própria
realidade, não passa de uma alucinação controlada, mas,
para não chocar muito o público, tendem a dizer isso em tom
semijocoso. Anil Seth, autor de “Being You” (sendo você), diz
com todas as letras que a alucinação é mesmo a base de
nossa consciência. Apenas enfatiza que o termo “controlada”
é uma parte importante da equação.
Manter-se vivo não é tarefa para amadores. Evitar predadores, encontrar sustento e reproduzir-se exige de cada animal que ele antecipe perigos e oportunidades. Da modesta
ameba que percebe e busca alimentos aos sofisticados seres
humanos, bichos, desenvolvemos sentidos como visão, audição e ecolocação que transformam instâncias da realidade
em experiências subjetivas, as quais nos fazem agir de modo
a reduzir as incertezas da vida.
Mas o mundo é um lugar complexo. Os sinais captados
pelos sentidos vêm em quantidades brutais, cheios de descontinuidades, são frequentemente contraditórios e podem
não significar nada sozinhos. Mas nossos cérebros organizam essa bagunça fazendo com que percebamos o mundo
de acordo com suas expectativas prévias. O controle é muito
mais de cima para baixo – isto é, o cérebro dizendo aos sentidos como as coisas devem ser percebidas – do que os sentidos informando livremente o cérebro.
Nesse contexto faz sentido descrever a percepção como
uma alucinação. A realidade nada mais é do que aquelas
percepções sobre as quais todos estamos de acordo. E a
inversa também vale. O delírio é a percepção descontrolada.
Partindo disso, Seth escreveu um excelente livro, que,
sem abusar do jargão da neurociência, oferece um interessante modelo para pensarmos a consciência.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
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