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- Gerenciamento, Planejamento e Controle de Obras
- Orçamento no Planejamento e Controle de Obras na Engenharia Civil
O controle de prazos e de recursos alocados para um projeto é realizado através de cronogramas. A tabela abaixo representa o cronograma resumido de uma obra de engenharia fictícia, considerando: Qi a quantidade de serviço executado no mês i (em percentual) e Mi o desembolso financeiro programado no mês i.

Analise as seguintes proposições:
1) O mês 2 (M2) apresentou o MAIOR custo.
2) O mês 3 (M3) apresentou o MENOR custo.
3) A atividade ACABAMENTOS apresentou o MENOR custo no mês 2 (M2).
4) A atividade COBERTURA apresentou o MAIOR custo no mês 3 (M3).
Está(ão) correta(s):
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Uma das fases de grande relevância de um projeto de fundação compreende a execução de sondagens, que objetiva conhecer certos parâmetros e características do solo, subsidiando a resolução dos problemas da fundação. A esse respeito, analise as proposições abaixo.
1) A escolha do método, da técnica e da amplitude das investigações deve ser função das dimensões e finalidades da obra, características do terreno e comportamento das estruturas na vizinhança.
2) Através do método de ensaio SPT (Standard Penetration Test) é possível a determinação do tipo de solo, índice de resistência, bem como a observação do nível do lençol freático.
3) A sondagem a trado é indicada quando se deseja um reconhecimento a grandes profundidades, como, por exemplo, os estudos para fins de pavimentação.
4) Nos casos em que não houver ainda disposição em planta dos edifícios, como nos estudos de viabilidade ou de escolha de local, o número de sondagens deve ser fixado de forma que a distância máxima entre elas seja de 150 metros, com um mínimo de três sondagens.
Estão corretas, apenas:
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- Organização AdministrativaAdministração Direta
- Organização AdministrativaAdministração IndiretaAutarquias, Agências Reguladoras e Executivas
- Organização AdministrativaAdministração IndiretaFundações Públicas
- Organização AdministrativaAdministração IndiretaEmpresas Públicas e Sociedades de Economia Mista
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Uma língua, múltiplos falares
No Brasil, convivemos não somente com várias línguas que resistem, mas também com vários jeitos de falar. Os mais desavisados podem pensar que os mineiros, por exemplo, preferem abandonar algumas palavras no meio do caminho quando perguntam “ôndôtô?” ao invés de “onde eu estou?”. Igualmente famosos são os “s” dos cariocas ou o “oxente” dos baianos. Esses sotaques ou modos de falar resultam da interação da língua com uma realidade específica, com outras línguas e seus falantes.
Todas as línguas são em si um discurso sobre o indivíduo que fala, elas o identificam. A língua que eu uso para dizer quem eu sou já fala sobre mim; é, portanto, um instrumento de afirmação da identidade.
Desde suas origens, o Brasil tem uma língua dividida em falares diversos. Mesmo antes da chegada dos portugueses, o território brasileiro já era multilíngue. Estimativas de especialistas indicam a presença de cerca de mil e duzentas línguas faladas pelos povos indígenas. O português trazido pelo colonizador tampouco era uma língua homogênea. Havia variações, dependendo da região de Portugal de onde ele vinha.
Há de se considerar também que a chegada de falantes de português acontece em diferentes etapas, em momentos históricos específicos. Na cidade de São Paulo, por exemplo, temos primeiramente o encontro linguístico de portugueses com índios e, além dos negros da África, vieram italianos, japoneses, alemães, árabes, todos com suas línguas. Daí que na mesma São Paulo podem-se encontrar modos de falar distintos, como o de Adoniram Barbosa, que eternizou em suas composições o sotaque típico de um filho de imigrantes italianos, ou o chamado erre retroflexo, aquele erre dobrado que, junto com a letra i, resulta naquele jeito de falar “cairne” e “poirta” característico do interior de São Paulo.
Independentemente dessas peculiaridades no uso da língua, o português, no imaginário, une. Na verdade, a construção das identidades nacionais modernas se baseou num imaginário de unidade linguística. É daí que surge o conceito de língua nacional, língua da nação, que pretensamente une a todos sob uma mesma cultura. Esta unidade se constitui a partir de instrumentos muito particulares, como gramáticas e dicionários, e de instituições como a escola.
No Brasil, hoje, o português é a língua oficial e também a língua materna da maioria dos brasileiros. Entretanto, nem sempre foi assim.
Patrícia Mariuzzo. Disponível em: http://www.labjor.unicamp.br/patrimonio/materia.php?id=219. Acesso em 09/05/2012. Excerto adaptado.
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