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A Lei 8.142/90 dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde, instituindo como instâncias colegiadas a Conferência de Saúde e o Conselho de Saúde. Considerando estas instâncias e o estabelecido pela lei, assinale a opção CORRETA:
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Assinale a opção correta quanto às regras gramaticais de concordância nominal, regência verbal e colocação de pronomes átonos:
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Estratégias para a identificação correta do paciente e para garantir a comunicação eficaz são indispensáveis para assegurar a qualidade e a segurança do cuidado em saúde. A opção que indica recomendações para a identificação correta do paciente ou comunicação eficaz é:
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O planejamento familiar compreende uma das diversas ações voltadas para a atenção integral a saúde da mulher que viabiliza a tomada de decisões sobre a reprodução sem discriminação, coerção ou violência. A orientação para escolha dos recursos à concepção, à anticoncepção, a prescrição e oferta do método escolhido constituem algumas das atividades clínicas de enfermagem que integram o planejamento familiar. Considerando a disponibilidade da minipílula como um método contraceptivo para o uso feminino, assinale a opção com informação INCORRETA acerca da mesma.
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A gestão financeira do Sistema Único de Saúde (SUS) é bastante complexa e envolve uma série de regras que devem ser seguidas por cada um dos Entes da Federação. Acerca do financiamento da saúde no Brasil, assinale a afirmativa correta:
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Considerando as Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, no que concerne a assistência ao recém-nascido após o parto, classifique cada afirmativa como verdadeira (V) ou falsa (F) e assinale a opção correta.
( ) Deve-se realizar o índice de Apgar ao primeiro e quinto minutos de vida, rotineiramente;
( ) Realizar aspiração orofaringeana e nasofaringeana sistemática no recém-nascido saudável, rotineiramente;
( ) Realizar passagem sistemática de sonda orogástrica e retal para descartar atresias no recém-nascido saudável;
( ) Todos os recém-nascidos devem receber vitamina K para profilaxia da doença hemorrágica, de preferência via intramuscular, na dose única de 1 mg.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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O texto servirá de base para as questão
No lugar do outro
ROSELY SAYÃO
Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.
Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.
Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos.
(...)
Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.
Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial. Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?”. Ele mudou de ideia.
Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar com as diferenças: é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.
A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?
Matéria publicada na Folha de São Paulo, 22 de Setembro de 2015.
Analise as afirmações acerca do texto, julgando-as verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Segundo a autora, a falta de empatia é uma das causas da crise de relações humanas que vivemos hoje;
( ) Pelas características inerentes ao texto, pode-se afirmar que o gênero textual é o texto de divulgação científica;
( ) “Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las;” o pronome destacado está se referindo aos termos crianças e adolescentes;
( ) “Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos.” Este trecho é um período simples.
A sequência correta de cima para baixo é:
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Marque a opção verdadeira quanto à Redação Oficial:
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O texto servirá de base para as questão
No lugar do outro
ROSELY SAYÃO
Estamos vivendo uma crise intensa: a das relações humanas. Todos os dias testemunhamos ou protagonizamos, tanto na vida presencial quanto na virtual, comportamentos e atitudes que vão do ódio declarado ou sutil ao desdém em relação ao outro. As relações humanas, sempre tão complexas, exigem, no entanto, delicadeza, atenção e compromisso social. Tem sido difícil manter a saúde mental e a qualidade de vida no contexto atual.
Crianças e adolescentes já dão sinais claros de que têm aprendido muito com nossa dificuldade em conviver com as diferenças e de respeitá-las; de tentar colocar-se no lugar do outro para compreender suas posições e atitudes; de ter compaixão; de conflitar em vez de confrontar; de agir com doçura, por exemplo. Conseguir fazer isso é ter empatia com o outro.
Pais e professores têm reclamado de comportamentos provocativos, desrespeitosos, desafiadores e desobedientes dos mais novos. Entretanto, se pudéssemos nos dedicar por alguns momentos à auto-observação, constataríamos essas características também em nós, adultos.(a)
(...)
Desenvolver a empatia é uma condição absolutamente necessária para ensiná-la aos mais novos. Aliás, eles podem tê-la mais facilmente do que nós.
Um pai me contou, comovido, que conversava com um amigo a respeito da situação de muitos refugiados de países em guerra e que comentou que não adiantava a busca por outro local, já que a crise de empregos era mundial.(d) Seu filho, de sete anos, que estava por perto, perguntou de imediato: “Pai, se tivesse guerra aqui, você preferiria que eu morresse?(c)”. Ele mudou de ideia.
Estacionar o carro em vaga de idosos, grávidas e portadores de deficiência é mais do que contravenção: é falta de empatia. Reclamar da lentidão dos velhos é mais do que desrespeito: é falta de empatia. Agredir ostensivamente o outro por suas posições é mais do que dificuldade em lidar com as diferenças(b): é falta de empatia. O mesmo modo, reclamar do comportamento dos mais novos é falta de empatia.
A empatia pode provocar uma grande mudança social, diz Roman Krznari, estudioso do tema. Vamos desenvolvê-la para ensiná-la?
Matéria publicada na Folha de São Paulo, 22 de Setembro de 2015.
Observe os aspectos gramaticais do texto e assinale a opção correta:
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A droga de escolha para prevenção da eclampsia é o sulfato de magnésio. O esquema terapêutico inicia-se com uma dose de ataque de 4g de MgSO4 EV (diluído em 12ml de água destilada) em 10 minutos, e uma dose de manutenção EV de 2g/h. Sabendo-se que uma ampola apresenta 10ml, com 500mg/ml de sulfato de magnésio, quantas ml devem ser aspiradas da ampola para administração da dose de ataque?
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