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Jaime, assistente social, trabalha em uma organização
social da saúde (OSS), como celetista, e na secretaria estadual de
saúde, como ocupante de cargo comissionado, exercendo papel
importante na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), como
assessor do secretário de saúde. Na OSS, realiza atendimentos e
estudos sociais de indivíduos e famílias que acessam o serviço, tais
como a do Sr. Ângelo, de sessenta e oito anos de idade, solteiro,
com sequelas motoras ocasionadas por acidente automobilístico,
que o impossibilitou de manter a atividade laboral que exercia, de
marceneiro. O idoso reside em imóvel alugado por R$ 700, com sua
neta — Alice, de vinte anos de idade, estudante, que, há cerca de
seis meses, iniciou um estágio supervisionado remunerado de
R$ 650 — e nunca contribuiu para a previdência social.
Atualmente, sua renda familiar origina-se apenas da remuneração
recebida pela neta.
A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, com
base nas Leis n.º 8.080/1990 e n.º 8.742/1993 e outras legislações
sociais voltadas à área da saúde.
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- Assistente SocialExercício ProfissionalInfrações Disciplinares e Penalidades no Serviço Social
- LegislaçãoLei 8.662/1993: Profissão de Assistente Social
- LegislaçãoResoluções do CFESS/CRESS
Gabriela é assistente social e trabalha em uma entidade de
assistência social. Na mesma entidade atua Diego, que é estagiário
de serviço social recém-inserido no campo e tem como supervisora
a assistente social Vanessa, que se identifica como uma mulher
trans e gerencia a equipe multiprofissional da entidade, formada por
assistentes sociais, psicólogos, pedagogos e sociólogos que atuam
nos atendimentos à população. No desempenho de suas funções de
gerente, Vanessa incentiva realização de um trabalho
interdisciplinar, tendo em vista a complexidade da demanda.
Recentemente, Diego procurou Gabriela para uma conversa.
Na ocasião, verbalizou que desejava ser supervisionado por ela,
alegando que não compreendia as pessoas transexuais e, mesmo
afirmando que não tinha preconceito, não acreditava que pessoas
travestis e transexuais possuíssem capacidades profissionais
qualificadas. Gabriela concordou com a opinião de Diego e, ainda,
fez críticas severas, não construtivas, pouco comprováveis e
infundadas ao trabalho de Vanessa, a qual teve conhecimento do
ocorrido e decidiu conversar com ambos. Afirmou ter se sentindo
ofendida profissionalmente e que tomaria as devidas ações junto
aos órgãos de direito, especialmente ao conselho profissional, e,
ainda, que adotará todas as medidas necessárias, inclusive quanto
ao restabelecimento da sua honra profissional.
Acerca dessa situação hipotética, julgue o item seguinte, com
base na Lei de Regulamentação da Profissão de Assistente Social
(Lei n.º 8.662/1993 e suas alterações) e no Código de Ética do(a)
Assistente Social, instituído pela Resolução CFESS n.º 273/1993 e
suas alterações.
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- Assistente SocialAssessoria e Consultoria
- Assistente SocialExercício ProfissionalCompetências e Atribuições Privativas do Assistente Social
- Assistente SocialProjeto Ético, Político e Profissional
- LegislaçãoLei 8.662/1993: Profissão de Assistente Social
- LegislaçãoResoluções do CFESS/CRESS
Acerca da dimensão investigativa no serviço social, dos processos
de planejamento, da intervenção, de planos, programas, projetos,
assessoria, consultoria e supervisão profissional, julgue o item a
seguir.
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- Assistente SocialEquipes Multiprofissionais/Interdisciplinares
- Assistente SocialExercício Profissional
- LegislaçãoLei 8.662/1993: Profissão de Assistente Social
- LegislaçãoResoluções do CFESS/CRESS
Gabriela é assistente social e trabalha em uma entidade de
assistência social. Na mesma entidade atua Diego, que é estagiário
de serviço social recém-inserido no campo e tem como supervisora
a assistente social Vanessa, que se identifica como uma mulher
trans e gerencia a equipe multiprofissional da entidade, formada por
assistentes sociais, psicólogos, pedagogos e sociólogos que atuam
nos atendimentos à população. No desempenho de suas funções de
gerente, Vanessa incentiva realização de um trabalho
interdisciplinar, tendo em vista a complexidade da demanda.
Recentemente, Diego procurou Gabriela para uma conversa.
Na ocasião, verbalizou que desejava ser supervisionado por ela,
alegando que não compreendia as pessoas transexuais e, mesmo
afirmando que não tinha preconceito, não acreditava que pessoas
travestis e transexuais possuíssem capacidades profissionais
qualificadas. Gabriela concordou com a opinião de Diego e, ainda,
fez críticas severas, não construtivas, pouco comprováveis e
infundadas ao trabalho de Vanessa, a qual teve conhecimento do
ocorrido e decidiu conversar com ambos. Afirmou ter se sentindo
ofendida profissionalmente e que tomaria as devidas ações junto
aos órgãos de direito, especialmente ao conselho profissional, e,
ainda, que adotará todas as medidas necessárias, inclusive quanto
ao restabelecimento da sua honra profissional.
Acerca dessa situação hipotética, julgue o item seguinte, com
base na Lei de Regulamentação da Profissão de Assistente Social
(Lei n.º 8.662/1993 e suas alterações) e no Código de Ética do(a)
Assistente Social, instituído pela Resolução CFESS n.º 273/1993 e
suas alterações.
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A equipe de serviço social de uma unidade de saúde de alta
complexidade foi procurada pela familiar de uma usuária do sistema
e por duas profissionais da mesma instituição, que buscaram
orientações sobre as seguintes situações.
• Paula, vinte e dois anos de idade, encontra-se
hospitalizada na referida unidade de saúde devido a uma
grave fratura. Sua irmã, Carmem, de vinte anos de idade,
pediu orientações, afirmando que Valter, de vinte e
quatro anos de idade, companheiro de Paula, impede a
irmã de trabalhar, sob o argumento de que tem condições
de sustentá-la. Carmem afirmou que a agressão sofrida
por Paula ocorreu quando ela informou ao marido ter
sido selecionada em uma entrevista de emprego.
O companheiro arrancou a carteira de trabalho e
previdência social (CTPS) que estava nas mãos de Paula,
o que ocasionou a queda dela e a consequente fratura.
Com medo da reação do marido, Paula preferiu informar
aos profissionais que a fratura havia sido fruto de uma
queda no banheiro de sua casa.
• Érica e Carla, respectivamente, enfermeira e médica da
unidade de geriatria da instituição em questão, disseram
que Cláudio, de cinquenta e cinco anos de idade,
acompanhante e único filho do Sr. Ozório, de oitenta e
cinco anos de idade, que se encontra em cuidados
paliativos, deixou de acompanhar o pai, sem avisar e não
atende às ligações telefônicas realizadas pela equipe.
Segundo relatos de acompanhantes de outros usuários
internados na mesma enfermaria, Cláudio costumava dizer
que não via mais sentido em acompanhar o pai e que ia
cuidar de sua vida, retornando a sua cidade — um
município localizado a mais de 1.000 km da cidade onde
o genitor encontra-se hospitalizado.
A respeito dessa situação hipotética, julgue o próximo item, no
que tange às Leis n.º 10.741/2003 e n.º 11.340/2006 e
ao enfrentamento do serviço social quanto às expressões da
questão social.
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Jaime, assistente social, trabalha em uma organização
social da saúde (OSS), como celetista, e na secretaria estadual de
saúde, como ocupante de cargo comissionado, exercendo papel
importante na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), como
assessor do secretário de saúde. Na OSS, realiza atendimentos e
estudos sociais de indivíduos e famílias que acessam o serviço, tais
como a do Sr. Ângelo, de sessenta e oito anos de idade, solteiro,
com sequelas motoras ocasionadas por acidente automobilístico,
que o impossibilitou de manter a atividade laboral que exercia, de
marceneiro. O idoso reside em imóvel alugado por R$ 700, com sua
neta — Alice, de vinte anos de idade, estudante, que, há cerca de
seis meses, iniciou um estágio supervisionado remunerado de
R$ 650 — e nunca contribuiu para a previdência social.
Atualmente, sua renda familiar origina-se apenas da remuneração
recebida pela neta.
A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, com
base nas Leis n.º 8.080/1990 e n.º 8.742/1993 e outras legislações
sociais voltadas à área da saúde.
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Jaime, assistente social, trabalha em uma organização
social da saúde (OSS), como celetista, e na secretaria estadual de
saúde, como ocupante de cargo comissionado, exercendo papel
importante na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), como
assessor do secretário de saúde. Na OSS, realiza atendimentos e
estudos sociais de indivíduos e famílias que acessam o serviço, tais
como a do Sr. Ângelo, de sessenta e oito anos de idade, solteiro,
com sequelas motoras ocasionadas por acidente automobilístico,
que o impossibilitou de manter a atividade laboral que exercia, de
marceneiro. O idoso reside em imóvel alugado por R$ 700, com sua
neta — Alice, de vinte anos de idade, estudante, que, há cerca de
seis meses, iniciou um estágio supervisionado remunerado de
R$ 650 — e nunca contribuiu para a previdência social.
Atualmente, sua renda familiar origina-se apenas da remuneração
recebida pela neta.
A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, com
base nas Leis n.º 8.080/1990 e n.º 8.742/1993 e outras legislações
sociais voltadas à área da saúde.
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- Assistente SocialExercício ProfissionalInfrações Disciplinares e Penalidades no Serviço Social
- LegislaçãoLei 8.662/1993: Profissão de Assistente Social
- LegislaçãoResoluções do CFESS/CRESS
Gabriela é assistente social e trabalha em uma entidade de
assistência social. Na mesma entidade atua Diego, que é estagiário
de serviço social recém-inserido no campo e tem como supervisora
a assistente social Vanessa, que se identifica como uma mulher
trans e gerencia a equipe multiprofissional da entidade, formada por
assistentes sociais, psicólogos, pedagogos e sociólogos que atuam
nos atendimentos à população. No desempenho de suas funções de
gerente, Vanessa incentiva realização de um trabalho
interdisciplinar, tendo em vista a complexidade da demanda.
Recentemente, Diego procurou Gabriela para uma conversa.
Na ocasião, verbalizou que desejava ser supervisionado por ela,
alegando que não compreendia as pessoas transexuais e, mesmo
afirmando que não tinha preconceito, não acreditava que pessoas
travestis e transexuais possuíssem capacidades profissionais
qualificadas. Gabriela concordou com a opinião de Diego e, ainda,
fez críticas severas, não construtivas, pouco comprováveis e
infundadas ao trabalho de Vanessa, a qual teve conhecimento do
ocorrido e decidiu conversar com ambos. Afirmou ter se sentindo
ofendida profissionalmente e que tomaria as devidas ações junto
aos órgãos de direito, especialmente ao conselho profissional, e,
ainda, que adotará todas as medidas necessárias, inclusive quanto
ao restabelecimento da sua honra profissional.
Acerca dessa situação hipotética, julgue o item seguinte, com
base na Lei de Regulamentação da Profissão de Assistente Social
(Lei n.º 8.662/1993 e suas alterações) e no Código de Ética do(a)
Assistente Social, instituído pela Resolução CFESS n.º 273/1993 e
suas alterações.
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Acerca da dimensão investigativa no serviço social, dos processos
de planejamento, da intervenção, de planos, programas, projetos,
assessoria, consultoria e supervisão profissional, julgue o item a
seguir.
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Acerca da dimensão investigativa no serviço social, dos processos
de planejamento, da intervenção, de planos, programas, projetos,
assessoria, consultoria e supervisão profissional, julgue o item a
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