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Leia o trecho abaixo para responder à questão.
“População urbana sem medida comum com o nível produtivo do sistema; ausência de relação direta entre emprego industrial e crescimento urbano; grande desequilíbrio na rede urbana em benefício de um aglomerado preponderante; aceleração crescente do processo de urbanização; falta de emprego e de serviços para as novas massas urbanas”.
Fonte: CASTELLS, Manuel. A questão urbana. Editora Paz e Terra. Rio de Janeiro, 1983.
O trecho acima refere-se ao processo de urbanização ocorrido
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Leia o trecho abaixo para responder à questão.
“A geomática representa a evolução do campo de atividades de levantamentos e mapeamento, congregando as disciplinas mais tradicionais com as novas tecnologias e os novos campos de aplicação surgidos. É uma área que vem experimentando um rápido crescimento, decorrente, sobretudo, dos significativos avanços tecnológicos observados ultimamente. Softwares usados independentemente em mapeamento, SIG e processamento de imagens, por exemplo, vêm se tornando cada vez mais integrados, com custos cada vez menores, permitindo um uso mais difundido da tecnologia.”
Portal do MEC. (Acesso: junho de 2013.)
Um dos princípios da Geomática é o de realizar o tratamento e a análise de dados, envolvendo dados topográficos, informações de produtos de sensores remotos e dados de satélites de posicionamento. Estão entre as funções do tratamento e análise de dados, exceto
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Observe a figura abaixo.

Fonte: FITZ, Paulo Roberto. Cartografia Básica. Oficina de Textos. São Paulo, 2010. Pág. 58.
É correto afirmar que se trata de um(a)
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A Constituição Federal prevê que o Poder Executivo é exercido pelo Presidente da República, auxiliado pelos Ministros de Estado e, ainda, que
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Correlacione as pragas virtuais (Coluna A) com as ações adequadas para evitar infecção dos computadores (Coluna B) e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
| Coluna A | Coluna B |
| 1. Spyware | ( ) Deve-se cancelar a instalação de software gratuito que exige a instalação de outros “programas” como parte do programa desejado. |
| 2. Phishing | ( ) Não se deve clicar em links de URL em programas de mensagens instantâneas, a menos que sejam esperados e de origem conhecida. |
| 3. Spam | ( ) Não se deve fornecer informações confidenciais por e-mail ou por mensagens instantâneas. |
| 4. Malware | ( ) Somente devem ser transferidos arquivos de origem conhecida. |
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Considerando o ambiente Microsoft Office Excel 2013, correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
| Clique em: | Para: |
| 1. Inserir | ( ) Congelar painéis. |
| 2. Página Inicial | ( ) Criar tabelas, gráficos e hiperlinks. |
| 3. Fórmulas | ( ) Localizar dados nas células. |
| 4. Exibição | ( ) Encontrar funções. |
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Leia o Texto abaixo, para responder à questão.
Texto
A negação do racismo, uma hipocrisia que durante décadas orientou o discurso oficial brasileiro, apenas serviu para aprofundar ainda mais as desigualdades e impedir que o Estado e a sociedade atuassem de forma a enfrentar o problema.
Todos os indicadores sociais atestam que recaem sobre a parcela negra dos brasileiros inúmeras mazelas sociais e toda sorte de violência e violação de direitos. As desigualdades e discriminações de natureza racial são evidentes no cotidiano e comprovadas por variadas estatísticas. Cite-se como exemplo a renda dos brancos, que costuma ser o dobro da renda dos negros, relação esta que tem se mantido estável ao longo do tempo.
Embora há décadas o Movimento Negro brasileiro, sindicatos, universidades e setores progressistas denunciem o racismo e proponham políticas para sua superação, o Governo Federal não havia assumido uma política nacional articulada e contínua para a promoção da igualdade racial.
A despeito de o sistema jurídico outorgar um conjunto de leis que se ocupem da igualdade nos direitos individuais e políticos (de que seria exemplo a liberdade religiosa), dos direitos sociais, direito educacional, direitos culturais, entre outros, as estatísticas indicam que tais direitos estão longe de serem eficazes, pelo que cabe ao Governo Federal – observados os limites institucionais do Poder Executivo – envidar esforços no sentido de assegurar eficácia àqueles direitos.
Para tornar eficazes os direitos, o Estado tem que redefinir o seu papel no que se refere à prestação dos serviços públicos, de forma a ampliar sua intervenção nos domínios das relações intersubjetivas e privadas, buscando traduzir a igualdade formal em igualdade de oportunidades e tratamento.
Daí a necessidade de uma intervenção estatal, norteada pelos princípios da transversalidade, da participação e da descentralização, que seja capaz de tornar iguais as oportunidades, impulsionando de modo especial aquele segmento que há cinco séculos trabalha para edificar este país, mas que continua sendo o alvo predileto de toda sorte de mazelas, discriminações, ofensas a direitos e violência pura e
simples, material e simbólica.
BRASIL. Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial. Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial. Texto com adaptações. SEPPIR, 2003. 14 p. Disponível em <http://www.seppir.gov.br/publicacoes/pnpir.pdf>. Acesso em 15/06/2013.
Levando em consideração os dois últimos parágrafos e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
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Leia o Texto abaixo, para responder à questão.
Texto
A negação do racismo, uma hipocrisia que durante décadas orientou o discurso oficial brasileiro, apenas serviu para aprofundar ainda mais as desigualdades e impedir que o Estado e a sociedade atuassem de forma a enfrentar o problema.
Todos os indicadores sociais atestam que recaem sobre a parcela negra dos brasileiros inúmeras mazelas sociais e toda sorte de violência e violação de direitos. As desigualdades e discriminações de natureza racial são evidentes no cotidiano e comprovadas por variadas estatísticas. Cite-se como exemplo a renda dos brancos, que costuma ser o dobro da renda dos negros, relação esta que tem se mantido estável ao longo do tempo.
Embora há décadas o Movimento Negro brasileiro, sindicatos, universidades e setores progressistas denunciem o racismo e proponham políticas para sua superação, o Governo Federal não havia assumido uma política nacional articulada e contínua para a promoção da igualdade racial.
A despeito de o sistema jurídico outorgar um conjunto de leis que se ocupem da igualdade nos direitos individuais e políticos (de que seria exemplo a liberdade religiosa), dos direitos sociais, direito educacional, direitos culturais, entre outros, as estatísticas indicam que tais direitos estão longe de serem eficazes, pelo que cabe ao Governo Federal – observados os limites institucionais do Poder Executivo – envidar esforços no sentido de assegurar eficácia àqueles direitos.
Para tornar eficazes os direitos, o Estado tem que redefinir o seu papel no que se refere à prestação dos serviços públicos, de forma a ampliar sua intervenção nos domínios das relações intersubjetivas e privadas, buscando traduzir a igualdade formal em igualdade de oportunidades e tratamento.
Daí a necessidade de uma intervenção estatal, norteada pelos princípios da transversalidade, da participação e da descentralização, que seja capaz de tornar iguais as oportunidades, impulsionando de modo especial aquele segmento que há cinco séculos trabalha para edificar este país, mas que continua sendo o alvo predileto de toda sorte de mazelas, discriminações, ofensas a direitos e violência pura e
simples, material e simbólica.
BRASIL. Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial. Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial. Texto com adaptações. SEPPIR, 2003. 14 p. Disponível em <http://www.seppir.gov.br/publicacoes/pnpir.pdf>. Acesso em 15/06/2013.
Levando em consideração o quarto parágrafo do texto e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
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Texto
A negação do racismo, uma hipocrisia que durante décadas orientou o discurso oficial brasileiro, apenas serviu para aprofundar ainda mais as desigualdades e impedir que o Estado e a sociedade atuassem de forma a enfrentar o problema.
Todos os indicadores sociais atestam que recaem sobre a parcela negra dos brasileiros inúmeras mazelas sociais e toda sorte de violência e violação de direitos. As desigualdades e discriminações de natureza racial são evidentes no cotidiano e comprovadas por variadas estatísticas. Cite-se como exemplo a renda dos brancos, que costuma ser o dobro da renda dos negros, relação esta que tem se mantido estável ao longo do tempo.
Embora há décadas o Movimento Negro brasileiro, sindicatos, universidades e setores progressistas denunciem o racismo e proponham políticas para sua superação, o Governo Federal não havia assumido uma política nacional articulada e contínua para a promoção da igualdade racial.
A despeito de o sistema jurídico outorgar um conjunto de leis que se ocupem da igualdade nos direitos individuais e políticos (de que seria exemplo a liberdade religiosa), dos direitos sociais, direito educacional, direitos culturais, entre outros, as estatísticas indicam que tais direitos estão longe de serem eficazes, pelo que cabe ao Governo Federal – observados os limites institucionais do Poder Executivo – envidar esforços no sentido de assegurar eficácia àqueles direitos.
Para tornar eficazes os direitos, o Estado tem que redefinir o seu papel no que se refere à prestação dos serviços públicos, de forma a ampliar sua intervenção nos domínios das relações intersubjetivas e privadas, buscando traduzir a igualdade formal em igualdade de oportunidades e tratamento.
Daí a necessidade de uma intervenção estatal, norteada pelos princípios da transversalidade, da participação e da descentralização, que seja capaz de tornar iguais as oportunidades, impulsionando de modo especial aquele segmento que há cinco séculos trabalha para edificar este país, mas que continua sendo o alvo predileto de toda sorte de mazelas, discriminações, ofensas a direitos e violência pura e
simples, material e simbólica.
BRASIL. Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial. Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial. Texto com adaptações. SEPPIR, 2003. 14 p. Disponível em <http://www.seppir.gov.br/publicacoes/pnpir.pdf>. Acesso em 15/06/2013.
Assinale a alternativa que apresenta a melhor reescritura do terceiro parágrafo segundo as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, preservando o sentido que assume no texto.
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Leia o Texto abaixo, para responder à questão.
Texto
A negação do racismo, uma hipocrisia que durante décadas orientou o discurso oficial brasileiro, apenas serviu para aprofundar ainda mais as desigualdades e impedir que o Estado e a sociedade atuassem de forma a enfrentar o problema.
Todos os indicadores sociais atestam que recaem sobre a parcela negra dos brasileiros inúmeras mazelas sociais e toda sorte de violência e violação de direitos. As desigualdades e discriminações de natureza racial são evidentes no cotidiano e comprovadas por variadas estatísticas. Cite-se como exemplo a renda dos brancos, que costuma ser o dobro da renda dos negros, relação esta que tem se mantido estável ao longo do tempo.
Embora há décadas o Movimento Negro brasileiro, sindicatos, universidades e setores progressistas denunciem o racismo e proponham políticas para sua superação, o Governo Federal não havia assumido uma política nacional articulada e contínua para a promoção da igualdade racial.
A despeito de o sistema jurídico outorgar um conjunto de leis que se ocupem da igualdade nos direitos individuais e políticos (de que seria exemplo a liberdade religiosa), dos direitos sociais, direito educacional, direitos culturais, entre outros, as estatísticas indicam que tais direitos estão longe de serem eficazes, pelo que cabe ao Governo Federal – observados os limites institucionais do Poder Executivo – envidar esforços no sentido de assegurar eficácia àqueles direitos.
Para tornar eficazes os direitos, o Estado tem que redefinir o seu papel no que se refere à prestação dos serviços públicos, de forma a ampliar sua intervenção nos domínios das relações intersubjetivas e privadas, buscando traduzir a igualdade formal em igualdade de oportunidades e tratamento.
Daí a necessidade de uma intervenção estatal, norteada pelos princípios da transversalidade, da participação e da descentralização, que seja capaz de tornar iguais as oportunidades, impulsionando de modo especial aquele segmento que há cinco séculos trabalha para edificar este país, mas que continua sendo o alvo predileto de toda sorte de mazelas, discriminações, ofensas a direitos e violência pura e
simples, material e simbólica.
BRASIL. Secretaria Especial de Políticas da Promoção da Igualdade Racial. Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial. Texto com adaptações. SEPPIR, 2003. 14 p. Disponível em <http://www.seppir.gov.br/publicacoes/pnpir.pdf>. Acesso em 15/06/2013.
Levando em consideração os dois parágrafos iniciais do texto e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
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