Foram encontradas 30 questões.
Considere as imagens sobre ligação a rede do motor de indução trifásico a tensão de cada bobina de um motor de 12 pontas igual a 220 V. Relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. 
2. 
3. 
4. 
( ) 220 V
( ) 760 V
( ) 440 V
( ) 380 V
A sequência está correta em
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“A NR-10 determina que as de trabalho devem ser adequadas às atividades, devendo contemplar a , e influências .”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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Considere a imagem que evidencia tensão de alimentação monofásica de 220 V para responder às questões 24 e 25.

Marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Segundo a ABNT NBR-5410, a potência total das tomadas de uso especial é de 5.900 W, devendo utilizar um disjuntor de proteção mínima de 30 A.
( ) O quadro de distribuição encontra-se, aproximadamente, no centro geométrico da planta baixa.
( ) O quadro de distribuição possui sete disjuntores de proteção.
( ) O circuito de iluminação possui 960 VA e utiliza como bitola mínima 2,5 mm².
( ) Há três eletrodutos embutidos no piso. Os restantes são embutidos no teto.
A sequência está correta em
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A interpretação do instrumento considerando a grandeza elétrica a que destina medir e a simbologia é, segundo a sequência da esquerda para a direita, respectivamente:

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“Um condutor percorrido por uma corrente, cuja direção é definida pela regra da mão : se o dedo apontar para o sentido da elétrica, os demais dedos indicam o sentido do campo .” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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Observe o circuito a seguir:

A corrente total e o fator de potência são iguais, aproximadamente e respectivamente, a:
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A desenergização, determinada como prioritária pela NR-10, é aquela com o procedimento estabelecido, isto é, somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas liberadas para trabalho, mediante os procedimentos apropriados, obedecendo-se a uma determinada sequência.
( ) Instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos circuitos.
( ) Constatação da ausência de tensão.
( ) Instalação da sinalização de impedimento de reenergização.
( ) Seccionamento.
( ) Proteção dos elementos energizados existentes na zona controlada.
( ) Impedimento de reenergização.
Considerando a prioridade dos eventos para a correta proteção, a sequência correta é
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“As cargas dos grandes edifícios são quase sempre ligadas em , pois se constituem de diversas cargas e, no conjunto, comportam-se como carga ligada em . Se as cargas estão entre as fases, ou seja, se existe o mesmo valor da corrente entre fase e neutro, a corrente resultante no neutro é .” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
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- Transformadores e Máquinas ElétricasPrincípios BásicosPerdas, rendimento, torque, potência, ângulo de potência e funcionamento geral
Um motor de 15 hp, trifásico, de 220 volts entre fases, fator de potência de 85% e rendimento de 80%, possui uma corrente nominal de, aproximadamente:
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A minha salamandra
Certa vez, escrevendo uma novela, precisei saber se uma salamandra tinha quatro ou seis pernas. Já não me lembro em que episódio novelesco pretendia envolver as pernas da minha salamandra, mas a verdade é que precisava saber — e não fiquei sabendo.
Que sei eu a respeito de minhas próprias pernas? Pensava então, deixando que elas me levassem para outros caminhos, fora da ficção.
Um ficcionista às vezes precisa saber coisas muito esquisitas. A experiência própria nem sempre ajuda. Passei, por exemplo, a minha infância nos galhos de uma mangueira, chupando manga o dia todo, e não soube responder a um meu amigo, excelente romancista, quanto tempo levava para germinar um caroço de manga.
Contou-me ele, na época, que andou precisando saber este pormenor, em razão de uma história que estava escrevendo. Depois de perguntar a um e outro, e não obtendo senão respostas vagas, telefonou para a repartição do Ministério da Agricultura que lhe pareceu mais apta a fornecer-lhe a informação. O funcionário que o atendeu ficou simplesmente perplexo:
– Caroço de manga? Que brincadeira é essa?
Como insistisse, informaram-lhe que, realmente, havia quem talvez soubesse — um especialista no assunto, lotado num departamento ao qual estava afeto o setor de fruticultura. Discou para lá — mas só conseguiu colher vagos palpites:
– Um caroço de manga? Bem, deve levar um ou dois meses, o senhor não acha?
– Não acho nada: preciso saber com exatidão.
– Por quê?
– Bem, porque...
Outros telefonemas, que somente despertavam reminiscências infantis:
– Na minha casa tinha uma mangueira. A manga-espada, por exemplo, se bem me lembro...
– Boa é a manga carlota, aquela pequenina, sem fibra nenhuma... Lá no Norte chamam de itamaracá.
– O caroço? Bem, o caroço, para lhe dizer com franqueza...
Resolveu telefonar para o Gabinete do Ministro:
– Queria uma informaçãozinha de Vossa Excelência.
O ministro não sabia. Que futuro tem um país de economia essencialmente agrícola se ninguém, nem o próprio Ministro da Agricultura, sabe informar quanto tempo leva para germinar um caroço de manga?
Volto à minha salamandra. Vejo-a esquiva e silenciosa a deslizar por entre as pedras, quantas pernas? Que futuro tenho eu como escritor, se não sei dizer com quantas pernas se faz uma salamandra? O mundo anda cheio de pernas, e o coração do poeta já perguntou para que tanta perna, meu Deus. As da salamandra — quatro, ou seis — nada acrescentam ao meu mundo interior, senão a ligeira desconfiança de que acabo tendo quatro. No entanto, as de uma jovem galgando comigo as pedras do Arpoador, por exemplo, apenas duas, podem sustentar o universo – vertiginoso universo onde as sensações germinam bem mais depressa que um caroço de manga. Onde se acendem estrelas inexistentes e os astros desandam nas suas órbitas. Onde se abrem abismos de uma profundeza que nem a imaginação do romancista ousa devassar. Onde vicejam plantas bem mais exóticas que uma mangueira de quintal, em cujas sombras se arrastam seres vorazes e bem mais misteriosos que a salamandra, salamandras...
(Fernando Sabino. As melhores crônicas – 14ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2010. Adaptado.)
Assinale a alternativa em que o vocábulo sublinhado NÃO é um pronome indefinido.
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