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Ao se tratar os fônons como um gás ideal que se propaga em um isolante térmico com velocidade v, a razão entre a condutividade térmica e o calor específico a volume constante é dada por !$ { \large v \ell \over \zeta} !$, em que !$ \ell !$ é o livre caminho médio e !$ \zeta !$ é igual a
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A respeito do modelo de Einstein para o calor específico a volume constante, Cv, dos sólidos, assinale a opção correta.
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Figura para a questão.

Os vetores primitivos de base da estrutura fcc mostrados na figura acima, em termos das coordenadas cartesianas (vetores unitários), são dados por
!$ \vec{a}_1 = { \large a \over 2} ( \hat{y} + \hat{z}) ,\vec{a}_2 = { \large a \over 2} ( \hat{z} + \hat{x}), \vec{a}_3 = { \large a \over 2} ( \hat{x} + \hat{y}) !$
O vetor da base recíproca !$ \vec{a}_1^* !$ associado com !$ \vec{a}_2 !$ e !$ \vec{a}_3 !$ pode ser escrito em termos das coordenadas cartesianas como !$ \vec{a}_1 = \xi \left ( { \large a \over 2} { \large b \over a} { \large c \over 2} \right) !$, em que !$ \xi !$ e (a, b, c) são, respectivamente, iguais a
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Figura para a questão.

Os vetores primitivos de base da estrutura fcc mostrados na figura acima, em termos das coordenadas cartesianas (vetores unitários), são dados por
!$ \vec{a}_1 = { \large a \over 2} ( \hat{y} + \hat{z}) ,\vec{a}_2 = { \large a \over 2} ( \hat{z} + \hat{x}), \vec{a}_3 = { \large a \over 2} ( \hat{x} + \hat{y}) !$
O volume da célula unitária da estrutura fcc é igual a
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Texto para a questão.

A figura acima representa uma barreira de energia potencial de altura U0 e largura L. Cujo coeficiente de transmissão é dado pela expressão !$ T = e^{–2LK} !$, em que !$ K = \sqrt{ a (U_0 - E)} !$.
Considerando que o coeficiente de transmissão T = 0,003, a ordem de grandeza do tempo que se deve esperar para que um feixe de elétrons de densidade correspondente a uma corrente de 48 miliamperes atravesse a barreira de energia acima é
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Texto para a questão.

A figura acima representa uma barreira de energia potencial de altura U0 e largura L. Cujo coeficiente de transmissão é dado pela expressão !$ T = e^{–2LK} !$, em que !$ K = \sqrt{ a (U_0 - E)} !$
A constante !$ \alpha !$ que aparece na expressão acima é representada por
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Figuras para a questão.

Nas figuras acima, I representa uma radiação de comprimento de onda λ incidindo em uma estrutura cristalina s; II, representa vetorialmente os vetores de onda incidente e espalhado k; a figura III mostra um típico gráfico de espalhamento da intensidade (normalizada) versus q, módulo do vetor de espalhamento q, que é representado na figura II.
A partir do pico sombreado, em que o módulo do vetor espalhamento é igual a 5 Å-1 na figura III, deduz-se que a distância entre os planos cristalinos, em nm, é igual a
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Figuras para a questão.

Nas figuras acima, I representa uma radiação de comprimento de onda λ incidindo em uma estrutura cristalina s; II, representa vetorialmente os vetores de onda incidente e espalhado k; a figura III mostra um típico gráfico de espalhamento da intensidade (normalizada) versus q, módulo do vetor de espalhamento q, que é representado na figura II.
Na figura III, o gráfico de espalhamento por raios X, nêutrons e elétrons é obtido por meio do módulo do vetor q mostrado na figura. A exemplo dessa figura, a representação é universal, pois q
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Figuras para a questão.

Nas figuras acima, I representa uma radiação de comprimento de onda λ incidindo em uma estrutura cristalina s; II, representa vetorialmente os vetores de onda incidente e espalhado k; a figura III mostra um típico gráfico de espalhamento da intensidade (normalizada) versus q, módulo do vetor de espalhamento q, que é representado na figura II.
Na figura, o módulo de q é dado por
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Figuras para a questão.

Nas figuras acima, I representa uma radiação de comprimento de onda λ incidindo em uma estrutura cristalina s; II, representa vetorialmente os vetores de onda incidente e espalhado k; a figura III mostra um típico gráfico de espalhamento da intensidade (normalizada) versus q, módulo do vetor de espalhamento q, que é representado na figura II.
A aproximação cinemática permite que se considerem iguais, em módulo, o vetor incidente e espalhado k. Nessa aproximação, também se considera
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