Homem de 45 anos foi encontrado inconsciente por familiares
junto a uma escada de sua casa. Familiares o conduziram em
carro próprio, sem medidas-padrão de atendimento pré-hospitalar. Não sabem por quanto tempo ficou desacordado
e nem sobre o histórico de saúde. Quando deu entrada no
pronto-socorro, encontrava-se inconsciente, com equimose
e escoriações na região orbital e palpebral direita, além de
escoriações na região cervical posterior e em membros à direita.
Não apresentava resposta ao comando verbal, mas respirava
espontaneamente com frequência normal. Pressão arterial de
140 x 90 mmHg e pupilas isocóricas. Durante a avaliação, abriu
os olhos e começou a se mexer, ainda sem responder a questões
ou comandos. Após 30 minutos, começou a responder, mas
informava não se lembrar de ter caído da escada. Considerando o quadro, a conduta adequada é
Lactente de 4 meses é levado ao serviço de emergência com
história de vômitos, poliúria, episódios de fraqueza intensa e
febre. Ao exame físico, apresenta-se com desidratação grave
e déficit de crescimento significativo. Encontram-se, ainda, sinais
radiológicos de osteopenia e raquitismo resistente à vitamina D.
Com base na principal hipótese diagnóstica, o distúrbio ácido
básico relacionado ao caso é
Mulher de 58 anos, com diagnóstico de hipertensão arterial
sistêmica (HAS) e em tratamento irregular, é encaminhada ao
ambulatório de clínica médica de atenção secundária. Queixa-se
de fadiga e dispneia aos esforços, com piora progressiva.
Ao exame físico, é observado ritmo cardíaco regular em 4
tempos (B3 + B4), sem sopros no precórdio, mas com crépitos
em bases pulmonares; pressão arterial: 148 x 90 mmHg.
Ecocardiograma transtorácico evidencia hipertrofia ventricular
esquerda concêntrica, associada com fração de ejeção de
38% (por Simpson). Exames laboratoriais normais, salvo pela
elevação sérica de peptídeo natriurético tipo B (BNP). Para
melhorar o controle da HAS e o prognóstico da paciente,
o tratamento com inibidor da enzima conversora de angiotensina
foi mantido, e o especialista optou por associar determinado
fármaco, devido ao impacto positivo no prognóstico de sobrevida
dessa paciente. O fármaco introduzido no tratamento da paciente foi
Lactente de 9 meses foi admitido em Unidade de Pronto
Atendimento (UPA) com quadro de diarreia; febre de 38,5 °C;
diminuição do volume urinário; sonolência alternada com
períodos de irritabilidade; apatia; palidez de pele.
Ao exame físico: peso de 9 kg; temperatura axilar de 38 °C;
frequência cardíaca de 130 bpm; frequência respiratória de
34 rpm; pressão arterial de 80 x 50 mmHg; mau estado geral;
sonolento; reagindo com irritabilidade aos estímulos; palidez
de pele; tecido subcutâneo com turgor pastoso; mucosas
ressecadas; olhos encovados; extremidades frias; pulsos fracos.
Tempo de enchimento capilar de 4 segundos. Respiração
gemente, com aumento da amplitude e tiragens intercostais.
O diagnóstico e a hidratação endovenosa indicada para o caso
são, respectivamente,
Ao ser avaliado em consulta de puericultura, lactente apresenta
alterações dos marcos de desenvolvimento em relação à
comunicação, comportamento e socialização. Nesse caso, o médico deve fazer triagem específica para
transtorno do espectro autista (TEA)
Criança de 7 meses é levada pela mãe à Unidade Básica de
Saúde (UBS), com história de febre há 2 dias e recusa alimentar.
Ao exame físico, foi identificada erupção papulovesicular,
principalmente em mãos e pés, além de vesículas e úlceras em
língua, mucosa jugal e pilares tonsilares. O médico deverá orientar os familiares que
Homem de 66 anos, em pós-operatório precoce de
revascularização cardíaca, é encaminhado ao pronto-socorro,
com queixa de dor abdominal progressiva em quadrante inferior
esquerdo há 5 dias e piora há 1 dia, com aumento do número de
evacuações para 3 vezes ao dia. Relata febre não aferida. Exame
físico: bom estado geral, eupneico, pressão arterial de 110 x
60 mmHg, temperatura axilar de 38 °C e frequência cardíaca
de 100 bpm. Ao exame abdominal, defesa voluntária da
musculatura e dor à palpação superficial e profunda, com massa
em quadrante inferior esquerdo. Ao toque retal, presença
de uma massa flutuante dolorosa à esquerda. Tomografia de
abdome com contraste: densificação dos planos gordurosos
adjacente ao sigmoide, associada a coleção de 100 mm3 no local. Após iniciada a antibioticoterapia sistêmica, qual é a conduta
mais adequada para esse paciente?
Paciente de 25 anos, com duas gestações e um parto, no
segundo trimestre de gestação, compareceu à primeira consulta
de pré-natal sem queixas. Após orientações e realização dos
testes rápidos, verificou-se que o teste para sífilis foi positivo e
imediatamente a paciente recebeu 2,4 milhões UI de penicilina
benzatina intramuscular. Paciente nega diagnóstico e tratamento
prévios para sífilis. Em relação ao acompanhamento da paciente, é correto afirmar
que
Paciente de 7 anos, na 4ª semana de tratamento quimioterápico
para leucemia linfocítica aguda, é admitido em hospital terciário
com história de febre há 12 horas (temperatura axilar de 39 °C),
tosse e dispneia. Após 24 horas da admissão, segue febril, apesar
de ter usado dipirona há 1 hora, e mantém diurese de 2 mL/kg/h.
Exame físico: hidratado; pálido; orientado no tempo e no
espaço; frequência cardíaca de 130 bpm; temperatura axilar
de 39 °C; frequência respiratória de 36 irpm; pressão arterial
de 90 x 60 mmHg; boa perfusão periférica; murmúrio vesicular
diminuído em base de hemitórax à direita, com crepitações;
bulhas taquicárdicas; fígado a 4 cm do rebordo costal direito e
5 cm do apêndice xifoide; baço a 4 cm do rebordo costal
esquerdo. Os exames laboratoriais evidenciam lactato
aumentado, acidose metabólica e hemograma com leucocitose
com desvio à esquerda. Com base no quadro descrito, o diagnóstico é
Homem de 20 anos, com diagnóstico de esquizofrenia, chega
à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) acompanhado de
familiares, que descrevem que o paciente acordou “torto”.
Há 5 dias, foi realizada a troca de risperidona por haloperidol,
pois aquela estava em falta na farmácia. Paciente nega outras
queixas clínicas. Ao exame, apresenta contratura de região
cervical e fácies de dor. Quais são, respectivamente, a hipótese diagnóstica mais
provável e a conduta mais adequada?