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TEXTO 1
LEVANTE A CABEÇA
E OLHE PARA A FRENTE.
É de pessoas com atitude que o Brasil precisa.
Leia e veja como este texto tem muito a ver com os dias de hoje.

A FÁBULA DO VENDEDOR DE CACHORROS-QUENTES.
Era uma vez um homem que vivia na beira de uma estrada vendendo cachorro-quente. Ele não tinha rádio, TV e nem lia Jornal. Preocupava-se apenas em produzir e vender bons cachorros-quentes. Prezava muito a qualidade do pão, da salsicha e do atendimento ao seu cliente.
Ele também sabia divulgar como ninguém seu produto: colocava cartazes pela estrada, oferecia em voz alta e o povo comprava.
Usava o melhor pão e a melhor salsicha. O negócio, como não podia ser diferente, prosperava. Tanto que ele conseguiu mandar seu filho estudar na melhor faculdade do país.
Um dia, seu filho já formado voltou para casa. E falou ao pai:
– Pai, você não ouve rádio, não vê TV, não lê os Jornais? A situação é crítica, o país vai quebrar.
Depois de ouvir isso, o homem pensou: “Meu filho estudou fora, lê jornais e vê TV. Deve estar com a razão”.
E com medo, procurou um fornecedor mais barato para o pão e as salsichas. Pra economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda que espalhava pela estrada. Abatido pela notícia da crise já não oferecia seu produto em alta voz.
As vendas, é claro, despencaram até o negócio quebrar.
Então o pai muito triste, falou para o filho:
– Você estava certo filho, estamos no pior momento de todos os tempos.

TEXTO 2
O caldo-de-cana e a crise
Parece que a atual crise econômica tem mesmo proporções maiores do que as que presenciei nestes quarenta e tantos anos de profissão. Por força do ofício, leio mais jornais e revistas do que gostaria. E isso me afasta da leitura prazerosa dos livros empilhados sobre o criado-mudo, que visito à noite, antes de dormir. Lê-los é um ótimo remédio contra os infortúnios dos noticiários e da vida.
O último destes encontros, por sinal, foi com Ostra Feliz Não Faz Pérola, do amigo querido Rubem Alves. Imperdível. Nele li um texto que me lembrou de uma historinha que conheço há muito tempo. Tempos, talvez, de outra crise econômica “de proporções inéditas”. A história é a seguinte. Um pequeno sitiante resolveu melhorar seu orçamento vendendo caldo-de-cana na beira da estrada. O negócio prosperou, e ele foi incrementando seu modesto empreendimento. Colocou mesas e cadeiras à sombra de frondosas árvores, passou a fritar pastéis, ampliou a capacidade de atendimento, investiu em placas de sinalização, contratou funcionários.
O negócio ia muito bem até que o filho, que saíra da roça para estudar economia, foi visitá-lo. Percebendo a alienação do pai diante da crise que o país atravessava, deu-lhe uma tremenda bronca. Não era hora de investir, porque as bolsas, as montadoras, os bancos, os fundos de investimento…
Desenxavido, o pequeno comerciante deu razão ao filho. Afinal de contas, ele tinha estudado, lia jornais, era o orgulho da família. Tratou de tomar as providências que a crise exigia. Retirou as placas da estrada, dispensou os ajudantes, recolheu mesas e cadeiras e ficou esperando a tormenta passar. E não deu outra: os clientes não apareceram mais. O sitiante então concluiu que de fato havia uma baita crise no país.
A moral dessa história é um ditado popular: a chuva molha mais quem está parado do que quem está correndo.
Nós, por aqui, trataremos de apertar o passo.
ANDREATO, Elifas. O caldo de cana e a crise. In: ANDREATO, Elifas e ROCHA, João.
BRASIL: Almanaque de Cultura Popular. Rio de Janeiro: Ediouro, 2009, n. 118, fev. 2009, p.4.
Nos textos 1 e 2,
I. estão presentes, respectivamente, a voz da agência, IDV, que tornou pública a história e a voz do narrador em primeira pessoa.
II. veicula-se a ideia de que é importante ter acesso a noticiários do rádio, da TV e dos jornais.
III. verifica-se que situação narrada está relacionada com o conhecido dito popular de que a propaganda é a alma do negócio.
IV. ilustra-se o fato de que, em tempos de crise, é importante que as pessoas tenham coragem para superar fases difíceis.
V. argumenta-se que um negócio pode continuar a prosperar, mesmo quando deixa de ser anunciado.
São CORRETAS as afirmativas
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A marca identifica o produto e revela a sua identidade, ou seja, as facetas de sua diferença: valor de utilização, valor do prazer e valor de reflexo do próprio comprador. Baseando-se na afirmativa acima, relacione a COLUNA I (que caracteriza a marca na perspectiva da empresa), com a COLUNA II fazendo a devida correlação com cada item da marca.
COLUNA I
1. Posicionar.
2. Capitalizar investimento.
3. Proteger.
4. Fidelizar.
COLUNA II
( ) O cunho da marca contribui para o desenvolvimento do marketing relacional entre a empresa e seus diferentes públicos.
( ) Contribui para minimizar percepções desfavoráveis que possam advir de situações de crise.
( ) A marca permite rentabilizar a aplicação feita na comunicação a longo prazo.
( ) A marca se faz conhecida no mercado, ao mesmo tempo que se diferencia dos seus concorrentes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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Leia este texto.
Esse anúncio foi produzido para comemorar o Dia Mundial da Propaganda.
Empregaram-se no modo imperativo os seguintes verbos:
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- Processos e Fluxos Comunicacionais em RPTécnicas e Instrumentos de Relações Públicas
- Comunicação OrganizacionalComunicação Interna
A comunicação interna, planejada e avaliada, é uma ferramenta estratégica que estimula o diálogo entre lideranças e funcionários.
São proposições que direcionam a qualidade do processo da comunicação interna, EXCETO:
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As relações públicas, pelo fato de trabalharem com grande variedade de público , utilizam a comunicação dirigida para cada um deles.
Assim sendo, é INCORRETO afirmar que
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O código de valores preenche os requisitos necessários à eficácia da organização e dá aos membros de uma organização direção, visão comum e decisões uníssonas.
Sobre os aspectos relativos à utilização dos objetivos como instrumento de ação administrativa moderna, assinale V para as alternativas verdadeiras e F para as alternativas falsas.
( ) Gerar ideias para manter a empresa jovem e inovada.
( ) Desenvolver a habilidade negocial interna e a visão administrativa dos participantes.
( ) Promover discussão e troca de ideias sobre temas de importância fundamental para o desenvolvimento do trabalho diário de cada um.
( ) Preparar os funcionários para decidirem de forma rápida e coerente, com ênfase no código de valores, criando o sentido de integração e unidade das decisões.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: ControleControle Estratégico
- Teorias da AdministraçãoAbordagem Humanística
Auditar a forma como se dá a comunicação nas organizações e a eficácia das ações comunicativas gera informações que podem ser usadas para melhorias notórias no processo comunicacional.
São fatores de uma auditoria de comunicação, EXCETO:
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoPlanejamento Estratégico, Tático e OperacionalPlanejamento Estratégico
O planejamento é inerente ao processo de gestão estratégica e constitui-se de etapas complexas e abrangentes.
Sobre as características do planejamento, assinale a alternativa CORRETA.
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O decreto nº 63.283, de 26 de setembro de 1968, aprova o regulamento da Profissão de Relações Públicas de que trata a Lei nº 5.377, de 11 de dezembro de 1967.
Em seu título I, capítulo III, que trata do exercício profissional, é INCORRETO afirmar que
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- Processos e Fluxos Comunicacionais em RPFluxos Comunicativos
- Processos e Fluxos Comunicacionais em RPTécnicas e Instrumentos de Relações Públicas
Compreende-se como instrumento ou técnicas de Relações Públicas todos os instrumentos utilizados administrativamente, visando implementar políticas, normas e programas. A escolha do fluxo de informação como tipologia encontra-se relacionada aos aspectos pertencentes à rede teórica.
Assim sendo, é INCORRETO afirmar que
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