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Foram encontradas 40 questões.

1812548 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
O Texto 3, publicado em 17 de outubro de 2004, serve de base para responder a questão.
Texto 3
Cérebro vive conflito constante entre razão e emoção, diz estudo.
O cérebro humano enfrenta um conflito permanente entre seu centro de emoção, que procura a satisfação imediata, e a zona da razão, que privilegia os objetivos em longo prazo, revela uma pesquisa publicada nesta sexta-feira pela revista americana "Science".
Os pesquisadores de quatro universidades, entre elas Harvard e Carnegie Mellon, descobriram que duas áreas do cérebro disputam permanentemente o controle do comportamento de uma pessoa avaliando as decisões entre a satisfação imediata e os objetivos em longo prazo.
O estudo faz parte da "neuroeconomia", uma disciplina emergente que analisa os processos mentais e neurológicos ligados às decisões micro-econômicas do consumidor.
"Esta pesquisa, como as precedentes, mostra que raramente agimos apenas por um impulso", destacou Jonathan Cohen, professor da Universidade de Pittsburgh (Pensilvânia).
"Temos diferentes sistemas neurológicos que entram em ação para resolver diversos tipos de problemas e nosso comportamento é ditado pela competição ou cooperação entre eles".
Os cientistas examinaram particularmente as opções de consumo, onde as escolhas de curto prazo são menos racionais que as decisões em longo prazo.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u12557.shtml. Acesso em 12 de maio de 2010.
Sobre alguns elementos formais do texto, está INCORRETA a seguinte análise:
 

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1748986 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade. Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa. Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele. E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
As aspas utilizadas no Texto 1 NÃO se prestam a:
 

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1741345 Ano: 2010
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/96, em seu artigo 39, “a educação profissional e tecnológica, no cumprimento dos objetivos da educação nacional, integra-se aos diferentes níveis e modalidades de educação e às dimensões do trabalho, da ciência e da tecnologia”. Considerando a Lei em questão, sobre a formação para o trabalho e a educação profissional e tecnológica propriamente dita, podemos afirmar, EXCETO:
 

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1736891 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Segundo Vasconcellos (2008, p. 92), “os conselhos de classe podem ser importantes estratégias na busca de alternativas para a superação dos problemas pedagógicos, comunitários e administrativos da escola”. Sua organização deve considerar que:
 

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1736890 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Leia os textos a seguir:
Celso Vasconcellos dedica um dos seus livros sobre avaliação escolar “às crianças das escolas públicas brasileiras, por tão cedo experimentarem a exclusão. Às crianças das escolas particulares, por tão cedo serem apavoradas com o fantasma da reprovação” (VASCONCELLOS, 2008, p. iv).
“A vinculação da avaliação com a atual organização do trabalho pedagógico significa concebê-la como um dos elementos constitutivos do processo de ensino fundamentado na lógica do controle técnico e da fragmentação. Nesse sentido, ela é um poderoso instrumento nas mãos do professor para selecionar, rotular, classificar e controlar” (p. 152).
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. Ensino e avaliação: uma relação intrínseca à organização do trabalho pedagógico. In: ________. (Org.) Didática: o ensino e suas relações. 13ed. Campinas, SP: Papirus, 2008, p. 149-169.
De acordo com as discussões a respeito da função classificatória e autoritária da avaliação e a defesa de uma concepção dialética-libertadora do processo avaliativo, analise as afirmativas a seguir:
I- A função classificatória da avaliação contribui para a hierarquização dos alunos, estimula a competição e distribui desigualmente as oportunidades escolares e sociais.
II- De instrumento de análise do processo educacional, a avaliação tem usualmente se tornado instrumento de dominação, de controle, de seleção social, de discriminação, de repressão.
III- O compromisso do professor é com a aprendizagem de todos os alunos, o que, numa abordagem dialética, implica no estabelecimento de uma visão quantitativa de avaliação centrada no aluno.
IV- Os estudos que analisam os altos índices de reprovação e evasão nas escolas têm apontado os professores como os grandes responsáveis pelo insucesso escolar, especialmente no que se refere ao processo avaliativo.
V- Socialmente, a escola é usada no sentido de colaborar com a marginalização de amplos setores das camadas populares (justamente aqueles que têm sido sistematicamente reprovados), na medida em que saem da escola com a convicção inculcada de que são incompetentes.
Estão INCORRETAS as afirmativas:
 

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1736889 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
“Na educação escolar, portanto, não se trata apenas da existência de algo que pode ser ensinado, dito, revelado a alguém; a questão central é a atividade do sujeito sobre o objeto, o estabelecimento de relações na representação. O educando deve construi-lo (sic), pois só assim este passará a fazer parte dele; caso contrário é sempre algo que lhe ‘dizem’, que não se lhe incorpora, que não é assimilado” (VASCONCELLOS, 2005, p. 98 – Grifos do autor).
VASCONCELLOS, Celso dos S. Construção do conhecimento em sala de aula. 17ed. São Paulo: Libertad, 2005.
No processo de construção do conhecimento, a ação pedagógica do educador procurará orientar o aluno sobre a forma de abordagem do objeto. Na relação pedagógica, o professor é um mediador, é um organizador do processo de ensino-aprendizagem.
Sobre a metodologia dialética de construção do conhecimento, pode-se afirmar, EXCETO:
 

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1736888 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Observe a imagem a seguir:
Enunciado 1736888-1
Fonte: http://static.blogstorage.hi-pi.com/photos/aurearita.spaceblog.com.br/images/gd/1259270696/AInterdisciplinaridade-
e-uma-questao-de-opcao.jpg. Acesso em 20/05/2010.
As seguintes afirmações sobre o projeto político-pedagógico numa gestão democrática da escola estão corretas, EXCETO:
 

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1724755 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade. Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa. Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele. E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
O texto a seguir serve de base para responder a questão.
Texto 2
Enunciado 1724755-1
Fonte: http://chadecerebro.files.wordpress.com/2009/08/calvin_hobbes.jpg. Acesso em: 5 de maio de 2010.
É possível estabelecer uma relação de equivalência entre o que está expresso no Texto 2 e o que defende o Texto 1. Marque a alternativa que NÃO comprova essa relação:
 

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1710344 Ano: 2010
Disciplina: Pedagogia
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Segundo Vasconcellos (2008), “para resgatar o lugar do planejamento na prática escolar, há um elemento fulcral que é o professor se colocar como sujeito do processo educativo. Quem age por condicionamento não carece de planejamento, pois alguém já planejou por ele; seres alienados ‘não precisam’ planejar!” (p. 39 – grifos do autor).
As afirmações a seguir referem-se ao planejamento como perspectiva de transformação, fundamentado pela ressignificação da prática, resgate do trabalho e superação da alienação.
I- O fator decisivo para a significação do planejamento é a percepção por parte do sujeito da necessidade de mudança.
II- O projeto ou plano preexistem de modo acabado à sua realização, cabendo ao professor comprometido a sua aplicação prática.
III- No que concerne à perspectiva de transformação, registra-se uma dialética entre o possível e o necessário: ao professor cabe a função de se colocar em prática apenas as ações que sejam realmente necessárias.
IV- Quando há interesse nos resultados, certamente o grupo ou sujeitos vão se envolver no planejamento, a fim de garantir o máximo possível que o resultado almejado venha a se concretizar.
V- O objetivo de todo processo de planejamento é chegar à ação, uma ação fundamentada por uma teoria que, sobretudo, possa servir de guia para a prática.
Estão CORRETAS as afirmações:
 

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1710208 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: Exata
Orgão: IFN-MG
Leia o texto a seguir, no qual se baseia a questão.
Texto 1
USE SEU CÉREBRO INTEIRO
Jill Bolte Taylor era uma cientista – uma neurocientista respeitada, chefe de laboratório. Uma mulher racional, responsável, ocupada, cheia de responsabilidades, autora de artigos com nomes indecifráveis, tipo “Colocalização de decarboxilase de glutamato, hidroxilase de tirasina e imunorreatividade de serotonina no córtex pré-frontal médio de ratos”.
Aí, numa certa manhã de 1996, quando tinha 37 anos, ela teve um derrame cerebral que paralisou o lado esquerdo do seu cérebro e mudou sua vida para sempre. Hoje ela é uma celebridade.!$ ^{(A)} !$ Tem milhões de fãs – os adolescentes a adoram. Toca violão, faz vitrais coloridos, prega a paz e leva uma vida de artista. Não pesquisa mais com ratos (porque acha que é crueldade), conversa sobre viver em harmonia com o Universo e está seriamente empenhada em “mudar o mundo”. (...)
Em 2008, 250.000 pessoas já haviam assistido a uma palestra de 19 minutos feita por Jill logo depois de ter ido ao ar no site do TED. Seis semanas depois, a revista Time escolheu Jill como uma das 100 pessoas mais influentes da Terra. Em seguida, a apresentadora de TV Oprah Winfrey, talvez a maior celebridade televisiva americana, convidou Jill para uma longa entrevista no seu programa.!$ ^{(D)} !$ Seu livro virou um mega best seller, traduzido em dezenas de línguas (no Brasil ele se chama “A cientista que curou seu próprio cérebro!$ ^{(C)} !$”). Hoje ela vive dando palestras, pedindo doações para pesquisas neurológicas, inspirando pacientes de derrames e viajando o mundo.
Perguntei para ela se o derrame a transformou numa hippie. Ela negou enfaticamente. “Hippies tomavam drogas. Eu não defendo drogas. O que eu defendo é que encontremos um equilíbrio entre o lado direito e o esquerdo dos nossos cérebros.”
O lado direito do cérebro é o lado criativo – o lado do aqui e agora, da experiência, o que nos faz sentirmos parte do Universo, o que cria a sensação de que há um fluxo de energia no mundo e que fazemos parte dele. O lado esquerdo é o racional, o analítico – aquele que passa o tempo todo focado no passado e no futuro e que nos dá um senso de individualidade, de que somos seres separados do resto do Universo. O derrame paralisou o lado esquerdo do cérebro de Jill – justo o seu lado dominante, já que ela era uma pessoa imensamente racional. Sua recuperação foi longa e trabalhosa – ela teve até que reaprender a ler. Mas, ao longo do processo, ela teve várias revelações sobre como o cérebro funciona de verdade.
Por exemplo, ela percebeu que a civilização ocidental, supostamente em nome da “racionalidade”, está subjugando o lado direito do cérebro. Achamos “ingênua” qualquer ideia vinda dele.!$ ^{(B)} !$ E não tem nada de racional nisso. É na verdade uma burrice: jogamos fora 50% da nossa capacidade cerebral.
Ela me disse: “há muitas divisões no mundo: homens e mulheres, esquerda e direita, brancos e negros. E, enquanto isso, estamos matando o planeta. Precisamos ir além dessas divisões e trabalhar juntos para fazer com que a vida seja melhor.” Parece papo de hippie.
BURGIERMAN, Denis Russo. Use seu cérebro inteiro. Disponível em http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/
Acesso em 18 maio de 2010. (texto modificado)Mas é uma neurocientista falando.
Nos processos de coesão textual, há vocábulos que substituem palavras, expressões ou ideias anteriormente expostas. Assinale a alternativa que NÃO contenha o termo recuperado, entre parênteses, pelo vocábulo grifado:
 

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