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Educar para a transcendência é tentar estabelecer um equilíbrio entre a educação para a sobrevivência e a educação para a transcendência. Explico melhor: a educação tem sido até hoje, na melhor das hipóteses, uma transferência cultural que oferece aos jovens a possibilidade de sobreviver dentro da sua cultura, entendida como modo de vida. Isso ocorre no contexto das formas mais tribais da educação, até nas mais sofisticadas, mas não menos egoístas.

Com a evolução da espécie humana ― que existe diferenciada dos animais há 4 ou 5 milhões de anos ―, foi se acentuando a nossa diferença fundamental em relação aos animais: consciência do espaço temporal em que vivemos — isto é, consciência do começo e do fim da vida — e curiosidade intensa sobre o que éramos antes e o que iremos ser depois. Ao penetrarmos, conscientemente, nesse campo desconhecido por meio do raciocínio, da filosofia e, por que não, da ciência, estaremos no caminho da transcendência.

É preciso que a educação nos prepare para esse caminho com o qual poderemos entender melhor de onde viemos e para onde vamos. Isso nos tornará mais humildes, mais humanos e mais éticos. Estes dois aspectos, ética e transcendência, andam juntos e só se logram com uma maior abertura e um conteúdo humanístico e filosófico cada vez maior no processo educativo.

José Aristodemo Pinotti Discurso [sobre o
processo de discussão da reforma universitária]
Internet: <www camara gov br> (com adaptações)

O texto é essencialmente

 

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— Bom café, Dona Zefinha!

— Nada, dotô. O senhor qué um biscoito?

O doutor não comia nada depois do jantar. Era hábito vindo dos pais.

— Máis não fáiz mal, dotô. É muito leve, de goma.

Bernardo Élis Ermos e gerais: contos goianos
In: Coleção contistas e cronistas do Brasil
Rio de
Janeiro: Martins Fontes, 2005, p 155 (com adaptações)

Do trecho “O doutor não comia nada depois do jantar. Era hábito vindo dos pais”, do texto, infere-se

 

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Educar para a transcendência é tentar estabelecer um equilíbrio entre a educação para a sobrevivência e a educação para a transcendência. Explico melhor: a educação tem sido até hoje, na melhor das hipóteses, uma transferência cultural que oferece aos jovens a possibilidade de sobreviver dentro da sua cultura, entendida como modo de vida. Isso ocorre no contexto das formas mais tribais da educação, até nas mais sofisticadas, mas não menos egoístas.

Com a evolução da espécie humana ― que existe diferenciada dos animais há 4 ou 5 milhões de anos ―, foi se acentuando a nossa diferença fundamental em relação aos animais: consciência do espaço temporal em que vivemos — isto é, consciência do começo e do fim da vida — e curiosidade intensa sobre o que éramos antes e o que iremos ser depois. Ao penetrarmos, conscientemente, nesse campo desconhecido por meio do raciocínio, da filosofia e, por que não, da ciência, estaremos no caminho da transcendência.

É preciso que a educação nos prepare para esse caminho com o qual poderemos entender melhor de onde viemos e para onde vamos. Isso nos tornará mais humildes, mais humanos e mais éticos. Estes dois aspectos, ética e transcendência, andam juntos e só se logram com uma maior abertura e um conteúdo humanístico e filosófico cada vez maior no processo educativo.

José Aristodemo Pinotti Discurso [sobre o
processo de discussão da reforma universitária]
Internet: <www camara gov br> (com adaptações)

No texto , a expressão “Explico melhor” está empregada como elemento de

 

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Por mais limitado que seja o âmbito de vida de qualquer povo, lá iremos encontrar, em gérmen ― por vezes, obscuras e indiscriminadas ―, quatro grandes instituições fundamentais que constroem e condicionam a vida em comum: a família, o Estado, a igreja e a escola.

Desde que haja vida em comum, essas instituições, sob alguma forma, hão de aparecer, e aparecem para manter, nutrir, ordenar e iluminar a vida em comum. Existir em sociedade envolve, com efeito, imensas complexidades. Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade. Dentre essas, avultam as que mais largamente compõem o quadro da existência coletiva. A família, que vela pelo seu desenvolvimento inicial e o conduz a se tornar, por sua vez, um perpetuador de sua espécie; o Estado, que o defende e regula a vida em grupo; a igreja, que lhe dá o sentido profundo do seu devotamento social; e a escola, que o humaniza e o socializa.

Todas essas funções se confundem e se misturam, em cada uma dessas instituições, de tal forma que a história de qualquer delas é, de algum modo, a história da humanidade.

Anísio Teixeira Notas para a história da educação In: Revista
brasileira de estudos pedagógicos Rio de Janeiro, v 37,
n º 85, jan Smar /1962, p 181 (com adaptações)

O termo “urdidura” é empregado no texto com o sentido de

 

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Por mais limitado que seja o âmbito de vida de qualquer povo, lá iremos encontrar(b), em gérmen ― por vezes, obscuras e indiscriminadas ―, quatro grandes instituições fundamentais que constroem e condicionam a vida em comum: a família, o Estado, a igreja e a escola.

Desde que haja vida em comum, essas instituições, sob alguma forma, hão de aparecer, e aparecem para manter, nutrir, ordenar e iluminar a vida em comum. Existir em sociedade envolve, com efeito, imensas complexidades(c). Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade. Dentre essas, avultam as que mais largamente compõem o quadro da existência coletiva. A família, que vela pelo seu desenvolvimento inicial e o conduz a se tornar, por sua vez, um perpetuador de sua espécie; o Estado, que o defende e regula a vida em grupo; a igreja, que lhe dá o sentido profundo do seu devotamento social; e a escola, que o humaniza e o socializa.

Todas essas funções(d) se confundem e se misturam, em cada uma dessas instituições, de tal forma(e) que a história de qualquer delas é, de algum modo(a), a história da humanidade.

Anísio Teixeira Notas para a história da educação In: Revista
brasileira de estudos pedagógicos Rio de Janeiro, v 37,
n º 85, jan Smar /1962, p 181 (com adaptações)

Os sentidos do texto seriam alterados caso se substituísse

 

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Educar para a transcendência é tentar estabelecer um equilíbrio entre a educação para a sobrevivência e a educação para a transcendência. Explico melhor: a educação tem sido até hoje, na melhor das hipóteses, uma transferência cultural que oferece aos jovens a possibilidade de sobreviver dentro da sua cultura, entendida como modo de vida. Isso ocorre no contexto das formas mais tribais da educação, até nas mais sofisticadas, mas não menos egoístas.

Com a evolução da espécie humana ― que existe diferenciada dos animais há 4 ou 5 milhões de anos ―, foi se acentuando a nossa diferença fundamental em relação aos animais: consciência do espaço temporal em que vivemos — isto é, consciência do começo e do fim da vida — e curiosidade intensa sobre o que éramos antes e o que iremos ser depois. Ao penetrarmos, conscientemente, nesse campo desconhecido por meio do raciocínio, da filosofia e, por que não, da ciência, estaremos no caminho da transcendência.

É preciso que a educação nos prepare para esse caminho com o qual poderemos entender melhor de onde viemos e para onde vamos. Isso nos tornará mais humildes, mais humanos e mais éticos. Estes dois aspectos, ética e transcendência, andam juntos e só se logram com uma maior abertura e um conteúdo humanístico e filosófico cada vez maior no processo educativo.

José Aristodemo Pinotti Discurso [sobre o
processo de discussão da reforma universitária]
Internet: <www camara gov br> (com adaptações)

Seria mantido o paralelismo sintático e semântico do texto se

 

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Por mais limitado que seja o âmbito de vida de qualquer povo, lá iremos encontrar, em gérmen ― por vezes, obscuras e indiscriminadas ―, quatro grandes instituições fundamentais que constroem e condicionam a vida em comum: a família, o Estado, a igreja e a escola.

Desde que haja vida em comum, essas instituições, sob alguma forma, hão de aparecer, e aparecem para manter, nutrir, ordenar e iluminar a vida em comum. Existir em sociedade envolve, com efeito, imensas complexidades. Cada indivíduo nada mais sendo do que uma urdidura de laços sociais, toda sua vida transcorre em plano superior ao de sua própria vida física, e seus meios de expressão não podem ser outros que os das instituições de sua sociedade. Dentre essas, avultam as que mais largamente compõem o quadro da existência coletiva. A família, que vela pelo seu desenvolvimento inicial e o conduz a se tornar, por sua vez, um perpetuador de sua espécie; o Estado, que o defende e regula a vida em grupo; a igreja, que lhe dá o sentido profundo do seu devotamento social; e a escola, que o humaniza e o socializa.

Todas essas funções se confundem e se misturam, em cada uma dessas instituições, de tal forma que a história de qualquer delas é, de algum modo, a história da humanidade.

Anísio Teixeira Notas para a história da educação In: Revista
brasileira de estudos pedagógicos Rio de Janeiro, v 37,
n º 85, jan Smar /1962, p 181 (com adaptações)

No primeiro período do segundo parágrafo do texto, a expressão “Desde que” introduz oração que exprime circunstância de

 

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669018 Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFF
Duas perspectivas são norteadoras do estudo das características e da complexidade dos sistemas ambientais, nos campos conceitual e analítico. A primeira focaliza as características das comunidades biológicas e seu hábitat, enquanto a segunda focaliza a organização dos elementos físicos e biogeográficos no contexto espacial. As duas perspectivas produzem resultados que se combinam para a compreensão da complexidade dos sistemas, na análise da potencialidade dos recursos e na avaliação das transformações ocorridas na superfície terrestre, tendo como metas as práticas de manejo considerando-se a sustentabilidade ambiental. As duas perspectivas citadas são, respectivamente,
 

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— Bom café, Dona Zefinha!
— Nada, dotô. O senhor qué um biscoito?
O doutor não comia nada depois do jantar. Era hábito vindo dos pais.
— Máis não fáiz mal, dotô. É muito leve, de goma.
Bernardo Élis Ermos e gerais: contos goianos
In: Coleção contistas e cronistas do Brasil
Rio de
Janeiro: Martins Fontes, 2005, p 155 (com adaptações)
Ao empregar “dotô”, “qué”, “Máis” e “fáiz”, na fala da personagem Dona Zefinha, mas adotar a grafia oficial para reproduzir a fala do “doutor”, o autor do texto CG1A1CCC marca, por meio da fala dos personagens, que há entre eles uma diferença de
Questão Anulada

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669343 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IFF

A barra de comprimento L de uma treliça, ilustrada na figura I, pode ser identificada como um elemento finito. Um nó é localizado em cada extremidade da barra (i e j); cada nó da barra pode se deslocar apenas na direção axial (eixo x local). A figura II mostra as forças nodais Pi e Pj associadas aos nós i e j, respectivamente.

Enunciado 669343-1

Com o uso de equações da resistência dos materiais, obtêm-se as expressões seguintes, em que E é o módulo de elasticidade da barra e A é a área da seção transversal da barra.

Enunciado 669343-2

A partir dessas informações, assinale a opção que apresenta a forma matricial para a relação entre forças e deslocamentos, para a situação da barra em questão.

Questão Anulada

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