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Foram encontradas 39 questões.

1238281 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Hoffmann (2001) destaca em sua obra referente a avaliação que “avaliar para promover cada um dos alunos é um grande compromisso que nos exige aprofundar o olhar sobre a sua singularidade no ato de aprender e, ao mesmo tempo, ampliá-lo na direção do grupo e das relações sociais.”
Posto isso e, nesse sentido, avaliar exige
I. observação longitudinal do processo.
II. reflexão acerca das múltiplas dimensões que encerram cada manifestação do aluno.
III. procedimentos uniformes de análise.
IV. proposições de situações complexas de aprendizagem.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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1237734 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Tratando-se de Gestão Democrática da Educação, assinale com (V) as afirmativas verdadeiras e com (F) as afirmativas falsas.
( ) A gestão democrática é entendida como processo de aprendizado e de luta política que não se circunscreve aos limites da prática educativa.
( ) A gestão democrática prescinde da compreensão dos problemas postos pela prática pedagógica.
( ) A ação educativa não possui apenas uma dimensão política, mas é sempre política, já que não há conhecimento, técnica e tecnologias neutras.
( ) A democratização da escola passa pela democratização do acesso, da permanência e da gestão.
( ) Um processo de gestão que construa coletivamente um projeto pedagógico tem já, na sua raiz, a potência da transformação.
A sequência correta, de cima para baixo, é
 

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1226901 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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A definição clara e precisa dos objetivos de ensino é etapa preparatória para a realização do processo da avaliação da aprendizagem. É fundamental que se afirme que o professor ensina para que o aluno aprenda. Ao avaliar, portanto, dentro dessa concepção, deve-se levar em conta que
I. existem conhecimentos que são fundamentais e precisam ser avaliados para orientar o professor no processo de ensino.
II. nem tudo que é proposto, estudado e discutido em aula precisa ser avaliado.
III. quando a avaliação é vista meramente como um evento relaciona-se com o processo de construção de conhecimentos unicamente para medir.
IV. existem assuntos que não se constituem em pilares fundamentais na estrutura conceitual.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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1217427 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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As Instituições de Ensino não podem prescindir de um Projeto Político Pedagógico. Segundo Vasconcellos (2002), trata-se de um importante caminho para a construção da identidade da instituição. Entre suas finalidades estão
I. resgatar a intencionalidade da ação, possibilitando a (re) significação do trabalho.
II. dar um referencial de conjunto para a caminhada.
III. ajudar a construir a uniformidade.
IV. ajudar a superar as imposições ou disputas de vontades individuais.
Estão corretas as afirmativas
 

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Um determinado servidor público federal pediu e obteve licença para atividade política. Teve seu pedido deferido, sem remuneração, durante o período que mediava entre a sua escolha em convenção partidária, como candidato a cargo eletivo, e a véspera do registro de sua candidatura perante a justiça eleitoral. A partir do registro da candidatura, até o décimo dia seguinte da eleição, a licença foi deferida, com vencimentos do cargo efetivo assegurados pelo período de 3 meses.
Nessa situação, o deferimento da licença foi
 

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1211398 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Segundo Vasconcellos (2002), na relação pedagógica, a atividade primeira, é do professor com a perspectiva de provocar a atividade do aluno. A ação do professor é transitiva, preparando o campo para ação de análise do educando. Nessa perspectiva, ele compreende que não é ele quem deposita o conhecimento na cabeça do educando. Sabe, também, que não é deixando o educando sozinho que o conhecimento brotará.
Para o autor quem constrói é o sujeito, mas a partir da relação social mediada pela realidade. A ação do professor deve, então, visar
I. provocar – provocar situações em que os interesses possam emergir e o aluno possa atuar.
II. dispor – dar indicações, oferecer subsídios para que o educando tenha acesso a elementos novos.
III. interagir – acompanhar o percurso de construção.
IV. expor – seus conhecimentos sem levar em consideração os diferentes conhecimentos da sala de aula.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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1209215 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O que se espera de uma avaliação, em uma perspectiva transformadora, é que
I. seus resultados constituam parte de um diagnóstico.
II. seja feita uma análise da realidade.
III. as decisões sejam tomadas para superar os problemas constatados.
IV. se perceba a necessidade do aluno
V. se faça intervenção na realidade para ajudar a superá-la.
Estão corretas as afirmativas
 

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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só!$ ^{A)} !$.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo!$ ^{B)} !$ terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa!$ ^{C)} !$, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você!$ ^{D)} !$.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 466653-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
Segundo Platão e Fiorin (1997), “Pressuposto são ideias não expressas de maneira explícita, que decorrem logicamente do sentido de certas palavras ou expressões contidas na frase”.
Com base nessa afirmação, em que alternativa a palavra sublinhada NÃO acarreta um conteúdo pressuposto?
 

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466377 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Tradicionalmente, alguns professores, tendem a reproduzir a forma com que foram avaliados enquanto estudantes. Ensaiam novas formas de avaliar acabando por expressar, em uma outra linguagem, práticas classificatórias e comportamentalistas, cometendo erros comuns:
Nesse contexto, o que NÃO é considerado erro comum?
 

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Você é um só
Por Luli Radfahrer
E não é aquele do Facebook. Do Google+. Do instagram. Do WhatsApp. Dos games. Nem de todas essas redes, e outras tantas, combinadas.
Morando sozinho ou se isolando por trás das telas brilhantes de smartphones, tablets, PCs e notebooks, falando pelo Twitter o que não teria coragem de dizer ao vivo, multiplicado por diversos perfis e avatares, você ainda é um só.
Você, que acumula objetos e aparelhos de uso questionável e contribui para a formação do lixo eletrônico, ao mesmo tempo em que reclama da poluição e da exploração do planeta.
Você, que faz passeata contra a corrupção enquanto compra notas frias, que critica o tráfico ao mesmo tempo em que o financia, que reclama do preço do ônibus, mas não deixa o carro nem para ir até a padaria, e que, uma vez nele, não respeita faixa, deficiente, idoso ou limite de velocidade e fala ao celular enquanto guia.
Você, que, via redes sociais, se orgulha de ter atingido uma fusão mágica entre intimidade e distância, quando o máximo que fundiu foi a ilusão de ambas. Sua comunidade se transformou em um mecanismo terceirizado de autoimagem, ao mesmo tempo vaidoso e inseguro, preguiçoso e ansioso, otimista e pragmático.
Imerso na rede, você criou um reflexo psicológico em que precisa saber de tudo no momento em que acontece, posicionando-se o quanto antes, já que cada atualização diz mais respeito à opinião dos outros do que ao que você realmente pensa.
Fascinado pela ideia de se transformar em veículo de informação, você parece ter se esquecido (ou deixado de se importar) de que só há meios se há mensagens e de que, ao reproduzir ser pensar o que ouve dos outros, não gera mais do que microfonia.
Não adianta se esconder nem tentar desafiar seus ritmos biológicos na vã tentativa de acompanhar o mundo simbólico em que vive, evitando qualquer contato com a realidade. O máximo que conseguirá é confundir seus mapas com o território que representam.
Você acha que é diferente e, no entanto, é igualzinho aos que critica. Não espanta que espere cada vez mais da tecnologia e cada vez menos das pessoas.
É inegável, você está só. Sua solidão não foi criada pelo mundo digital, mas por suas ações esquizofrênicas. Não adianta mais colocar a sociedade na terceira pessoa, tentando se isentar de qualquer responsabilidade. O mundo “real” tem muito de virtual e vice-versa. É uma relação simbiótica.
Mas conexão não é o mesmo do que vínculo. O budismo (o de verdade, não essa onda chamada de “sabedoria 2.0”, em que a meditação é uma espécie de videogame contemplativo) ensina que todos estão interconectados, que os desafios reais não estão no futuro, mas bem à nossa frente, e que o apego a bens e ideias pode ser muito prejudicial.
Dar à tecnologia um espírito vago, impessoal, que move a sociedade, é uma desculpa esfarrapada. Fruto de um sistema capitalista, a única resposta que a tecnologia pode trazer é mais tecnologia. Ela é só uma ferramenta, não há consciência nela. Tudo o que ela faz é fruto de ideias de gente como você.
Por mais que você ache, como Mário de Andrade, que é trezentos, que é trezentos e cinquenta, não se iluda. Como ele, você é um só. E ainda terá que topar consigo e prestar contas com seu legado.
Apesar de você, diz a música, amanhã há de ser outro dia.
Enunciado 465969-1
Disponível em: <http://tools.folha.com.br/print?url=http%3A%2F%2Fwww1.folha.uol.com.br%2Fcolu...>
Acesso em: 01 jul. 2013
No 3º e 4º parágrafos, há ocorrência de nexos de concomitância, os quais indicam
 

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