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Foram encontradas 40 questões.

2494410 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
No livro Construtivismo: a produção do conhecimento em aula, o autor Vasco Moretto (2003) elucida que o professor que fundamenta sua ação pedagógica nos princípios do Construtivismo Sociointeracionista deve conhecer algumas características de seus alunos afim de entender suas condições para o processo de produção do conhecimento em sala de aula.
Associe as características apontadas pelo autor, elencadas abaixo, com as três afirmativas apresentadas na continuidade.
1. Características psicológicas do desenvolvimento dos alunos.
2. Características sociais dos alunos.
3. Características cognitivas dos alunos.
( ) Concepções prévias capazes de constituir-se em âncoras para novas aprendizagens.
( ) Contexto e linguagem dos alunos.
( ) Construção de representações das relações do sujeito com o mundo físico social, num processo de elaboração de conhecimento como função adaptativa da inteligência.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2494405 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Nas análises dos saberes necessários à prática educativa, Freire aponta qualidades indispensáveis à autoridade docente democrática em suas relações com as liberdades dos alunos.
São qualidades apontadas pelo autor, EXCETO,
 

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2493836 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Conforme Moretto (2003), em nossa sociedade, caracterizada como a sociedade do conhecimento, possui poder quem tem domínio do conhecimento socialmente construído.
Diante dessa característica, o papel fundamental da escola, indicado pelo autor, é
 

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2492639 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
São atribuições do docente segundo o artigo 13 da LDBEN:
 

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2492526 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
No esquema apresentado por Moretto (2003), os três focos da relação com o aluno e com o conhecimento que o professor construtivista deve conhecer são: as características psicossociais e cognitivas do aluno, as habilidades e competências do mediador do processo de aprendizagem e os conteúdos específicos de sua disciplina e seu contexto.
Considerando os focos apontados pelo autor, assinale com (V), para as afirmativas verdadeiras e (F), para as falsas.
( ) O professor deve conhecer com profundidade os conteúdos de suas disciplinas ou área do saber.
( ) O professor, das diferentes áreas do saber, necessita exclusivamente dominar os conteúdos específicos.
( ) O professor precisa conhecer as tecnologias disponíveis para apoio pedagógico e as melhores técnicas de intervenção pedagógicas.
( ) O professor precisa identificar, analisar e compreender as características de desenvolvimento psicológico e social do seu aluno.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2489501 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Para Oliveira (2002), as mudanças ocasionadas pela legislação vigente quanto à democratização da gestão do ensino público, atendendo aos princípios da participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto político- pedagógico da escola, bem como à participação da comunidade, tanto escolar como local, em conselhos escolares ou equivalentes, repercutiram no trabalho escolar, mais especificamente no papel do
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
A relação de sentido estabelecida entre as ideias ligadas pelos dois pontos, em “ São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais... ”, é de
 

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2487960 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Freire (1996), ao destacar que “Ensinar exige a corporeificação das palavras pelo exemplo”, enfatiza que
 

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2487050 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Veiga (1996), ao apresentar a abordagem do projeto político- pedagógico, como a própria organização do trabalho da escola, vivido e construído por todos os envolvidos no processo educativo escolar, elucida que esta abordagem funda-se nos princípios que nortearão a escola democrática, pública e gratuita.
Qual dos princípios abaixo a autora aponta como central na discussão do projeto político pedagógico?
 

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2486999 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O artigo 24 da LDBEN, ao se reportar à carga horária e aos dias letivos para a educação básica, nos níveis fundamental e médio destaca que esta organização se dará em
 

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