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Foram encontradas 40 questões.

2497125 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
As comunidades escolares, por meio da autonomia, conquistaram uma maior agilidade em resolver os seus problemas cotidianos. Esse processo, segundo Oliveira ( 2002), vem estimulando as escolas públicas estatais a buscarem formas alternativas de financiamento, fora do Estado, junto à iniciativa privada e a diferentes formas de contribuição da população.
Essa maior flexibilidade com que as comunidades escolares passaram a contar é fruto da descentralização
 

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2496994 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O projeto político- pedagógico, segundo Veiga (1996), é processo permanente de reflexão e discussão dos problemas da escola, no qual os diferentes segmentos das unidades escolares buscam alternativas possíveis para sua efetivação. Sua construção coletiva requer
I. Controle técnico burocrático.
II. Continuidade de ações.
III. Democratização do processo de tomada de decisões.
IV. Instalação de um processo coletivo de avaliação de cunho emancipatório.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2496732 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A pedagogia Liberal, segundo Luckesi (1994, p. 55) sustenta a ideia de que a escola tem por função
 

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2496240 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Luckesi (1994, p. 63 – 64) destaca que o termo “progressista”, emprestado de Snyders, usado para designar as tendências que
 

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2496177 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O artigo 68 da LDB destaca que serão recursos públicos destinados à educação os originários de
I. receita de impostos próprios da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios;
II. receita de transferências constitucionais e de outras transferências;
III. receita do salário- educação e de outras contribuições sociais;
IV. receita de incentivos fiscais;
V. receita oriunda do conselho escolar.
Estão corretas as afirmativas
 

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2495874 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A abordagem das Tendências Pedagógicas, segundo Luckesi (1994, p. 54), divide-se em dois grupos: Pedagogia Liberal e Pedagogia Progressista.
Cada um destes grupos possui subdivisões, quais sejam
 

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2495348 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Segundo a Legislação Educacional, a educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria. Desta forma, os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames. Participante do Programa Mulheres Mil, o Instituto Federal detectou que muitas mulheres desejam ter uma certificação profissional, cursando o ensino técnico, porém nem todas tinham o certificado de conclusão do ensino fundamental.
Para se submeter a exames supletivos referentes ao ensino fundamental todas as candidatas deverão ter idade acima de:
 

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2495333 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A Educação Superior abrange os seguintes cursos e programas:
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
São feitas, a seguir, algumas afirmativas sobre o texto.
I. As manifestações de rua, segundo o texto, representam um perigo à sociedade, já que propiciam ambiente no qual os bandidos externam principalmente sua revolta frente às desigualdades sociais.
II. A cronista demonstra reconhecer no texto seu papel singular e responsável de porta-voz dos problemas sociais que atingem o país, entre eles, o da banalização da vida.
III. A autora argumenta em favor de um policiamento ostensivo, isto é, de um número maior de policiais nas ruas, em especial, naquelas em que trafegam estudantes, famílias e operários.
IV. A forma descomprometida ou inábil com que as autoridades vêm gerenciando a criminalidade no país está fazendo com que nos acostumemos com a barbárie e, consequentemente, está alterando nossa forma de conceber a vida e a morte.
Estão corretas as afirmativas
 

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2494820 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Na década de 90 viveu-se um período de grandes reformas no cenário educacional brasileiro. Com a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em dezembro de 96, a autonomia das escolas foi ampliada em relação à gestão e às formas de organização escolar. Para compreender essas mudanças no interior das escolas, Dalila Oliveira (2002) entende ser fundamental fazer a distinção entre os conceitos de organização do trabalho escolar (OTE) e o de organização escolar (OE). O primeiro é um conceito econômico, refere-se à divisão do trabalho na escola e o segundo compreende as condições objetivas em que o ensino está estruturado.
Associe, adequadamente, cada um dos enunciados descritos abaixo aos respectivos conceitos acima mencionados.
( ) Distribuição das tarefas, competências e divisão dos tempos.
( ) Criação de critério de enturmação de alunos.
( ) Novas metodologias de ensino e processos de avaliação.
( ) Relações de hierarquia que refletem relações de poder.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo é
 

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