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Foram encontradas 863 questões.

3407086 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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A ecologia acústica, a confluência das artes e a relação da arte com o sagrado são três eixos que caracterizam as ideias e as posições presentes em todas as suas ações – “nas obras que compõe e produz, nos cursos e oficinas que ministra, nos programas de rádio e TV que cria”. Visitou o Brasil, principalmente, durante a década de 1990 e dois de seus livros foram traduzidos para o português, nomeadamente: “O ouvido pensante” e “A afinação do mundo”.

Assinale a alternativa que indica o nome do pedagogo musical a que se refere o texto supracitado:

 

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3407085 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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As canções folclóricas encontradas no Guia Prático para o ensino do Canto Orfeônico, organizado por Villa-Lobos, evocam diversos elementos que foram incutidos nas crianças como “identificadores comuns de brasilidade”.

Assinale a alternativa que enumera esses elementos:

 

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3407084 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS

Um mito

Por Sirio Possenti

O mito mais renitente sobre as línguas é o de que teria havido, em algum momento, línguas perfeitas. Em cada país – ou cultura – há quem lamente sua decadência. As pessoas estariam falando muito mal, ninguém mais respeita as regras, a gramática precisa “voltar” a ser ensinada, quem sabe até mesmo o latim, já que isso ajudaria a melhorar as coisas, da grafia ao sentido, passando pelas regências e concordâncias. As queixas são generalizadas.

A primeira versão desse mito que conhecemos é a história de Babel, embora no livro não se diga que se falava corretamente, mas apenas que se falava uma só língua e todos se compreendiam. O castigo foi a diversidade linguística. Antes disso, o livro informara que Adão deu a cada criatura um nome adequado. Não se fala em sintaxe, concordância, regência, muito menos em correção, mas apenas na adequação dos nomes, que, diga-se, é hoje um tópico de muitas queixas.

Na verdade, o mito da decadência (o avesso do da perfeição antiga) vigora em muitos outros campos: os escritores eram melhores, havia verdadeiros filósofos, os políticos tinham mais compostura (e eram melhores oradores), o casamento era para valer, as mulheres, então... etc.

O dado mais curioso sobre a questão é que as queixas são bem antigas. Cícero já se queixava da mesma coisa, e conhece-se o Appendix Probi, que fazia uma lista de palavras corretas e de sua contraparte “errada” (por exemplo, condenava oricla, de que derivou orelha, defendendo auris; condenava rivus, contra rius, de onde obviamente veio rio; condenava socra (sogra) em vez de socrus; defendia ansa contra a forma nova asa etc.). Ou seja, já naquele tempo se faziam listas de erros, que hoje é um esporte bem lucrativo.

O curioso é que, a cada época, os defensores do seu padrão não se dão conta de que ele foi condenado anteriormente (quem deixaria de dizer rio, asa ou sogra?). Há queixas gerais, pura repetição de clichês, e queixas específicas, que tematizam questões particulares. As queixas começam pela grafia, sem que os críticos se deem conta de que uma lei pode mudá-la. A “invenção” de palavras consideradas desnecessárias ou o emprego das atuais em sentido “corrompido” também é um alvo muito comum.


Disponível em: <http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/3113/n/um_mito> Acesso em: 04 out. 2016

Carlos Alberto Faraco, no livro “Norma culta brasileira: desatando alguns nós” (2008, p. 160), afirma que: “A crítica à gramatiquice e ao normativismo não significa, como pensam alguns desavisados, o abandono da reflexão gramatical e do ensino da norma culta/comum/standard. Refletir sobre a estrutura da língua e sobre seu funcionamento social é atividade auxiliar indispensável para o domínio fluente da fala e da escrita. E conhecer a norma culta/comum/standard é parte integrante do amadurecimento das nossas competências linguístico-culturais, em especial as que estão relacionadas à cultura escrita. O lema aqui pode ser: reflexão gramatical sem gramatiquice e estudo da norma culta/comum/standard sem normativismo.”

Considerando essa citação, assinale a alternativa que evidencia a concepção de norma culta/comum/standard defendida pelo autor.

 

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3407083 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS

Um mito

Por Sirio Possenti

O mito mais renitente sobre as línguas é o de que teria havido, em algum momento, línguas perfeitas. Em cada país – ou cultura – há quem lamente sua decadência. As pessoas estariam falando muito mal, ninguém mais respeita as regras, a gramática precisa “voltar” a ser ensinada, quem sabe até mesmo o latim, já que isso ajudaria a melhorar as coisas, da grafia ao sentido, passando pelas regências e concordâncias. As queixas são generalizadas.

A primeira versão desse mito que conhecemos é a história de Babel, embora no livro não se diga que se falava corretamente, mas apenas que se falava uma só língua e todos se compreendiam. O castigo foi a diversidade linguística. Antes disso, o livro informara que Adão deu a cada criatura um nome adequado. Não se fala em sintaxe, concordância, regência, muito menos em correção, mas apenas na adequação dos nomes, que, diga-se, é hoje um tópico de muitas queixas.

Na verdade, o mito da decadência (o avesso do da perfeição antiga) vigora em muitos outros campos: os escritores eram melhores, havia verdadeiros filósofos, os políticos tinham mais compostura (e eram melhores oradores), o casamento era para valer, as mulheres, então... etc.

O dado mais curioso sobre a questão é que as queixas são bem antigas. Cícero já se queixava da mesma coisa, e conhece-se o Appendix Probi, que fazia uma lista de palavras corretas e de sua contraparte “errada” (por exemplo, condenava oricla, de que derivou orelha, defendendo auris; condenava rivus, contra rius, de onde obviamente veio rio; condenava socra (sogra) em vez de socrus; defendia ansa contra a forma nova asa etc.). Ou seja, já naquele tempo se faziam listas de erros, que hoje é um esporte bem lucrativo.

O curioso é que, a cada época, os defensores do seu padrão não se dão conta de que ele foi condenado anteriormente (quem deixaria de dizer rio, asa ou sogra?). Há queixas gerais, pura repetição de clichês, e queixas específicas, que tematizam questões particulares. As queixas começam pela grafia, sem que os críticos se deem conta de que uma lei pode mudá-la. A “invenção” de palavras consideradas desnecessárias ou o emprego das atuais em sentido “corrompido” também é um alvo muito comum.


Disponível em: <http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/3113/n/um_mito> Acesso em: 04 out. 2016

No que tange o ensino de gramática nas aulas de língua portuguesa, os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, no item Linguagens, códigos e suas tecnologias, (BRASIL, 2002, p. 81) estabelecem que: “O ensino de gramática não deve ser visto como um fim em si mesmo, mas como um mecanismo para a mobilização de recursos úteis à implementação de outras competências, como a interativa e a textual” (BRASIL, 2002, p. 81). Tal concepção está alinhada ao conceito de “análise linguística” apresentado por Geraldi na obra “Portos de Passagem”.

Das alternativas abaixo, assinale aquela que NÃO corresponde às ideias apresentadas pelo autor:

 

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3407082 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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A professora Mara está escolhendo um arranjo para trabalhar com um grupo de práticas vocais e selecionou a peça que segue:

Música: Ameno Resedá, de Ernesto Nazareth. Arranjo de Carlos Besen (não publicado, cedido pelo autor)

Analise a peça e as afirmações a seguir:

I. Uma polca para coro misto (soprano, contralto, tenor e baixo) em tempo Allegretto e tonalidade maior.

II. Um samba para três vozes femininas e baixo, tempo Moderato e tonalidade maior.

III. Uma bossa nova para soprano, contralto, tenor e baixo, em tempo Adagio e em tonalidade menor.

IV. Uma polca para três vozes femininas e baixo, em tempo Largetto e tonalidade maior.

V. Um samba para coro misto (soprano, contralto, tenor e baixo), em tempo Adagio e tonalidade maior.

Assinale a alternativa CORRETA que descreve a peça selecionada:

 

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3407081 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Analise as seguintes afirmações:

I. Instrumentos transpositores são instrumentos de sopro cujo tubo sonoro varia em comprimento.

II. Nos instrumentos transpositores o som real obtido coincide com o nome da nota escrita.

III. O contrabaixo e o violão são instrumentos transpositores, pois soam oitava abaixo do som grafado na partitura.

IV. São exemplos de instrumentos transpositores: tuba, trompa, clarinete, saxofone, trompete.

V. Em relação aos sons grafados na partitura, um instrumento transpositor em Si bemol produz um som real uma 2ª maior abaixo. Assim, se o trecho musical estiver escrito em Mi bemol maior, soará, se tocado por esse instrumento, em Ré bemol maior.

Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão INCORRETAS:

 

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3407080 Ano: 2016
Disciplina: Música
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Os exemplos musicais abaixo serão utilizados nas questões 13, 14, 15 e 16.

Exemplo musical 1:

Enunciado 3898385-1

Fonte: VILLA-LOBOS, Heitor. Guia prático para a educação artística e musical, v. 1. Rio de Janeiro: ABM: Funarte, 2009.

Exemplo musical 2:

Enunciado 3898385-2

Fonte: VILLA-LOBOS, Heitor. Guia prático para a educação artística e musical, v. 1. Rio de Janeiro: ABM: Funarte, 2009.

Os exemplos musicais 1 e 2 foram retirados do 1º Volume do Guia Prático, elaborado pelo compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos na década de 1930, reeditado em algumas versões, entre elas a da Academia Brasileira de Música (2009). De acordo com Travassos (2000), “VillaLobos deu início à campanha pela educação musical, que recebeu apoio do presidente Getúlio Vargas. Sua estratégia foi disseminar o canto coral ______(1), mobilizando alunos e professores, estes últimos preparados num curso especializado destinado a multiplicar a ideia que unia ______(2). Com apoio do ______(3), VillaLobos criou e dirigiu a Superintendência de Educação Musical e Artística, depois Conservatório Nacional ______(4). As apresentações monumentais que promoveu, regendo dezenas de milhares de vozes, inscrevem-se nas grandes manifestações letivas patrióticas que utilizaram a música como ______(5)” (TRAVASSOS, 2000, p. 62-63).

Assinale a alternativa que completa as lacunas, na ordem em que aparecem no texto:

 

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3407079 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Em relação ao crescimento populacional brasileiro e à transição demográfica, assinale a alternativa INCORRETA:

 

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3407078 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que NÃO representa uma das consequências da eutrofização da água em lagos, represas e rios:

 

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3407077 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: IF-RS
Orgão: IF-RS
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Sobre o sistema de coordenadas Universal Transversal de Mercator (UTM) analise as afirmativas identificando com “V” as VERDADEIRAS e com “F” as FALSAS assinalando a seguir a alternativa CORRETA, na sequência de cima para baixo:

( ) Elas têm como base a projeção do belga Gerhard Kramer, conhecido como Mercator, publicada em 1569 e que trabalha com paralelos e meridianos retos e equidistantes.

( ) A projeção adotada no sistema UTM é do tipo cônica, transversal e secante ao globo terrestre.

( ) O sistema UTM possui 24 fusos (zonas delimitadas por dois meridianos consecutivos) contados a partir do antimeridiano de Greenwich, no sentido oeste-leste, até voltar ao meridiano de origem.

( ) Para as latitudes definiu-se o valor de 10.000.000 m sobre a linha do equador. As coordenadas lidas a partir do eixo N (norte-sul) de referência vão reduzindo no sentido do equador em direção ao sul.

( ) Para as longitudes o Meridiano Central (MC) é a origem das coordenadas. As longitudes contadas a partir do MC de referência possuem valores crescentes no sentido oeste e decrescentes no sentido leste.

 

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