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A maior responsabilidade, que os nossos arquitetos e planejadores devem assumir, é a manutenção e o desenvolvimento de nosso ambiente, de nosso habitat. É fundamental o estudo climático de um edifício envolvendo o conhecimento de dados sobre o clima e sobre o sítio no qual se insere. Para início desse estudo, os dados do clima a serem considerados são:
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Cotas são os números que correspondem às medidas reais no desenho. As cotas indicadas nos desenhos determinam a distância entre dois pontos, que pode ser a distância entre duas paredes, a largura de um vão de porta ou janela, a altura de um degrau de escada, o pé direito de um pavimento, etc.. Ainda se tratando de cota, é muito importante estarmos atentos quanto ao sentido e posição, por isso podemos afirmar que:
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A Lei nº 8.666/1993, que regulamenta o art. 37, inc. XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências, define Leilão como a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de bens móveis inservíveis para a administração, e concurso, como modalidade de licitação:
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A informática é bastante utilizada na arquitetura, seja na hora da elaboração dos projetos ou na hora de gerir a obra como um todo. Hoje existem diversas ferramentas como os programas CAD, e a tecnologia BIM, que auxiliam os profissionais. Qual o diferencial entre CAD e tecnologia BIM?
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Observe as palavras grifadas da frase a seguir e depois assinale a alternativa que traz a respectiva classificação morfológica.
“Saudade é amar um passado que ainda não passou...” (Pablo Neruda)
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Em relação à regência verbal, assinale a alternativa que contraria a norma culta da língua portuguesa escrita.
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Leia a tirinha para responder às próximas duas(2) questões.

Disponível em http://metiradoserio.com.br/index.php/dik-browne/. Acesso em 12 mai 2014.
Julgue as afirmativas e assinale a alternativa correta
I – No primeiro quadrinho o pronome demonstrativo “nesse” está inadequado ao contexto. O correto seria “neste”, pois indica proximidade de quem fala.
II – Os verbos “tem”, “perguntas” e “cozinha” estão no tempo presente do modo indicativo.
III – No segundo quadrinho, em “Tem gosto de açúcar com peixe!” há um erro de concordância verbal, pois o verbo “tem” deveria estar no plural “têm”.
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Leia a tirinha para responder às próximas duas(2) questões.

Disponível em http://metiradoserio.com.br/index.php/dik-browne/. Acesso em 12 mai 2014.
No primeiro quadrinho a palavra “porque” está grafada incorretamente. Assinale a única alternativa que também apresenta erro quanto ao emprego do porquê.
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Leia o texto a seguir para responder às próximas seis(6) questões.
CINZAS LEMBRANÇAS
Contar as histórias das vítimas e de suas famílias é a melhor forma de fazer com que ditadura deixe de ser uma abstração
Para muitos jovens, ditadura é uma expressão genérica, quase uma abstração. Apenas uma minoria de sobreviventes, dos nascidos até o início dos anos 1960, guarda na memória a vivência daquele tempo. Para os demais, a maioria esmagadora dos adultos de hoje, ditadura é mais um clichê a se somar a tantos outros da nossa história oficial.
Pois eu vou contar resumidamente como me lembro do regime militar. Foi um tempo mais de tons de cinza do que de branco e preto, embora houvesse uma clara divisão de campos, de um lado os opressores, de outro suas vítimas e os que resistiam de diferentes formas.
Digo tons de cinza porque a censura nunca foi sistêmica e a repressão mais dura era localizada. Os militares não tiveram sequer a coragem de se assumir como os ditadores que foram. Havia espaços para pessoas resistirem. Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer, mais cúmplices da ditadura do que as vítimas que hoje pretendem ter sido.
Foram tempos de tons de cinza também porque não havia clareza entre nós, que lutávamos pela liberdade: jornalistas, estudantes, lideranças políticas e religiosas, ativistas e intelectuais. Hoje há consenso de que os que pegaram em armas contra a ditadura eram uma minoria relativamente isolada. Por isso, no Brasil, a repressão mais cruel não atingiu dimensões genocidas, como no Chile e na Argentina. E talvez por isso, hoje, a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.
Mas houve também aqui uma repressão de massa, menos visível, quase silenciosa, que afetou quase 60 mil pessoas: oficiais e subalternos expelidos das Forças Armadas, professores e estudantes cassados, funcionários públicos e de estatais perseguidos, sindicalistas postos em listas negras, cantores e compositores exilados. Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.
Sobre a repressão mais dura é preciso dizer que seus métodos equipararam-se aos dos mais nefandos sistemas de repressão da história. A tortura física era procedimento-padrão. Os estupros, frequentes. Pais foram assassinados na frente de filhos. Outros foram sequestrados e mortos, e seus corpos esquartejados e desaparecidos. Não poucos presos políticos foram levados à loucura e ao suicídio.
Algumas dessas histórias dizem mais sobre a ditadura do que qualquer explicação sociológica – relato muita delas em meu livro de contos Você Vai Voltar Pra Mim e Outros Contos, publicado pela Cosacnaify. Contar as histórias dessas vítimas e de suas famílias talvez seja a melhor forma de fazer com que a ditadura deixe de ser uma abstração na cabeça dos brasileiros que não viveram aqueles tempos.
KUCINSKI, B. Carta na Escola, Edição n° 85. Disponível em:
http://www.cartanaescola.com.br/single/show/330. Acesso em 12 mai 2014.
A mesma regra de acentuação que vale para a palavra “história”, vale também para:
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Leia o texto a seguir para responder às próximas seis(6) questões.
CINZAS LEMBRANÇAS
Contar as histórias das vítimas e de suas famílias é a melhor forma de fazer com que ditadura deixe de ser uma abstração
Para muitos jovens, ditadura é uma expressão genérica, quase uma abstração. Apenas uma minoria de sobreviventes, dos nascidos até o início dos anos 1960, guarda na memória a vivência daquele tempo. Para os demais, a maioria esmagadora dos adultos de hoje, ditadura é mais um clichê a se somar a tantos outros da nossa história oficial.
Pois eu vou contar resumidamente como me lembro do regime militar. Foi um tempo mais de tons de cinza do que de branco e preto, embora houvesse uma clara divisão de campos, de um lado os opressores, de outro suas vítimas e os que resistiam de diferentes formas.
Digo tons de cinza porque a censura nunca foi sistêmica e a repressão mais dura era localizada. Os militares não tiveram sequer a coragem de se assumir como os ditadores que foram. Havia espaços para pessoas resistirem. Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer, mais cúmplices da ditadura do que as vítimas que hoje pretendem ter sido.
Foram tempos de tons de cinza também porque não havia clareza entre nós, que lutávamos pela liberdade: jornalistas, estudantes, lideranças políticas e religiosas, ativistas e intelectuais. Hoje há consenso de que os que pegaram em armas contra a ditadura eram uma minoria relativamente isolada. Por isso, no Brasil, a repressão mais cruel não atingiu dimensões genocidas, como no Chile e na Argentina. E talvez por isso, hoje, a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.
Mas houve também aqui uma repressão de massa, menos visível, quase silenciosa, que afetou quase 60 mil pessoas: oficiais e subalternos expelidos das Forças Armadas, professores e estudantes cassados, funcionários públicos e de estatais perseguidos, sindicalistas postos em listas negras, cantores e compositores exilados. Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.
Sobre a repressão mais dura é preciso dizer que seus métodos equipararam-se aos dos mais nefandos sistemas de repressão da história. A tortura física era procedimento-padrão. Os estupros, frequentes. Pais foram assassinados na frente de filhos. Outros foram sequestrados e mortos, e seus corpos esquartejados e desaparecidos. Não poucos presos políticos foram levados à loucura e ao suicídio.
Algumas dessas histórias dizem mais sobre a ditadura do que qualquer explicação sociológica – relato muita delas em meu livro de contos Você Vai Voltar Pra Mim e Outros Contos, publicado pela Cosacnaify. Contar as histórias dessas vítimas e de suas famílias talvez seja a melhor forma de fazer com que a ditadura deixe de ser uma abstração na cabeça dos brasileiros que não viveram aqueles tempos.
KUCINSKI, B. Carta na Escola, Edição n° 85. Disponível em:
http://www.cartanaescola.com.br/single/show/330. Acesso em 12 mai 2014.
Julgue as afirmativas em relação à colocação pronominal.
I – “Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer [...].”
O uso de ênclise justifica-se porque não devemos utilizar pronomes oblíquos átonos em início de orações.
II – “[...] a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.”
O uso de próclise justifica-se porque há um advérbio de negação que atrai o pronome oblíquo átono para antes do verbo.
III – “Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.”
O uso da próclise justifica-se porque o verbo está no futuro do presente.
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