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Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), os planos de combate à tuberculose animal envolvem ações de profilaxia sanitária que dependem da utilização de testes para diagnóstico indireto. Em relação à profilaxia sanitária, a ação correta que deve ser adotada é:
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Leia as seguintes características relacionadas à influenza A em suínos.
I Podem sofrer infecção com novos vírus através de contato com aves silvestres.
II São considerados como reservatórios do vírus H para o homem.
III São suscetíveis à infecção por vírus aviários e de mamíferos.
IV Possuem ácido β hialurônico, ao qual se adsorvem os vírus humanos.
II São considerados como reservatórios do vírus H para o homem.
III São suscetíveis à infecção por vírus aviários e de mamíferos.
IV Possuem ácido β hialurônico, ao qual se adsorvem os vírus humanos.
Estão corretas apenas:
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O Texto 2, charge publicada após a divulgação da lista dos jogadores convocados para a Seleção Brasileira de 2010, e o Texto 3, cartaz do filme Exterminador do futuro, divulgado à época de seu lançamento em 1984, servirão de base para a questão.

Disponível em: <http://www.acharge.com.br/doano.htm.> Acesso em: 18 maio 2010.

Disponível em: <http://www.upot.com/cinemax/config/
imagens_conteudo/produtos /imagensGR /GRD_o%20exterminador%20do%20futuro.jpg>.
Acesso em: 18 maio 2010.
Acesso em: 18 maio 2010.
Sobre os textos 2 e 3 é correto afirmar que eles mantêm uma relação dialógica entre si. Esse fenômeno denomina-se
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A leptospirose é uma zoonose que ocorre em grande variedade de espécies animais, entre as quais: bovinos, suínos, eqüinos, cães, roedores, animais silvestres e seres humanos.
Abaixo estão relacionados sorovares que infectam espécies no Brasil.
I hardjo, em bovinos.
II pomona, em suínos.
III Icterohaemorrhagia, em ovinos.
IV copenhagenia, em equinos
II pomona, em suínos.
III Icterohaemorrhagia, em ovinos.
IV copenhagenia, em equinos
Estão corretas apenas as opções:
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Responda à questão com base no Texto 1, fragmento de Como você toma decisões?, escrito por David Cohen, Martha Mendonça, Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer.
Texto 1
Como você toma decisões?
David Cohen, Martha Mendonça,
Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer
Foram três anos e meio de observações e testes, e no final a decisão mais surpreendente de Dunga foi não convocar o jogador Adriano, do Flamengo, para a seleção brasileira que vai disputar a Copa do Mundo da África do Sul. “O emocional falou uma coisa, a razão fala outra”, disse o técnico. Dunga não está sozinho nesse dilema. Uma pesquisa feita pelo instituto Ibope mostra que os brasileiros se dividem de maneira quase uniforme entre racionais e emotivos. De acordo com a pesquisa – feita a pedido da TV Globo, da mesma organização que 6 publica ÉPOCA, para o lançamento da novela Passione, que aborda o tema –, um terço da população age costumeiramente de forma emocional, ou intuitiva. Outro terço diz raciocinar mais friamente antes de tomar decisões.
A divisão da mente entre dois polos não é exatamente nova: foi exposta no século IV a.C. pelo filósofo grego Platão, no livro Fedro. Ele usou uma analogia baseada em tradições ainda mais antigas, provavelmente do Egito ou da Mesopotâmia. Segundo a versão de Platão, 12 nossa alma é como uma charrete com dois cavalos. O condutor seria a razão, e os cavalos as emoções. Um deles é obediente, representa nossos desejos mais “nobres”. Outro, rebelde, são nossos apetites. A difícil tarefa do condutor é controlar os dois cavalos para que a charrete, dotada de asas, voe até as alturas onde ficam os deuses.
Quase 2.500 anos depois, Platão foi atropelado pela charrete. Pesquisas e estudos em vários campos do conhecimento vêm destroçando sua analogia. De um lado, economistas e matemáticos dizem que as carroças de hoje não têm apenas dois cavalos, mas 100 ou 200, e a única esperança do cocheiro é guiar-se por instrumentos automatizados, como computadores e programas de análise. Um segundo grupo, da psicologia cognitiva, afirma que o condutor é caolho e não consegue enxergar boa parte da estrada. Os psicólogos oferecem mapas detalhados dos buracos no caminho. Há um terceiro grupo, dos evolucionistas, para quem o condutor deveria aprender a largar as rédeas: eles dizem que, no geral, os cavalos sabem muito bem para onde estão indo e o condutor, ao tentar freá-los, só faz tornar o caminho mais longo. Finalmente, o grupo mais recente, dos neurocientistas, diz que o cocheiro não passa de um cavalo disfarçado. Não há, segundo eles, possibilidade de razão sem emoção.
É por isso que a área de conhecimento denominada, com tanta pompa, de tomada de decisões é hoje um campo de batalha. Basta ver os lançamentos de livros mais recentes [...].
Revista Época, p.92, 17 maio 2010.
No penúltimo parágrafo, de um lado e finalmente são algumas das expressões usadas para
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Enfermidade de notificação obrigatória ao Serviço Veterinário Oficial do Brasil, que, na forma aguda, apresenta alto índice de mortalidade, caracterizada pelo aparecimento de pústulas na mucosa nasal, com entumescimento ganglionar e possível comprometimento do aparelho respiratório. Tais sintomas são característicos de:
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Doença neurológica que acomete principalmente em animais jovens é:
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Na suinocultura industrial, a natimortalidade é a principal causa de perdas de leitões. Os natimortos são classificados em tipo I, quando as mortes ocorrem no período pré-parto, e tipo II, quando ocorrem no período intraparto.
Leia as afirmativas abaixo acerca de perdas de leitões.
I A mortalidade pré-parto geralmente está associada a causas infecciosas.
II A anoxia fetal, que ocorre durante o parto, é reconhecida como a principal causa dessas perdas.
III A mortalidade intraparto ainda não tem causas definidas.
IV Na prática, somente os leitões mortos antes do parto devem ser colocados sob possíveis suspeitas de causas infecciosas.
II A anoxia fetal, que ocorre durante o parto, é reconhecida como a principal causa dessas perdas.
III A mortalidade intraparto ainda não tem causas definidas.
IV Na prática, somente os leitões mortos antes do parto devem ser colocados sob possíveis suspeitas de causas infecciosas.
Estão corretas apenas:
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Responda à questão com base no Texto 1, fragmento de Como você toma decisões?, escrito por David Cohen, Martha Mendonça, Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer.
Texto 1
Como você toma decisões?
David Cohen, Martha Mendonça,
Nelito Fernandes e Rodrigo Turrer
Foram três anos e meio de observações e testes, e no final a decisão mais surpreendente de Dunga foi não convocar o jogador Adriano, do Flamengo, para a seleção brasileira que vai disputar a Copa do Mundo da África do Sul. “O emocional falou uma coisa, a razão fala outra”, disse o técnico. Dunga não está sozinho nesse dilema. Uma pesquisa feita pelo instituto Ibope mostra que os brasileiros se dividem de maneira quase uniforme entre racionais e emotivos. De acordo com a pesquisa – feita a pedido da TV Globo, da mesma organização que 6 publica ÉPOCA, para o lançamento da novela Passione, que aborda o tema –, um terço da população age costumeiramente de forma emocional, ou intuitiva. Outro terço diz raciocinar mais friamente antes de tomar decisões.
A divisão da mente entre dois polos não é exatamente nova: foi exposta no século IV a.C. pelo filósofo grego Platão, no livro Fedro. Ele usou uma analogia baseada em tradições ainda mais antigas, provavelmente do Egito ou da Mesopotâmia. Segundo a versão de Platão, 12 nossa alma é como uma charrete com dois cavalos. O condutor seria a razão, e os cavalos as emoções. Um deles é obediente, representa nossos desejos mais “nobres”. Outro, rebelde, são nossos apetites. A difícil tarefa do condutor é controlar os dois cavalos para que a charrete, dotada de asas, voe até as alturas onde ficam os deuses.
Quase 2.500 anos depois, Platão foi atropelado pela charrete. Pesquisas e estudos em vários campos do conhecimento vêm destroçando sua analogia. De um lado, economistas e matemáticos dizem que as carroças de hoje não têm apenas dois cavalos, mas 100 ou 200, e a única esperança do cocheiro é guiar-se por instrumentos automatizados, como computadores e programas de análise. Um segundo grupo, da psicologia cognitiva, afirma que o condutor é caolho e não consegue enxergar boa parte da estrada. Os psicólogos oferecem mapas detalhados dos buracos no caminho. Há um terceiro grupo, dos evolucionistas, para quem o condutor deveria aprender a largar as rédeas: eles dizem que, no geral, os cavalos sabem muito bem para onde estão indo e o condutor, ao tentar freá-los, só faz tornar o caminho mais longo. Finalmente, o grupo mais recente, dos neurocientistas, diz que o cocheiro não passa de um cavalo disfarçado. Não há, segundo eles, possibilidade de razão sem emoção.
É por isso que a área de conhecimento denominada, com tanta pompa, de tomada de decisões é hoje um campo de batalha. Basta ver os lançamentos de livros mais recentes [...].
Revista Época, p.92, 17 maio 2010.
Considere os seguintes enunciados:
Uma pesquisa feita pelo instituto Ibope mostra que os brasileiros se dividem de maneira quase uniforme entre racionais e emotivos.
Foram três anos [...] não convocar o jogador Adriano, do Flamengo, para a seleção brasileira que vai disputar a Copa do Mundo da África do Sul.
Os elementos destacados são, respectivamente,
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Lesões nos tetos que podem evoluir para pústulas, crostas e feridas erosivas (em seres humanos observa-se linfoadenopatia axilar e febre), é sintoma da zoonose:
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