Foram encontradas 60 questões.
Uso de celulares na educação exige orientação
dentro e fora da escola
Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época
professora em uma escola municipal paulistana,
conseguiu desenvolver atividades de programação
com seus alunos do ensino fundamental —
impulsionando um projeto de robótica com sucata que
a fez chegar aos melhores colocados do Global
Teacher Prize, prêmio para professores considerado o
“Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a
entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles
podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode
negar que está vivenciando uma revolução
tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e
da lousa, somente do livro didático”, afirma a
educadora. Nesse contexto, torna-se necessário
educar para o uso desses recursos. O estudante
precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar
uma rede social ou realizar uma pesquisa, há
mecanismos que influenciam os resultados obtidos.
Além disso, não basta que a escola imponha
restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver
orientação adequada. “Não adianta também a escola
proibir e os pais continuarem permitindo o uso de
forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em
casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou
no computador.”, alerta. De acordo com a professora,
o uso excessivo desses dispositivos, sem
acompanhamento, pode comprometer a relação dos
estudantes com a aprendizagem.
Adaptado de:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5-
horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.

Considerando os textos 1 e 2, assinale a alternativa correta.
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Texto 2

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Texto 2

Para substituir adequadamente o termo destacado, qual das seguintes expressões exige o emprego do acento indicativo de crase?
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Texto 2

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Uso de celulares na educação exige orientação
dentro e fora da escola
Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época
professora em uma escola municipal paulistana,
conseguiu desenvolver atividades de programação
com seus alunos do ensino fundamental —
impulsionando um projeto de robótica com sucata que
a fez chegar aos melhores colocados do Global
Teacher Prize, prêmio para professores considerado o
“Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a
entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles
podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode
negar que está vivenciando uma revolução
tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e
da lousa, somente do livro didático”, afirma a
educadora. Nesse contexto, torna-se necessário
educar para o uso desses recursos. O estudante
precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar
uma rede social ou realizar uma pesquisa, há
mecanismos que influenciam os resultados obtidos.
Além disso, não basta que a escola imponha
restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver
orientação adequada. “Não adianta também a escola
proibir e os pais continuarem permitindo o uso de
forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em
casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou
no computador.”, alerta. De acordo com a professora,
o uso excessivo desses dispositivos, sem
acompanhamento, pode comprometer a relação dos
estudantes com a aprendizagem.
Adaptado de:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5-
horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.
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Uso de celulares na educação exige orientação
dentro e fora da escola
Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época
professora em uma escola municipal paulistana,
conseguiu desenvolver atividades de programação
com seus alunos do ensino fundamental —
impulsionando um projeto de robótica com sucata que
a fez chegar aos melhores colocados do Global
Teacher Prize, prêmio para professores considerado o
“Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a
entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles
podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode
negar que está vivenciando uma revolução
tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e
da lousa, somente do livro didático”, afirma a
educadora. Nesse contexto, torna-se necessário
educar para o uso desses recursos. O estudante
precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar
uma rede social ou realizar uma pesquisa, há
mecanismos que influenciam os resultados obtidos.
Além disso, não basta que a escola imponha
restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver
orientação adequada. “Não adianta também a escola
proibir e os pais continuarem permitindo o uso de
forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em
casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou
no computador.”, alerta. De acordo com a professora,
o uso excessivo desses dispositivos, sem
acompanhamento, pode comprometer a relação dos
estudantes com a aprendizagem.
Adaptado de:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5-
horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.
“Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles podem ser aliados.”.
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
- Interpretação de TextosTipos de Discurso: Direto, Indireto e Indireto Livre
Uso de celulares na educação exige orientação
dentro e fora da escola
Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época
professora em uma escola municipal paulistana,
conseguiu desenvolver atividades de programação
com seus alunos do ensino fundamental —
impulsionando um projeto de robótica com sucata que
a fez chegar aos melhores colocados do Global
Teacher Prize, prêmio para professores considerado o
“Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a
entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles
podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode
negar que está vivenciando uma revolução
tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e
da lousa, somente do livro didático”, afirma a
educadora. Nesse contexto, torna-se necessário
educar para o uso desses recursos. O estudante
precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar
uma rede social ou realizar uma pesquisa, há
mecanismos que influenciam os resultados obtidos.
Além disso, não basta que a escola imponha
restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver
orientação adequada. “Não adianta também a escola
proibir e os pais continuarem permitindo o uso de
forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em
casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou
no computador.”, alerta. De acordo com a professora,
o uso excessivo desses dispositivos, sem
acompanhamento, pode comprometer a relação dos
estudantes com a aprendizagem.
Adaptado de:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5-
horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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dentro e fora da escola
Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época
professora em uma escola municipal paulistana,
conseguiu desenvolver atividades de programação
com seus alunos do ensino fundamental —
impulsionando um projeto de robótica com sucata que
a fez chegar aos melhores colocados do Global
Teacher Prize, prêmio para professores considerado o
“Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a
entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles
podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode
negar que está vivenciando uma revolução
tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e
da lousa, somente do livro didático”, afirma a
educadora. Nesse contexto, torna-se necessário
educar para o uso desses recursos. O estudante
precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar
uma rede social ou realizar uma pesquisa, há
mecanismos que influenciam os resultados obtidos.
Além disso, não basta que a escola imponha
restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver
orientação adequada. “Não adianta também a escola
proibir e os pais continuarem permitindo o uso de
forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em
casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou
no computador.”, alerta. De acordo com a professora,
o uso excessivo desses dispositivos, sem
acompanhamento, pode comprometer a relação dos
estudantes com a aprendizagem.
Adaptado de:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5-
horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.
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Uso de celulares na educação exige orientação
dentro e fora da escola
Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época
professora em uma escola municipal paulistana,
conseguiu desenvolver atividades de programação
com seus alunos do ensino fundamental —
impulsionando um projeto de robótica com sucata que
a fez chegar aos melhores colocados do Global
Teacher Prize, prêmio para professores considerado o
“Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a
entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles
podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode
negar que está vivenciando uma revolução
tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e
da lousa, somente do livro didático”, afirma a
educadora. Nesse contexto, torna-se necessário
educar para o uso desses recursos. O estudante
precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar
uma rede social ou realizar uma pesquisa, há
mecanismos que influenciam os resultados obtidos.
Além disso, não basta que a escola imponha
restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver
orientação adequada. “Não adianta também a escola
proibir e os pais continuarem permitindo o uso de
forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em
casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou
no computador.”, alerta. De acordo com a professora,
o uso excessivo desses dispositivos, sem
acompanhamento, pode comprometer a relação dos
estudantes com a aprendizagem.
Adaptado de:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5-
horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.
Assinale a alternativa correta quanto às relações de sentido estabelecidas nesse período.
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dentro e fora da escola
Foi graças ao celular que Débora Garofalo, na época
professora em uma escola municipal paulistana,
conseguiu desenvolver atividades de programação
com seus alunos do ensino fundamental —
impulsionando um projeto de robótica com sucata que
a fez chegar aos melhores colocados do Global
Teacher Prize, prêmio para professores considerado o
“Nobel da educação”.
Desde que esses aparelhos eletrônicos passaram a
entrar nas salas de aula, Garofalo defende que eles
podem ser aliados, e não inimigos. “A gente não pode
negar que está vivenciando uma revolução
tecnológica. Não dá para a gente voltar à era do giz e
da lousa, somente do livro didático”, afirma a
educadora. Nesse contexto, torna-se necessário
educar para o uso desses recursos. O estudante
precisa compreender, por exemplo, que, ao acessar
uma rede social ou realizar uma pesquisa, há
mecanismos que influenciam os resultados obtidos.
Além disso, não basta que a escola imponha
restrições ao uso de celulares se, fora dela, não houver
orientação adequada. “Não adianta também a escola
proibir e os pais continuarem permitindo o uso de
forma liberada, sem uma rotina. A criança chega em
casa e fica quatro, cinco horas seguidas no celular ou
no computador.”, alerta. De acordo com a professora,
o uso excessivo desses dispositivos, sem
acompanhamento, pode comprometer a relação dos
estudantes com a aprendizagem.
Adaptado de:
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2025/01/27/nao-adiantaescola-proibir-celular-e-os-pais-continuarem-deixando-usar-5-
horas-seguidas-em-casa.ghtml. Acesso em: 20 fev. 2026.
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