Foram encontradas 60 questões.
Considere a matriz A da forma
\( \begin{pmatrix} 1& 2 & 0 \\2 & 0 & k \\ 0 & 1 & 0 \end{pmatrix} \)
O valor de k, tal que o posto da matriz A seja 2, é
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Considere o triângulo retângulo ABC como na figura abaixo.

Seja AD=DB. O seno de α é igual a
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Dois postes têm uma altura de 9 e 6 metros, respectivamente. Se a reta imaginária que une os pontos mais altos dos postes forma um ângulo de 30 graus com a horizontal, a distância entre os postes (em metros) é
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A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o atentamente, antes de marcar a resposta correta.
A nova maneira de organização social, praticada pela sociedade líquido-moderna de consumidores, provoca quase nenhuma dissidência, resistência ou revolta, graças ao expediente de apresentar o novo compromisso (o de escolher) como sendo a liberdade de escolha. Seria possível dizer que o mais considerado, criticado e insultado oráculo de Jean-Jacques Rousseau – o de que “as pessoas devem ser forçadas a ser livres” – tornou-se realidade, depois de séculos, embora não na forma em que tanto os ardentes seguidores como os críticos severos de Rousseau esperavam que fosse implementado.
Com muita frequência, a “localidade” a que os indivíduos permanecem leais e obedientes não entra mais em suas vidas e se confronta com eles na forma de uma negação de sua autonomia individual, ou de um sacrifício obrigatório. Em vez disso, apresenta-se na forma de festivais de convívio e pertença comunais, divertidos, prazerosos, realizados em ocasiões como a Copa do Mundo de futebol. Submeter-se à “totalidade” não é mais um dever adotado com relutância, incomodidade e muitas vezes oneroso, mas um “patriotenimento”, uma folia procurada com avidez e eminentemente festiva.
Carnavais tendem a ser interrupções na rotina diária, breves intervalos animados entre sucessivos episódios de cotidianidade enfadonha, pausas em que a hierarquia mundana de valores é temporariamente invertida, os aspectos mais angustiantes da realidade são suspensos por um breve período e os tipos de conduta proibidos ou considerados vergonhosos na vida “normal” são ostensivamente praticados e exibidos.
A função (e o poder sedutor) dos carnavais líquido-modernos está no ressuscitamento momentâneo do convívio que entrou em colapso. Tais carnavais são sessões espíritas para as pessoas se reunirem, darem as mãos e invocarem do outro mundo o fantasma da falecida comunidade.
(BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação de pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. Adaptado.)
Todas as palavras seguintes extraídas do texto atendem a uma mesma regra de acentuação, com EXCEÇÃO de
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Para fazer a irrigação de uma área para criação de ovinos, um agricultor da região de Senhor do Bonfim-BA conta com sete torneiras independentes. Partindo do princípio de que pelo menos uma das torneiras deve ficar aberta, o número de maneiras que se pode fazer a irrigação desta área é:
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O professor de Matemática do 2º Ano do curso em Agropecuária do IFBAIANO, Campus Itapetinga, propôs um desafio a seus alunos. Ele disse que, se ao permutarmos os algarismos do número 79.458 e colocarmos em ordem crescente, a posição ocupada pelo número 87. 594 seria
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A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o, atentamente, antes de marcar a resposta correta.
Uns craseiam, outros ganham fama
Ferreira Gullar
Foi em 1955 que ganhei um exemplar do livro "Tudo sobre a Crase". Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém".
Esse primeiro aforismo desencadeou uma série de outros, que publiquei, meses depois, no suplemento literário do Diário de Notícias. A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo. Mas, numa entrevista a um jornal do Recife, um crítico literário o atribuiu a Paulo Mendes Campos.
Não gostei, mas não dei muita importância, pois, no final das contas o que importa são meus poemas, que até agora ninguém atribuiu a outro poeta.
A vida seguiu até que alguém, escrevendo sobre erros gramaticais, citou o aforismo como sendo de Otto Lara. Comecei a ficar grilado, mas me tranquilizei, lembrando que o Otto deve ter me citado e o cara não guardou meu nome. Mas não demorou muito e a autoria do mesmo aforismo foi atribuída a Machado de Assis e, em seguida, a Rubem Braga.
Este, porém, já a par da confusão que se armara, decidiu esclarecer as coisas: publicou uma crônica afirmando que o verdadeiro autor do aforismo, agora tão citado, era o poeta Ferreira Gullar. Fiquei felicíssimo.
Já estava tranquilo, certo de que finalmente me tornara autor do aforismo, quando, faz uns três domingos, surge um artigo afirmando que "Carlos Drummond escreveu: 'A crase não foi feita para humilhar ninguém'". Minha esperança é que, no futuro, alguém mal informado atribua a mim, ainda que por equívoco, a autoria do aforismo que é meu.
(Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3107201123.htm>. Acesso em: 09 maio. 2017.)
“Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo.” (1º parágrafo)
O valor semântico que se estabelece entre as frases desse período é de
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A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o, atentamente, antes de marcar a resposta correta.
Uns craseiam, outros ganham fama
Ferreira Gullar
Foi em 1955 que ganhei um exemplar do livro "Tudo sobre a Crase". Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém".
Esse primeiro aforismo desencadeou uma série de outros, que publiquei, meses depois, no suplemento literário do Diário de Notícias. A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo. Mas, numa entrevista a um jornal do Recife, um crítico literário o atribuiu a Paulo Mendes Campos.
Não gostei, mas não dei muita importância, pois, no final das contas o que importa são meus poemas, que até agora ninguém atribuiu a outro poeta.
A vida seguiu até que alguém, escrevendo sobre erros gramaticais, citou o aforismo como sendo de Otto Lara. Comecei a ficar grilado, mas me tranquilizei, lembrando que o Otto deve ter me citado e o cara não guardou meu nome. Mas não demorou muito e a autoria do mesmo aforismo foi atribuída a Machado de Assis e, em seguida, a Rubem Braga.
Este, porém, já a par da confusão que se armara, decidiu esclarecer as coisas: publicou uma crônica afirmando que o verdadeiro autor do aforismo, agora tão citado, era o poeta Ferreira Gullar. Fiquei felicíssimo.
Já estava tranquilo, certo de que finalmente me tornara autor do aforismo, quando, faz uns três domingos, surge um artigo afirmando que "Carlos Drummond escreveu: 'A crase não foi feita para humilhar ninguém'". Minha esperança é que, no futuro, alguém mal informado atribua a mim, ainda que por equívoco, a autoria do aforismo que é meu.
(Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3107201123.htm>. Acesso em: 09 maio. 2017.)
A história narrada na crônica resume-se em descrever
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Se definirmos nos números reais a função \( f(x) \), como \( f(x)= x^2 \, \sin \left [ \dfrac{1}{x} \right ] \), se \( x≠0 \) e \( f(0)=0 \).
Pode-se afirmar que \( ƒ '(0) \) é
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Analise as afirmativas abaixo, sobre matrizes determinantes e sistemas lineares, e marque (
V) para Verdadeiro ou (
F) para Falso.
( ) Se
\( A \) ,
\( B \) e
\( C \) são matrizes quadradas de ordem
\( n \) e
\( AC-BC=0 \), então
\( A=B \).
( ) Se
\( A \) e
\( B \) são matrizes quadradas de ordem n e
\( AB=BA \), então
\( \det[(A+B)^2 ]=\det A^2+2\det AB + \det \,B^2 \), onde det significa determinante.
( ) Se
\( A \) é uma matriz quadrada de ordem n com determinante não nulo, então o sistema linear
\( AX=0 \) possui apenas a solução nula.
( ) Todo sistema linear com duas equações e duas incógnitas possui uma única solução.
A sequência correta é:
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