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Homem de 43 anos, previamente hígido, comparece ao ambulatório relatando ter tido relação sexual desprotegida com parceiro ocasional há 48 horas. Refere não apresentar sintomas no momento, mas está preocupado com a possibilidade de ter contraído infecção sexualmente transmissível. Nega uso de antibióticos recentes ou de medicações antivirais.
A conduta mais adequada consiste em
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Mulher de 40 anos comparece à consulta por quadro de fadiga persistente e indisposição para atividades cotidianas. Está em uso de ferro oral há quatro meses para tratamento de anemia ferropriva (hemoglobina 9,8 g/dL; VCM 70 fL; ferritina 6 ng/mL), com pouca melhora clínica e laboratorial.
Refere distensão e gases abdominais frequentes, especialmente após as refeições, sintomas presentes há mais de seis meses. Nas últimas três semanas, passou a apresentar episódios de diarreia intermitente, com fezes pastosas e presença de muco, sem sangue ou febre. Nega uso recente de antibióticos ou sangramento digestivo. Ao exame, encontra-se pálida, com leve dor à palpação do quadrante inferior esquerdo.
Diante do quadro descrito, a próxima etapa mais apropriada na investigação diagnóstica consiste em
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Homem de 34 anos comparece à consulta com quadro de astenia, fadiga e queda de rendimento físico há cerca de 4 meses. Nega diarreia, dor abdominal, perda de peso ou sangramento digestivo. Exames laboratoriais revelaram hemoglobina de 10,2 g/dL, VCM 72 fL, ferritina de 8 ng/mL e saturação de transferrina de 5%. Foi iniciado tratamento com ferro oral, sem resposta após 3 meses.
Diante da persistência do quadro, foram solicitados exames complementares, incluindo sorologias e biópsia de duodeno, cujo laudo descreve: “achatamento das vilosidades, hiperplasia das criptas e infiltrado linfocitário intraepitelial difuso.”
Diante do quadro apresentado, a conduta mais apropriada é
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Homem de 68 anos, previamente hígido, comparece à consulta para planejamento de viagem à América Central, com partida prevista para daqui a 20 dias. Relata ter recebido vacinas contra COVID-19 e influenza no último ano, mas não sabe informar se foi vacinado contra febre amarela ou hepatite A. Nega alergias, uso de imunossupressores ou comorbidades.
Com base nas recomendações atuais da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) 2024/2025, a conduta mais apropriada é
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Mulher de 50 anos com lúpus eritematoso sistêmico em uso de prednisona 10 mg/dia e micofenolato mofetil comparece à consulta para atualização vacinal. Está clinicamente estável e sem histórico de infecções recentes. Não há contraindicação momentânea à vacinação. Não possui registro prévio de vacinas pneumocócicas ou contra herpes zoster.
Considerando sua faixa etária e condição clínica, a orientação vacinal mais adequada, de acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) 2024/2025, é
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Homem de 51 anos comparece à consulta ambulatorial trazendo exames solicitados em check-up. É assintomático, não fuma, não é diabético e nega história familiar de doença cardiovascular precoce. Relata prática regular de atividade física cinco vezes por semana e segue dieta equilibrada.
Ao exame físico: pressão arterial de 130 x 80 mmHg, IMC de 27 kg/m². Exames laboratoriais: colesterol total 240 mg/dL, HDL 48 mg/dL, LDL 160 mg/dL, triglicerídeos 160 mg/dL, glicemia e função hepática normais. Ultrassonografia abdominal revelou esteatose hepática leve.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a conduta mais apropriada para esse paciente é
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Mulher de 55 anos comparece à consulta de rotina e relata estilo de vida sedentário, mas nega tabagismo, hipertensão, diabetes ou antecedentes pessoais ou familiares de doença cardiovascular prematura.
Exame físico sem alterações relevantes. Colesterol total: 255 mg/dL; HDL: 50 mg/dL; LDL: 166 mg/dL; triglicerídeos: 140 mg/dL. Índice de massa corporal: 26 kg/m². Pressão arterial: 124/78 mmHg.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose – SBC 2025, a conduta mais adequada para essa paciente é
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Mulher, 58 anos, com história de etilismo crônico, procura atendimento por dispneia progressiva aos esforços há 3 meses, associada a aumento do volume abdominal e edema de membros inferiores. Nega febre, tosse, dor torácica ou perda ponderal.
Ao exame físico, apresenta-se ictérica (1+/4+), com aranhas vasculares em tórax anterior, macicez e abolição do murmúrio vesicular na base do hemitórax direito até o terço inferior, abdome globoso com circulação colateral e ascite volumosa, edema com cacifo 2+/4+ em membros inferiores até joelhos. Radiografia de tórax evidencia derrame pleural à direita ocupando aproximadamente 40% do hemitórax. Toracocentese realizada obteve 1200 mL de líquido citrino, não purulento.
Exames do líquido pleural: aspecto translúcido amarelo-citrino, pH 7,48, densidade 1,010, proteína total 2,1 g/dL, glicose 95 mg/dL, LDH 85 UI/L, colesterol 38 mg/dL, triglicerídeos 45 mg/dL, contagem de células 180 células/mm³ (linfócitos 65%, neutrófilos 20%, células mesoteliais 15%), ausência de hemácias. Exames séricos simultâneos: proteína total 5,8 g/dL, albumina 2,3 g/dL, LDH 180 UI/L (valor de referência até 200 UI/L), bilirrubina total 3,2 mg/dL (direta 2,1 mg/dL), AST 98 UI/L, ALT 76 UI/L, INR 1,8.
O diagnóstico mais provável, pela descrição do caso e pela análise do líquido pleural, é
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Homem, 28 anos, previamente hígido, é atendido no pronto- socorro 15 minutos após ingestão de camarão em restaurante. Refere que, logo após comer, começou a apresentar prurido intenso em palmas das mãos e plantas dos pés, seguido de eritema generalizado, edema de lábios e língua, sensação de aperto na garganta, dificuldade para respirar e tontura. Nega história prévia de alergia alimentar. Ao exame físico, apresenta-se ansioso, com fácies de angústia, urticária difusa, edema de lábios e língua, estridor laríngeo audível, sibilos difusos à ausculta pulmonar bilateral e pulsos periféricos filiformes. Pressão arterial de 80/50 mmHg, frequência cardíaca de 130 bpm, frequência respiratória de 28 irpm e saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente.
A conduta terapêutica mais apropriada para o caso é
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Mulher, 38 anos, com diagnóstico de miastenia gravis há 2 anos, em uso regular de piridostigmina 60 mg a cada 6 horas e prednisona 20 mg em dias alternados, procura o pronto-socorro com queixa de piora progressiva de fraqueza muscular nos últimos 5 dias. Refere que, há uma semana, apresentou tosse produtiva, febre de 38,5 ºC e dispneia aos esforços, tendo sido atendida em outra unidade de saúde, onde foi prescrito levofloxacino 750 mg ao dia. Desde então, evoluiu com agravamento da ptose palpebral bilateral, diplopia constante, disfagia para sólidos, disartria e fraqueza proximal em membros superiores com dificuldade para pentear os cabelos. Nega dispneia em repouso, mas relata fadiga aos mínimos esforços.
Ao exame físico, apresenta-se lúcida e orientada, eupneica em ar ambiente, ausculta pulmonar com estertores crepitantes em base direita, ptose palpebral bilateral acentuada, oftalmoparesia com limitação da abdução ocular bilateral, voz anasalada, fraqueza muscular proximal grau 4 em membros superiores e grau 4+ em membros inferiores. Frequência respiratória de 18 irpm, saturação de oxigênio de 96% em ar ambiente, capacidade vital forçada de 2,8 litros (85% do predito). Gasometria arterial: pH 7,42, PaCO2 38 mmHg, PaO2 88 mmHg, HCO3 24 mEq/L, SatO2 96%. Radiografia de tórax evidenciou infiltrado em lobo inferior direito.
A conduta terapêutica mais apropriada para o caso é
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