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Homem de 55 anos, hipertenso recém-diagnosticado, comparece à primeira consulta de seguimento após confirmação de pressão arterial média de 148 x 94 mmHg em duas visitas distintas. É ex-tabagista, com circunferência abdominal aumentada, e refere dieta rica em sódio.
Durante a consulta, o médico discute os exames laboratoriais necessários para a avaliação inicial do quadro.
De acordo com as diretrizes Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), Europeia (ESC 2024) e Americana (AHA/ACC 2025), a avaliação inicial completa do paciente hipertenso é
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Homem de 58 anos, diabético tipo 2 há 10 anos, dislipidêmico e ex-tabagista, comparece para reavaliação de pressão arterial. Relata boa adesão às medidas não farmacológicas, com redução de sal na dieta, perda ponderal de 3 kg e prática regular de atividade física. Apresenta as seguintes médias de pressão arterial em consultório: 135 x 85 mmHg em duas consultas distintas, com intervalo de 3 meses entre elas. Exames recentes mostram TFG estimada de 70 mL/min/1,73m², microalbuminúria positiva e LDL de 115 mg/dL.
De acordo com as diretrizes Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), Europeia (ESC 2024) e Americana (AHA/ACC 2025), a conduta mais apropriada neste momento é
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Paciente do sexo feminino, 75 anos, é trazida ao ambulatório de reumatologia após uma fratura vertebral atraumática (fratura por fragilidade) confirmada por radiografia.
Sua densitometria óssea (DMO) mais recente mostra um T-score de -3,0 na coluna lombar e de -2,5 no colo do fêmur. A paciente possui boa função renal e nunca recebeu tratamento farmacológico para osteoporose.
Considerando as diretrizes para o tratamento da osteoporose, a conduta inicial mais eficaz para redução rápida do risco de novas fraturas é
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Paciente feminina, 45 anos, procura a clínica de reumatologia com queixa de fadiga crônica, mialgias difusas, artralgias persistentes em joelhos e mãos, transtornos neuropsiquiátricos e febre baixa intermitente há oito meses.
A investigação laboratorial revela elevação da proteína c reativa, velocidade de hemossedimentação e fator antinuclear (FAN) positivo (padrão pontilhado fino, título1/320), sem preencher critérios diagnósticos para doença autoimune clássica (como lúpus ou artrite reumatoide).
A paciente relata que se submeteu, há um ano, a um procedimento estético injetável para preenchimento glúteo com “substância modeladora” de origem não especificada. A biópsia do local da injeção mostrou inflamação granulomatosa crônica com histiócitos espumosos e material oleoso livre.
O residente de reumatologia dá a seguinte interpretação correta a respeito do diagnóstico mais provável e da conduta de tratamento inicial:
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Paciente masculino, 65 anos, diabético tipo 2 e com história de colecistectomia prévia, é admitido com febre intermitente (picos de 39,5 graus Celsius) e calafrios há dez dias. Relata dor constante no hipocôndrio direito, associada a náuseas e perda de peso. Ao exame, está febril, com sensibilidade e hepatomegalia no quadrante superior direito.
Os exames laboratoriais de admissão mostram:
• hemograma: leucocitose de 18.000 por milímetro cúbico, com desvio à esquerda; anemia discreta.
• bioquímica: proteína c reativa 250 mg/L; fosfatase alcalina e gama glutamil transferase três vezes o limite superior da normalidade.
• tomografia computadorizada do abdome: lesão multiloculada de no lobo direito do fígado, com realce periférico em anel após a administração de contraste intravenoso.
O residente de clínica médica, ao analisar os achados, chega à seguinte conclusão correta a respeito do diagnóstico mais provável e a da conduta terapêutica de urgência:
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Paciente masculino, 72 anos, comparece à consulta com queixa de fraqueza, cansaço progressivo e dispneia leve aos esforços há vários meses. Nega sangramentos evidentes, mas relata perda de peso não intencional nos últimos seis meses. O hemograma revela anemia microcítica e hipocrômica (hemoglobina 8,0 g/dL; VCM 70 fL; HCM 20 pg).
Valores de Referência Laboratorial:
• ferritina sérica: 20 a 250 ng/mL;
• ferro sérico: 60 a 170 microg/dL;
• capacidade total de ligação do ferro (tibc): 250 a 450 microg/dL;
• índice de saturação de transferrina (ist): 20 a 50%;
• contagem de reticulócitos: 0,5 a 2,0%.
O residente de clínica médica, ciente dos principais exames solicitados, fez a seguinte interpretação correta para o quadro descrito:
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HOSPITAL UNIVERSITÁRIO EVANGÉLICO MACKENZIE – PROCESSO SELETIVO DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2025 FGV CONHECIMENTO CLÍNICA MÉDICA TIPO 1 BRANCA – PÁGINA 6 12 Paciente feminina, 48 anos, é admitida na emergência com quadro de fraqueza progressiva, fadiga e icterícia há três dias. Nega sangramentos ou comorbidades conhecidas. Ao exame físico, apresenta-se pálida, ictérica (2+/4+), com taquicardia e esplenomegalia discreta.
Os resultados dos exames laboratoriais mostram:
• Hemograma: hemoglobina 6,5 g/dL; volume corpuscular médio (vcm) 95 fL; contagem de reticulócitos corrigida para anemia 5%; plaquetas e leucócitos normais.
• Bioquímica: bilirrubina total 4,0 mg/dL (bilirrubina indireta 3,5 mg/dL); desidrogenase lática (LDH) 800 U/L; haptoglobina indetectável no soro.
Diante desse quadro clínico e laboratorial, o próximo passo para confirmar a etiologia dessa condição é realizar
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Paciente feminina, 60 anos, transplantada renal em uso de imunossupressores, é internada com quadro de febre e dor intensa na região torácica. Ao exame físico, apresenta lesões vesiculares agrupadas em base eritematosa, distribuídas em um dermátomo (lesão unilateral e localizada), compatíveis com herpes zoster.
A paciente reside em enfermaria compartilhada com outros pacientes transplantados. A equipe de saúde, incluindo um residente sem histórico de vacinação ou varicela prévia, está prestando assistência.
Com base nas normas de controle de infecção hospitalar e nas características da doença em paciente imunossuprimido, a respeito da conduta de isolamento e das precauções mais adequadas para a paciente e o residente, é correto afirmar que
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Paciente feminina, 35 anos, com histórico de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) em remissão, é internada com febre persistente (picos de 40 graus Celsius) há 15 dias, não responsiva a antibióticos de largo espectro. Refere astenia progressiva e icterícia leve. Ao exame físico, apresenta hepatoesplenomegalia e petéquias.
Os resultados dos exames laboratoriais iniciais mostram:
• Hemograma: Hemoglobina 8,5 g/dL; Plaquetas 50.000 por milímetro cúbico; Leucócitos 2.500 por milímetro cúbico.
• Bioquímica e Coagulação: Bilirrubina Total 3,5 mg/dL; Desidrogenase Lática (LDH) 1.500 U/L; Fibrinogênio 100 mg/dL (valor de referência normal: 200 a 400 mg/dL).
• Marcador Inflamatório: Ferritina Sérica 15.000 ng/mL (valor de referência normal: 10 a 200 ng/mL).
Diante do quadro clínico e laboratorial descrito, o próximo passo para confirmar o diagnóstico da condição é
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Paciente masculino, 45 anos, é trazido à emergência por familiares com rebaixamento do nível de consciência, dor abdominal intensa, náuseas e vômitos persistentes. Ele estava participando de uma festa na noite anterior e ingeriu uma quantidade não especificada de bebida alcoólica artesanal. Ao exame, apresenta-se torporoso, taquipneico e com relato de dificuldade visual (“visão turva”). Os resultados dos exames laboratoriais iniciais são:
• Gasometria Arterial: pH 6,95; pCO2 15 mmHg; Bicarbonato (HCO3) 5 mEq/L.
• Bioquímica Sérica: Sódio 140 mEq/L; Potássio 4,0 mEq/L; Cloro 100 mEq/L; Glicemia 110 mg/dL; Ureia 40 mg/dL; Creatinina 1,0 mg/dL.
• Osmolalidade Sérica Calculada: 295 mOsm/kg.
Diante do quadro clínico, assinale a afirmativa correta em relação ao diagnóstico provável e à conduta terapêutica de urgência a ser instituída.
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