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Paciente feminina, 35 anos, com histórico de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) em remissão, é internada com febre persistente (picos de 40 graus Celsius) há 15 dias, não responsiva a antibióticos de largo espectro. Refere astenia progressiva e icterícia leve. Ao exame físico, apresenta hepatoesplenomegalia e petéquias.
Os resultados dos exames laboratoriais iniciais mostram:
• Hemograma: Hemoglobina 8,5 g/dL; Plaquetas 50.000 por milímetro cúbico; Leucócitos 2.500 por milímetro cúbico.
• Bioquímica e Coagulação: Bilirrubina Total 3,5 mg/dL; Desidrogenase Lática (LDH) 1.500 U/L; Fibrinogênio 100 mg/dL (valor de referência normal: 200 a 400 mg/dL).
• Marcador Inflamatório: Ferritina Sérica 15.000 ng/mL (valor de referência normal: 10 a 200 ng/mL).
Diante do quadro clínico e laboratorial descrito, o próximo passo para confirmar o diagnóstico da condição é
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Paciente masculino, 45 anos, é trazido à emergência por familiares com rebaixamento do nível de consciência, dor abdominal intensa, náuseas e vômitos persistentes. Ele estava participando de uma festa na noite anterior e ingeriu uma quantidade não especificada de bebida alcoólica artesanal. Ao exame, apresenta-se torporoso, taquipneico e com relato de dificuldade visual (“visão turva”). Os resultados dos exames laboratoriais iniciais são:
• Gasometria Arterial: pH 6,95; pCO2 15 mmHg; Bicarbonato (HCO3) 5 mEq/L.
• Bioquímica Sérica: Sódio 140 mEq/L; Potássio 4,0 mEq/L; Cloro 100 mEq/L; Glicemia 110 mg/dL; Ureia 40 mg/dL; Creatinina 1,0 mg/dL.
• Osmolalidade Sérica Calculada: 295 mOsm/kg.
Diante do quadro clínico, assinale a afirmativa correta em relação ao diagnóstico provável e à conduta terapêutica de urgência a ser instituída.
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Paciente masculino, 70 anos, com história de insuficiência cardíaca e diabetes, é admitido na emergência com quadro de tosse, febre há quatro dias e dispneia progressiva. Uma radiografia de tórax confirma a presença de derrame pleural à esquerda, sendo realizada toracocentese. Os resultados bioquímicos e citológicos do líquido pleural e do soro são:
• Soro: Proteína Total 6,0 g/dL; Desidrogenase Lática (LDH) 200 U/L.
• Líquido Pleural: Proteína Total 3,5 g/dL; Desidrogenase Lática (LDH) 150 U/L; Glicose 40 mg/dL; Contagem de Leucócitos 10.000 por milímetro cúbico (com predominância de neutrófilos); pH 7,20.
Diante da análise do caso, a correta classificação do derrame, segundo os critérios de Light, e a principal hipótese diagnóstica que justifica os achados são
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aciente masculino, 55 anos, diabético e hipertenso, comparece à emergência referindo dor torácica intensa, em aperto, com irradiação para o membro superior esquerdo, iniciada há 40 minutos. Ao exame físico, apresenta-se pálido, sudoreico e com pressão arterial de 100 por 60 mmHg. O eletrocardiograma (ECG) inicial revela supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm em derivações V2 a V4. O tempo estimado até a chegada ao laboratório de hemodinâmica é de 15 minutos.
Diante deste quadro clínico, a conduta terapêutica imediata mais apropriada é
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Paciente masculino, 62 anos, tabagista e com história de emagrecimento nos últimos 5 meses, é internado com febre, tosse produtiva e dispneia progressiva. A radiografia de tórax e a tomografia computadorizada revelam uma consolidação densa no lobo superior direito e atelectasia associada, além de uma massa hilar volumosa que causa estenose brônquica completa. A antibioticoterapia empírica, iniciada há 72 horas, não resultou em melhora clínica significativa.
Diante deste quadro clínico e da falha no tratamento antimicrobiano inicial, o manuseio determinante para a resolução do quadro é
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Paciente de 68 anos, com câncer de pulmão avançado e metástases ósseas, utiliza morfina oral de liberação controlada há 6 meses para dor crônica, com dose atual de 200 mg/dia. Nas últimas duas semanas, a dor (EVA 9/10) se intensificou, mas o paciente a descreve agora como "queimante" e "espalhada" para além da área das metástases. Além disso, ele relata hipersensibilidade ao toque na pele (alodínia). O aumento da dose de resgate de morfina não alivia, e em alguns momentos, parece piorar o quadro. O paciente está hemodinamicamente estável e a investigação por imagem não detectou nova progressão da doença que justifique a nova dor.
Diante deste quadro clínico, a conduta terapêutica mais apropriada seria
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Paciente masculino, 65 anos, é internado com queixa de parestesia nas extremidades e ataxia progressiva. Há histórico de anemia há 15 anos, inicialmente tratada com ferro oral, mas que evoluiu para anemia macrocítica com Hb 9,0 g/dL, VCM 115 fL e Vitamina B12 sérica indetectável. Uma endoscopia digestiva alta prévia revelou atrofia glandular e palidez da mucosa gástrica, com biópsia mapeada mostrando perda das células parietais no corpo e fundo gástrico. Exames complementares confirmam hipergastrinemia e a presença de anticorpos anti-fator intrínseco.
Com base no caso clínico, a conduta indispensável para o manejo contínuo desse paciente é
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Paciente feminina, 45 anos, comparece para um exame de rotina. Ela é eutrófica, nega uso de medicações crônicas e apresenta perfil lipídico normal (triglicerídeos 60 mg/dL). O rastreio laboratorial demonstrou: Glicemia de Jejum de 80 mg/dL em 2025 (e 82 mg/dL em 2024); Hemoglobina Glicada de 5,5% em 2025 (e 5,4% em 2024); Hemoglobina de 12,2; Volume Corpuscular Médio (VCM) de 103 fL e Concentração de Corpuscular Média (CHCM) de 33 g/dL.
Considerando o caso descrito, assinale a afirmativa correta a respeito da melhor interpretação para a discrepância entre a hemoglobina glicada e a glicemia de jejum e da conduta investigativa subsequente.
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Paciente masculino, 25 anos, procura atendimento com queixa de dor na região epigástrica, saciedade precoce e plenitude pós- prandial, sintomas recorrentes há três meses. Nega perda de peso, disfagia, vômitos ou história familiar de câncer gástrico. O paciente já realizou a pesquisa de Helicobacter pylori por teste respiratório com ureia C13, cujo resultado foi negativo.
Considerando a alta suspeita de dispepsia funcional, a conduta terapêutica mais apropriada a ser instituída neste momento é
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Paciente feminina, 30 anos, sem comorbidades, relata ser sexualmente ativa. Apresenta-se ao pronto-socorro com disúria e polaciúria intensas, sendo este o quarto episódio de infecção do trato urinário (ITU) em sete meses. O último episódio, há apenas 10 dias, foi tratado, com sucesso clínico, com sulfametoxazol- trimetoprim por três dias, baseado em urocultura prévia que isolou Escherichia coli sensível ao medicamento.
Ao exame físico, a paciente está hemodinamicamente estável, afebril e sem outras alterações, exceto por dor leve à palpação em hipogástrio. A paciente nunca realizou exames de imagem do trato urinário.
Considerando o quadro clínico, a conduta diagnóstica e terapêutica mais apropriada para esta paciente é
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